História Você me mudou, e foi tão bom! - Capítulo 3


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Categorias Bangtan Boys (BTS)
Personagens Min Yoongi (Suga), Park Jimin (Jimin)
Visualizações 25
Palavras 1.115
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Crossover, Drama (Tragédia), Ficção Adolescente, Fluffy, Harem, LGBT, Luta, Musical (Songfic), Romance e Novela, Suspense, Violência, Yaoi (Gay)
Avisos: Adultério, Álcool, Bissexualidade, Drogas, Heterossexualidade, Homossexualidade, Incesto, Insinuação de sexo, Intersexualidade (G!P), Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Olaaa ( Eu nunca sei o que escrever)

Boa leitura!!

Capítulo 3 - Precisamos conversar


Fanfic / Fanfiction Você me mudou, e foi tão bom! - Capítulo 3 - Precisamos conversar

você aqui?, acho que não é uma boa hora, ele tá aqui...

- O que ele tá fazendo aqui?

- Se você não sabe ele também e meu amigo Jimi... - ele e interrompido pelo rapaz que estava na porta, o rapaz era Park Jimin, como sei?, após ele empurrar Hoseok eu descobrir

- Ji-Jimin?, o que você tá fazendo aqui?

- Acho que a mesma coisa que você, procurando ajuda

- Você e Hoseok são amigos?

- Sim, inclusive eu que pedir para e te levar para a casa noturna - olho para Hoseok com um olhar mortal, mas, Park tira minha atenção sentando ao meu lado - Yoongi, por que você faz isso comigo?

- Isso o que?

- Me evita, fingi que eu não existo... - ele para de pensando no que falar, mas nenhuma palavra saia mais de sua boca - Acho que é melhor ficarmos assim, você pra lá e eu pra cá, afinal - ele sorrir sarcástico - você e filho de crente, acho melhor eu ir embora - ele se levanta em direção a porta pede desculpas a Hoseok e vai embora

- Você está bem?

- Não se preocupe comigo ele aparece aqui e fala tudo aquilo não vai acabar comigo - por fora não parecia, mas, por dentro eu estava acabado

- Tem certeza?

- Sim absoluta  certeza

- Então ok, você quer que eu te leve pra casa, seus pais devem está preocupados

- Pode ser, não quero ouvir muito quando chegar em casa, quero pensar

- Ok, então vamos - confirmo com a cabeça e fomos

Após uns minutos eu me encontrava na frente de casa tentando achar coragem para entrar ali, Hoseok já havia ido embora, então não tinha como voltar atrás, até que a tão esperada coragem veio, passo pela porta e percebo os olhares destruidores dos meus pais sobre mim, antes que eu falasse qualquer coisa, meu pai se pronuncia primeiro

- Onde você estáva Min Yoongi?

- Na casa do Seok - falo com receio e assustado

- A essa hora da manhã?

- Os pais dele não se importam

- Mas eu Sim, e eu não quero ver filho meu andando pela rua as oito horas da manhã

- Ok pai, eu entendo, agora se o senhor me der licença preciso ir para meu quarto

- Não demore, o almoço já está na mesa, esperamos por você

Apenas me dirigir até o meu quarto, me joguei na cama, fiquei olhando para o teto por minutos, pensando em tudo que havia acontecido na casa de Hoseok, até que me levanto e vou para mesa com meus pais, almoçamos com um silêncio incômodo, volto para meu quarto, me jogo na cama e me encolho abraçando um travesseiro, eu queria ficar ali e nunca mais sair, não queria que aquele sábado acabasse, era um sábado tão confuso pra mim, e por algum motivo eu amava me sentir confuso, eu amava pensar, em, o que teria acontecido se eu tivesse escolhido tomar outra atitude, meu pai havia saído para o encontro de homens da igreja, e a minha mãe estava em casa, provavelmente meditando sobre o que ela iria falar para os fracos no culto de terça, a porta se abre e eu continuo agarrado ao travesseiro

- Yoongi? Você tem visita, e de um amigo seu, Jimin

Minha barriga começou a esfriar, minha mão começou e suar, e meu coração batia forte, após ouvir o nome dele

- O que ele quer  - falo como se estivesse tudo bem, mas não estava

- Ele quer sabe por que você não foi ao culto dos jovens no sábado

Hum? Foi isso mesmo que eu ouvir?

- Ok mande ele entrar

Eu não sabia por que tinha deixado ele entrar, mas assim foi e não dá pra voltar atrás, ele entra em meu quarto olhando para todos os lados, logo após isso, ele se senta na cama inspirando exausto

- O que você quer aqui?

- Precisamos conversar

- Não precisamos falar sobre nada

- Ah qual é Yoongi, eu sei o que você sente, e não dá pra não notar

- Não enche, você veio aqui pra que?

- Para nos acertamos

- Eu já disse que não tenho nada o que conversar e nem o que falar

- Você não quer nem tentar?, sério mesmo que você vai ficar se prendendo as suas tradições e não vai se soltar aos seus sentimentos?

- Eu não faço isso por que eu quero

- Então Faz pelo o que?, por aparência?, pelos seus pais? - apenas baixo a cabeça, logo isso sinto seus dedos levantarem meu rosto - Você acha mesmo que manter a aparência vai te fazer feliz?

- Não me mantém feliz, mas aos meus pais sim 

- Sério isso Yoongi?

- Você não me entende, não me compreende, eu não posso ser livre, eu não posso simplesmente me liberar a fazer coisas do tipo

- Você pode Sim, se você querer, então o que você quer?

- Eu quero pensar

- Você não acha que já pensou demais?

- Não foi o suficiente

- Yoongi,... você despertou algo em mim que eu não vi em nenhum outro menino que eu já conheci, e eu penso que isso aconteceu com você também

- Eu não posso discordar

- Espero que você não rejeite isso também

- Eu não vou - ele da um sorriso de lado, e eu também, o mesmo antes de se deitar tira o gorro preto revelando sua nova cor de cabelo, cinza, um cinza claro lindo, meus olhos refletiram sobre aquele cabelo - que lindo

- O que?

- O cabelo

- Ah, obrigado

- De nada, ei Jimin, qual das suas tatuagens você mais gosta?

- De todas, eu acho, por que a pergunta pequeno?

- Acho elas tão lindas, delicadas, ah, sei lá, queria ser livre como você para fazer algo assim

- Ué, então seja

- Mas, se eu pudesse eu seria

- Você pode pequeno, onde tem uma caneta Preta?

- Em cima do criado mudo perto do caderninho vermelho, por que?

- Vem cá - ele pega a caneta e destampa a mesma, vou até ele

- O que você vai fazer?

- Tem problema que eu fizer um cruz aqui no seu pescoço?

- Acho que não

- Tá bom, mas se acalma, diferente da agulha essa não dói

- Tá bom - ele faz uma pequena cruz trás da minha orelha - Você tem jeito pra isso

- Obrigada pequeno

- De nada... ChimChim - após um sorriso de lado de ambos, olhares são trocados e assim ficamos por alguns minutos...


Notas Finais


Me desculpem qualquer erro ortográfico

Bjs (Sério eu nunca sei o que escrever)


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