História Você me mudou. - Capítulo 6


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Categorias Descendentes
Personagens Ally, Carlos de Vil, Chad, CJ, Dizzy, Doug, Evie, Freddie, Gil, Harry Gancho, Jane, Jordan, Lonnie, Mal, Princesa Audrey, Príncipe Ben, Ruby, Uma, Zevon
Tags Adultério, Ben, Harry, Mal, Uma
Visualizações 28
Palavras 1.975
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Comédia, Drama (Tragédia), Romance e Novela
Avisos: Adultério, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Nudez, Spoilers, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Capítulo 6 - Algumas verdades sobre Mal.


Fanfic / Fanfiction Você me mudou. - Capítulo 6 - Algumas verdades sobre Mal.

- A sua namorada não é lá uma pessoa tão fantástica pra todo mundo amar ela. – começou Uma. – Na verdade ela é a pior pra se conhecer.

Uma que estava de costas para o cais se voltou para ele olhando de longe as ondas indo e vindo em sua direção e Ben não tirava os olhos da expressão tão serena que ela fazia ao estar perto das aguas.

- Quando eu era só uma polvinha boba, eu até queria ser como ela. – rindo de si mesma. – Ela me humilhou, me rebaixou, me deu um apelido repugnante de “camarão” demorou muito para eles pararem de me chamarem assim.

- Mas a Mal não é mais assim. – defendeu Ben.

- Você é muito bonzinho, Garoto fera. – se voltando a ele. – Para de pensar o melhor das pessoas como eu era, quando se trata de vilões, esse seu pensamento é muito ingênuo.

Uma não mostrava raiva nem ódio e só sorria para o vasto oceano a sua frente era para aquele oceano que ela queria ir e não ficar pressa na ilha pra sempre como sua mãe estava.

- Sua namorada é uma valentona. – sorria irônica. – Meus parabéns.

- Ela não é mais assim... – murmurou a si mesmo.

- Foi, não foi, não importa! O importante é que o que ela fez a mim vai ter volta. – saindo do cais deixando Ben. – E um dia você vai descobrir que uma vilã que ama a maldade sempre será uma vilã não importa para onde ela vá, e não importa o que ela te diga. “Uma vez vilã sempre vilã” essa é a norma.

Ben ficou pensando no que Uma disse era obvio que ela também era uma vilã então poderia muito bem estar tentando o manipular fazendo se separar de Mal só para se aproveitar da situação e voltar para Auradon.

- Me prove! – gritou bem entrando na cabine de Uma. – Me prove que Mal não é para mim.

Uma o encarava estática com o moço a sua frente ofegava como se tivesse ficado correndo o cais da ilha inteiro pensando no que Uma avia falado.

- Sente-se. – ele sentou e Uma Respirou pesado - Quando eu e Mal éramos pequenas decidimos criar um grupo na ilha para só os piores dos piores, mas no dia com todos reunidos ela me disse que eu, Harry e Gil não éramos tão cruéis e me deu uma caixa de areia com um camarão dentro, logo depois o apelido havia pegado. – Uma respirou pesado para ela doía muito voltar àquela época. – Eu me apaixonei pelo Harry.

Ben se alegrou com um sorriso grande pensando que isso acabaria bem, mas o rosto de Uma continuava sombrio contracenado com a cabine com só uma lamparina em cima da mesa no meio dos dois.

- Mas a Mal ficou sabendo e no dia em que eu ia me declarar, ela passou na frente e na minha frente os dois se tornaram namorados. – ela fungava olhando o nada como se pudesse se lembrar da cena. – Fizeram tatuagens de ganchos logo em seguida...

- Tatuagens!? – Ben disse alto demais.

- Sim, você não sabia? – o questionando e ele fez “Não” com a cabeça. – Tatuagens atrás do ombro direito. – mesmo assim Ben não fazia ideia do que se tratava. – Em fim quando ela já tinha se divertido o suficiente o largou, ele ficou desconsolado e por isso se mostra às vezes insano.

 Em um beco escuro na ilha dos perdidos estava Harry esperando alguém chegar, em meio a uma nevoa roxo surgiu Mal que já saiu do beco, mas foi puxada pelo braço e prensada na parede com força.

- O que faz aqui, Mal?

- Harry. – um sorriso sínico. – Procurando Ben é logico.

Harry apertou ainda mais firme o braço esquerdo de Mal e a arrastou até o antigo cabelereiro de Dizzy. Onde estava abandonado desde que ela foi para Auradon e depois a soltou.

- O que quer Harry? – perguntou Mal com os braços cruzados.

Mal terminou sua frase e esperou ele responder, mas ele permanecia calado quando ele abriu os braços mostrando descontentamento e ia sair pela porta ele voltou a pegar os braços dela e a prensar na parede que avia atrás dela.

- O que você tem? – perguntou Mal tentando se soltar.

Harry era mais forte e conseguia domina-la, mas aparentemente a filha da malévola não estava o rejeitando com tanta vontade assim nenhuma magia ela usou para se desvencilhar de seu “sequestrador”. Harry chegou bem perto do rosto de Mal com seu enorme sorriso branco e um olhar tentador enquanto Mal praticamente o amaldiçoava a todo estante.

- Você diz que ama o Ben? – A Garota a sua frente estava tão indefesa com seu farto lábios e seus olhos lagrimejantes. – Vamos testar essa teoria.

Forçando os braços de Mal a se aproximarem dele mesmo com a relutância (sem magia) dela, ele fechou os olhos e a beijou, ela estava redutível no começo, mas aceitou beija-lo aprofundando mais aquela sensação gostosa que sentia era tentador, era maldito, era pecaminoso, mas era um beijo selvagem que não tem com Ben, pois os beijos dele sempre foram mais calmos diferentes do de Harry.

Logo as coisas esquentaram Harry a emburrou mais ainda em direção à parede a erguendo para que ficasse com as pernas dela enrolada em sua cintura. Harry foi beijando o pescoço dela descendo até a sua barriga ouvindo gemidos que não ouvia há muito tempo...

Gil tinha o costume de andar pelas ruas sozinho ainda mais porque não tinha ninguém para conversar quando Harry não estava e como Uma estava ocupada com o novo visitante ele tinha que se acostumar em estar sozinho as vezes.

- Como a lua está bonita hoje. – comentava com sigo mesmo.

Quando ia passar perto do antigo cabelereiro de Dizzy ele ouviu múrmuro e alguns gemidos que ele não conseguia identificar claramente então por curiosidade se esgueirou até a janela vendo uma cena reveladora demais. Ele cobriu a boca se virando involuntariamente chocado com o que vira e correu até o cais onde Uma estava.

- Uma! – gritou ele.

 Gil assustou tanto Uma quanto Ben que estavam tão calmos vendo a maré do mar e as ondas que iam e vinham passando tão perto do barco de Uma. Gil estava tremendo, com os olhos esbugalhados, lábios roxos, pálido, quase caindo na frente deles pelo choque que tomou vendo a cena.

- O que foi Gil? – perguntou Uma tentando acalma-lo.

- Os... Dois... estavam... Fazendo.... No antigo cabelereiro... Da Dizzy. – disse apontando o caminho.

Uma e Ben se olharam não entendendo o que Gil estava falando ele parava muito para tomar folego e ainda por cima gaguejava. E mesmo assim Uma e Ben seguiu o filho de Gastón até o cabelereiro, mas dentro dos dois avia uma sensação que aquela noite seria uma noite que mudaria o resto dos dias tanto em Auradon como na ilha.

Os dois foram ver a janela como Gil pediu e entenderam do porque de Gil estar daquela forma. Mal e Harry estavam deitados no chão com Harry em cima de Mal.

O mundo de Ben se despedaçou, ele podia sentir como foi enganado, sentia uma dor estranha, sentia as lagrimas escorrerem queimando suas bochechas, sentia sua alma doer, seu ego ser ferido, seu orgulho não existir.

- Ah, Não... – resmungou Uma vendo Ben.

- Mal... – disse ele em meio a lagrimas de ódio.

Ben saiu correndo e Uma foi atrás dele enquanto Gil olhava de um lado da rua para o outro procurando o que fazer nessas situações, mas como ele estava bem perdido resolveu ir para o navio tentar tirar a imagem da sua frente.

- Ben! – gritava Uma passando pelas ruas atrás dele.

Ela conseguiu ouvir um fungado olhando para o beco que ela acabará de passar lá estava Ben com as pernas dobrados em triangulo e suas mãos segurando seus joelhos. Uma respirou fundo para o homem que agora parecia uma criança a sua frente.

- Vai me dizer que nunca foi traído? – perguntou ela se sentando ao lado dele. – Você pode colocar uma coroa em um vilão, mas ele continuara a ser um vilão. – dando uma cotovelada de leve nele.

- Isso era para me ajudar? – disse irritado. – Não está funcionando!

Uma ficou triste e se silenciou olhando para uma caçamba de lixo ao lado dela e Ben notando isso se sentiu mal por ter feito ela se sentir mal.

- Desculpe, eu só estou irritado. – limpando o rosto.

- Tudo bem, essa frase foi a minha mãe quem me disse uma vez. – rindo sozinha. – Bem vindo à ilha dos perdidos! Nós somos baixos, cruéis, maus, sujos, repulsivos, sacanas, mentirosos e assassinos. Não existe fidelidade aqui, não existe misericórdia, não existe bondade e essa, vossa alteza, é a verdadeira ilha dos perdidos.

- Sinto muito... – a olhando.

- Não sinta, você acha que os vilões são gente boa, maneiros, quer ser um? – perguntou sarcástica. – Mas a própria palavra vilã: que ou quem tem qualidades morais negativas, que ou quem é desprezível isso somos nós.

- Você não é assim. – disse firme.

- Aí é que você se engana. – olhando para o céu. – Eu só sou um peixe pequeno e ainda me considero “A VILÔ, mas por dentro não sou nem a metade do que a Mal é.

Os dois ficaram mais um tempo só os dois em um beco escuro, mal cheiroso, olhando as estrelas que não eram muitas já que o campo de proteção deixa quase sem estrelas o céu.

- Preciso voltar para Auradon! – se levantando.

- Não tem como. – disse Uma. – Você mesmo nem sabe como entrou.

- Mas Mal conseguiu entrar. – refletiu Ben. – Ela sabe como me fazer voltar.

Uma ficou pensativa, mas concordou em ajuda-lo a sair da ilha em troca de sua liberdade e de seus piratas, menos a de sua mãe, pois o dia em que Úrsula sair da ilha ela ira aprontar então, é melhor deixar a mãe na ilha.

No antigo cabelereiro de Dizzy...

- Isso nunca aconteceu. – finalizava Mal se trocando.

Mal colocava a sua jaqueta e mandava o seu cabelo para trás tentando parecer mais normal possível quando fosse ver Ben já Harry estava ainda sem camisa e sem a menor pressa para coloca-la.

- Por que não fica mais um pouco? – pediu com beicinho passando o gancho no rosto de Mal com delicadeza.

- Acabei de trair meu namorado! – disse alto. – E a culpa é sua! - apontando para ele.

- Minha? – colocando a mão no peito fingindo se sentir mal. – Me poupe, vai me dizer que ele quer casar virgem? – disse em deboche.

Mal se calou olhando ligeiramente para baixo com ar de culpa.

- Ele quer casar virgem. – Harry reformulou a pergunta com um sorriso malicioso. – Que coisa feia mal “Tsc, tsc, tsc”.

Mal se voltou para Harry a sua frente que ainda irava sarro do que acabará de revelar para ele, mas mesmo com tudo o que ele dizia ela depositou as duas mãos no peito nu dele.

- Pena, que o nosso não deu certo. – o emburrando de leve e saindo do cabelereiro.

Mal saiu e Harry ainda olhava para a porta como se ela fosse voltar para os braços dele, mas isso não aconteceu se bem que ele sabia no que estava se metendo quando a conheceu e estranhou muito quando viu que ela amava o reizinho fera primeiro pensou que fosse para ter benefícios, mas agora ele não sabia mais nada.

- Você é minha mal. – disse com firmeza. – Pode passar 10000 anos mais eu vou te reconquistar.

Fora do cabelereiro estava Mal encostada na parede com os braços ao lado do corpo olhando para o nada.

- O que eu vou fazer?... – uma lagrima solitária escorreu escapando de seus olhos, mas ela logo limpou e seguiu o seu caminho.



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