História Você é minha garotinha - Capítulo 5


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Categorias Originais
Personagens Personagens Originais
Tags Drama, Incesto, Sadomasoquismo, Tortura
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Palavras 1.508
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Drama (Tragédia), Famí­lia, Festa, Ficção Adolescente, Hentai, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Terror e Horror, Violência
Avisos: Álcool, Drogas, Estupro, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sadomasoquismo, Sexo, Tortura, Violência
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Capítulo 5 - O daddy


No dia seguinte coloquei Ashton contra a parede.

-me fala agora! O porque dele estar dispensando vocês!

-seu tio não tem boas intenções senhorita Wilkins.

-como assim?

-há alguns meses...

 

 

 

"-Ashton! - Zach o gritou.

Ashton entrou no escritório, o chefe parecia animado, tinha um sorriso cruel e sedutor, segurava algumas fotos.

-sim senhor Chermont.

-quero que arrume um quarto, decore ele para minha sobrinha.

-sobrinha?

-sim, sobrinha, aparentemente minha irmã está morta, da pra acreditar? - ele riu. - e me deixou como tutor da única filha.

Ele jogou as fotos, Ashton as pegou, na primeira viu três pessoas, um homem alto, com barba e cabelos longo, olhos azuis e um sorriso largo, uma mulher loira de olhos verdes que se assemelhava a Zach, e uma garotinha de olhos azuis, sorriso tímido e cabelos negros. A segunda era apenas a menina em frente à dois túmulos.

-lindo não?- Zach disse e Ashton o  olhou. - o advogado deles está vindo para cá, vai verificar se a casa é habitável e tudo mais, mas logo que eu tiver ela, ah Ashton..- ele sorriu malicioso. - Isabelle pode ser a nova senhora Chermont.

-senhor eu não acho que isso seja uma boa ideia.

-não lhe perguntei o que você acha, eu quero ela, e nada e nem ninguém vai me impedir.

-senhor...

-vá fazer o que eu mandei, o quarto precisa estar impecável"

 

 

-não... - eu me afastei. - meu tio não faria isso.

-tem certeza? Nunca reparou como ela a olha, ou até mesmo...

-isso é mentira! Meu tio não seria capaz disso, eu quero você longe de mim q partir de agora, e se eu ver você ou Katrina cochichando sobre mim eu vou contar ao meu tio!

Ashton me olhava assustado, me afastei, sai de casa e logo vi Jeremy, um sorriso brotou em meus lábios e eu fui vê-lo.

-oi condessa

-olá.

-tudo bem parece que andou chorando...

-eu estou bem. - disse rindo. - então você não vai embora?

-com essa época de chuva os animais precisam mais de mim, ano passado perdemos algumas ovelhas.

-entendi.

-vem vamos andar um pouco.- disse ele começando a caminhar. 

Andamos até as macieiras, sentei em uma sombra e ele ao meu lado.

-então veio morar com seu tio pra fugir dos seus pais? - perguntou ele arrancando um dente de leão.

-você não sabe? - perguntei como se fosse o óbvio.

-o que?

-o motivo deu estar aqui?

-não, já tinha dito que seu tio proibiu de ficar falando sobre você.

-meus pais morreram em um acidente aéreo.

Seu sorriso morreu. - aí meu Deus Isabelle eu sinto muito.

Ele me abraçou me pegando totalmente desprevenida, retribui o abraço sentindo o cheiro do perfume dele, um cheiro amadeirado e feno, era delicioso.

-você está bem?

-vou ficar.- disse, ele se afastou e me olhou. 

-eu sinto muito, eu não faço ideia de como está se sentindo.

-é uma dor cômoda, às vezes até esqueço que isso aconteceu, quando estou lendo ou assistindo TV fico pensando que meu pai vai aparecer com batatinhas ou pipoca para assistir a um filme, ou que minha mãe vai aparecer e beijar minha cabeça afagando meu cabelo. Mas então Zach aparece e a realidade me atinge.

Senti meus olhos arderem, olhei para Jeremy e ele chorava, novamente ele me abraçou e ficamos assim durante muito tempo.

-eu sinto muito, eu sinto muito mesmo Isabelle, tem alguma coisa que posso fazer?

-pode continuar me abraçando por mais um tempo?

Ele me olhou. - o tempo que for necessário...

E ele ficou assim por um longo tempo, depois disso levantamos, Jeremy foi para o pasto e eu para casa, entrei e parecia vazia.

-oi? Katrina? 

-ela não está.

Virei vendo tio Zach sentado na poltrona, segurava um chicote e um cigarro.

-ela já foi?

-sim, onde estava?

-ahn, andando pela propriedade.

Ele riu. - andando? Tem certeza?

-tenho..

-sozinha?

-sim...

Ele levantou eu dei um passo pra trás, Zach apagou o cigarro no cinzeiro ao lado dele, me olhou.

-você estava sozinha?

-eu estava com o Jeremy...

Ele andou, algo me dizia que eu devia correu, eu fui até a porta da frente ele a fechou me puxou jogando no chão, eu estava com medo. Com muito medo.

Levantei. - tio Zach...

-ah Isabelle estávamos indo tão bem, porque você fez isso...

-o que?

-me traiu.. 

Foi quando percebi que Ashton estava certo, eu corri lá a o meu quarto, fechei a porta e ele a chutou.

-não! Não chegue perto de mim, eu sei o que você pretende fazer.

-então me diga Isabelle o que eu pretendo fazer?

-você quer me fazer sua mulher...

-quem te falou isso meu amor? Ashton? Não m porta porque é isso mesmo, você vai ser minha mulher, minha garotinha, minha baby girl.

-não, isso é errado! Eu sou sua sobrinha!

-não te reconheço como sobrinha, nunca te vi desse jeito, se você soubesse a vontade que eu estou pra te foder agora Isabelle...

-eu vou ligar para Patrick! Ele vai vir me ajudar.

-acha mesmo que seu advogado vai vir aqui te ajudar? E se vier você acha que será tão fácil assim sair daqui?- ele riu. - pode até conseguir, mas as chances são mínimas e se sair vai acontecer coisas piores com você, pode virar prostituta ou moeda de troca, eu não meu amor, eu te amo incondicionalmente jamais te faria mal algum...

Senti minhas pernas fraquejarem, tentei fugir mas ele me puxou, me debati recendo um tapa no rosto. Eu o olhei assustada, nunca tinha apanhado na vida, no maximo uma bronca, ele me prendeu contra a parede.

-preste bem atenção no que vou te dizer.

-por favor tio Zach. 

Outro tapa, ele segurou meu rosto me fazendo olhá-lo. - de agora em diante quando estivermos sozinho deve me chamar de daddy ouviu.

-tio Zach...

Ele me bateu agora mais forte, puxou o cabelo da minha nuca. -como deve me chamar?!- perguntou com raiva.

-daddy...

-ótimo. Ótimo... agora ouça bem, vou lhe dar um tempo pra processar isso, em vinte minutos quero você no meu quarto para conversarmos sobre isso. Entendeu?

-sim

-sim o que?

-sim daddy...

Ele me beijou, sua boca começou a se mover e eu só conseguia ficar parada. Ele me olhou. - espero que melhore isso ou teremos problemas.

-daddy por favor...

-não tente bancar a espertinha, 20 minutos Isabelle, ou eu venho te arrastar pelos cabelos até o meu quarto. Entendeu?

Assenti, ele se afastou, sentei no chão engasgando com meu medo.

 

 

 

 

Os vinte minutos passaram, eu até pensei em fugir até alguns do seguranças mas era capaz deles me trazerem de volta e ser pior, cada passo que eu dava até o quarto dele era como se o chão tentasse me engolir, começou a chover nesse tempo que fiquei sozinha, os raios e trovões deixavam o clima pesado, parei na frente da porta dele, eu ia bater mas ela abriu, Zach parecia com raiva mas logo amenizou.

-pensei que ia ter que ir até lá..

-não seria necessário senhor. 

-entre.

Entrei ficando em pé perto da porta, ele se afastou indo até a cama. - venha aqui.

Senti meu queixo começar a tremer. - por favor não me machuque..:

-eu não quero te machucar mas pra isso acontecer você tem que cooperar.

-eu não quero isso tio Zach..

Ele me bateu me fazendo cair. - porra Isabelle, eu já disse que..

-perdão daddy, perdão..- disse tentando me proteger. 

Ele sorriu. - você não sabe quanto eu esperei para ouvir você me chamar assim...

-o que vai fazer comigo ?

-eu vou te dominar, mostrar quem é que manda e você vai aprender a ser minha, e só minha entendeu?

-não, eu não consigo entender....

-você precisa de tempo pra aceitar, eu compreendo é muito pra assimilar de uma vez..

-por que eu? Eu nunca te fiz mal algum.

-poupem-se do teatrinho Isabelle, você nem sabia da minha existência há dois meses atras.

Engoli em seco, ele jogou uma sacola com estampa de um grife de lingerie famosa. - o que é isso?

-vista-se.

Peguei a sacola, vi uma camisola de seda preta com detalhes em renda, olhei pra Zach. -eu..

-agora. - ordenou. Ia até o banheiro. - na minha frente.

Parei de me mover, olhei para o meu tio e pensei que ia desabar, engoli o choro, minhas mãos tremiam feito vara verde,foi um sacrifício tirar minha camisa e vestirá a camisola, tirei a saia e a ajeitei, tirei meu sapatos e meias ficando descalço.

-perfeita. Agora vou ditar regras.

-regras? 

-a primeira delas e nunca me interrompa, a segunda você deve vir ao meu quarto todos os dias a partir das 22h, a terceira não seja malcriada, ah Isabelle se eu fosse você não tentaria contar isso pra ninguém, eu posso ser bonzinho, mas também posso ser um daddy muito mau.

Engoli em seco. -ok..- óbvio que eu daria um jeito de denunciá-lo.

-ótimo agora venha aqui, eu quero amar você. - disse tirando a camisa.



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