História Você é a minha destruição - Capítulo 9


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Categorias A Maldição do Tigre, Amor Doce
Personagens Castiel, Personagens Originais
Tags Castiel, Docete, Mistico, Romance
Visualizações 46
Palavras 1.267
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Comédia, Drama (Tragédia), Ecchi, Festa, Ficção, Ficção Adolescente, Hentai, Luta, Magia, Mistério, Misticismo, Poesias, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Suspense, Universo Alternativo, Violência, Yaoi (Gay), Yuri (Lésbica)
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Drogas, Estupro, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Sexo, Spoilers, Suicídio, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Capítulo 9 - Stronger than you


Quatro meses depois

Já se passou quatro meses que estamos aqui na França. Com isso, eu me tornei mais próximas de Rosa, Lys, Castiel e Alexy. E nesse tempo, Castiel terminou com Debrah e ela foi embora. Sem mais, nem menos. Depois disso, ele também descobriu a traição (ou melhor, as traições) dela.

Deve ser por isso que nos aproximamos tanto.

Kishan está namorando. Mas não é com qualquer uma, é com a irmã do Castiel, Christine. Descobrimos muito sem querer.

FLASHBACK ON

-eu não vejo nenhum problema em ter uma amizade colorida – disse Alexy pegando mais um pedaço de pizza – até porque eu virei bi por você, né bebê?

-eu sei – suspirei – mas pode acabar com a amizade. Tirando que eu sou ciumenta.

-ciumento eu também sou e não custar nada tentar! A gente começa com beijos e vemos no que vai dar...

-CHEGAMOS- grita Kishan da porta – TROUXE VISITA!

-fudeu – falei pra Alexy – vamos ver quem é né? Eu ainda não sei porquê me importo de ir lá.

Descemos as escadas e fomos pra cozinha, já que Kishan tinha passado no mercado. Uma menina com longos cabelos com luzes e olhos verdes como uma esmeralda.

-Chris – falei abraçando ela – o que veio fazer aqui?

-como assim? Eu que tenho que te perguntar – disse dando um sorriso sem graça e olhando pra Kishan – pode explicar isso Sr. Kishan?

-a Assuri é minha irmã e Assuri, a Chris é a minha namorada – Kishan respondeu com naturalidade.

-caralho... Que coincidência boa – disse pensativa – eu vou voltar pro meu quarto porque ta tudo muito bem. Vem Alexy.

FLASHBACK OFF

 Eu e Kishan estamos trabalhando na sede da empresa do nosso pai de vez em quando. E com isso descobrimos que o pai do Castiel, Jean Harris, é parceiro da empresa.

Ouço batidas na porta.

-Assuri, eles já chegaram –disse Kishan entrando no quarto – depois você da um jeito na sua falta de inspiração.

-então vamos lá – disse saindo do quarto com Kishan.

Descemos a escadas e vimos nossos amigos. E a Ambre. Até demos um apelido muito carinhoso pra ela: Ambrega.

-Assuri, agora que você chegou, podemos decidir o que vamos assistir – disse Rosa empolgada – eles querem assistir filme com ação, terror e suspense.

-é bem melhor que assistir 50 tons mais escuros – retrucou Castiel.

-ta bom. Quem prefere assistir comedia romântica levanta a mão – quase todas as meninas levantaram a mão – quem prefere assistir filmes de ação – todos os meninos levantaram a mão e eu também – é sério que você prefere ação?

-sério. E sobre assistir 50 tons mais escuros, o filme não tão bom como parece.

-então qual vai ser? – perguntou Armin.

-A Vigilante do Amanhã?

-é uma boa – todos concordaram.

Depois de assistir o filme, resolvemos jogar o jogo que fode com todos: verdade ou consequência. Colocamos a garrafa no chão e fizemos uma roda.

-vamos começar comigo e vai seguindo – disse rosa se ajeitando e rodando a garrafa.

-vai querer o que, Priya? – perguntou Armin.

-verdade – disse cerrando os olhos como um desafio.

-caso alguém te ofereça um milhão para passar uma noite, você toparia?

-não. Porque eu acho que acima de tudo, devemos nos respeitar.

Lys rodou a garrafa.

Rosa pergunta.

Coitado!

-de quem você gosta? Lembrando que você não precisa revelar, mas vai ter que cumprir um desafio.

Ele suspirou, em sinal de desaprovação.

- qual é o desafio?

-toma três doses de whisky direto com... Assuri!

-PERA AÍ! Pode envolver outras pessoas no desafio? – pergunto olhando surpresa pra Rosa.

-claro! Eu vou pegar – disse Rosa se levantando.

Ela foi até a adega e pegou seis copos e um Bourbon.

-Bourbon puro? O dia não ta ruim, não – disse em sinal de reprovação.

-sou eu quem faz as regras.

Ela colocou três copos cheios até a boca na minha frente e do Lysandre. Olhei pra ela e a mesma fez uma confirmação.

Comecei a virar um por um o mais rápido que podia.

Aquele gosto amargo com o final doce fazia com que o liquido descesse mais rápido. Resumindo, Bourbon é maravilhoso de todas as formas. O gosto. A textura. É simplesmente maravilhoso.

Quando abri os olhos e todos estavam me olhando como se nunca tivessem visto alguém beber, menos Kishan, que já conhecia meu lado alcoólatra.

-que foi? Sou boa de copo. E o Bourbon pode ser um whisky, mas o whisky não é um Bourbon – disse com um sorriso tímido – Lys, você ta bem? Ta vermelho.

-e-estou sim, obrigado pela preocupação.

Armin girou a garrafa.

-verdade ou desafio? –Castiel perguntou com um sorriso debochado.

-desafio - disse Kim cerrando os olhos.

-beija o Nathaniel.

-o que? Não!

-então você vai ter que responder duas perguntas.

Kim e Nathaniel se entreolharam e se aproximaram um do outro.

Eles se beijaram e Rosa ia à loucura.

-TO SHIPPANDO E NÃO QUERO SABER! – ela gritou.

Eles se separaram e Nathaniel ficou vermelho.

-fala sério, Rosa...

-To falando seríssimo! Eles não formam um casal fofo assim? – disse a mesma me agarrando pelo pescoço – não é mesmo, Assuri?

-se eu falar sim, você para de me apertar?

-desculpa... Empolguei – falou voltando a sentar.

Nathaniel se ajeitou e girou a garrafa.

Alexy para Íris.

-verdade ou desafio?

-verdade – falou Iris receosa.

- safadeza é um defeito ou qualidade para um homem?

Ela ficou vermelha imediatamente.

-um defeito.

Violette rodou a garrafa.

Me fodi, pra variar.

-verdade ou desafio? –pergunta Ambre, vitoriosa.

-desafio – falo, olhando-a nos olhos.

-já que você é tão corajosa, te desafio a ser queimar com cigarro.

Todos se espantam.

-Assuri – fala Rosa me fazendo olhar pra ela – não precisa fazer isso.

-Ambre, você ta maluca? – pergunta Nathaniel, sem acreditar.

-não. Quero ver até onde a coragem dela vai.

-chega – eu falo me levantando -eu vou fazer –pego o cigarro indo pra janela.

Acendo o cigarro e fico vendo a animação que se instalou quando resolveram pegar mais pesado.

Depois de um tempo, chego perto de acabar o cigarro.

-Ambre, já acabei.

Um silêncio sepulcral tomou conta da sala.

-cumpra o desafio, se você é tão corajosa então.

Ela se levantou e ficou me encarando de perto. Sem quebrar o contato visual, puxo a manga da blusa até o ombro.

-é sério que você vai realmente fazer isso? – perguntou Castiel incrédulo.

-muito sério.

Peguei a bituca do cigarro, pressionei e girei contra o meu braço (embaixo da marquinha de vacina).

E eu sabia o que ela queria. Ela queria me ver sentir dor. Mas, eu não ia dar esse gostinho pra ela.

Continuei com um rosto sem expressão.

-eu sei o que você queria Ambre. Mas, você tem que saber que eu sou mais forte que isso. Ou melhor, - segurei o rosto dela com uma mão –que você.

Soltei o rosto dela e passei por ela para sentar novamente no circulo. Olhei para Kishan e ele me olhava com curiosidade. Quando ia me sentar sinto alguém segurar a minha mão com cuidado.

-Assuri, permita-me ajuda-la – disse Lysandre calmamente.

Eu queria ter essa paciência. Talvez assim eu não fizesse tanta merda.

-ta tudo bem. Não precisa se preocupar.

-eu insisto –disse já me puxando delicadamente pro banheiro.

-a gente espera vocês – Rosa falou.

Fomos pro banheiro e ele pegou uma pomada, uma fita, duas gazes e um soro. Ele começou a limpar com carinho e cuidado.

-desculpa se te preocupei. Não era a minha intenção – disse o observando.

-não tem problema. Mas, não deveria ceder tão fácil às provocações da Ambre.

-okay. Obrigado.

-de nada. Acabei.

Voltamos para sala e começamos a jogar de novo.

Chris rodou a garrafa.

Eu espero que ele tenha piedade.



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