História Você de novo? (Um conto ShikaTema) - Capítulo 13


Escrita por: ~

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Categorias Naruto
Tags Naruto, Shikamaru, Shikatema, Temari, Universo Alternatvo
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Palavras 2.234
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Famí­lia, Hentai, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Universo Alternativo
Avisos: Álcool, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Yo, minna *-*
EU VOLTEEEEEEEEI!
Desculpem por sumir, é que tive um puta bloqueio criativo quanto essa fique, me perdoem! E vamos para um casório!
Boa leitura!

Capítulo 13 - Nos pertencemos


Fanfic / Fanfiction Você de novo? (Um conto ShikaTema) - Capítulo 13 - Nos pertencemos

 O cabelo estava pronto, era um coque alto enfeitado por uma tira de brilhantes, a maquiagem era suave, com um delineado bonito e uma cor suave nas bochechas, ainda usava o robe de cetim pois escutou Shikadai chorar no colo da mãe.

 - Está com fome, meu amor? – Sentou-se com ele, colocou o seio direito para fora e logo seu calmo filho o tomou, sugava com força embora fosse sossegado.

 - Ele é tão sossegadinho, não é? – Karura sorriu olhando os dois – Eu sempre sonhei em te ver amamentando.

 - Eu não achei que fosse gostar tanto disso. – segredou Temari – Ele é lindo, não é mãe? Se eu soubesse que era tão bom, talvez tivesse feito a vontade do Rasa.

 - Não, meu amor, essa preciosidade veio na hora certa. – disse Karura.

 Tenten adentrou o quarto usando um lindo vestido vinho, ela carregava a caixa grande do vestido. Temari sorriu animada, terminou de amamentar o bebê faminto, quando acabou entregou-o para a mãe que iria trocá-lo.

 Tenten ajudou a amiga a colocar o vestido, moldava-se perfeitamente em seu corpo, no estilo sereia coberto de renda branca, o colar era feito de puros diamantes, um que ganhara de Otto, não sabia se era errado usar algo de seu ex marido em seu casamento, mas queria algo de seu melhor amigo.

 Havia uma sombra na porta e quando Temari olhou viu seu pai, Tenten apertou o ombro da amiga e saiu do quarto os deixando sozinhos. A loira suspiro olhando para o ruivo através do espelho.

 - Você está linda. – disse ele em tom frio.

 - Obrigada. – disse Temari no mesmo tom – Eu sei que nada disso era o que você queria pai, mas poderia dar um sorriso pelo menos no dia do meu casamento, o casamento que eu quero.

 - Está errada como sempre. – disse ele se aproximando – Eu queria que você tivesse uma boa vida e que me desse netos. É o que está fazendo não é? Me desculpe Temari.

 - Está me pedindo desculpa? – perguntou Temari com os olhos arregalados.

 - Estou, por tudo. – ele enfiou as mãos nos bolsos – Quando sua mãe descobriu estar grávida eu quis um menino é claro e fiquei decepcionado quando soubemos que seria uma menina, mas você nasceu e eu te olhei, era uma criança bonita e tinha esses olhos, olhos desafiadores que me questionavam desde o primeiro contato. A verdade é que cobrei tanto de você por te achar mais forte que seus irmão Temari, dentre eles você era a única que nunca abaixou a cabeça pra mim, apenas no seu casamento é claro. Você é uma mulher incrível, sinto muito por não dizer isso antes.

 Temari não sabia o que dizer, nunca em toda a sua vida imaginou que escutaria isso de seu pai, ele sempre foi tão fechado, até um elogio era uma critica disfarçada, nunca afagou os filhos, nunca foi doce, sempre foi a figura de medo dentro de casa e Temari se perguntava diariamente o que levou a mãe a se apaixonar por um homem como esse, e pela primeira vez ela tinha um vislumbre do homem que seu pai tinha sido antes dela nascer.

 - Oto-sama, eu posso abraça-lo? – foi tudo o que perguntou, agora foi Rasa que ficou desconfortável, Temari podia jurar que viu suas bochechas coraram minimamente por alguns segundos, ele pigarreou e abriu os abraços, Temari o abraçou deitando a cabeça sobre seu peito, era durona demais para admitir em voz alta, mas esperou por aquele abraço por anos, e agora estava ali – Eu te perdoo, Oto-sama, por tudo. Sou uma pessoa melhor por isso, obrigada.

 Separam-se suspirando.

 - Está na hora. – foi seco e Temari riu – Tenho que te levar pro altar de novo.

 - Vamos. – disse Temari.

...

 Shikamaru estava nervoso e não conseguia pensar direito quando estava nervoso, o casamento estava sendo no jardim da mansão de Temari, toda uma estrutura tinha sido montada, uma tenda enorme esperava pela festa e do lado de fora os convidados esperavam pela noiva.

 Haviam pelo menos 500 pessoas naquele lugar separadas em duas fileiras de cadeiras brancas com enfeites dourados, um corredor de madeira que passava no meio delas levava até a frente onde havia toda uma plataforma de madeira sob um arco de ferro branco lotado de lírios.

 O Nara usava um smoking preto com gravata prata, os cabelos estavam soltos e arrumados, estava bonito pra quem olhava, mas estava surtando também. Mesmo estando na mansão a poucos quilômetros dali Temari estava muito atrasada.

 - Shikamaru, acalme-se, todos estão percebendo sua agitação. – Shikaku se aproximou com o neto nos braços, Shikamaru olhava o pai com olhos analíticos e assustados, o moreno se inclinou e beijou a testa do filho.

 - Não estava nervoso quando se casou com a mamãe? – perguntou Shikamaru.

 - Claro que sim, mas ninguém precisava saber disso. – o mais velho retrucou – Está tudo bem.

 Voltou para o seu lugar.

 Os músicos de começaram a tocar acalmando o coração de Shikamaru, todos se levantaram sorrindo e virando-se para trás, ela saiu da casa de braços dados com Rasa, só pararam quando chegaram na estrutura de madeira, Shikamaru sorriu, ela estava linda. Aquele vestido justo lhe acentuava todas as curvas que o moreno conhecia tão bem, ela sorriu para ele quando começou a andar.

 Todos cochichavam sobre sua beleza, mas apenas Shikamaru podia tocá-la, provar dela, e agora ela seria dele para sempre, andava lentamente, no ritmo da música, o véu enorme arrastava no chão, seus sorriso encantava a todos, Shikamaru se apaixonou por ela mais uma vez.

 Depois de uma eternidade ela estava lá, de frente para ele e segurando sua mão, viraram-se para o juiz de paz sem parar se sorrir. O moreno não escutou uma palavra do ele tinha dito, não precisava escutar, Temari seria dele e ele seria dela, pronto, era tudo o que precisavam saber.

 Fizeram seus votos repetindo o que o juiz tinha lhes dito, era forçado, mas não falso, eles sabiam o que queriam dizer. Ah, como se amavam. Shikamaru não sabia mais viver sem aquela megera e nem ela sem aquele garoto, obrigada armário de casacos por começar com essa história de amor. Finalmente foram declarados marido e mulher, finalmente! Finalmente! Shikamaru era pura alegria quando finalmente pôde beijar sua agora esposa.

...

  Shikamaru girou a esposa pelo salão a trazendo de volta para si, Temari riu envolvendo seu pescoço com os braços.

 - Eu já disse o quanto está bonita hoje? – ele pousou a mão em sua cintura.

 - Acho que umas trinta vezes. – ela riu.

 - Então vamos para a trigésima primeira. – disse Shikamaru – Você está linda, esposa.

 - Obrigada esposo. – ela selou seus lábios – Foi perfeito, não foi?

 - Qualquer coisa do seu lado seria perfeito, megera. – Shikamaru sorriu beijando o rosto de Temari – Tem certeza de que não quer viajar, Temari?

 - Uma noite em um hotel já é o suficiente, meu amor, não quero fica longe de Shikadai. – disse ela deitando a cabeça no peito do moreno.

 - Tem razão, nem eu. – disse Shikamaru a girando mais uma vez – Eu acho que já podemos ir. Estou com saudade.

 - Então vamos, garoto, vou cuidar de você. – ela sorriu com malicia.

 Despediram-se da família e do filho, entraram no carro de Shikamaru e saíram. O Nara tinha reservado a suíte presidencial do mais luxuoso hotel de Konoha, parou o carro e deixou que um manobrista o guardasse, passou no balcão rapidamente, e subiu pelo elevador.

 Temari sorria para ele ainda vestida de noiva assim como Shikamaru ainda trajava o seu fraque negro, ele sorriu para ela e a puxou pela cintura tomando-a em posição de dança, dançou com ela no ritmo da música ambiente do elevador, ela riu dele, mas se deixou ser conduzida até o ultimo andar.

 Quando a porta se abriu Temari foi sair, mas Shikamaru a impediu, pegou-a no colo arrancando um pequeno gritinho dela, riu saindo com ela do elevador, alguns hospedes passaram sorrindo pro jovem casal ao notarem se tratar de recém casados, mas eles estavam presos em um mundo próprio.

 Temari passou o cartão abrindo a porta, o Nara empurrou a porta com o quadril e parrou com a loira nos braços, chutou a porta para fechá-la e colocou Temari no chão. Não queria se atentar na decoração do quarto, sabia que era luxuoso, mas estava preso nos olhos azuis-esverdeados.

 A loira envolveu seu pescoço com os braços o beijando, Shikamaru pousou as mãos em sua cintura a puxando para um beijo profundo, deixou que a língua dela explorasse a sua boca entregando-se por completo naquele beijo.

 Virou-a de costas para si, soltou seu cabelo com delicadeza deixando com que caíssem pelos ombros, desceu as mãos soltando um por um dos botões perolados colados em seu corpo, iam pela linha da coluna, até o inicio das ancas, inclinou-se para frente beijando seu pescoço enquanto descia a peça rendada cheira de camadas debaixo pelo belo corpo de Temari.

 Jogou o vestido sobre o divã frontal da cama e a virou para si, Temari usava uma linda lingerie branca colada no corpo que consistia em um corpete branco transparente, uma calcinha estilo shortinho de renda sob uma cinta liga a mesma cor branca que ligavam a meias iguais. Ela desceu dos saltos os chutando para o lado.

 - Muito sexy, Nara-san. – disse Shikamaru com um sorriso de lado.

 - É uma noite especial, marido. – ela sorriu maliciosa abrindo o casaco dele e o retirando, Shikamaru pisou nos sapatos para retirá-los juntos com as meias e enquanto isso, Temari abriu sua camisa branca.

 Os dois se beijaram, começou lento e intimo, mas depois tornou-se selvagem faminto, assim que a camisa branca estava no chão Temari começou a deslizar as unhas pelo corpo definido de Shikamaru até que ele colasse seus corpos. A loira subiu as mãos até os cabelos do marido os soltando como adorava que ficavam, ele a pegou no colo mais uma vez levando-a para cama onde se deitaram.

 Desceu os lábios beijando o pescoço e os seios, soltou os pequenos ganchos do corpete mostrando seus seios firmes, jogou a peça longe e começou a se deliciar com ele, não os sugava, apenas lambia e isso já era o suficiente para arrancar gemidos deliciosos de Temari. Desceu mais beijando sua barriga, deixando marcas vermelhas. Soltou a cinta liga e desceu as meias sem deixar de beijar capa espaço. Finalmente retirou a calcinha branca separando as pernas de Temari.

 Sorriu de lado ao encontrá-la toda molhada e excitada, inclinou-se deslizando a língua por toda a boceta da loira que gemeu relaxando na cama, era como se esperasse muito por isso. Começou a chupar com afinco insistindo em movimentos circulares dentro de sua cavidade sentindo seu liquido preencher sua boca.

 - A-Ah, Shikamaru! – ela gemeu quando ele abocanhou seu clitóris, sugou com força mais suavidade introduzindo dois dedos nela, intercalou os dedos com a língua e em poucos minutos Temari gozou gemendo alto e incendiando o corpo de Shikamaru.

 O moreno arrancou o restantes das roupas apertando o membro pulsante que já doía para estar dentro de Temari, não queria mais preliminares, só queria preenche-la e assim o fez. Penetrou-a lentamente fazendo-a sentir cada centímetro entrar e agarrar suas costas pelo tesão.

 - Como senti sua falta, Temari. – gemeu Shikamaru afundando dentro dela de novo.

 Começou a meter fundo sacudindo seus corpos, gemiam em uníssono enquanto seus corpos se chocavam, entrava e saia de dentro de Temari gemendo no processo. Temari o empurrou para o lado o montando, cavalgou nele como uma amazona cavalgava um cavalo raivoso, seus seios saltavam pelo atrito, Shikamaru cravou as unhas na bunda de Temari e tomou seus lábios para abafar seus gemidos.

 Rebolava no membro do Nara gemendo sem pudor, Shikamaru acertou um tapa na bunda da loira fazendo a gritar excitada.

 - T-Temari, eu vou... – começou Shikamaru.

 Assim que entendeu Temari o desmontou e sentando-se sobre os calcanhares abocanhou o pau de Shikamaru. Começou a chupar com força levando o moreno a loucura, Shikamaru derramou-se na boca da loira enchendo-a com jatos quentes e precisos, ela engoliu tudo sorrindo para ele.

 - Essa noite vai ser bem longa garoto. – ela sorriu limpando a boca.

  - Manda a ver, megera. – Shikamaru a puxou para cima.

*-*-*

2 anos depois...

*-*-*

 Temari estava sentado na varanda de casa quando viu o carro de Shikamaru parar, o moreno desceu claramente cansado, deitou-se no assoalho colocando a cabeça sobre as pernas de Temari.

 - Dia dificil? – perguntou ela alisando os cabelos dele.

 - Sempre. – disse ele fechando os olhos – Preciso dormir por uma semanas. Ah, sua campanha foi aprovada, vai pra gráfica amanhã.

 - Isso é muito bom. – disse ela sorrindo. Não demorou muito para Shikamaru pegar no sono, a loira continuou afagando seus cabelos negros, sabia que ele gostava disso.

 Ouviu pequenos passinhos se aproximando, Shikamaru chegou se apoiando na parede do corredor, era um menininho lindo, com os cabelos presos daquele jeito era idêntico ao pai, olhou o pai confuso.

 - Papa... – soltou com dificuldade.

 - Shhhi. – Temari levou um dedo sobre os lábios em sinal de silêncio, Shikadai a imitou com a cena mais fofa da vida. Com passos lentos se deitou sobre o pai, Temari riu disso, Shikamaru acordou por um segundo só para abraçar o filho, não demorou muito e os dois adormeceram.

 Temari sorriu olhando os dois homens preguiçosos da sua vida.


Notas Finais


Dois preguiçosos ^^
Só mais dois cap, minna, prometo nao demorar para postar!
Teremos Shikadai fofinho no proximo!
XOXO


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