História Volcán - Capítulo 19


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Categorias MasterChef Brasil
Personagens Personagens Originais
Tags Farosella, Fogasella
Visualizações 337
Palavras 1.084
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Romance e Novela
Avisos: Adultério, Álcool, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Hello manas lindas!
Bora pra mais um capítulo, espero que estejam gostando 😊

Print da sempre lacradora @sweet_florencia. Quem ainda não seguiu, segue lá que é vida 😉

Capítulo 19 - O Coração Dispara


Fanfic / Fanfiction Volcán - Capítulo 19 - O Coração Dispara

Já bebeu tanto assim? – perguntei. Henrique ficou meio sem graça.. mexeu nas mãos, olhou pra baixo, olhou pro Pato e disse: Ah... vocês chegam aqui juntos, atrasados... meio esbaforidos e... pô, o cara tá de cabelo molhado. Parece que acabou de sair do motel. Tomei um gole d’água que havia acabado de ser servida a mim e falei: Lamento que a sua mente seja tão pervertida e limitada a ponto de você só conseguir chegar a essa conclusão vulgar. Ele pareceu se irritar e disse: Porra Paola, precisa falar assim? Odeio quando cê me trata que nem um imbecil. Eu respondi: Acho engraçado, Fogaça, que você é quem me fez uma pergunta imbecil e depois quer reclamar da resposta. Pensa bem na primeira coisa que você me falou antes mesmo de me dar oi. Ele pareceu arrependido: Desculpa. É que... não é só por isso. Sei lá, nesses meses que a gente tem trabalhado junto eu percebo que vocês dois tem muita intimidade. No jeito que se tratam, que conversam... às vezes chegam ou vão embora juntos... E eu: Pois é, Pato é meu amigo. Meu melhor amigo. Já tem alguns anos. Eu namoro o Jason. Não traio, Henrique. Pelo menos até hoje nunca traí ninguém – ele abaixou a cabeça – e se chegamos desse jeito é porque algo aconteceu. Ele não está bem e eu estava dando uma força, afinal é isso que amigos fazem, no? Henrique respondeu: Sim. Me desculpa mais uma vez. Eu falei: Tudo bem.

O jantar transcorreu agradável tirando a vontade enorme que eu tinha de me esconder embaixo da mesa cada vez que eu aparecia no programa e da cara de sofrimento do Pato que todo mundo percebeu. Ele estava realmente apaixonado pela Ana. Nunca tinha visto Pato assim. E ele era tão legal, por que essa peste não correspondia? Calma Paola, também não precisa pensar assim dela – eu como sempre, brigava comigo mesma – ela diz que tem namorado. Deve gostar dele. Coitado do Pato. Mas afinal cadê esse namorado? Ele não tinha ido ao jantar. Seria o namoro dela igual ao meu com Jason? Se fosse, a melhor coisa a ser feita era largar esse cara e ficar com Pato. Ele valia a pena. Eu largaria o Jason pra ficar com o Henrique se ele valesse a pena... se eu conseguisse confiar nele... se não tivesse tanto medo... chega! Melhor desviar esses pensamentos porque senão quem vai ficar na bad é você, Paola.

São Paulo, 17 de Dezembro de 2014

A final do MasterChef havia chegado, e há poucos minutos Elisa tinha ganhado o troféu de campeã. Estávamos todos em clima de festa na Band, principalmente pelo sucesso do programa. Eu estava um pouco mais confortável em me assistir, e feliz por ter me aproximado mais de Ana Paula e Jacquin. Nós, juntamente com o resto da equipe, já parecíamos uma família. Há poucos dias havíamos assinado um contrato garantindo a realização da segunda temporada e da versão Junior para o ano seguinte. Pato seguia sofrendo por Ana, só que mais conformado, sem tanto whisky. Tínhamos combinado de ir a uma festa depois da final. Assim como na estreia, Jason não estava no Brasil, e eu não estava muito animada. Pato que insistiu: Vamos nena, a gente faz companhia um pro outro. Eu também preciso que alguém me distraia de ficar vendo a Aninha aos beijos com aquele estrupício. Soltei uma gargalhada: Ai Pato... só você pra me fazer rir, coitado do homem. E até parece que eles ficam aos beijos... nem se olham direito. Tá, vamos, vai... mas não vou ficar muito. Ele disse: Combinado.

A festa estava ótima. Pra quem queria ir embora logo, eu estava bem animada. Bebi bastante e curti todas as músicas. Pato me acompanhou. Esse sabia viver. Mesmo com o amor não correspondido pela Ana quase nunca se deixava abater. Jacquin e Rô também estavam animadíssimos como sempre. Mas senti falta de alguém. Do homem que teimava em não sair dos meus pensamentos. Já fazia mais ou menos uma hora que eu não via Henrique. Onde estaria? Senti que precisava ir ao banheiro e pensei que se caso eu o encontrasse pelo caminho o arrastaria de volta pra pista de dança. Sabia que Henrique não gostava muito daquelas músicas, mas adorava perturbá-lo. Estava quase chegando no banheiro quando vi uma cena que me fez gelar. Henrique, encostado na parede, aos beijos com uma mulher. Fiquei arrasada. E paralisada durante alguns segundos. Depois, segui para o banheiro. Dentro da cabine senti meu peito arder. Tinha ficado até sóbria novamente. Mas por que você tá assim, Paola? O homem é livre. Você tem namorado. Se bem que eu acho que se visse Jason aos beijos com outra não me sentiria tão mal... queria eu estar beijando Henrique. Por que não era simples? Queria tanto que fosse... 

Voltei pelo mesmo caminho e não vi mais o casalzinho. Cheguei onde estavam todos e Henrique estava lá. Todo feliz. Lindo. Com a boca inchada e vermelha. Que desgraçado. A qualquer momento a tal mulher poderia voltar. Resolvi não ficar pra ver: Pato, tou indo embora – falei perto do ouvido dele. Ele respondeu: Ah, ainda tá cedo! Pensei que tinha mudado de ideia sobre ficar poco. Tá divertido! E eu: Pra mim já deu, querido. Vou nessa mesmo. Dá um beijo em todos por mim, tchau! Dei um beijo no rosto dele e fui. Fiquei alguns minutos na fila pra pagar minha comanda e quando estava a dois passos da saída, escuto a voz do demônio, quer dizer, do Fogaça, me chamando: Paola!! Parei e me virei. Ele perguntou: Ia embora sem se despedir de mim? Eu respondi: Não quis atrapalhar. E ele: Atrapalhar o que, tá doida? Eu falei: Sua sessão de beijos – drogaaaa, não era pra eu ter falado isso – pensei. Henrique deu uma risadinha que me deu ódio e falou: Cê tava me seguindo? E eu: Claro que não. Você se acha né, Fogaça? Eu fui ao banheiro e te vi. Ele disse: Não era nada. Não sei nem o nome dela. Rolou uns olhares e depois o beijo, foi... – Fogaça, você não me deve explicações – interrompi. E ele: Odeio quando você me chama de Fogaça fora do programa. Apenas revirei os olhos. Ele continuou: Eu te devo explicações sim... sabe por que? – se aproximou de mim até ficarmos quase colados. Levou minha mão até o seu peito. Pude sentir seu coração disparado. Ele falou: 

Porque é só perto de você que eu fico assim.


Notas Finais


Awnt 😍


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