História Vizinhos - Dramione - Capítulo 19


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Categorias Harry Potter
Personagens Draco Malfoy, Hermione Granger
Tags Draco Malfoy, Dramione, Harry Potter, Hermione Granger
Visualizações 1.297
Palavras 2.741
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Hentai, Romance e Novela, Universo Alternativo
Avisos: Álcool, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Olá, meus bebês!
LEIAM AS NOTAS FINAIS!
Boa leitura!

Capítulo 19 - Aviso ou Ameaça


DRACO 

 

 

    Acordar sem Hermione do meu lado já estava começando a se tornar estranho. Abrir os olhos e perceber que minha primeira visão do dia não era a de seu corpo quase nu na minha frente, era como um sinal de que o dia não seria tão bom. 

    Virei para o lado na cama, vendo uma blusa dela jogada no chão, e então sorri como um idiota. Por algum motivo estranho, era animador saber que ela esteve nua no meu quarto enquanto eu dormia. Peguei meu celular sobre o criado-mudo, percebendo as várias mensagens e a hora já avançada. Levantei da cama resmungando, mas o dia começou a mostrar seus sinais de melhora quando encontrei bolo e panquecas sobre a mesa, junto com um bilhete azul colado na jarra de suco. 

 

“Tente sobreviver com isso. Não se aproxime do fogão! Chego antes de anoitecer. - Peste”

 

   Dei uma risada, pegando a comida e levando comigo até a sala, colocando-as sobre a mesa de centro. Me estiquei no sofá, pegando meu notebook e começando a trabalhar. Havia contas da Hórus a serem pagas, salários a serem depositados, pagamentos ilegais a serem feitos. Mas antes de tudo isso, havia alguém para dar bom dia. 

 

    Draco: Bom dia, peste. O suco está sem açúcar. 

 

    Hermione: Bom dia, bebezão. Vai se foder. 

 

   Revirei os olhos, contendo uma risada. 

 

Draco: Vai me ajudar a foder? 

 

Hermione: Não, você terá que se virar sozinho, querido

    

    Draco: Percebi que sua boca está precisando de uma limpeza, mocinha. Que coisa feia… O que seu pastor diria do seu linguajar? 

 

Hermione: Como pretende limpar minha boca, ó Grande Soberano da Inocência? 

 

Draco: Posso ter de colocar algo nela… 

 

Hermione: Que droga, Malfoy! Eu estou do lado do meu irmãozinho! 

 

Draco: Mas eu estava falando de água… Sua mente é suja, peste. Vamos nos aproveitar disso mais tarde! 

 

    Hermione: Você é o culpado, sabe? Nossa convivência está me afetando. Eu costumava ser uma menina casta. 

  

     Draco: Casta? Acho que você nunca foi isso, querida. E minha presença marcante está te afetando depois de dois anos? Não é meio tarde? 

 

    Hermione: Talvez esse tipo de coisa só passe através de contato sexual. Isso explicaria muita coisa… Sempre soube que você me levaria para o mau caminho! 

 

    Draco: Então isso significa que vou ficar extremamente virginal e arrogante? Droga… Temos que parar de foder. 

P.S.: Eu também sempre soube que te levaria para o caminho da devassidão. E sempre adorei isso. 

 

    Hermione: 1: Te odeio. 2: Luna está perguntando sobre você. 

 

    O sorriso sumiu do meu rosto, enquanto eu pensava na menininha loira com aparência frágil. Não queria magoar a garota, mas também não podia fingir que estava interessado nela. 

 

    Draco: Que merda. É um saco ser irresistível. Não podemos dizer que estamos transando? 

 

    Hermione: NÃO! 

 

    Draco: Então diz que eu me descobri completamente apaixonado por Theo. Que seja. 

 

    Hermione: Foi mal a demora, estava salvando essa conversa e mandando para Theo. Ele adorou. 

 

Draco: Eu te odeio, peste. 

 

Hermione: Eu não. Eu te amo. E Theo também, agora. 

 

    Draco: Ridícula. Me trás doce. 

 

    Joguei o celular para o lado, ignorando o sorriso na minha cara e a sensação de alívio vinha junto com ele. 

 

***

 

    Não foi novidade perceber que o dia tinha sido uma droga. As horas se passaram depressa, e tudo que fiz foi ficar na frente do notebook fazendo contas e depósitos. Eu amava a Hórus, mas às vezes apreciava a ideia de não ter preocupações na vida, a não ser manter Hermione longe de problemas, o que já era um puta trabalho em tempo integral. 

    Já começava a anoitecer quando levantei do sofá, me esticando e alongando meu corpo. Em alguns minutos eu já tinha tomado banho e feito o pedido do jantar  no restaurante chinês que Hermione adorava. Ela sempre voltava da casa da mãe precisando de carinho, e eu tentava dar a ela o que precisasse, porque era esse o meu trabalho. Tentei arrumar a bagunça de roupas espalhadas no quarto, já que agora eu tinha uma garota exigente que dormia nele  todas as noites. Antes eu odiava que Pansy opinasse sobre minhas coisas, afinal eram minhas! Eu fazia da minha casa o que porra eu quisesse. Agora, bastava  um olhar enviesado de Hermione e eu me sentia péssimo por deixar a toalha sobre a cama. Eu estava começando a me indignar comigo mesmo. 

    Confirmei minhas suspeitas de que eu era ridículo quando meu sorriso ameaçou  dividir o rosto em dois assim que a campainha soou. Caminhei pela sala, estranhando o fato de Hermione não tê-la aberto, já que tinha as chaves. Mas ela poderia ter perdido, já tinha acontecido antes. Bom, ela não tinha exatamente perdido, só arremessou as chaves na minha cabeça, e quando desviei, elas caíram no ralo da pia. Bufei ao lembrar da sua revolta enquanto me perseguia pelo apartamento com uma vassoura na mão.

    — É bom que esteja trazendo meus doces, peste! — Resmunguei, abrindo a porta, e então paralisei lá. Meu estômago despencou quando o rosto familiar apareceu na minha frente, com o mesmo sorriso arrogante que eu me lembrava. — O que…

    — Draco, garoto. — Christopher Greengrass me encarava com diversão, seus olhos verdes analisando meu rosto como se procurasse por algo que pudesse usar contra mim. — Sentimos sua falta.

    Olhei para ele, perplexo demais para usar a habitual máscara de indiferença que vinha aprimorando  desde a infância. Era para aqueles tipos de pessoas que eu usava meu lado frio, aquele tipo que sempre procurava por qualquer falha para me derrubar na primeira oportunidade. Engoli em seco, buscando o controle que sabia que tinha, e então dei um passo para o lado.

— Entre. — Murmurei, olhando discretamente para o corredor, me certificando que Hermione não estava lá. Ela não podia chegar perto daquele homem em hipótese alguma. Ninguém da minha família insana poderia sequer imaginar a existência dela. Era assim que eu a protegia.

    — Estou surpreso por me  convidar para entrar, achei que me colocaria para fora sem nem me ouvir. — Ele riu, olhando ao redor. — Que lugar... compacto.

      — O que você quer, Chris? — Sem que ele percebesse, empurrei minhas botas para o tapete da entrada, um aviso claro para que Hermione não entrasse. Depois eu explicaria a ela o  motivo, só precisava tirar Chris dali o quanto antes. Fechei a porta, me virando para vê-lo passear pela  sala e parar na frente de um porta-retrato. Meu coração gelou, um aperto na garganta quase me sufocando. Que porra... Pensei, exasperado. Claro que ele tinha que parar exatamente onde Hermione havia colocado – exigido, para ser mais exato – nossa foto juntos, com ela sentada no meu colo. Fechei os olhos por um segundo, segurando todos os palavrões do meu repertório extenso.

    — Que garota bonita. — Disse ele, segurando o porta-retrato e observando. — Sua namorada?

    — Amiga. — Respondi, cruzando os braços.  — E você ainda não me disse o que quer.

    — Não foi essa educação que seus pais te deram, Draco.

    — Não, não foi. — Sorri de  lado, erguendo uma sobrancelha. — Interessante o que se aprende na vida, não é mesmo?

    — Sua mãe sente sua falta, sabe?  — Chris sentou no sofá, os olhos ainda fixos na minha expressão, que não  titubeou, mesmo que meu coração tenha se rebelado. Era sempre assim quando eu escutava algo sobre minha família, eu simplesmente não conseguia esquecer todas as coisas que tinha passado, ouvido e sentido quando ainda morava com meus pais.

    — Eu duvido.  — Respondi, dando de ombros. — Ela poderia vir aqui, se fosse verdade.

    — Narcisa? — Disse, com uma risada. — Narcisa Malfoy aqui?

    — Foi o que eu quis dizer. Ela não tem instintos maternos o bastante para sentir falta do filho. Único filho, por sinal.

    — Não seja dramático. Seus pais te deram tudo.

    — Uma casa enorme e vazia, educação rígida e problemas com abandono. Realmente, minha mãe foi um exemplo. 

    — Problemas com abandono. É isso que você tem? — Chris revirou os olhos. — Eu te ensinei como se cura isso, garoto.

    — Você me ensinou a comer prostitutas. — Grunhi, irritado com a forma como ele falava, como se eu devesse se parecer com ele. — Ou não lembra como foi? Você me levou até um bordel e pagou duas garotas para mim. Eu tinha catorze anos.

    — E foi dessa forma que eu te ensinei a ser homem, deveria ficar feliz.

    — Ah, eu fico bastante feliz. Me ajudou a decidir dar o fora daquele inferno em forma de mansão. 

    — As meninas sentem saudades. — Ele me encarou,  procurando alguma emoção, mas eu já estava desprovido de qualquer sinal delas. — Astoria, Daphne... Você não liga para elas.

    — Suas filhas são duas mini-Narcisas. — Caminhei até a poltrona, sentando e me esticando despreocupadamente. — Se preocupam mais com maridos ricos do que com saudades da infância. Que, aliás, nem foi tão saudosa. 

    — Cuidado, garoto, está falando das minhas filhas. — O olhar duro era apenas mais uma mentira, e eu sabia disso. Não havia amor entre os Greengrass, não mais do que nos meus pais.

    — Você não vai mesmo dizer o que veio fazer aqui? Não foi por saudades ou sentimentalismo; você me ensinou que tudo isso é uma merda. Então me diz de uma vez.

   — Ok, garoto, eu só estava tentando ser cordial. — Chris ergueu as mãos para frente, como se pedisse calma, mas o sorriso cínico não ajudava no seu teatro. — Recebi uma ligação bastante peculiar, hoje. De alguém me falando que Tom te fez uma visita.

    Todos os xingamentos, maldições e palavrões passaram pela minha mente em questão de segundos. Meu maxilar endureceu, e meus olhos estreitaram ligeiramente.

    — E o que isso te diz respeito?

    — A Hórus é um estabelecimento Malfoy...

    — A Hórus é minha! — Sentei ereto, sentindo a raiva pulsar nas minhas veias. — Ela é a única coisa  que eu comprei com esse dinheiro sujo, e eu estou fazendo dela a maior casa do estado. Ela é minha. Tem a  porra do meu nome em todos os contratos.

    — E você é um Malfoy.

    — Eu tiraria, se pudesse. Acredite.

    — Não importa sua magoazinha de família, Draco. — Disse  ele, ríspido. — Você  é a porra de um Malfoy, e  contente-se com isso. E eu não vim aqui para te tomar a Hórus, então controle-se.

    Cerrei os dentes, lutando para me acalmar. Eles nunca me tirariam a Hórus, eu não deixaria que isso acontecesse. Teriam de me matar antes. 

    — Então qual a porra do problema?

    — A porra do problema é sua amiguinha, que, aparentemente, Tom pensa ser sua namorada. — Grunhiu ele, irritado. Meu sangue parecia ter congelado nas veias, o medo se tornando tão grande que temi ficar sem ar.

    — Hermione não tem nada a ver com isso.

    — Então me explique o motivo de Tom Riddle estar tão interessado nela. Me diga porque uma garota teria tanta importância para ele, o bastante para que Tom queira saber cada passo dela.

    — O-o quê? — Pisquei, atordoado. Aquilo não podia estar certo, havia algo errado. — Hermione é só uma garota...

    — Não para Riddle, ao que parece. Ele tem investido em homens que a observam de longe, com as ordens de não machucá-la, apenas vigiá-la. Interessante, não acha?

    — Eu preciso ligar para... — Peguei o celular do bolso, só então percebendo como minhas mãos tremiam. Chris bufou, resignado.

    — Não seja estúpido, garoto. Não percebe? Você tem nas mãos o objeto de fascínio de Tom Riddle. Seja inteligente, Draco! Essa garota é sua chave para conseguir muito mais do que mercadoria barata e boa, é sua chance de ser sócio desse homem!

    — Você enlouqueceu?! — Levantei, avançando até me erguer sobre Chris, meus pulsos apertando de revolta. — Perdeu a porra da cabeça, caralho?! Ela é a pessoa mais importante na merda da minha vida, e você acha que eu vou usá-la para fazer joguinhos com Tom?! Qual a porra do seu problema?!

    — Garoto, é melhor você sentar-se.

    — É melhor você sair da minha casa mais rápido do que serei capaz de enfiar seu narizinho comprado dentro do maldito crânio. — Minha voz não foi mais do que um sussurro, mas tinha ódio o bastante para alertar Chris. Ele levantou, franzindo o cenho e arrumando o terno.

    — Achei que você fosse prático, Draco. Foi isso que eu te ensinei a ser.

    — Então pegue uma das suas filhas e entregue a Tom em troca de poder. — Minha sugestão o fez apertar a mandíbula. — Se quer tanto isso, dê sua mulher. Mas nunca chegue perto de Hermione. Se eu souber que ao  menos olhou para ela, eu juro que acabo com seu rostinho. E não vai ter cirurgia que possa consertá-lo. 

     Christopher caminhou até a porta e a abriu, parando para me olhar antes de sair.

    — Ainda pode fazer o certo, garoto. — Murmurou. — Pense no que isso faria para Hórus.

    — Eu vou matar você. — Sussurrei, me forçando a não socá-lo. — Eu juro por  todos os deuses que eu mato você se algo acontecer a ela.

    — Amor… — Chris riu, desdenhoso. — Ele emburrece as pessoas. 

    E então foi embora, me deixando completamente descontrolado para trás. 

    No mesmo instante que me vi sozinho, comecei a digitar mensagens para Hermione, cada segundo mais desesperado por notícias. Queria saber o que Tom queria com ela, porque os Granger eram tão interessantes para ele, porque ele tinha colocado  pessoas para vigiá-la, mas nada disso era o importante naquele momento. Só precisava saber que ela estava bem e segura, o resto resolveríamos depois.

    Irritado pela falta de respostas, liguei uma, duas, quinze vezes, e nada dela. Meu coração já tentava sair pelo esôfago, e eu estava pronto para deixá-lo ir. Como medida desesperada, chamei o número de Theodore. Ele era amigo dela - menos do que eu, é claro -, tinha que servir para algo.

    — Olá? — A voz dele costumava me dar vontade de batê-lo, agora eu até cogitei abraçá-lo.

    — Hermione, onde ela está? — Me apressei em perguntar. Theo pigarreou.

    — Ah, claro, mamãe! — Exclamou, sussurrando em seguida: — Querida, vou no quarto, minha mãe precisa de alguns conselhos com bebidas para a recepção de uma festa. Volto logo.

    — Não demore, preciso de cafuné… — Quase caí de alívio quando escutei a voz de Hermione, e imediatamente sentei na poltrona. Ruído de passos e uma porta sendo trancada depois, Theo voltou a falar.

    — Escute aqui, seu babaca estúpido! Se você acha que pode brincar com o coração dela dessa forma, eu parto sua cara ao meio! 

    Parei, olhando novamente a tela do celular para ter certeza de que era Theo. E era, o que foi mais chocante ainda. 

    — Do que está… — Comecei a perguntar, mas ele me interrompeu, obviamente revoltado por alguma razão. 

    — Você diz que a ama e depois faz isso? Que tipo de ser sem qualquer decência magoaria a garota que ama, Draco Malfoy? Sabe o que eu vou fazer se você chegar perto dela? Vou amassar sua cara na minha porta! 

    — Mas que porra… 

    — Ah, então acha que eu não consigo? Pois saiba que eu fiz cinco anos de kickboxing! 

    — Theo, eu não duvido das suas habilidades em partir minha cara, mas me explique… 

    — Hermione pode parecer durona, mas ela é doce! Acha que é fácil para ela ser jogada de lado dessa forma, imbecil? Sim, eu estou te xingando, e não me importo se vai me demitir amanhã! 

    — Hermione está magoada? — Perguntei, confuso. — Quem a magoou? 

    — Não se faça de idiota, Malfoy. Você não precisa fingir para ser um! 

    — OK, já chega de ofensa, me diga o que está acontecendo ou eu vou aí agora, Theodore. E eu não me importo de quebrar sua porta. 

    Depois de alguns resmungos ofensivos, Theo se acalmou o bastante para falar. 

    — Ela viu a droga das botas na sua porta. E ela está dormindo aí, se você não se lembra! Como acha que Hermione se sentiu ao saber que você está trepando na cama que ela dorme com você? 

    — Trepando? — A pergunta saiu quase um guincho de incredulidade. — Com quem? 

    — Eu sei que comigo é que não foi! 

    — Eu não estava trepando com ninguém, porra! Era só uma reunião idiota de família, eu não queria que ela estivesse envolvida! 

    — Acha que sou imbecil? 

    — Você ainda pergunta? — Grunhi. — Quer saber? Estou indo aí. 

    — Não, você não vem! Ela vai dormir comigo. 

    — O quê?! — Foi a segunda vez naquele dia que pulei da poltrona, já indo até a porta e calçando as botas. — Chego em cinco minutos. Não ouse levá-la para qualquer lugar perto de uma cama, Theodore! 

    Encerrei a ligação, interrompendo os resmungos indignados de Theo. Peguei as chaves sobre o aparador e os capacetes atrás da porta, e então sai de casa, na esperança de buscar a minha garota. Ou ao menos acalmá-la um pouco. 


Notas Finais


O que acharam da explicação?! DRACO ERA INOCENTE!
Deixem seus comentários, eu estou amando todos eles!
Obrigada pelos favoritos! Vamos fazer de Vizinhos conhecida, meu povo! hahaha
Agora venham aqui e sentem-se com a mamãe, vamos conversar: Eu já disse algumas vezes, mas vale relembrar. Domingo eu tenho uma prova SUPER importante, então vai ser difícil postar essa próxima semana, porque não vou poder escrever até passar essa prova linda (não vamos xingar, vai que ela ouve...). Então, PROVAVELMENTE, eu só posso voltar para vocês no domingo que vem, quando eu chegar em casa da prova e precisar chorar enquanto posto capítulo novinho para vocês. ME DESEJEM SORTE! E MILAGRE TAMBÉM!
Quem quiser entrar no grupo, manda o contato!
Amo vocês, bebês. Beijo!!!! <3


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