História Você partiu meu coração - Capítulo 2


Escrita por: ~

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Categorias Boku no Hero Academia (My Hero Academia)
Personagens Bakugo Katsuki, Midoriya Izuku, Todoroki Shouto, Uraraka Ochako
Tags Bakudeku, Bakugo Katsuki, Comedia, Katsudeku, Midoriya Izuku, Yaoi
Visualizações 300
Palavras 1.825
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Comédia, Festa, Musical (Songfic), Romance e Novela, Universo Alternativo, Yaoi (Gay)
Avisos: Álcool, Homossexualidade
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Yo, caraio.

Era pra esse cap ter saído ontem, mas n consegui fazê-lo, ent... vai hj msm.

Pois é, o último capítulo :v vcs me perdoem, mas eu acho que realmente n presto pra fanfics com mais de cinco ou seis capítulos. E tbm, pq imaginei a fic assim, e n tem como tirar água de pedra :/ sei q se eu tentar forçar idéias, n vai sair coisa boa, ent fica assim msm.

Obrigada pelos comentários e favoritos ♥ É importante para q eu saiba que estão gostando.

Boa leitura.

Capítulo 2 - " - VOCÊ PASSOU O RODO?"



Ponto de vista, Izuku. 

Sabe quando o seu cu começa a dar umas vertigens? O meu não se difere. Na verdade, acho que cu não sente náusea, mas tudo bem.

Eu desci daquele palco com as pernas bambas de vergonha. Dançar para uma boate inteira, é algo meio inviável que o Izuku "normal" faria. Agora, estou com aquela coisa de "vergonha pós-ressaca." 

- Meu Deus, o que foi aquilo? - Ocha segurou em meus ombros. - Caralho, até meu rego se arrepiou com aquele show! 

- Eu tô soando! - abanei-me com as mãos. Senti o rosto ficar rubicundo, quando Todoroki se aproximou. 

- Yo, Izuku. - levantou a mão, acenando de forma séria. Certo, estou esperando aquele puto me elogiar. Existe pessoa que gosta mais de ter o ego inflado do que eu? - Katsuki está te procurando que nem louco. 

Arregalei os olhos. 

Eu tomei bem no fundo do buraco negro. 

- FUDEU! - me enfiei atrás das costas do Shoto. - Os dois ganharam a séria missão de me levarem até a saída sem que o Bakugou me veja. - disse puxando Uraraka. 

- Deku, você não pode ficar fugindo! - ela sussurrou, beliscando minha bunda.

Adoro a audácia desse fundo de panela. 

- Nem por uma foda! - olhei para os lados. - Vai ser aquele típico clichê em que do nada, por alguma força desconhecida, no final eu acabo voltando com o Cabelo de piasaba. 

- Olha aqui, Pau Brasil... - belo apelido, né? Essa porra é graças à "Midoriya", que basicamente é Verde. - Por que não tem algo novo com alguém? - olhou ao redor. - Olha aquele ruivo bafônico ali! - apontou para um deus. - Tem que mostrar para o Kacchan, que já o esqueceu. 

- Nem toca nesse alcunha, tenho nojinho. - fiz uma careta. A arte da pederastia* está me dominando, Deus. 

- Eu concordo com a Ochako, Midoriya... - Até o puto do Olho de Bila está com audácia para com a minha pessoa. 

- Eu não queria ir, mas vou. - suspirei. - Quero é mais que o Katsuki pegue esse gelo que ele me deu, coma e cague iceberg. - revirei os olhos, indo até o ruivo. 

Certo! Tenho que agir naturalmente. É só um garoto como eu; normal, como eu... né?

Tropecei em um bêbado que mais parecia um andarilho. Parei com a cara praticamente no pênis do ruivasso... 

ESPERA, QUÊ?

Olhei para cima com os olhos arregalados. O moço me olhava sem entender. 

Levantei-me rapidamente, ajeitando os cabelos. Essas porras não param quietas! Vou meter chapinha da próxima.

- O-Oi... - disse, tímido. 

Eu parei com a cara no saco dele, então nada mais justo do que enrrubecer para parecer que foi sem querer... Huhu, eu já tinha visto o bêbado, aquilo tudo foi apenas uma encenação. Acreditem ou não.  

- Ah, oi. - sorriu. 

AI MEU DEUS, ELE TEM OS DENTES PONTUDOS. Essa porra é algum tipo de descendente de jacaré? Eu sei, foi bem bosta. Foda-se, ele continua lindo mesmo assim.

- Eu sou o Izuku. - sentei ao seu lado no bar. - Izuku Midoriya. 

Ele golou sua bebida, fazendo uma careta.

- Eijirou Kirishima. - deu de ombros. - Em que posso te ajudar?

"Poderia enfiar a língua na minha goela na frente do meu ex? Preciso me vingar."

Seria mais direto dizer dessa forma? 

- Conversar. - sorri. - Faz alguma coisa da vida?

- Estudo agronomia. - sorriu. - E você? 

Mentira que aquele deus é um Menino do mato!

Me recuso a acreditar. 

- Psicologia. - disse.

- Podemos conversar em outro lugar, o que acha? - sorriu sugestivo. 

XxX

Aqueles lábios gostosos eram prensados contra os meus com vontade, fazendo-me ânsiar por mais.

Puxei-lhe os cabelos da nuca, ouvindo-o gemer. Ruivo gostoso da porra, me invade, caralho.

- Doutor, Você é fazendeiro? - essa é velha, Eiji. Sorri. - Porque fez minha beterraba crescer. 

- Não é pepino? - inquiri, pousando as mãos em seu ombro. Que projeto de gigante é esse homem? 

- É sim. Só quis fazer graça. - capturou minha boca novamente. 

Estávamos dentro do banheiro. Não era o melhor lugar para pegar alguém. No entanto, quis um cômodo com menos gente. 

Adentrei as mãos por sua blusa, traçando os gominhos perfeitos de seu abdômen. Senti meu âmago dar pequenas pontadinhas de ansiedade. 

Paramos quando ouvimos a porta quase ser arrombada, por uma voz que eu conhecia muito bem.

- O CARALHO, ABRE ESSA MERDA LOGO, EU QUERO MIJAR! - Katsuki gritou, esmurrando o pobre objeto. 

Eu ia ignorar e voltar ao que fazia, até ter uma idéia. 

- Você me ajuda em uma coisa? - sussurrei para Kirishima, sorrindo maroto. Ele acenou positivamente. - É meu ex quem está querendo arrombar a porta... - mordi o lábio inferior. Não sabia se ele ia concordar com tamanha peripécia. - pode fingir que estamos transando? Quero dar o troco... 

- Claro! - sorriu. - Entretanto, isso tudo vale um beijo. 

- Eu dou! - sorri em expectativa. Minha vida podia estar melhor, meu Jesus?

- EU VOU ARROMBA... - cortamos sua fala. 

- AH, KIRISHIMA, MAIS FORTE! - gritei, fazendo barulho de tapas. - ME FODE FUNDO!

- SEU FILHO DA PUTA GOSTOSO! - sabe quando você puxa a bochecha, e ela faz barulho de punheta? Pois então, ele começou a fazer aquilo.  

- ISSO, CONTINUA ACERTANDO AÍ! - segurei-me para não rir. Havia uma grande possibilidade de ele não estar ouvindo, mas não custava tentar. - AH, SEU GOSTOSO DO CARALHO! TRANSA MUITO MELHOR QUE MEU EX! - me taquei que nem largatixa na parede. 

Eu provavelmente estaria todo fodido amanhã, mas quem se importa? 

- EU VOU GOZAR! - gritou. 

Para acabar fizemos um "ahh" como se estivéssemos gozado. Sorri maroto, beijando seus lábios. 

- Seu pagamento. - sussurrei. - Muito obrigado. 

Bagucei os cabelos enquanto ele desfivelava a calça. 

Abri a porta, fingindo arrumar os cachos, e Kirishima a calça. Quase não consegui reprimir o sorriso, ao ver que, Bakugou estava parado lá. Suas orbes vermelho-sangue, estavam arregaladas.

- Aqui está meu número. - Eiji me entregou um papel. Era aquelas porras de gás. Mas meu Deus! Por que esse deus não está na globo como ator ainda? - Podemos nos encontrar de novo. - piscou. 

Sou grato por toda minha vida à você, chuchu.

- Claro, bebê! - sorri malicioso, vendo-o se distanciar. 

Fitei de rabo de olho o loiro. Ah, como eu amo a carinha de puta que ele está fazendo agora...

Virei-me para ir embora, até sentir meu pulso ser agarrado. 

- O que foi isso? - olhou-me com raiva. - Na verdade, o que foi esse combo? 

- Combo? - acho que ele se referia à isso, e ao incidente do palco. - Oh, entendo. - sorri, pondo a mão na boca. - Quer participar da próxima vez? Nós deixamos você olhar, claro! 

Estou virando uma bicha maldosa. Adoro. 

- Você... Você... ARGH! - rangiu os dentes. - Acha que foi certo o que fez aqui? 

- Pobre coitado! - ri com escárnio. - Até onde eu saiba, nós não temos mais nada, Bucetudo! - soltei-me. - Dois beijos para o recalque! 

Dei as costas voltando a andar para o salão de festa. 

Preciso achar a próxima "vítima", já que meu objetivo aqui é passar o rodo.

XxX

Eu estava me esfregando a meia hora em um cara de cabelos roxos. Era outro gostoso, apesar de ser maior que Kirishima. 

Rocei meu peito no dele, sentido um beijo intercalar entre colo e pescoço. 

Era uma dança sensual, de alguma forma. As pessoas pararam para ver, e um sorriso quase rasgou minha cara ao ver que naquele amontoado de gente, estava Katsuki. Típica carranca nunca saía de sua face.

- PASSA O PAU NELE, SHINSOU! - uma voz gritou. 

Meu Deus, eu não sei se dou risada, ou choro. 

Ele me virou, me deixando com a bunda empinada. Comecei a balançar o traseiro enquanto ele dava tapas leves, fazendo jus ao trecho da música que tocava.

Dou tapinha na potranca

Com o bumbum ela balança

Yuri chama de malandra

Ela vai se apaixonar

Movi os quadris para trás, roçando-me mais no arroxeado. Fiz tudo isso olhando para a cara do Bakugou. Ele olhava-nos com raiva, e parecia que a qualquer momento ele ia lá e mataria nós dois.

Eu estou muito ousado hoje. Segunda música que estou tentando dar o melhor de mim. Dançar nunca foi do meio feitio, mas estou adorando rebolar a raba. Eu não queria falar nada não, mas minha bunda é bonita! Puta que pariu, não é ego não, mas olha que porra bem feita!

Me levantei e comecei a beijar o pescoço de Shinsou, enquanto apertei sua bunda. Ele sorriu. 

- DEKU! - a voz estonteantemente chamativa do loiro gritou. Foi até mim, puxando-me. - O QUE PENSA QUE ESTÁ FAZENDO? 

- ESTOU CATANDO ALGUNS NOVINHOS! NÃO VÊ? - rebati, soltando-me enquanto o fitava sério. 

- O caralho! - cerrou os punhos. - Primeiro o ruivo, agora esse?

- Estou mais que pronto para aderir um relacionamento poliamor! - cruzei os braços, provocando-o.

- Para com essa merda, seu bosta! 

- VOCÊ QUEM TERMINOU COMIGO! - gritei. Puta bicho volúvel esse Katsuki.

- EU NÃO TERMINEI COM VOCÊ, ANIMAL!

- MEU CU QUE NÃO! - apontei o dedo em sua cara. - VOU DAR NA SUA CARA SE DISSER QUE NÃO TERMINOU! - se aproximou de mim, ficando a poucos metros.

- E se eu quiser dizer de novo? - agarrou minha cintura, colando nossos corpos. 

Ora, seu belo de um filho da puta!

- Não me obrigue a repetir, Katsuki... - disse baixinho, apenas para ele ouvir. Fitei Hitoshi. Ele e Kirishima conversavam. Preciso agradecer aos dois depois. 

- Eu não terminei com você, idiota. - colou nossas testas. Fechei os olhos na expectativa do beijo, que logo veio. Amoleci totalmente em seus braços. 

Droga! Odiava ainda ser totalmente submisso à esse loiro. 

XxX

- VOCÊ PASSOU O RODO? - Ochako gritou, no meio do pátio da universidade. 

- Passei gostoso! - disse. 

- Eu não acredito! - exclamou surpresa. 

Era dia seguinte, e eu estava com uma ressaca do caralho. Nunca mais bebo na vida. 

- Mas... se eu disser, que até o Katsuki entrou no meio disso, você me perdoa? - mordi os lábios. Seu sorriso foi morrendo as poucos, dando início à uma carranca. - Ah, qual é! Ele ajoelhou na frente da boate toda, e me pediu perdão! Não tinha como eu não aceitar, não é? - mexi as mãos. 

Sim, era verdade. Kacchan havia implorado por perdão, e disse que nunca mais ia fazer merdas como aquela. Não entendi muito, mas aceitei reatar as coisas. 

A garota na minha frente soltou um suspiro. 

- Tudo bem. - maneou a cabeça. - Se está feliz, eu estou também! 

Sorri. Ocha era uma boa amiga. 

Apesar de tudo, e da minha noite maravilhosa, eu havia feito "as pazes" com Kacchan. 

Só sei que agradeço à todas as pessoas que me ajudaram à reatar esse namoro. Meu coração partido havia se juntado novamente. 



















Notas Finais


Cabei men.

Pederasta: Gay.

Esse capítulo foi totalmente dedicado ao @Maiev. TE AMO, MOZI ♥ Espero que tenha gostado.

Agora, no geral: Não sei se gostaram desse final onde o Izuku e Katsuki voltaram. Mas, fazer o q? Como sempre digo:

Gostou? Obrigada.
N gostou? N gostou.

Quer me deixar feliz? COMENTE! Me ajuda mt :D

Bejo' na boc ♥


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