História Você me bagunça (Sans X Leitor) - Capítulo 2


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Categorias Undertale
Tags Amar, Depressão, Drama, End, Frans, Frisk, Hipócrita, Louca, Sad, Sans, Sans X Leitor, Sansxleitor, Undertale
Visualizações 95
Palavras 1.483
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Comédia, Drama (Tragédia), Festa, Ficção Adolescente, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Suspense, Universo Alternativo, Violência
Avisos: Álcool, Drogas, Heterossexualidade, Mutilação, Spoilers, Suicídio, Tortura
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Tava pensando em fazer uma capa melhor, o que vocês acham?

Capítulo 2 - Café


Fanfic / Fanfiction Você me bagunça (Sans X Leitor) - Capítulo 2 - Café

Sans parou de caminhar enquanto lhe encarava, o mesmo estava cansado e fraco. Ele não sabia aonde você morava e muito menos pretendia voltar para casa com você nos braços, o esqueleto bufou profundamente enquanto reunia forças para se teletransportar para o quarto de sua casa para que ninguém o visse com você. Em apenas um minuto vocês se encontravam no quarto do esqueleto, para ser exata, na cama do mesmo. Sans respirava profundamente tentando recompor as forças, o mesmo se jogou sobre a cama enquanto lhe encarava, você estava... Chorando...?

— Por favor... — Você implorava em meio as lágrimas, seu corpo se encontrava trêmulo enquanto você revirava a cabeça como se tentasse escapar. Sans suspirou novamente enquanto se aproximava de você.

— Ei... Vai ficar tudo bem... — O esqueleto sussurrou em seu ouvido tentando ser o mais gentil possível, ele não gostava de você mas se você continuasse daquele modo Papyrus poderia ouvir algo. — Vai ficar tudo bem, criança... Eu vou te proteger... — O esqueleto mentiu do melhor modo possível.

— P-Promete? — Você perguntou de modo desesperado em meio ao sono, então o esqueleto finalmente percebeu que você não era tão forte quanto fazia parecer.

— Criança... — Sans sussurrou fechando as órbitas de modo impaciente.

— P-Por favor... E-Eu não quero que ele me machuque... — Seus sussurros pareciam cada vez mais altos e desesperados.

— Eu não faço promessas... — O esqueleto sussurrou de modo alterado enquanto revirava os "olhos".

— E-Eu imploro... — Você sussurrou desesperadamente começando a tremer novamente.

— ... — Sans permaneceu em silêncio.

— O-Oh... — Você sorriu em meio às lágrimas tentando inutilmente demonstrar que estava tudo bem, por mais que você estivesse totalmente atordoada tentando entender o que acontecia a sua volta, seus sentimento naquele momento pareciam verdadeiros para Sans. — E-eu entendo... S-só... N-Não deixe que ele ganhe essa guerra... — Seu sorriso desapareceu. — E-Ele não é um homem bom...

— Eu prometo... - Sans passou a mão por seu rosto tentando secar suas lágrimas, por mais que você não irá se lembrar disso quando acordar, Sans não se esquecera disso. Você sorriu para ele que desviou o olhar no mesmo momento.

— O-obrigado... M-muito obrigado... — Você logo se deixou levar pelo sono e parou de falar com o esqueleto.

Sans ficou um pouco curioso e pensativo.

...

Sans se encontrava no banheiro de seu quarto molhando uma toalha para amenizar sua febre, era cinco da manhã e ele teria de trabalhar em duas horas.

— Eu realmente odeio essa garota. — O esqueleto disse de modo impulsivo para si enquanto voltava para perto de você, ele pôs a toalha em sua testa enquanto media sua febre. — Droga. — O termometro exibia exatamente 40°, Sans sabia muito bem que se não levasse você até o hospital você poderia ter uma convulsão a qualquer momento.

...

Você acordou assustada se lembrando da noite anterior, você não consegue se lembrar muito bem do que aconteceu, mas se lembra que alguém havia lhe salvado. Você olhou em volta tentando identificar aonde se encontrava, era um quarto de hospital... Mas por que você estava lá?

— Senhorita _ _, como se sente? — Você se assustou ao ver o médico ao seu lado, uma enxaqueca tomou conta de sua cabeça no mesmo momento.

— Eu... Estou com enxaqueca. — Você disse se sentando sobre a cama enquanto encarava o médico.

— Isso é normal. — O médico disse enquanto fazia algumas anotações. — Vai passar em algumas horas.

— O senhor sabe quem me trouxe pra cá? — Você perguntou um pouco curiosa.

— Ah, sim. — O médico disse exibindo um sorriso gentil. — Ele foi tomar um café e já volta. — Ele disse enquanto retirava o termômetro de seu braço, você se assustou pois não havia percebido que o mesmo estava lá. — A febre baixou, porém você terá que ficar em observação, sua pressão está um pouco alta, então, provavelmente você será liberada a parte da tarde. — O médico guardou o termômetro no bolso de seu jaleco. — Tenho que ir agora, tenha um bom dia.

— Obrigada. — Você disse encarando a porta após o mais velho sair, você estava um pouco curiosa para conhecer seu "protetor". 

Nesse mesmo momento a porta se abre e você encara a enfermeira, que exibia um sorriso totalmente gentil.

— Seu namorado pediu para lhe entregar. — A mesma disse lhe entregando um copo de café, você a encara de modo diferente.

— Eu não tenho namorado. — Você disse pegando o café com certa desconfiança.

— Oh, foi engano meu, me desculpe. Eu achei que ele fosse, o jeito como ele se preocupou com você parecia tão... — Ela tentava encontrar uma palavra que conseguisse expressar o que estava pensando. — Enfim, foi engano meu, me desculpe.

— Tudo bem. Onde ele está? — Você perguntou de modo ansioso e curioso.

— Ele foi embora, disse que estava atrasado. — A enfermeira disse enquanto se dirigia a porta. — Preciso ir, tenha um bom dia.

— Obrigada. — Você agradeceu um pouco decepcionada enquanto observava a enfermeira ir embora. Você encarou o café por alguns segundos, por algum motivo você gostaria que ele não tivesse ido embora, você queria agradece-lo.

...

Sans se encontrava na sala dos professores, estava no intervalo do turno da tarde então o esqueleto finalmente poderia descansar. Bom, o descanso do mesmo acabou assim que ele ouviu uma voz familiar vindo da diretoria, era você.

"Boa tarde, eu vim entregar meu atestado por faltar hoje" ele pode ouvir você dizer estranhando o fato de você estar sendo gentil, por curiosidade, o esqueleto se levantou encarando você por uma brecha da porta, mas assim que eles pôs o "olho" em você, você foi embora. Então ele voltou para a cadeira em que estava sentado antes um pouco pensativo.

Se lembrou da noite anterior e sobre o que você havia dito. O mesmo queria saber a quem você havia se referido, quem era "ele"?

...

Você suspirou profundamente enquanto pensava nos sermões que iria receber de sua mãe por não ter voltado para casa na noite anterior. Você se encontrava em frente a porta de casa tentando se preparar psicológicamente para o que iria ouvir, e então você abriu a porta enquanto entrava na casa, o silêncio lhe corroia por dentro de modo estranhamente desconfortável.

— Mãe? — Você chamou, sem resposta. Você se dirigiu a mesa encarando uma pasta azul, você olha em volta um pouco desconfia e logo abre a mesma. Você não estava acreditando no estava lendo.— Ela... Não fez isso... — Você sussurrou para si.

Você se encontrava irritada e indignada, então você subiu as escadas dando de cara com uma janela totalmente aberta. Você estranhou um pouco enquanto se aproximava da mesma tentando ver se havia caído algo dela, e assim você encara sua mãe, caída na grama do quintal enquanto o sangue banhava o corpo da mesma.

...

— Tudo indica que foi um suicídio. — Você pode ouvir o legista dizer enquanto saia de sua casa. — Mas ainda não temos provas concretas que provem isso.

— _ _! — Você pode ouvir Frisk gritar seu nome enquanto vinha ao seu encontro lhe abraçando. — Eu sinto muito! — Ela parecia mais chocada do que você, essa era uma das coisas que você mais admirava em Frisk, ela era capaz de se por no lugar das pessoas.

Seus pensamentos mudam de direção assim que você encara Sans, você sentiu um forte déjà vu mas decidiu ignorar isso. Você pode perceber que o esqueleto estava lhe encarando, mas assim que você olhou para o mesmo, ele desviou o olhar.

— O que ele tá fazendo aqui? — Você perguntou para Frisk enquanto se afastava da mesma.

— Quando você me mandou a mensagem, ele estava por perto então pedi para que ele me trouxesse para cá. — Frisk disse enquanto encarava Sans, você fez o mesmo.

— Eu não gosto nem um pouco dele. — Você sussurrou para Frisk enquanto fazia uma expressão de raiva. — Ele me tratou mal e pediu para eu me afastar de você. — Você disse para Frisk tentando não ser tão hipócrita como sempre era ou parecia ser.

— ... — Frisk soltou uma breve gargalhada enquanto você a encarava fazendo uma expressão confusa. — _ _. — Frisk lhe chamou em meio a risada tentando ficar séria. — Sei que você não conhece o Sans, mas ele é assim mesmo. Bom, depois que eu libertei os monstros comecei a morar com ele e o Papyrus. — Frisk sorriu timidamente. — O Sans é... — Ela tentava encontrar palavras para explicar o jeito do esqueleto. — Ele apenas quer proteger quem ama, entende? Vai demorar um tempo para que vocês se conhecerem melhor, mas acredite, vocês dois tem muito em comum. — Frisk expressou um sorriso gentil para você enquanto lhe estendia a mão. — Venha, vamos pra minha casa, você precisa descansar.

Você pegou a mão de Frisk enquanto vocês duas iam em direção ao esqueleto.


Notas Finais


Espero que tenham gostado. Bom, eu queria dar alguns avisos:

⇾ Sempre irei postar aos sábados e domingos;
⇾ Raramente irei postar aos meios de semana, mas não é impossível;
⇾ Sempre leio e respondo os comentários, então comenta porra;

Até a próxima, Pizzas.


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