História Voltando a Viver - Capítulo 52


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Categorias Ally Brooke, Camila Cabello, Dinah Jane, Fifth Harmony, Lauren Jauregui, Normani
Personagens Camila Cabello, Lauren Jauregui
Tags Camila Cabello, Camren G!p, Fifth Harmony, Lauren G!p
Visualizações 920
Palavras 1.757
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Comédia, Crossover, LGBT, Romance e Novela, Yuri (Lésbica)
Avisos: Álcool, Estupro, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Intersexualidade (G!P), Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Suicídio, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


HALLO!!!

Viu como sou um Tio muito legal? Ia voltar amanhã só, mas consegui escrever no celular e aqui estou! ME AMEM!

Gente, deve estar cheio de erros, então me avisem pra eu poder corrigir.

Desfrutem e coloquem o coletinho a prova de balas, pq vem tiro aí!

Capítulo 52 - Ressurgindo


POV Camila


-Alô?


-Olá, Kaki? Sentindo minha falta? - Ouço aquela voz que habita os meus piores pesadelos. Sua fala enrolada mostra seu grau de bebedeira.


NÃO! Essa maldita não vai me deixar em paz? Disfarçadamente, eu me afasto de Lauren, seguindo meu caminho, mesmo ela estranhando minha atitude, ela segue para o caminho que ela deve ir.


-Eu quero conversar com você. Você, como uma boa menina que eu sei que você não é, vai me obedecer e escutar cada palavra. Eu quero me acertar com você, Kaki. Hoje. Você vai vir aqui em casa, sozinha, e vamos nos acertar. Se você não vier, alguém muito próximo da sua namoradinha vai se machucar. Você não quer que mais ninguém machuque por sua causa, não é, Kaki?


Merda! Ela está com a Taylor!


-Onde você tá? - É tudo que consigo dizer com o nó que se forma na minha garganta.


-Sabia que você não ia querer machucar sua namoradinha! Mas seu pai, tudo bem você matar, não é Kaki?


-Você quer me ver, me diz onde. - Trinco meu maxilar.


-Para o bem da sua cunhadinha, espero que venha sozinha! Antes de chegar naquela colina onde eu sei que vocês sabem que a sua cunhadinha estava, tem uma rua que vira à esquerda. Você vai ver uma casa amarela e branca quase no meio da rua. Eu vou saber se você vier sozinha. Tic Tac, Kaki!


E silêncio.


Essa merda só está acontecendo com os Jauregui por minha causa, mesmo quando eu não faço nada, eu fodo com tudo.


Para, Karla Camila. Agora você tem que ir ajeitar essa merda toda!


Sem saber direito o que pensar e apenas torcendo para que Taylor esteja bem, acelero o passo, já que Mani saiu com meu carro.


Assim que chego na rua que ela falou, percebo que todas as casas daquela rua são novas, completamente diferentes do que eu esperava. Entretanto, todas parecem vazias. Só parecem, pois uma eu sei que está ocupada.


Passo por casas com fachadas laranjas, rosas, lilás... Mas logo vejo uma única com a fachada amarela e branca. Sugo o ar com força e me aproximo da porta, mas antes que eu pudesse bater, a porta se abre, mostrando uma Taylor apavorada, descabelada e tremendo.


-Vai embora, você não tem que estar aqui! - Digo para minha cunhada.


-Ainda não, Kaki! - Ouço a voz daquela mulher que já chamei de mãe. - Quero conversar com você antes de deixar essa vadiazinha livre. Entra!


Eu entro e vejo a parte interna da casa que possui móveis novos, com uma decoração moderna. E rapidamente a porta se fecha, nos enclausurando lá dentro e exibindo Sinuhe com um pedaço de madeira grande em uma mão e, na outra, uma… Arma?


Automaticamente, jogo Taylor para trás de mim, usando meu corpo de barreira entre as duas e ouço uma risada ácida saindo daquela boca que emana alcoól.


-Se eu quisesse machucar ela, eu já teria feito há algum tempo, Kaki!


-Eu já tô aqui. Ela não tem nada com isso, deixa ela ir embora!


-A família dela toda é culpada! Por sua causa, eles estão roubando MINHA Sofi.


-Ela não é sua, você perdeu ela e a culpa é toda sua. Você afastou ela.


-Você fez a cabeça dela, sua assassina! - Ela se enfurece, fechando o rosto e trincando o maxilar, numa careta que deveria ser feroz, mas é só patética. Aliás, seria patética, se ela não tivesse uma arma apontando para gente. - Você vai pagar por ter afastado a única coisa boa que ficou depois que você matou seu pai! - Ela dá um passo para frente e eu, um passo para trás, empurrando Taylor junto comigo. - Mas antes, Kaki, vamos ter uma conversinha! Você vai amarrar a irmãzinha daquela sapatão. - Ela diz, apontando uma cadeira, onde tem alguns pedaços de corda. - Vai logo, seu monstro! Vai ou ela que vai pagar pela sua rebeldia.


-Você disse que ia soltar ela! - Reclamo.


-E eu vou, depois que eu me acertar com você! Vai.Logo.Com.Isso! - Ela diz em uma espécie de rosnado.


Ainda usando meu corpo como barreira entre as duas, levo Taylor até a cadeira e começo a amarrá-la, murmurando um pedido de desculpas. Eu tento amarrar fraco, mas isso é notado por Sinu, que nos ameaça, mandando eu amarrar direito. Assim que termino, me levanto e me colocando à frente de Taylor.


-Pronto. Agora abaixa a arma e vamos falar sobre o que você quer falar. - Digo baixo, fazendo um gesto apaziguador com as mãos e ela começa abaixar a arma, dando um passo à frente.


A mão com a madeira se levanta numa velocidade surpreendente, não dando tempo para que eu me defenda, sendo atingida no braço com força e caindo no chão, apenas ouço o grito assustado de Taylor. Sinto meu braço latejar de dor e levo minha outra mão até a região, gemendo de dor com o toque.


-Agora a gente pode conversar. Agora você já está no seu lugar! - Ela diz num sorriso grotesco, mostrando seus dentes podres pelo excesso de bebida e falta de higiene. - Sabe, Kaki, pode até ser que eu não fique com Sofia, já que você manipulou ela tão bem, mas você não vai ficar também! - A próxima coisa que sinto é a madeira caindo sobre minha perna e o grito assustado de Taylor. A dor é enorme, mas acho que não quebrou, ao contrário do braço que eu tenho praticamente certeza, se formos analisar a forma estranha que tem no lugar. - Você é uma assassina, Kaki, um monstro! E monstros assassinos não merecem coisas boas, Kaki! - Um chute forte em meu estômago faz com que todo ar suma de modo eficiente, fazendo Taylor gritar novamente. - E a Sofia, Kaki, é MUITO, - Um chute no meu rosto, cortando meus lábios, me fazendo cuspir sangue. Arrancando outro grito de Taylor. - Mas MUITO boa pra você! - Ela revira os olhos. - Um momento! - Dá a volta no meu corpo inerte e pega um pedaço de pano sujo que estava no chão, amarrando na boca da Taylor, deixando a arma numa mesa longe de mim e encostando o pedaço de madeira ao lado. - Menina chata, não te ensinaram que não se deve atrapalhar a conversa dos outros? - Deixa um tapa ardido no rosto de Taylor. - Agora, será que você pode ficar quieta pra eu conversar com aquela assassina? Obrigada! - Diz com um sorriso irônico e volta sua atenção para mim. Você realmente achou que ia tirar ela de mim? Realmente achou que eu ia deixar ela ficar com uma assassina? - Se agacha, olhando em meus olhos, com o cenho franzido e um bico nos lábios, como se estivesse com pena. - Pra uma assassina, achei que você fosse mais esperta!


-Eu. Não. Sou. Assassina! - Digo com o pouco de força que me resta.


-Além de assassina, é mentirosa! Que feio, Kaki! Não foi isso que eu te ensinei! - Um soco em meu rosto, me fazendo cuspir mais sangue.


Exausta, giro meu corpo, ficando de barriga para cima. Olho para Taylor que está chorando copiosamente e deixo meu rosto com a bochecha no chão. Nos poucos segundos que deixo meu rosto caído, percebi que, mesmo que ela faça o que quiser comigo, ela não vai deixar a Taylor ir embora! A obviedade da informação me acerta em cheio, junto com o desespero.


Sinu quer me matar e não vai Taylor solta para abrir a boca. Sinu gira meu rosto para me encarar de novo, mas, antes de ela fixar meu rosto no seu, eu vejo algo metálico no chao. Com um fiapo de esperança, penso que, se for algo afiado e eu conseguir entregar para Taylor, talvez ela consiga fugir. Sinu se levanta, indo até uma estante, ficando de costas para mim. Tentando não fazer barulho nem gemer por causa da dor, consigo alcançar e vejo que é uma faca, escondo ela dentro da minha manga comprida e me esforço para sentar, mas acabo tossindo e cuspindo o sangue acumulado na minha boca, chamando atenção daquela mulher, que deixa um copo na estante.


-Tenho que admitir: Você é teimosa! - Com esforço, consigo me por de pé, quase gritando de dor no braço.


Mesmo cambaleante, sigo para as costas de Taylor, sob o olhar atento de Sinu e me agacho, como se fosse desamarrar a corda, mas, como eu sei que ela me puxaria antes de terminar, apenas coloco a faca em sua mão, antes de ser puxada e arremessada ao chão, caindo em cima do meu braço quebrado, perdendo minhas forças momentaneamente.


-Você acha que vai ser tão fácil, assim? Realmente, você só é burra mesmo! - Recebo um chute em minha barriga e ela se levanta para ir até a mesa e pega a arma.


Com mais esforço ainda, consigo me sentar e chamar a atenção dela.


-Você não quer me matar? Mata de uma vez! - Cuspo o sangue que invade minha boca. - Não é isso que você quer? Que eu seja punida pela morte do meu pai? - Cuspo a nova onda de sangue. - Tá esperando o quê? - Ela se aproxima de mim e desce a coronha da arma na minha cabeça, me levando ao chão novamente.


-Você está certa, exatamente isso que eu quero, mas antes você vai passar por um trecho do inferno que passei esses anos, tendo que olhar sua cara assassina todos os dias, corrompendo sua irmã inocente. - Se levanta e toma espaço, indo até o copo e dando um gole na bebida, enquanto eu me levanto novamente, gargalhando e recebendo um olhar inquisidor.


-Você não sabe o que é inferno, mamãe. Mas você vai conhecer! Você pode até conseguir me matar, não me importo mais, mas você vai pagar, você vai conhecer o inferno de perto, pois, de inferno, mamãe, eu entendo muito bem! - Em algum momento me coloco de pé e dou passos cambaleantes em sua direção, ela me encara com a sobrancelha arqueada e levanta a arma quando estou perto demais. Me aproximo mais, fazendo com que o cano da arma fique na altura do meu peito. Com meu braço razoavelmente bom, seguro sua mão e a firmo na direção do meu coração. - VAI, SINUHE! Mata toda sua vontade! VAI, PORRA! - Ela arregala os olhos em minha direção e eu tento tirar a arma de sua mão, mas ela nota e força ainda mais a mão, enquanto entro em uma disputa desleal.


A última coisa que ouço é um barulho alto, a última coisa que sinto é a dor absurda e a última coisa que vejo é o nada.


Notas Finais


SÓ QUERIA DIZER QUE NINGUÉM ADIVINHOU NADA ATÉ AGORA!

Alguém arrisca opinar o que vai acontecer?

Me amem e me façam feliz (eu mereço): Favoritem, Comentem e Compartilhem.

Beijos, meuzamô <3


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