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História Você deveria ter medo de mim... (HIATUS) - Capítulo 11


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Notas do Autor


Yo pessoal! Aqui estou eu com mais capítulo desta fanfic bem plena. Eu atrasei o capítulo pois eu estava numa semana de provas depois das voltas de aula...

Enfim, eu estou com uma dúvida, será que coloco uma nova capa pra fanfic ou deixo essa mesmo? (Respostas nos comentários!)

Espero que gostem do episódio de hoje! :3 🌻

Capítulo 11 - Pôr Do Sol


Fanfic / Fanfiction Você deveria ter medo de mim... (HIATUS) - Capítulo 11 - Pôr Do Sol

Sina havia ido ajudar Sofya na cozinha, Hina havia saído pra comprar alguma coisa pra festa. Então enquanto assistia o filme que Sina havia colocado na TV, percebi Josh havia subido pro quarto. Quando olhei ao redor, encontrei Krystian, que por algum motivo aparente já havia acordado de seu cochilo.

— Há algo de errado? - eu lhe olhei enquanto mudava de canal, aquele filme já havia ficado chato...

— Nada demais, apenas me lembrei de algo... - ele deixou o celular de lado e observou a TV, mas depois seus olhares se direcionaram a mim.  — Está afim de ver o pôr do sol? 

— Mas a praia não é meio longe daqui, não? 

— Pra mim, não. - ele sorriu meio convencido.

Não vejo nada de errado em ver o pôr do sol com um amigo, então eu concordei e logo desliguei a TV. Por um momento, ele foi até a cozinha avisar as meninas que iria sair, mas logo voltou.

Saímos andando pela calçada tranquilamente, era meio interessante o jeito que ele andava ao lado de alguém: quieto. Sou péssimo em puxar assuntos, então permanecemos assim.

Ao chegarmos numa esquina, percebi que ele iria falar algo mas nesse momento um caminhão passou bem do nosso lado, então eu não consegui ouvir direito. Eu fiz gestos de que não conseguia ouvir, ele se calou e esperou o caminhão passar.

— Sobe nas minhas costas. 

— Por que?

— Você só irá descobrir quando subir. 

— Se for algum truque seu, eu vou te bater. - lhe encarei com um ar zangado e ele riu baixo. 

Após aquele breve conversa, eu subi em suas costas e me segurei bem. Ele observou o movimento das ruas e logo começou a correr, mas não numa velocidade normal, e sim numa bem absurda. Acho que poderíamos chegar no Brasil em menos de 1 hora. 

— Melhor fechar os olhos, senão irá ficar tonto. - sussurrou o mesmo, e assim eu fiz.

Mesmo assim eu continuei sentindo o vento bater em mim, então afundei meu rosto em seu ombro. Percebi que o mesmo havia parado e me tirado de suas costas, então eu abri meus olhos.

— Chegamos. Se sente bem? 

— Até demais, como correu tão rápido? 

— Err... Segredo de família... - ele parecia esconder algo.

— Ok, então... Vamos nos sentar onde? - eu comecei a andar pela areia até que achei um lugar apropriado. - Vem, achei um lugar. 

Ele caminhou até mim e se sentou, em seguida me sentei ao seu lado. Faltava alguns minutos para as 17:40, eu procurei meu celular nos bolsos, percebendo que havia esquecido na casa de Hina eu suspirei triste. 

— Que foi, Noah? 

— Nada demais, apenas esqueci meu celular. 

— Não precisa se preocupar, eu trouxe... - ele checou seus bolsos e parecia que seu celular não estava lá. - Na verdade eu esqueci o meu também, acho que ficou na poltrona...

— Acho que não é tão ruim ficar aqui, principalmente contigo. - eu sorri de leve e ele parecia ter ficado meio envergonhado.


Eu encostei minha cabeça em seu ombro e tive uma sensação de Dejavú, era como se eu já tivesse acontecido, só que uma forma bem diferente... Eu olhei Krystian, e seu cabelo estava... Preto? Como assim? Calma, é apenas um Dejavú, logo vai passar e talvez isso não seja real...


— Noah? Noah? - escutei meu nome ser chamado várias vezes, até que o borrão que estava a minha frente sumiu, e consegui ver Krystian estalando os dedos na frente de meu rosto.

— Krystian? Estamos ainda na praia? 

— Sim, por que? Aconteceu algo? Você meio que paralisou assim que encostou sua cabeça em meu ombro. - ele parecia assustado, mas ao mesmo tempo preocupado.

— Tudo bem, não se preocupe. - eu não havia deixado de perceber a preocupação em sua voz. 

— Da última vez que escutei alguém falar isso... - ele parou no meio da frase e ficou calado. - Deixa pra lá, melhor não falar nada...

— Ok, então... - eu dei de ombros.

Eu fiquei olhando pros lados, e pude ver alguns grupos de jovens acendendo fogueiras para ficar em volta, não demorou muito para o pôr do sol acontecer. Voltei a encostar minha cabeça em seu ombro e fiquei a observar aquele pôr do sol com ele. 

— Nos dois, aqui, vendo esse pôr do sol soa meio romântico. - ele soltou essa seguinte frase e me olhou.

— Tenho que concordar. - eu soltei uma leve risadinha e lhe observei rir também.



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