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História Você é o meu lugar - Capítulo 2


Escrita por:


Notas do Autor


esse capítulo é só uma desculpa pra uma putariazinha que eu queria escrever...
ficou de longe do jeito que eu gostaria, mas enfim.

Capítulo 2 - ;extra


Havia se passado um mês desde o pedido de namoro de Uenoyama, e agora tudo parecia melhor, mais concreto.

Já era de noite quando os meninos estavam voltando do estúdio depois de um dia cansativo de treino. Uenoyama, como sempre, estava acompanhando Mafuyu até sua casa antes de ir para sua própria.

[...]

— Obrigado por me acompanhar até aqui, Uenoyama-kun. — Mafuyu agradeceu assim que chegaram em sua casa.

— Sem problemas. — respondeu — Então... até amanhã? — Uenoyama pareceu incerto ao dizer aquilo e Mafuyu não conseguiu esconder sua reação triste.

— Você não quer entrar? — perguntou, vendo o namorado fazer uma expressão de "já está tarde, você sabe que eu preciso ir" — Só por 10 minutos, por favor? — se apressou a dizer.

Uenoyama o olhou de cima a baixo, vendo que era impossível dizer não, logo se rendeu:

— Tudo bem. 10 minutos, ok?

Mafuyu concordou com um sorriso e segurou sua mão, o puxando para dentro.

Assim que entraram, o celular de Mafuyu tocou, indicando que havia chegado uma mensagem. Ele pegou o aparelho e o olhou.

— Tudo certo? — Uenoyama perguntou.

— Sim. É só... a minha mãe. — ele respondeu, olhando para o namorado.

— Aconteceu algo?

— Eu tinha me esquecido. Ela vai trabalhar até tarde hoje. — o ruivo deu um sorriso que Uenoyama não saberia dizer se era malicioso ou não.

Estavam sozinhos.

— É... eu p-posso ir embora-

— O que acha de... continuarmos o que começamos ontem...? — Mafuyu interrompeu tímido, com medo de ser rejeitado.

Um silêncio se instalou no local.

Mas afinal, o que aconteceu ontem?

 

Tudo começou quando estavam no estúdio com Haruki e Akihiko, treinando, até que eles resolvem sair para fumar como sempre fazem. E o clima entre Mafuyu e Uenoyama acabou aumentando de uma forma que nem mesmo eles sabiam como se iniciou. Começaram a se beijar como duas pessoas apaixonadas que não se viam há muito tempo. Mafuyu intercalava entre passar suas mãos nas costas do moreno e fazer carinho em seu rosto, enquando Uenoyama apertava sua cintura em um abraço apertado.

Uenoyama se sentou no sofá que havia ali, com Mafuyu em seu colo, o que não durou por muito tempo, porque logo em seguida, Akihiko e Haruki voltaram para o estúdio, conversando, mas pararam na hora assim viram a cena.

Os meninos se afastaram rapidamente, esperando o sermão que iriam levar de Haruki por aquilo. Foi um momento bem constrangedor para todos, principalmente para Uenoyama que já era envergonhado por natureza.

 

— Tudo bem se você não quiser, Uenoyama-kun. — Mafuyu disse, tirando o moreno de seus pensamentos.

— Mas eu quero! — se apressou em dizer, um pouco mais alto que o esperado — Desculpa. Eu só... meio que não sei o que fazer agora. — disse, colocando a mão na nuca e desviando o olhar do garoto a sua frente.

— Vem cá. — Mafuyu respondeu, pegando a mão do namorado e o puxando para seu quarto.

Uenoyama tirou a guitarra que estava em suas costas, colocando-a apoiada na parede, junto a de Mafuyu.

Olhou para o namorado com uma cara de "e agora?".

O ruivo se aproximou, ficando frente a frente com o outro.

Uenoyama levou sua mão aos cabelos dele, afastando os fios que insistiam em cair sobre seus olhos.

Antes que o maior pudesse tirar a sua mão do cabelo do outro, Mafuyu segurou seu pulso, apoiando a cabeça em sua mão.

A cena foi fofa demais para Uenoyama. Deu um selinho em Mafuyu, que sorriu pequeno, puxando o namorado pelo rosto e dando-lhe um beijo de verdade.

Ficaram se beijando por um curto período. Mafuyu fazia carinho no rosto de Ritsuka enquanto o mesmo segurava sua cintura.

A língua de Mafuyu se enrolando na sua, num beijo calmo e lento. Ah, aquilo estava levando Uenoyama ao céu.

Ritsuka já estava duro. Sim, apenas alguns beijos do namorado já foi o suficiente para deixá-lo em completo êxtase. Só de pensar que estavam sozinhos, e podiam fazer o que quisessem... isso meio que subia suas expectativas. Ele começou a pensar em coisas ruins, para ver se conseguia se livrar de sua ereção, mas era impossível. Uenoyama não queria que o ruivo soubesse que ele estava excitado com tão pouco.

Ele se encontrava travado, nervoso. Sonhou muitas vezes com esse momento e não sabia ao certo o que fazer. Estava com medo de estragar tudo, afinal era o seu primeiro momento íntimo com o namorado. Mas tentando deixar esses pensamentos de lado para tentar não arruinar a hora tão esperada, foi andando para trás, se sentando sobre a cama e trazendo Mafuyu para seu colo.

O peso de Satou sobre ele, os corpos tão próximos de modo que fazia as ereções ficarem pressionadas, os beijos... todos esses elementos estavam levando Ritsuka à loucura. Ainda nem haviam tirado as roupas e ele já estava enlouquecendo.

Uenoyama sentia a bunda do namorado bem em cima de seu membro, e não sabia dizer se estava com mais vergonha ou tesão. Ele realmente pensava que poderia gozar apenas com as reboladas desajeitadas que Mafuyu dava em seu colo. Nem percebeu quando já estava deitado na cama com Mafuyu sobre si.

Quando o ar se fez necessário, o ruivo se afastou um pouco, olhando nos olhos do namorado. Isso fez com que Uenoyama, por impulso, movesse o quadril para cima, procurando mais contato com o corpo do outro.

Percebendo isso, Satou deu um sorrisinho, fazendo o outro corar fortemente e desviar o olhar para qualquer lugar que não fosse o rapaz sobre si.

Gostando daquela reação que causou no namorado, Mafuyu voltou a rebolar no membro de Ritsuka, forçando sua bunda para baixo e olhando fixamente para ele. Uenoyama sentiu o próprio membro latejar e expelir pré-gozo, indicando que já estava quase em seu ápice.

Ele nunca havia sentido algo assim. Era sensível e toda essa excitação chegava a doer, o queimava por dentro e fazia seu corpo tremer.

Mafuyu enchia o namorado de beijinhos pelo rosto e em seu pescoço, e o mesmo sentiu o próprio corpo enfraquecer, suas pernas já tremiam e os gemidos estavam mais altos. Uenoyama afogou seus dedos nos cabelos de Mafuyu, apertando e tentando de alguma forma descontar o prazer que sentia ali.

— Eu- eu, Mafuyu... espera. — Uenoyama gaguejava confuso, sentia que já estava perdendo os sentidos. Fechou os olhos, tentando se segurar um pouco mais, mas foi impossível.

Alguns segundos depois abriu os olhos em surpresa assim que sentiu que gozou em sua cueca, abrindo a boca em forma de "o" e ofegando. Não esperava que tudo seria tão rápido.

Mafuyu deu um sorrisinho travesso assim que percebeu o que aconteceu, fazendo Uenoyama fechar um pouco as pernas, tentando inutilmente se esconder e se sentir menos vulnerável e envergonhado.

Satou o olhava de seu lugar, absorvendo cada expressão que ele fazia, cada gemido que ele dava. E Uenoyama, simplesmente, estava morrendo.

Voltou a beijá-lo intensamente, fazendo carinho em seu rosto e tentando deixá-lo confortável a todo momento.

— Uenoyama-kun. — ele chamou, cortando o beijo.

— O-oi?

— Você quer que eu te ajude, com isso...? — Ele perguntou, passando o dedo indicador sobre a ereção ainda presente por cima da calça do outro.

Uenoyama tinha acabado de gozar, e ainda estava completamente duro.

— Ma-Mafuyu... — o moreno suplicou, e o menor percebeu que aquilo significava um “sim”.

Deu um selinho demorado nele antes de continuar.

— Uenoyama-kun... eu vou abaixar a sua calça, tudo bem? — perguntou, esperando a confirmação dele para continuar.

— A-Ah! Tá... tá bem.

Uenoyama desviou sua atenção, tentando não explodir de vergonha naquele momento.

Observando as feições do outro, Mafuyu abaixou sua calça, em seguida sua cueca, e Uenoyama olhou o esperma que já estava ali, lembrando que o namorado o fez gozar apenas com algumas reboladas em seu membro. Ele fechou os olhos, o rosto quase entrando em combustão, ao contrário de Mafuyu, que estava sorrindo pequeno pelas reações que causava no namorado.

— Ei, tudo bem. — Mafuyu diz, o puxando para um beijo, e segurando no pênis do outro pela base, fazendo Uenoyama soltar um gemidinho surpreso. Satou sentia o membro sensível e intocado do namorado pulsar em sua mão, e sabia que o moreno gozaria de novo logo, então, começou a masturbá-lo lentamente.

— Satou... — Uenoyama gemeu manhoso, cobrindo o rosto com as duas mãos assim que percebeu.

Mafuyu se abaixou um pouco, sem parar com a masturbação, deu um beijinho nas mãos de Uenoyama e então puxou seus punhos, revelando a face avermelhada do namorado.

— Quero te ouvir gemer, Uenoyama-kun. Eu posso? — Mafuyu sussurrou em sua orelha, deixando Uenoyama à beira do precipício.

— Vo-Você, pode- eu — Naquele momento, Uenoyama nem sabia mais o que estava dizendo. Nada se passava em sua cabeça além de "Mafuyu está finalmente me tocando".

O ruivo deu mais uns beijinhos na boca de Uenoyama, até sentir que ele já estava mais relaxado. Não demorou muito para voltarem aos beijos mais longos e cheios de sentimentos. Uenoyama levantou o quadril contra a mão de Mafuyu, se arrependendo no mesmo instante, porque isso só o deixou mais próximo ainda. Ele estava desesperado para gozar, mas se ele viesse tão cedo de novo só iria se envergonhar ainda mais. Tentou se manter o mais parado possível.

— Droga, es-espera, Mafuyu... — dizia ofegante, tentando abafar outro gemido com as costas da mão.

— Algo errado? — Mafuyu perguntou, parando a masturbação mas ainda deixando sua mão no pau de Ritsuka, sentindo-o pulsar absurdamente mais rápido.

— O-O que? Não... ah, a-apenas me dê... um segundo. — respondeu, com o peito subindo e descendo por causa da respiração desregulada.

O antebraço de Uenoyama cobriu seus olhos, e Mafuyu aproveitou a oportunidade para abaixar e dar mais beijos e chupões no pescoço dele.

— Sa-Satou, eu tô suado. — choramingou Uenoyama, abrindo os olhos o suficiente para lançar um olhar de reprovação para o namorado.

— Não tem problema. — respondeu, dando mais beijos em seu rosto e contornando a glande do namorado com o dedo indicador, fazendo um carinho ali, logo em seguida voltando com a masturbação constante.

Uenoyama observava o namorado dando tudo de si para fazê-lo sentir prazer, e ele queria fazer o mesmo. Olhou-o de cima a baixo, vendo o quanto ele também estava duro, e sentiu que precisava fazer algo a respeito.

Ritsuka nunca achou que em algum dia sentiria tanta vontade assim de colocar a sua mão no pau de outro garoto como estava sentindo naquele momento.

— Eu-eu posso... — fechou os olhos com força e os abriu novamente — posso abrir sua calça? — perguntou, sentindo-se constrangido.

Mafuyu sorriu.

— Pode.

Ainda meio apreensivo, tomou coragem e abaixou a calça dele, juntamente com a cueca, vendo pela primeira vez o membro ereto do namorado.

Deus, aquela foi a melhor cena que Uenoyama já viu.

Uenoyama passou o dedo indicador pelo membro do outro, como se não soubesse ainda o que fazer, e então, segurou-o completamente em sua mão, envolvendo-o com os dedos. Sem demora, começou a bombeá-lo com força e rapidez, vendo Mafuyu gemer manhoso e esconder seu rosto no pescoço de Uenoyama, choramingando o quanto aquilo era bom. Ele mexia o quadril pra trás e pra frente em instinto, querendo sentir mais a mão do namorado em si.

Aquilo só serviu de incentivo para Uenoyama continuar o que estava fazendo, tudo que ele queria era ouvir mais dos gemidinhos manhosos que o ruivo dava em seu ouvido.

Sem nenhum aviso prévio, Mafuyu interrompeu o que Uenoyama estava fazendo, o deixando meio confuso no início.

Se deitou completamente sobre o namorado, apoiando-se com o antebraço esquerdo no colchão, deixando os rostos bem próximos e as ereções praticamente coladas. Sem muita demora, Mafuyu juntou os dois membros, masturbando-os.

Foi impossível Uenoyama não gemer alto naquele momento. Teve que fechar os olhos, pois sabia que iria gozar se visse as expressões do namorado.

— Uenoyama-kun... você também. — Mafuyu falou ofegante, pegando a mão do moreno e juntando com a sua naquela fricção.

— U-Uhum. — Uenoyama concordou, já não conseguia mais formar nenhuma palavra.

A cabeça dos garotos já dava voltas, ambos nervosos e dominados pela excitação.

Uenoyama estava tentando não gozar, mas a cada subida que as duas mãos davam nos membros juntos, ele perdia mais um pedaço de sua sanidade.

Até que do nada, Mafuyu parou novamente o que estava fazendo, começando a masturbar o próprio membro e descendo o seu corpo até o meio das pernas do moreno.

Uenoyama não entendeu ao princípio e ficou confuso novamente, mas logo depois sua expressão confusa se tornou em um contorcer de prazer.

Mafuyu voltou sua mão ao membro de Uenoyama, segurando-o enquanto a outra se encontrava em seu próprio.

O que Mafuyu está pensando em fazer? Uenoyama pensava.

Oh sim. Mafuyu iria chupá-lo.

— Mafuyu, m-meu deus, eu- Ah!

Aquilo foi demais para Ritsuka. Assim que Mafuyu encostou seus lábios em seu pau, ele gozou em jatos fortes, arqueando as costas e gemendo alto, agradecendo mentalmente por ninguém estar em casa naquele momento.

Mafuyu ficou parado onde estava, sem parar de se masturbar e com o rosto um pouco sujo com o esperma do outro, e então gozou. A cena do namorado todo suado e com o rosto vermelho de vergonha, se contorcendo abaixo de si e tentando não fazer barulho enquanto se desfazia... aquilo foi o ápice para o menor. Ver o moreno tão entregue daquela forma com certeza foi uma das melhores cenas que já presenciou em sua vida. Ele esperou o namorado se recuperar do orgasmo recente.

— Ma-Mafuyu! — Ritsuka puxou o rosto do outro, tentando desesperadamente limpar a sujeira que tinha feito — Desculpa! — dizia, ainda tentando normalizar a respiração ofegante — Eu... eu não consegui segurar a tempo, eu-

— Ritsuka. — Mafuyu chamou com calma, tendo a atenção do outro em si novamente — Tudo bem. Eu gostei, foi muito bom.

— Mas... — Uenoyama virou o rosto para outro lado para não ter que encarar o namorado — nem deu tempo de você... eu queria- você nem conseguiu... — Mafuyu entendeu que Uenoyama se referia a ele não ter se segurado a tempo de ser chupado. E ele achou aquilo completamente adorável.

— Ei, Uenoyama-kun. — Mafuyu puxou o rosto do outro para que assim ele olhasse pra si, e o deu um selinho — Vamos ter todas as oportunidades do mundo para fazer isso de novo, ok?

Mafuyu sabia que Uenoyama era virgem em todos os sentidos e por isso era mais sensível em relação a fazer coisas mais íntimas, por isso tentava a todo momento confortar o namorado e buscava fazê-lo entender que aquilo não tinha problema algum.

Uenoyama assentiu tímido, e então beijou o namorado.

Mafuyu se retirou de cima do namorado e se deitou ao seu lado, ofegante.

Eles estavam suados e suas cabeças ainda giravam. Mafuyu sorriu para Uenoyama, e foi impossível não corresponde-lo com outro sorriso. Puxou o maior para outro beijo, mas se separou rapidamente devido a falta ar presente.

Eles estavam naquela bolha deles, sem falar nada, só olhando um para o outro e tentando recuperar o ar.

Até que o celular de Uenoyama tocou, assustando os meninos.

— A-alô? — Uenoyama disse, enquanto levantava as calças e tentava controlar as tremidas involuntárias que as pernas davam devido ao orgasmo intenso.

— Onde diabos você tá?! Sabe que horas são?! — Yayoi gritou, assim que o irmão atendeu.

— Eu- — Uenoyama tentou dar uma desculpa, mas foi interrompido.

— O papai está preocupado. Venha pra casa agora! Tá achando o que? Que pode vir para casa a hora que quiser?!

— J-Já tô chegando! — ele respondeu, desligou o celular e levantou-se da cama. Olhou para Mafuyu — Desculpa, Mafuyu! Eu preciso ir agora ou minha irmã vai ficar falando sobre isso até semana que vem.

— Tudo bem, Uenoyama-kun. Vai lá. — sorriu. Ritsuka deu uma ajeitada no cabelo bagunçado, pegando sua guitarra em seguida — Te levo até a porta. — falou, colocando a própria calça e se levantando.
 

[...]
 

— Obrigado por hoje, Uenoyama-kun. — disse, dando-o um selinho.

— Espero que a gente tenha tempo de fazer mais coisas da próxima vez. — Uenoyama soltou, arregalando os olhos e corando depois de perceber o que falou.

— Sim. Eu também. — Mafuyu concordou sorrindo, ficando feliz pelo namorado estar finalmente se soltando e se sentindo mais a vontade sobre esses assuntos — Até amanhã, Uenoyama-kun.

— Até amanhã. — respondeu, saindo as pressas até sua casa, sentindo-se naquele momento, a pessoa mais feliz do mundo.


Notas Finais


😳
desculpe os erros.


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