História Você Sempre Será Minha! - Capítulo 10


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Palavras 1.117
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Hentai, Lírica, Musical (Songfic), Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Suspense, Terror e Horror
Avisos: Linguagem Imprópria, Sadomasoquismo, Suicídio, Violência
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Notas do Autor


Oie, meus amores!
Mais um cap estranho e lindinho... <3
Boa Leitura, my little lovies!

Capítulo 10 - "Sabe Que Plágio É Crime, Mauricinho?!"


 

 

 

Pov's Maggie

 

 

Vicent fechou a porta atrás de si, e depois, me olhou. 

 

Também o encarava. Parecia que tínhamos acabado de sair da piscina, só que havia a exceção de nos termos molhado com roupa. Observei-me de cima a baixo. Digamos que a primeira coisinha que me saltou à vista foi possuir o casaco riquinho de Macedo vestido; e não era que apesar de me ficar bem grande, me deixava bem fofinha? Fixei nas suas mangas, que me cobriam por inteira. 

Ele, ao contrário de mim - que ainda tinha seu casaco vestido e parecia estar cheia de roupa -, possuía apenas uma camisa social encharcada, e que colava em sua pele morena, mostrando assim, suas marquinhas peitorais. Seu cabelo também grudava em sua testa, e ele, após perceber isso, também o abanou, com delicadeza, lhe passando a mão para o arrumar, devidamente. 

Macedo também sorriu, se dirigindo a mim. Ajeitou meu cabelo, que também estava colado em minha testa, e eu, com alguma dificuldade, graças ao comprimento das mangas, agarrei seus braçinhos, carinhosa e cautelosamente, como se aquilo fosse mais do que um gesto, e eu estivesse confissando algum segredo.

 

 

- Meu casaco em você fica encantadoramente perfeito!

- Então, não? Ele me fica a matar! - Brinquei, um pouquinho. 

- Me pode explicitar melhor essa coisinha das certezas?! - Ele questionou, mergulhando no infinito dos meus olhinhos. 

- Só quis assegurar-me de que aquilo que sucedeu lá fora, não foi um sonho. 

- E esclareceu suas dúvidas, hm? - Perguntou, novamente, sorrindo como um príncipe encantado. 

- Grande parte, sim! - Sussurrei, de volta, completamente corada e envergonhada.

- Quer que eu esclareça as restantes, Maggie...? 

 

 

Macedo de verdade, não conseguia ser sedutor! Ou, se conseguia, era de um jeitinho muito fofo. Naquele preciso momento, com ele se aproximando de mim, sabia bem o que ele queria: mais selinhos e mais beijinhos. E, tenho de declarar, eu também os adorava, desejando voltar a ser beijada com ternura por aqueles lábios cor de carmim. Mas, estava na hora, de me fazer de estranhazinha!

 

 

- Não, Macedo; eu não necessito que me esclareça mais nada! - Desviei meu rostinho para o lado, e o deixei no exato instante em que abri a boquinha. - Eu necesito, é de me trocar. Pois, roupa encharcada, dá gripe certa. Por isso, dê licença!

- Ahhh... Era o que faltava; esse quarto também é meu. E não foi vc que disse que o banheiro poupava sua filosofia de vida? Que eu saiba, ele está livre, todinho para si, se quiser...

- Ayyy! Você consegue ser impossível. Eu te odeio! - Exclamei, já pegando um conjunto qualquer e o levando comigo. 

- Fala sério que me odeia? Não pareceu nada... Ainda há bocadinho, estava rendida em meus braçinhos, né, amorazinha.

- Aí, você é... - Não sabia bem o que ele era; uma vez que também não sabia o que replicar. 

- Uau! Maggie Menezes, sem uma resposta na ponta da língua?

- Para sua informação, eu não estou sem uma resposta na ponta da língua! Bem, pelo inverso. Apenas não quero machucar seus sentimentos! - Murmurei, e quando estava pronta a virar-me para um duche, ele me chamou. 

- Maggie! Meu casaco. - Ri para mim mesma, e num ato só, despi seu casaquinho e o joguei em qualquer canto. 

 

 

                                                                           (-º-)

 

 

Comecei me despindo, e fui trocando as peçinhas húmidas por umas secas, e lavadas. 

 

Contemplei-me no espelho. Tinha os olhos inchados, apesar de já não deixar lágrimas caírem. Passei as pontinhas dos meus dedos por cima dos meus lábios carnudos, e sorri que nem uma bobinha. Mas porque raios eu estava massageando as pontas dos dedos em meus lábios, que nem uma doidinha?

Uma coisa eu tinha certeza absoluta: não estava assim pelo nerd mauricinho! Sequei meu cabelo ruivo, de seguida, saindo do quarto. Macedo, para variar, se encontrava vestindo. Parei em frente ao ducheiro, e me encostei na parede, admirando cada gesto seu. Creio que ele não tinha dado pela minha presença; pois estava relaxadinho. Pescou sua camiseta, e a vestiu, a arranjando logo depois. 

Levou após, uma mãozinha em sua cabeça, alinhando ainda mais seu penteado até buscar a perfeição inexistente. Coçando depois a mesma, se mostrando nervosinho sem porquê. Pegou ainda no seu casaquinho que antes me emprestara, e o cheirou, com doçura, o pondo no ombro de volta. Gargalhei, com o ato; e mordi meu lábio inferior. 

 

O moreno, por fim, me notou; sorrindo muito mais do que o seu costume; me fazendo sorrir junto.

 

 

- Já saiu de dentro do seu melhor amigo?

- Quem disse que o ducheiro é meu melhor amigo?!

- E não é? Pensei que garotinhas como vc, gostassem de ter um melhor amigo que não fizesse perguntas; que não fosse chatinho e futilzinho; e que não estivesse sempre enchendo o saco contando histórias de esmaltes, ouro e pedras preciosas! Ou comentando do garoto que deu um fora nela, e a deixou beber sozinha um suco de laranja, numa mesa e num barzinho qualquer da praia! Cri que o banheiro fosse o ideal e que respeitasse todas essas suposições. 

- Quem está sendo apenas trouxazinho é você, com esse papinho, Macedo...

- Ok! Não abro mais a minha boquinha, Maggie. - Ele se virou, começando a arrumar toda sua roupa espalhada pela cama. 

 

 

Não sei o que deu em mim, quando senti necessidade de o ajudar a fazê-lo, de imediato.

 

 

- Sendo altruísta?! - O moreno inquiriu, quando pescou a última peçinha de roupa da minha mão.

- Porque foi à minha procura? - Ignorei sua questão, e refiz outra para ele. O parando, repentinamente.

- Não foi vc que disse que amigos são para essas coisinhas?! - Macedo passou sua mão por meu rostinho, deixando uma breve mechazinha em seu devido lugar, com amor. 

- Pensei que gostasse de ser um pouquinho mais original. Sabe que plágio é crime, Mauricinho?!

- Você não me permite possuir direitos de autor, Maggie? 

- Nunca! - Sususrrei, rindo exteriormente, enquanto meu interior tremia com nossa intimidade. 

- Nunca, devemos falar 'nunca'. Afinal, um nunca, pode virar um 'para sempre'!

- O para sempre, 'sempre' acaba...

 

 

Nós cada vez nos aproximávamos um do outro, e o metro mísero que anteriormente era a única coisa que nos distanciava um bocadinho, foi reduzido a centímetros, até se quebrar por completo. A mão de Vicent não havia se desgrudado do meu rostinho, e por muito que eu dissesse que não queria, sabia que, bem lá no fundo, eu estava adorando ter ele tão perto de mim. 

 

 

- Maggiezinha! Como você está? - Ouvimos a voz de Lua. - Ops! Não sabia que... Cheguei em hora fraca?

 

 

 


Notas Finais


Owww... <3


Esses dois são a fofura em pessoa, né!
Aproveitem, pois não sei quando voltarei a escrever essa fic...

Estive focando nessa e em Solthur; e agora focarei noutras!
E depois; quando as aulas regressarem, não escreverei nada...

Então, deliciem-se agora, e deem muito amor para vossa unnie...
Vos amo a todos, sem exceção; beijinhos e abraçinhos!


BY: #GuidaCullen <3


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