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História Você que me faz feliz - Gerlili - Capítulo 27


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Notas do Autor


Gente, mil desculpas pela demora!! Esses dias eu estava sem conseguir escrever, não saia nadaaa! Mas to de volta! Ahh, se tiver algum erro ortográfico, perdoem-me, não revisei pra postar mais rápido!

Capítulo 27 - Eu tenho uma surpresa pra você.


Fanfic / Fanfiction Você que me faz feliz - Gerlili - Capítulo 27 - Eu tenho uma surpresa pra você.


Lili: Tudo bem... vamos, dona Léa! — Ela fala e segue a futura sogra. 


Elas vão andar pelo local, enquanto Germano e Mariana ficam na casa. 


Depois de Lili conhecer toda a fazenda, ela é dona Léa sentam em um banco perto de um lago que havia no local, e a mais nova se pronuncia.


Lili: Dona Léa, aqui é muito lindo! Eu amo lugares assim, sabe? Me transmite uma paz tão grande! Eu estou muito encantada por essa fazenda! 


Léa: Eu também adoro aqui... sempre venho com a Mariana! 


Lili: E o Germano? Ele não vem com vocês? 


Léa: Ah, Lili... eu vou ser bem sincera com você. Desde que a ex-noiva, de um jeito ou de outro, agora ela é ex, né? — Lili assentiu. — Desde que ela faleceu, Germano se fechou, ficou infeliz, não quis saber de nada, nem de ninguém. Ele só vinha pra cá quando precisava comprar algum material que o caseiro pedia, mas logo voltava pra casa. Ele não vinha com a gente relaxar, ele só ficava em casa, no quarto ou no escritório. Desde antes de vocês se conhecerem, eu não via um sorriso sequer no rosto do meu filho...


Lili: Nossa, dona Léa... eu não sei nem o que falar... 


Léa: Lili, desde que você chegou na vida do Germano, desde o primeiro dia que vocês se viram na Bastille, parece que tudo se iluminou de novo. Você tornou os dias cinzentos, em dias felizes, coloridos. Você trouxe a felicidade para o meu filho, você deu forças para que ele conseguisse sair do luto, daquela vida monótona em que ele vivia... e eu sou muito grata à você, minha querida! 


Lili: Não precisa agradecer... o Germano me ajudou muito também! Ele é muito especial e foi essencial na minha vida. 


Léa: Como assim, Lili? 


Lili: Eu contei pra ele hoje, mas vou te contar também... eu fui abusada pelo meu ex-namorado durante 2 anos. Depois disso, não consegui me relacionar mais com ninguém, eu tinha medo, era insegura, tudo isso até o Germano aparecer... eu estava desacreditada do amor, não conseguia confiar em ninguém, não conseguia olhar pra um homem direito, mas o Germano chegou e mudou tudo. 


Léa: Nossa, Lili... imagino o quanto deve ter sido difícil pra você! 


Lili: Sim... foi muito difícil! Desde que eu vi o Germano pela primeira vez, eu confiei, consegui me aproximar dele. Quando ele quis me beijar, eu cedi porque senti confiança. Mas quando ele quis ir pra cama comigo, eu fiquei com receio, por medo, sabe? Eu via nos olhos dele que ele não faria nada comigo, mas a insegurança sempre falava mais alto. 


Léa: Eu entendo, Lili... e não é porque o Germano é meu filho não, mas eu tenho certeza que ele não faria nada de ruim pra você, ele te ama tanto! — Ela sorri.


Lili: Eu também o amo muito. Nunca pensei que fosse capaz de amar alguém da maneira como eu amo o Germano, ele é o amor da minha vida. Às vezes, eu fico meio insegura, não sei se ele quer algo sério comigo, tenho medo dele se cansar e me deixar, mesmo a gente não tendo nada... 


Léa: Lili, o Germano te ama! Ele diz que você é a mulher da vida dele, você já faz parte dos planos futuros dele! Não pensa isso... ele quer você! 


Lili: Falando em querer... será que a gente já pode voltar? 


Léa: Claro... vamos! 


Enquanto isso, na casa, Germano estava concentrado organizando a surpresa para sua amada, mas estava com medo de Lili não gostar ou não aceitar. 


Mariana, vendo que seu irmão estava nervoso, resolveu quebrar o silêncio.


Mariana: Ei, irmão, fica tranquilo, ela vai amar a surpresa.


Germano: Será? Você acha que ela vai aceitar? — Ele pergunta nervoso.


Mariana: Lógico que vai! A Lili te ama, Germano, dá pra ver nos olhos dela! Mas, mudando de assunto... e aí? Como foi a noite? — Ela sorri empolgada.


Germano: Ah, Mariana, eu não quero falar sobre isso!


Mariana: Deixa de coisa, Germano! Nós somos irmãos e eu não perguntei nada de mais.


Germano: Tá, tá... foi uma noite maravilhosa, a melhor da minha vida, e a Lili é perfeita! — Ele sorri bobo.


Mariana: Eu fico muito contente em te ver assim... feliz, todo apaixonado! — Ela também sorri. — Sabe, Germano, eu nunca pensei que fosse te ver assim feliz de novo. 


Germano: Eu confesso que também pensei que não pudesse ser feliz novamente. Mas, quando a Lili chegou na minha vida, ela mudou tudo, trouxe alegria, amor, me trouxe felicidade. Escreve o que eu estou te dizendo, eu ainda vou casar com essa mulher!


Mariana: Vai com calma, Germano! Tudo no seu tempo, se não vai acabar espantando ela.


Germano: Será? Mas ela é a mulher da minha vida! 


Mariana: Sim, eu sei disso... mas vai com calma! Eu digo isso pro seu bem e pro dela também... 


Germano: Tá, tudo bem. — Ela pausa. — Olha, vamos fazer assim, quando a Lili e a mamãe chegarem, a gente almoça e depois eu invento de fazer algo com ela. Deitar na rede, qualquer coisa... quando você ver que está escurecendo um pouco, você sobe e acende tudo no meu quarto, ok? Aí eu subo com a Lili. Ah, não é pra você e a mamãe subirem, não garanto que vocês vão encontrar pessoas vestidas no quarto. 


Mariana: Tá bom, irmãozinho, entendi tudo, agora disfarça que elas estão vindo! 


Assim que Mariana termina de falar, Lili e dona Léa já vão entrando na casa. 


Léa: Voltamos! 


Germano: Que bom, vocês demoraram! — Ele vai na direção da Lili e lhe dá dois selinhos. — E aí, minha linda? Gostou? 


Lili: Meu amor, eu estava comentando com a sua mãe, aqui é lindo demais! — Ela diz, enquanto já estava abraçada à ele.


Germano: Fico feliz que tenha gostado, vou te trazer mais vezes então! 


Lili: Eu vou amar. — Ela diz e eles dão um beijo apaixonado, mas que é interrompido por Mariana


Mariana: Vamos almoçar enquanto a comida está quente, depois o casalzinho namora o resto do dia, se quiserem! 


Lili: Nós não somos um casal! — Ela rir, enquanto Germano, que estava abraçado por trás dela, beija seu pescoço. 


Germano: Ainda não somos um casal, ainda! — Ele sussurra no ouvido dela e a vira e dá um selinho. 


Eles almoçam, falam sobre várias coisas aleatórias e logo terminam. 


Lili: Amor, vamos subir pra descansar um pouco? — Ela fala, já se levantando. 


Germano: Não! — Ele grita e a empurra para que ela pudesse se sentar novamente. 


Lili: Credo, Germano! Precisa dessa ignorância toda? 


Léa: Meu filho, isso é jeito de tratar a Lili? 


Germano: Foi mal, mamãe. — Ele olha pra mãe e, em seguida, olha pra Lili. — Desculpa, minha linda. É que... é que eu queria... queria ficar deitado na rede com você. — Ele fala gaguejando. — Queria ficar observando a paisagem, sentindo o vento bater na gente, descansar abraçadinho com você... — Ele pega a mão dela e deposita um beijo


Lili: Germano, por que você tá nervoso? — Ela percebe o jeito dele.


Germano: Eu tô normal, meu amor. Vamos pra rede? 


Lili: Tá bom, vamos... — Ela concorda, mas não se convence da resposta dele.


Eles vão de mãos dadas. Assim que chegam na área externa da casa, Germano se deita e segura a mão de Lili para que ela se deite junto com ele. O mesmo percebe o silêncio desconfortável que estava presente ali e resolve quebrá-lo.


Germano: Aqui é lindo, né? Eu quero vir sempre com você agora. — Ele dá um beijo na cabeça dela e começa a alisar seus cabelos. 


Lili: É... aqui é lindo mesmo. — Ela fala meio triste e Germano logo percebe. 


Germano: Lili, meu amor... por que você tá assim? 


Lili: Assim como, Germano? Eu tô normal... 


Germano: Não tá não. Eu já te conheço o suficiente pra saber que tem algo acontecendo, me fala vai... 


Lili: É que... eu fiquei chateada com o jeito que você agiu comigo. Você gritou e me empurrou para que eu sentasse novamente, pareceu até o meu ex-namorado. 


Germano: Lili, não me compara com esse cara! 


Lili: Desculpa, Germano, mas é verdade, você agiu que nem ele, e até agora eu não entendi o por quê.


Germano: Me perdoa, meu amor. Eu não quis ser grosso com você. É que eu já estava com a ideia de vir pra rede ficar com você, então quando você disse que iríamos subir, eu fiquei chateado e fiz a primeira coisa que me veio na cabeça. Você me perdoa? — Ele pega uma das mãos dela e começa a alisar. 


Lili: Tá bom, mas me prometa que você não vai mais agir assim. 


Germano: Eu prometo, minha Lili! Eu te amo! 


Lili: Eu também, meu brutamontes! E eu amo mais ainda quando você me chama de “minha Lili”! — Ela inclina e dá um selinho nele, que acaba virando um beijo. 


Após o beijo, eles ficam conversando sobre coisas aleatórias, trocando carícias e aproveitando a paisagem e o ar fresco. Sem perceberem, acabam sendo vencidos pelo cansaço. 


Tempo depois, Germano acorda primeiro que Lili, mas fica impossibilitado de sair da rede, porque se fizesse tal ato, ela acordava. O dia já estava quase escurecendo e Germano começou a ficar nervoso mas, por sorte, Mariana aparece. 


Mariana: Germano, já vai dá 17 horas. 


Germano: Eu percebi, mas não posso sair daqui, se não a Lili percebe e acorda. Você já ligou tudo lá? — Ele sussurra para que Lili não possa ouví-lo. 


Mariana: Já sim, já tá tudo pronto. Faz assim, acorda ela, senão não vai dá tempo. 


Germano: Ah, Mariana, eu tô com pena... olha como ela tá dormindo, tão linda... — Ele sorri bobo, olhando pra amada e fazendo carinho nos cabelos dela. 


Mariana: É, mas se você continuar com pena, as horas vão se passar e eu que vou ficar com pena de você, por sua surpresa não ter dado certo. 


Germano: Tá bom... eu vou acordar ela. Mas sai daqui porque se não ela vai estranhar. 


Mariana: Boa sorte! — Ela sussurra e sai. 


Germano fica inquieto e começa a se mexer, até que acorda Lili. 


Lili: Germano, tá tudo bem? 


Germano: Meu amor, desculpa por ter te acordado, volta a dormir vai. 


Lili: Tá bom. — Ela fecha os olhos e tenta dormir novamente, mas não consegue porque Germano não para de se mexer de propósito. — Germano, o que é que você tanto se mexe? 


Germano: Desculpa... é que minha coluna tá quase quebrando de tanta dor. 


Lili: Vamos subir então, lá você descansa e fica mais confortável... por que não me disse antes? 


Germano: Eu não queria te acordar, você tava tão linda dormindo. 


Lili: Ôh, meu bem, falava e a gente subia. Vamos? — Ela sorri de lado.


Germano: Vamos! — Ele fala animado.


Lili: Que animação pra quem só vai trocar de lugar para dormir. — Ela dá uma breve pausa. — Germano você tava querendo desgrudar de mim? 


Germano: Não, minha linda. Era só a coluna mesmo. 


Ela sai da rede, eles entram na sala e sobem as escadas. 


Germano: Amor, eu tenho uma surpresa pra você. — Ele fala já no andar de cima, parado no pé da escada.



Lili: Surpresa? Que surpresa? 


Germano: Se eu falar, deixa de ser surpresa. Você confia em mim? 


Lili: Claro que eu confio, Germano. Mas o que você está aprontando? 


Germano: Logo você descobre. Coloca esse tapa-olho. 


Lili: Germano, eu tô começando a ficar com medo. 


Germano: Calma, minha linda. Não precisa ter medo e nós já estamos chegando. 


Assim que ele termina de falar, eles param na frente do quarto.



Germano: Eu vou entrar com você e vou tirar seu tapa-olho, ok? 


Lili: Tá certo.


Eles entram e Germano para Lili em um ponto estratégico do quarto


Germano: Fecha os olhos, eu vou tirar seu tapa-olho agora e vou contar até três. Você só abre quando eu terminar de contar. 


Com cuidado, Germano tirou o tapa-olho e Lili estava de olhos fechados, esperando ele contar. 


Germano: Um, dois, três. Pode abrir os olhos, amor. 



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