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História Vizinhas - Capítulo 23


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Capítulo 23 - Sortudo


No da seguinte eu acordei, tomei banho e fui trabalhar. Cheguei no escritório bem cedo, poucas pessoas haviam chegado. Eu fui para minha sala arrumar as minhas coisas, era uma sala bem confortável, todo o escritório era bem moderno. Havia mesa de madeira na cor cinza, era uma mesa bem grande, nela havia um computador, algumas pastas pretas e um pote com canetas, na frente da minha mesa, uma estante grande com vários livros, divisões para documentos, pastas, na parte de baixo da estante, eu coloquei algumas fotos minhas na época da faculdade e no dia em que me formei. Na minha sala também havia um canto onde tinha uma pequena mesa com um balde que continha gelo e vinho, algumas taças e copos e café. Perto desse canto também tinha um sofá de couro e mais duas poltronas. Era uma sala bem grande. 

Naquele andar, ficavam só os sócios e seus secretário e para cada secretário, também havia uma pequena e moderna sala. Além de mim haviam mais quatro sócios, eu conhecia apenas um que era a Lavínia, os outros dois eu não vi na pequena reunião que tivemos. Eu sempre tive esse interesse em conhecer as pessoas com que eu teria uma relação de trabalho, pois assim eu saberia lidar com cada um conforme a melhor maneira. 

Depois de passar um tempo na minha sala eu me lembrei que não tinha mais a minha secretária, teria que arrumar outra. Mandei alguns e-mails anunciando que precisava de uma e coloquei todas as exigências que eu queria. A primeira: tem que ser mulher, pois os homens têm dificuldade em entender coisas simples e as mulheres sabem como lidar umas com as outras, segundo: ela precisa ter tempo livre, pois poderia precisar dela a qualquer momento e é claro que ela receberia por isso. Terceiro: tem que estar sempre muito elegante, pois a elegância para mim era o essencial. Essas eram as minhas exigências. Após escrever essas coisas, anunciei que precisava de uma secretária. 

Essas coisas foram feitas antes do horário de trabalho, eu sempre procurava chegar mais cedo, para mim era melhor assim. Enquanto os outros sócios não chegavam, eu fui pegar um café, sempre pedia um mais fraco porque se eu bebesse um muito forte, acabava tendo tonturas depois. Desci até o segundo andar para pegar o café, quando peguei, voltei rapidinho para a minha sala. Nesse tempo, as outras pessoas já haviam chegado, incluindo Lavínia. 

— Bom dia — eu disse.

— Bom dia, doutora — um respondeu.

—Bom dia, Jolie — Lavínia respondeu.

— Bom dia — outros dois responderam ao mesmo tempo.

Os outros três eram homens. Eu fui me apresentar para todos eles. O primeiro era bonito, alto, forte, seus cabelos que eram bem escuros estavam muito bem penteados, a cor dos seus olhos era preta, e seu rosto estava muito bem barbeado. A cor da sua pele estava morena e combinava perfeitamente com ele. Eu o comprimentei. 

— Como vai? Sou Jolie e é um prazer trabalhar com você. 

— Como vai, Jolie? Sou Jonh. Prazer em conhecê-la. 

Ele parecia muito agradável e educado. O outro homem era ainda mais bonito que o anterior. Sua pele era negra, seus olhos eram coloridos num castanho claro lindíssimo, a sua boca era muito bem desenhada, seus lábios carnudos e seu sorriso era maravilhoso. Seu cabelo estava muito bem cortado no estilo disfarçado, combinava muito com ele. Ele era forte e estava em um terno azul escuro elegantíssimo. 

— Olá, doutor. Sou Jolie e é um prazer trabalhar com você — eu apertei a mão dele firmemente e ele respondeu apertando da mesma forma.

— Senhorita, sabia que ao apertar a mão de alguém tão forte assim, significa que você quer intimidá-lo? — disse ele educadamente.

— Sabia sim, já li livros sobre esse assunto, mas não era a minha intenção intimidá-lo. Procurarei outra forma de comprimentá-lo — respondi de forma simpática e com um sorriso no rosto.

O próximo homem era mais velho que os anteriores. Ele era louro, mas estava começando a ficar grisalho. Seus olhos eram verdes, estava com a barba feita perfeitamente, era alto e forte. Tinha em torno de quarenta e quarenta e cinco anos. Dos três homens, era o mais elegante, parecia ser bem rico. 

— É um prazer conhecê-la, doutora Jolie — ele disse para mim.

— O prazer é meu, doutor? 

— Antônio. Pode me chamar assim. 

— Vai ser um prazer trabalhar contigo.

A outra sócia era Lavínia, eu lhe dei um abraço e um beijo em seu rosto. Com certeza será muito bom trabalhar com todos eles. Após nos conhecermos, fomos todos Lara a sala de reuniões resolver assuntos pendentes daquele escritório, anotamos o que estava faltando, nos comunicamos com os sócios dos outros escritórios e depois de resolver os assuntos, fomos todos para nossas salas, cuidar de nossos próprios casos. 

Eu tinha muitos casos para resolver eu atuava na área penal, específicamente em casos de violência. Era bem fácil, na maioria das vezes, os autores eram burros, mas era bem pesado para mim, pois muitos casos caiam nas minhas mãos e eu procurava me empenhar ao máximo em cada um deles, de modo que meu cliente ficasse muito satisfeito. Eu trabalhava sem parar e isso era muito difícil, cada caso um assunto, problema, pessoa diferente. As vezes eu ficava bem sobrecarregada e muito estressada. Eu aguardava todos os dias ansiosa a hora de ir para casa, quando chegava a hora do almoço, eu aproveitava para descansar um pouco, as vezes até tirava um cochilo, depois voltava ao trabalho. 

No fim do dia, eu terminei o que dava para terminar em um dia e fiquei até mais tarde para arrumar as coisas para o dia seguinte. Quando acabei de arrumar e estava para sair da sala, ouvi Antônio conversando com alguém pelo telefone. 

 Mais tarde eu passarei aí, hoje foi bem puxado querida, eu preciso relaxar um pouco. Você vai ter que dar conta disso, Celine. 

Com essa conversa, eu descobri que mais além de mim, dava uns beijos em Celine.

Eu esperei ele terminar a conversa dele para sair da minha sala. Quando ele terminou, eu sinicamente fui conversar com ele. Me aproximei e comecei a falar. 

— Namorada, Antônio?

— Pode-se dizer que sim.

— Ela deve ser muito bonita. 

— Tem que ser alguém a minha altura, não é? — depois dessa frase ele soltou uma risada que me irritou muito. 

— Uau, você é bem convencido, não é? 

— Jolie, não é?

— Sim, senhor.

— Bom, se você fosse como eu, também seria convencida, eu acredito. 

Com essa pequena conversa eu pude indentificar que ele era um idiota convencido. Parecia ser o mesmo tipo do ex marido de Celine, acho que ela tem um dedo podre para homens. Eu fui para casa depois de conversar com mais algumas pessoas. Quando cheguei, tomei um banho e coloquei uma roupa confortável, depois fiquei esperando Antônio chegar e surpreender Celine. Fiquei observando por uma janela e vi um carro se aproximando, o carro estacionou entre a casa de Celine e a minha e como eu já esperava era o Antônio, descobri quem era o sortudo.






Notas Finais


Oi meus amores, se vocês quiserem comentar o que vocês estão achando da história, fiquem a vontade. Obrigada por me acompanharem ❤️


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