História Você é minha garotinha - Capítulo 22


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Categorias Histórias Originais
Personagens Personagens Originais
Tags Drama, Incesto, Sadomasoquismo, Tortura
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Palavras 2.030
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Drama (Tragédia), Famí­lia, Festa, Ficção Adolescente, Hentai, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Terror e Horror, Violência
Avisos: Álcool, Drogas, Estupro, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sadomasoquismo, Sexo, Tortura, Violência
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Notas do Autor


Pessoal mil desculpas pelo atraso, eu estava com um bloqueio enorme de criatividade. Prometo que não vou demorar outra vez para postar.

beijos e desculpas novamente

Capítulo 22 - Pensamentos dignos de uma nova mãe


- Isabelle?

Abri os olhos me arrependendo logo em seguida, a luz branca do quarto queimando minha retina, fechei os olhos com força choramingando.

- que foi?- pergunto me virando na cama tentando voltar a dormir.

- meu Deus Isabelle você passa o dia dormindo.- diz Zach debochado. - logo sua mordomia vai acabar.

- como assim?- pergunto curiosa.

- você não vai ter as enfermeiras para cuidar dos gêmeos. - ele ri.

- mas vou ter você. - respondo sentando, coçando os olhos. - aliás, ainda bem que tocou nesse assunto, podia contratar uma enfermeira pra me ajudar...

Olho pra ele, Zach sorri minimamente. - não. Vamos fazer isso juntos, como pais dr verdade.

Ele se aproximou, segurou meu rosto com as duas mãos, seus olhos brilhavam com malicia. Me puxou dando um singelo selinho, mas logo aprofundou para um beijo cheio de luxúria.

- estou com tanta saudade de você Isabelle. Você não faz ideia. - diz contornando meu lábio inferior com o polegar.

- n-nao podemos, ainda preciso de repouso.

Uma enfermeira entrou no quarto trazendo os gêmeos. - bom dia senhora...- ela observa nos dois e para abruptamente. - oh, sinto muito, não sabia que o senhor estava aqui. Como esta senhor Chermont?

- muito bem, Agnes?- ele chama a enfermeira. - pode me responder uma pergunta.

- claro senhor.

- quanto tempo ate que eu possa Isabelle e eu possamos voltar a ter relações sexuais?

Eu queria abrir uma cova ali mesmo e me enterrar, nunca em toda a minha vida me senti tao envergonhada, deitei cobrindo o rosto todo corado, Zach pareceu nem perceber, Agnes pigarrou antes de responder.

- o período de resguardo dura quarenta dias. - responde ela.- nos chamamos isso de quarentena.

- oh, perfeito. Obrigado Agnes.

- disponha senhor Chermont, aqui estão os bebês, esta na hora da alimentação. Vou deixá-los a sós.

A porta se fechou com um click, Zach puxou a coberta e me encarou, tinha um sorriso debochado e um olhar sádico.

- pra quem esperou nove meses, quarenta dias não é nada. - diz voltando a me beijar. - logo logo você sera minha novamente.

Eu me desesperei, não tinha mais nada para usar como proteção contra Zach, eu estava a sua mercê novamente, precisava fugir, fugir o quanto antes, e levar meus filhos comigo.


 

Não conseguia dormir, amanhã eu iria embora para casa com os gêmeos, já estava tão tarde e eu não conseguia dormir, devia aproveitar esse tempo sozinha, planejar e ir embora hoje mesmo. Levantei saindo do quarto, caminhava pelos corredores, depois de três dias aqui todos já estavam familiarizados com minhas caminhadas noturnas, tudo parte do plano, sabia a hora do turno de todos ali, precisava a aproveitar que dois do enfermeiros saiam para tomar café e sair com os gêmeos sem chamar atenção. Mas hoje a maternidade estava agitada, quase fui derrubada por uma garota que corria feito louca, atrás dela três enfermeiras e dois médicos.

- Joyce não faça isso!- gritou uma mulher. Usava roupas de grife, salto alto e os cabelos era castanho claro, pude ver brincos de esmeralda nas orelhas dela, tinha um expressão de desgosto.

- VOCÊS NÃO VÃO LEVÁ-LO.- gritou a garota.

Eu como todos ali paramos para ver o que estava acontecendo, as enfermeiras conseguiram alcançar ela foi então que eu percebi o bebê, ela o apertava contra o corpo, não soltaria por nada.

- Joyce! Vamos para o quarto! Agora!

- não, por favor. Vocês não entendem!

- Joyce. - uma das enfermeira injetou algo na garota, e as outras duas conseguiram pegar o bebê.

- precisamos de uma cadeira de rodas!- gritou a enfermeira que segurava o bebê.

Me senti meio mal pela garota e voltei para o meu quarto, a luz estava apagada porque os gêmeos dormiam ali, puxei os berços para perto, fui para a cama e deitei mas não dormi.

Minha mente trabalhava rápido com suposições e teorias, mas não podia deixar o fato de que tinha poucas horas para me arrumar, arrumar eles e sair dali, então depois que a enfermeira veio ver se estava tudo bem, comecei a revirar as malas que Zach trouxe, atrás de roupas para mim e para eles.

- você não sabe o quanto humilhada eu estou. Joy, olhe pra mim!... - parei o que fazia prestando atenção. -Não basta me humilhar engravidando daquele nojento!...

- mas mãe.

- sem mas!... Sua sorte é que não podíamos interromper essa gravidez, mas não vamos ficar com esse bastardo.

- ele é meu filho!

- Joyce, ponha de uma vez na sua cabeça que essa criança não te pertence, ela foi só um contratempo na sua vida, agora você esta livre para retomar sua vida...- ela parou e pude ouvir soluços de um choro sofrido. - o que você queria? Ir embora com ele? E vai morar onde? Vai sobreviver do que? Você não tem dinheiro! Tudo que você tem é meu! E o inútil a quem você clama amor deixou bem claro que esse bastardo não é dele, ou você achou que poderia ir morar com ele e a esposa?- uma risada alta e sarcástica ecoou pelo meu quarto. - oh Joyce não te criei para ser tão idiota, pense antes de agir.

Aquelas palavras me atingiram como facas, sentei na cama parando completamente o que fazia, meu estomago revirou, ela estava certa (mesmo que não fosse comigo que falava), aquela mulher estava completamente certa, onde eu iria morar? Não tinha dinheiro algum, não tinha casa para me refugiar e provavelmente morreria de fome com meus filhos. E isso eu jamais faria com eles...

Engoli em seco todos os nós que se formavam na minha garganta, deitei deixando as lagrimas escorrerem.
 

Isabelle ainda esta assim?- pergunta Zach entrando no quarto. - vamos, temos que ir embora...

- o que?- pergunto confusa.

- já passou da hora Isabelle. Vamos para a casa.

- só mais cinco minutos...- virei tentando voltar a dormir.

- levanta agora Isabelle, ou não responderei por mim.

Levanto me espreguiçando, vou até o banheiro faço minha higiene matinal, volto para o quarto, Zach esta sentado mexendo na minha mala.

- está muito frio. - diz tirando algumas roupas da minha mala. - você deve se agasalhar muito bem.

- uhum....

- o que foi? Até parece que não quer ir para casa.

"E não quero" - que absurdo Zach, logico que eu quero ir para casa.

Ele apenas sorri maldoso. - vista-se.

Engulo em seco, pego as roupas indo em direção ao banheiro, ele segura meu braço apertando com força.

- vista-se aqui. Já vi todo seu corpo benzinho. Anda logo, não me faça perder a paciência.

- sim. Daddy...- digo para agradá-lo.

Começo a me despir sob o olhar atento dele, uma simples troca de roupa me pareceu uma tarefa das mais difíceis.

- você pode parar de me encarar tão obsessivamente?- pergunto tentando vestir minha calça jeans.

- por que? Te incomoda?

- muito. Isso é estranho.

- pensei que já estivesse acostumada...

- não, não estou acostumada. Por favor.

Zach levantou, tentei ser rápida, ele ficou atrás de mim, acertou minha bunda com um forte tapa. - malcriada.

Me ajudou com a calça, me afastei, coloquei a camiseta, a blusa, calcei meus tênis e coloquei o casaco.

- senhor Chermont? - a enfermeira bateu na porta, Zach abriu e ela entrou carreando os gêmeos.- aqui estão eles. Ah vou sentir tantas saudades desses dois.

- pode ficar com um, assim é menos trabalho. - diz Zach rindo.

- você é muito do mal. - digo vendo ele pegar um e colocar na cadeirinha para carros.

- Max esta vestido de urso pardo, Emma de urso panda. - diz a enfermeira. - aqui estão os folhetos necessários para os primeiros cem dias, uma enfermeira irá visitá-los em um mês para checagem dos bebês, espero que dê tudo certo. Qualquer coisa é só voltar para o hospital.- ela me entregou as malas dos bebês. - vão com cuidado para casa. E tomem cuidado dessas preciosidades.

- ok. - dei-lhe um abraço, Agnes foi de grande ajuda. - obrigada por tudo.

- imagine senhora Chermont.

- Agnes. Obrigado pela ajuda, até a próxima.

- como assim ate a próxima?- pergunto confusa assim que saímos do quarto. Zach levava os bebês e eu as nossas malas.

- teremos mais bebês. - diz Zach sorridente.

Começo a rir dessa grande piada. - não sabia que você tinha outra mulher.

- então você admite que é minha mulher?- ele sorri satisfeito

Antes que eu pudesse responder as portas do elevador abrem, entramos. - não foi isso que eu quis dizer.

- por favor segure o elevador!

Coloquei minha mão na frente da porta e ela abriu, logo duas mulheres entraram, a mais velha estava muito bem vestida, arrisco a dizer que seu casaco era de pele de verdade, já a maia nova parecia abatida, triste. Foi então que eu a reconheci, era Joyce e sua mãe.

- obrigada. - agradece a mais velha. - oh meu Deus, que crianças adoráveis.

- obrigado. - diz Zach sorridente, me afastei daquela mulher ficando ao lado dele e das crianças.

- realmente serão crianças maravilhosas, afinal são um belo casal. Olhe Joyce, eles estão vestidos de urso.

- eu estou vendo.

- é muito gentil da sua parte senhora.- Zach me olha curioso com a minha atitude

- Eryn. - ela sorri. - essa é minha filha Joyce.

Joyce não parava de encarar meus filhos, então me olhou com raiva. - quantos anos você tem?- perguntou do nada. - vocês são casados?

- Joyce! Mil perdões, ela esta meio sensível, acabou de perder o filho...

- não é motivo para ser tão invasiva. - responde Zach.

- ela parece ser bem mais nova do que você... - diz Joyce. - ela não fala? Isso me parece estranho 

- respondendo sua pergunta, não que eu lhe deva satisfação, não somos casados, ela é minha namorada.

- eu tenho dezenove. - respondo. - pare de olhar para os meus filhos como se você fosse roubá-los.

- então são ladras de bebês. - Zach fica sério

- de maneira alguma. - diz Eryn. - minha filha Joyce acabou de perder um bebê, por isso esta tão abalada psicologicamente.

- nos sabemos. - diz Zach.

- sei muito bem que isso não é verdade - digo.

Zach me olha curioso. - nosso andar, vamos.- diz passando por elas sem pedir licença esbarrando e empurrando.

- nossa realmente esta muito frio.

- o que você quis dizer com, "sei muito bem que não é verdade"?

- ela teve que entregar o bebê a um orfanato. - respondo. - ela tentou fugir com ele ontem, toda a maternidade viu.

- Hum...

Zach colocou os gêmeos no banco de trás, prendeu suas cadeirinhas e passou o cinto, guardei as malas no bagageiro. Entramos e logo estávamos saindo do estacionamento do hospital.

- pedi para Katrina fazer um almoço caprichado para você.

- e Jane?

- não se preocupe, ela não será mais um problema.

A neve deixa a paisagem tão linda, me peguei imaginando como será daqui um ano, eles iriam gostar de brincar na neve?

Tudo podia acontecer em um ano, sou a prova viva disso, nunca imaginei que minha vida tomaria esse rumo, agora eu era mãe, uma mentirosa.

- o que está pensando?

- sobre sera que eles vão gostar de neve...

- provavelmente...- Zach ri. - estou tão feliz Isabelle.

- é... Eu também...- menti.

Logo chegamos em casa sendo recepcionados por Katrina e Ashton. - seja bem vinda de volta senhora Chermont.

- obrigada.

Ambos me olham sorridentes, um sorriso falso com um olhar de desculpa, apenas ignorou me afastando até a sala.

- oh senhor Chermont, eles são adoráveis!- diz Katrina. - posso pegar um?

- pode.

Zach senta ao meu lado na sala, fico vendo Katrina e Ashton com os bebês.

- essa vai ser nossa vida agora. Somos pais

- uhul. - digo sonolenta.

Zach sorri agarrando meu maxilar com forca. - não se esqueça, você tem trinta e sete dias.

EU QUERO VOLTAR PARA O HOSPITAL!



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