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História Você me Ilumina - love of jikook. - Capítulo 73


Escrita por: e NatalyaGataSexy


Notas do Autor


Meta de comentários para continuação: 7

Capítulo 73 - Rock, paper and scissors


Fanfic / Fanfiction Você me Ilumina - love of jikook. - Capítulo 73 - Rock, paper and scissors

Park Jimin

Jungkook se apertou em meu colo, me fazendo arfar. Eu agarrei os cabelos de Jungkook entre meus dedos e os puxei para trás, deixando seu pescoço exposto para mim. Ele gemeu em surpresa e aperta meus braços. Levei meus lábios até sua pele exposta e o beijei com força, também passando minha língua. Jungkook mostra que está todo arrepiado quando sua perna tremeu enquanto ele me abraça com a mesma.

— Hoje vai ser diferente. — Falei soltando seus cabelos. — Deita na cama.

— É sério isso? — Jungkook sorriu, segurando meus braços.

— Deita, agora. — Ordenei e logo ele desfez seu sorriso, saindo de meu colo e se deitando na cama. Me levantei e me afastei para trancar a porta. Subi na cama novamente e fiquei por cima de Jungkook. Tirei sua camisa. Levei meus dedos até seus mamilos, onde ele fica mais atiçado que o normal.

— Aí não, Hyung. . . — Ele resmunga, tentando tirar meus dedos de seu corpo, mas eu lutava contra. Ele fechou os olhos, se segurando e eu aumentei a velocidade dos meus dedos. Suas pernas tremeram novamente.

— Você se arrepia todo. — Eu soltei um risadinha, enquanto ele me olha perdido, como se pedisse para eu parar de tortura-lo.

Eu desci meus dedos para sua calça de moletom. Enquanto minhas mãos estão acariciando seu abdômen, ele me puxa para beijá-lo.

— Deixa eu te chupar. — Jungkook falou em meu ouvido. Eu assenti e me deitei ao seu lado. Ele tira minha camisa e desce minha calça. Ajeitei minha postura e o assisti ele tirando minhas roupas. Ele segura meu pau e beijou minha glande, né fazendo rir sacana. Em seguida, colocou sua língua para fora e suavemente, lambeu o mesmo lugar, me arrepiando dos pés a cabeça.

Aleluia, arrepiei.

Ele enfiou tudo em minha boca de uma vez, eu gritei em surpresa. Segurei seus cabelos entre meus dedos e os seguro com força, ouvindo um gemido rouco sair de sua garganta. Eu mesmo fiz os movimentos de sua cabeça já que estava o segurando. Ele levanta sua cabeça para tomar um pouco de ar, rapidamente o puxo para um beijo. Conseguia sentir meu próprio gosto.

— Fica de bruços. — Pedi e ele assentiu, apertando minha cintura antes de se deitar. Me levantei e peguei o lubrificante dentro do criado mudo, e uma camisinha. Voltei até a cama e me sentei nas coxas de Jungkook. Arranhei suas costas lentamente com minhas unhas curtas.

— Por que estou nervoso? — Ouvi Jungkook falar. Eu sorri e me abaixei para ficar perto de seu rosto.

— Você já fez isso antes, Jungkook. — Falei e tirei alguns cabelos de seus olhos, para eu poder vê-los.

— Eu sei, mas estou ficando nervoso.

— Você está pensando que vai doer, não é?

— Sim. . .

— Só vai doer se você ficar colocando isso na sua cabeça. — Avisei e levantei meu corpo novamente. Ele pegou um dos travesseiros e o abraça, também apoiando a cabeça. Abri o potinho de lubrificante e passei em dois dedos.

Afastei um pouco as pernas de Jungkook e massageei sua entrada antes de, enfim, pressionar meus dedos, fazendo-os entrar. Olhei para ele assim que ele soltou um gemido, manhoso.

Aleluia, arrepiei. Novamente.

Jungkook soltando gemidinhos manhosos me deixa mais louco que o normal.

— Está doendo? — Pergunto tranquilo, enquanto mexo meus dedos lentamente.

— Não. — Ele respondeu com sua boca abafada no travesseiro. Eu Aumentei a velocidade de meus dedos, o que fez ele abrir um pouco a perna, esperando mais contato. — Puta merda. Vamos logo com isso, hyung.

Eu assenti e me levantei, me ajeitando entre suas pernas. Segurei meu membro colocando a ponta em sua entrada. Peguei a camisinha e a coloquei, logo passei uma quantidade necessária de lubrificante.

Abri um pouco de sua pernas e o penetrei. Mais uma vez, Jungkook soltou um gemido manhoso. Mas dessa vez mais alto. Joguei minha cabeça para trás, tentando aguentar o tamanho do meu tesão. Deitei meu corpo no de Jungkook, ele me olha de canto e sorri sem vergonha.

— Você não dá conta. — Jungkook disse, alto e claro.

— Você está me desafiando? — Pergunto, ele sorri e levanta os ombros, se fingindo de doido.

— A culpa não é minha se você se sentiu ofendido. — Jungkook falou, na maior cara de pau.

Aumentei a velocidade, ouvi um gemido mais alto sair pela garganta de Jungkook. Eu sorri satisfeito e continuei na mesma velocidade. Jeon agarra o travesseiro entre seus dedos e tenta se segurar para não gemer alto, mas pelo que eu via, era impossível.

— Puta que pariu. — Ouvi ele xingar, abafando no travesseiro.

Eu estava quase a gozar, estava segurando a cintura de Jungkook prestes a me acabar, mas fui impedido. Eu me assustei. Ele se levanta rapidamente e me faz deitar na cama.

Jungkook se aproxima rapidamente, mas para mim foi em câmera lenta. Ficou por cima de mim, abrindo minhas pernas para se encaixar. Fechei os olhos sentindo os lábios de Jungkook em meu peitoral. Enfim, começou a usar sua língua novamente. Ela descia por meus mamilos e subia para meu pescoço.

Aproveitei que seu rosto estava bem perto do meu, enrolei meus braços em seu pescoço e mordi sua orelha. Passei minha língua por seus piercings na parte de cima da orelha.

— Deixa eu te foder também? — Jungkook sussurrou em meu ouvido, eu gemi apenas por ouvir essa frase. Me deixa todo rendido e ele mesmo sabe disso. — Eu preciso te foder também. Por favor. — Ele pediu manhoso, beijando meu pescoço e se segurando para não deixar nenhuma marca. — Lento... Devagar... Como você preferir.

— Do jeito que você quiser, Jungkook. — Eu assenti, todo rendido.

Jungkook ia se afastar para pegar uma camisinha, mas eu o impedi, fazendo-o entender o recado. Ele pegou o lubrificante e tirou de mim a camisinha que eu estava usando, amarrando-a e jogando-a no lixo.

Passou um pouco de lubrificante em si mesmo e em seguida, se deitou por cima de mim novamente. Senti seu pau entrando em mim lentamente, joguei minha cabeça para trás. Como meu pescoço estava bem a mostra para Jungkook, ele começa a me morder. Em seguida, desceu para meu peitoral e começou a me marcar.

— Não deixa marcas, Jungkook. — Falei depois de tanto esforço.

— Ninguém vê essa parte aqui. — Ele respondeu sem tirar o rosto do meu peito.

Quando começou a me beijar, voltou a se movimentar.

Envolvi meus braços em seu pescoço novamente e não separei nossos lábios em qualquer momento. Gemi manhoso quando ele se solta do meu abraço e fica de joelhos. Consegui ver um sorriso em seus lábios. Sem parar de mover seu quadril, eu segurei o lençol da cama com meus dedos.

— Porra, eu vou gozar. — Falei entre suspiros, com meus olhos revirando em prazer.

Jungkook quer me matar. Assim que falei que estava prestes a chegar em meu limite, ele começa a me masturbar rapidamente. Respirei fundo procurando ar necessário.

Acabei gozando mesmo em sua mão e Jungkook saiu de mim para gozar em meu abdômen.

— Filho da puta, me sujou inteiro. — Reclamei, sem ar.

— Não me chama assim que eu gosto, Senhor Educação. — Jungkook se abaixou e beija minha bochecha. Suas mãos passaram por minhas coxas, as acariciando. — Vamos tomar um banho?

— Só se você me carregar. — Eu levantei meus braços, esperando ele me segurar.

— Não. — Ele responde e antes que se levantasse, eu o puxo.

— Jungkook-ah... — Chamei manhoso enquanto ele me encara.

— Ah, meu bebê. — Ele sussurra vindo me abraçar. Eu sorri vitorioso, sabendo que ele não resiste aos meus charmes. — Na banheira ou no chuveiro, huh? — Jungkook me beija várias vezes na bochecha.

— Na banheira. — Respondi no mesmo tom e ele assentiu. Ele me pega no colo sem esforços e me carrega até o nosso banheiro.

Encheu a banheira e finalmente entramos na água fria.

— Eu disse para você não me marcar. — Eu falei, vendo as marcas vermelhinhas em meu peito. — Agora não vou poder andar sem camisa pela casa.

— Diz que foi um bicho que te picou.

— E o bicho foi você né, Jeon? — Resmungo com os olhos desconfiados, ele começa a rir. — Não tem graça.

— Tem sim. — Ele se aproxima de mim segurando o meu shampoo. — Vira aí. — Eu assenti e me virei de costas para ele. — Você é muito mimado por mim, sabia? — Eu sorri. Ele começou a passar o shampoo em meus cabelos.

— E eu gosto. — Respondi com um sorrisinho sacana e fechei os olhos apreciando a massagem em minha cabeça.

— Teu cabelo está enorme, tá na hora de cortar já.

— Eu corto depois. Vou deixar crescer mais. — Respondi ainda de olhos fechados.

Assim que terminamos o banho, nos vestimos e ficamos deitados na cama, conversando. Até que minha fome bateu e nós dois descemos para a cozinha.

— Cadê a manteiga? — Pergunto já sem paciência depois de girar a cozinha 10 vezes.

— Está no fogão, seu cego. — Jungkook me respondeu apontando para o fogão. — Tá ficando mais cego a cada dia que passa.

— É porque estou sem óculos. Tenho que fazer outro exame. — Falei e me sentei na mesa para comer. — Vai comigo quando entrarmos de férias?

— Tudo bem. Vou agendar uma para você. — Ele beijou minha bochecha e eu assenti. — Se ficar mais tempo sem ir ao médico vai usar óculos fundo de garrafa. — Jungkook começou a rir quando eu fechei a cara.

Quando terminei de comer, Seo Ah chegou. Nós saímos da cozinha para abrir a porta para ela.

— Eu estou surtando! — Seo Ah entra em casa, tira seus tênis e joga sua bolsa no sofá. Em seguida, olha para nós dois, que estamos perdidos.

— O que houve? — Jungkook quem pergunta.

— Eu e Hyung Sik prometemos de ir ao shopping assistirmos um filme, só nós dois. Quando chegamos lá, eu vejo que ele chamou mais dois amigos dele. Entre esses dois, uma menina que eu odeio. Ela nem vai com minha cara. Ela nem deixava eu falar com ele direito. Depois ele vem me perguntar o que houve comigo. O que vai haver é que eu vou matar aquela garota! — Seo Ah solta tudo de uma vez. Jungkook fica calado, assustado. Eu fico parado, observando a raiva da minha filha.

— Jimin. — Jungkook fala, baixo. — Ela é ciumenta igual a você.

— Aish! — Seo Ah resmunga alto e sobe para o próprio quarto.

— Caralho, pensei que ela ia matar nós. — Falei, com medo. — E aí, quem vai lá falar com ela?

— Eu não sou nem doido.

— Pedra papel e tesoura? — Sugeri e ele assentiu. Nós fazemos e eu ganhei. — Boa sorte tigrão.

— Aff. — Ele revira os olhos e sai andando para ir ao quarto de Seo Ah.



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