História Voltando a Viver - Capítulo 53


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Categorias Ally Brooke, Camila Cabello, Dinah Jane, Fifth Harmony, Lauren Jauregui, Normani
Personagens Camila Cabello, Lauren Jauregui
Tags Camila Cabello, Camren G!p, Fifth Harmony, Lauren G!p
Visualizações 882
Palavras 1.090
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Comédia, Crossover, LGBT, Romance e Novela, Yuri (Lésbica)
Avisos: Álcool, Estupro, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Intersexualidade (G!P), Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Suicídio, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


HALLO!!!

Poxa, fiquei triste, ninguém quis deixar mais nenhuma teoria ontem :(

Mas voltei aqui mesmo assim, capítulo pequeno, pois é ponte para mais acontecimentos aahahahaha

Desfrutem!

Capítulo 53 - Sangue


POV Taylor

 

Merda! O que a Camila tá fazendo? Ela tá louca?

 

Ela está enfrentando a mãe em uma visível desvantagem e a merda da faca não tá cortando direito. Ótimo, sua idiota! Você humilha a menina e agora ela vai morrer por sua causa!


O ódio que sinto daquela velha maldita sobe pelo meu corpo, me inflamando e me deixando mais puta por não conseguir cortar a porra da corda.

 

Vai, sua faca inútil, corta essa merda logo!

 

Para minha total alegria, só que não, Camila tenta tirar a arma da mãe. Ela só pode estar louca!

 

Consigo me desfazer das cordas em silêncio, pego uma garrafa de vidro que está na mesa e vou até as duas, descendo com força a garrafa na cabeça da maldita. Mas, um barulho alto me congela, enquanto assisto as duas indo ao chão inconscientes. Camila cai por cima da mais velha, ficando imóvel. Ainda paralisada, vejo sangue escorrendo e a culpa e o medo de Camila ter morrido me consomem.

 

Balanço a cabeça, me livrando da paralisia repentina, e me agacho, próximo às duas e, com cuidado, retiro Camila de cima da maldita.

 

Vejo, assustada, que Camila está ferida na barriga e é de onde o sangue está saindo, enquanto outra poça se forma próximo à cabeça da mais velha. Respiro fundo e penso no que fazer. Eu não sei onde eu estou, essa desgraçada me apagou e eu não tenho meu… Celular? Isso! A Camila deve ter celular!

 

Assim que coloco minha mão sobre seu bolso, sinto o aparelho, só espero que não esteja bloqueado e… Sim, está bloqueado. Digital, pelo menos, pego seu polegar e coloco sobre o sensor e logo a tela desbloqueia, mostrando uma foto dela com minha irmã e elas estão se beijando. Sério, Taylor, já está na hora de desencanar, por sua causa ela está assim! Se você não fosse uma idiota, nada disso teria acontecido! Burra!

 

Balanço a cabeça e acesso a discagem do aparelho, digitando o número de minha irmã.

 

Porra, Lauren! Atende essa bosta!

 

-Camz? Tudo bem? -

 

-Laur, sou eu, a Taylor. Preciso de vocês, a Camila tá machucada! - Digo com urgência.

 

-Taylor? Onde você tá? O que aconteceu com a Camila?

 

-Não sei onde estamos, Laur. - Digo começando a chorar.

 

-Merda, me manda a localização pelo celular.

 

-Tá, espera…

 

Com as mãos trêmulas, mexo no celular, conseguindo mandar a localização para minha irmã e levo o celular ao meu ouvido.

 

-Recebeu?

 

-Recebi! Já tô indo. - Ouço barulho de passos rápidos. - Vocês estão sozinhas?

 

-Não, Laur. A mãe dela tá aqui, ela que me trouxe.

 

-Merda! Onde ela tá? - Sua voz ficando ofegante por conta da corrida.

 

-Desacordada no chão.

 

-Você tem como imobilizar ela?

 

-Tem umas cordas aqui...

 

-Amarra ela! O que aconteceu com a Camz, Taylor? - Prendo o celular entre meu ombro e minha orelha, pegando as cordas.

 

-Levou um tiro, Laur. Vem logo!

 

-Porra! Fica na linha, vou ligar pro pai!

 

A linha fica muda e eu aproveito para colocar o celular no viva voz, deixando no chão, enquanto junto as mãos cadavéricas daquela mulher. De qualquer jeito, arrasto ela pra longe da Camila e amarro a outra ponta da corda na base do aquecedor da sala.

 

-Tay? Taylor?

 

-Oi, tô aqui! - Digo pegando o celular de mal jeito.

 

-Amarrou ela?

 

-Sim. A Camz tá sangrando muito, Laur!

 

-Eu já falei com o pai. Ele e a mãe estão indo aí também. Pega um pano e faz pressão em cima do machucado pra tentar controlar o sangramento.

 

-Tá! - Me estico e puxo um pedaço de pano que estava na mesa e coloco sobre o ferimento, ouvindo ela soltar um gemido.

 

-Continua segurando, até a gente chegar! Eu não tô longe!

 

Ela desliga o celular e eu deixo o aparelho cair no chão, enquanto vejo o sangue escorrer pelo pano e seu braço absurdamente inchado onde ela levou a pancada mais cedo.

 

Não sei quanto tempo foi, mas pareceu que se passou horas, mas ouço barulho de carro e em segundos a porta é escancarada, mostrando uma Lauren descabelada, seguida de perto por meu pai e minha mãe.

 

Minha mãe e Lauren vem até mim e eu cedo espaço para minha irmã tomar meu lugar.

 

-O que aconteceu no braço dela? - Minha mãe pergunta com urgência.

 

-A mãe dela bateu com uma madeira. Ela foi espancada, mãe!

 

-Mike! Fala que ela apanhou também, provavelmente quebrou o braço!

 

Só então percebo que meu pai está no telefone, provavelmente chamando ambulância.

 

Lauren faz pressão no lugar do tiro, enquanto minha mãe vasculha o corpo de Camila, procurando pelas lesões mais graves.

 

Não demora muito e a irmã de Camila chega, pouco depois vem Chris, Dinah e Normani. A última teve que segurar a loira que queria chutar na mais velha, mas logo se aproxima da gente para ver a amiga.

 

-Que porra é essa? Sofia? Me tira daqui, Sofia! Sua irmã enlouqueceu de vez! - A mulher grita assim que acorda.

 

-Eu juro pra você que eu estou prestes a esquecer que você é mulher e quebrar você no meio! - Ouço a voz do meu pai baixa, num rosnado quase irreconhecível. - Você, nunca mais na sua vidinha miserável ouse se dirigir a qualquer um de nós e isso inclui Sofia e Camila. E, se você tiver coragem de encostar em qualquer um dos MEUS filhos, eu vou pra cadeia, mas eu juro que te mato! - Mas, ao invés de ela se assustar com as palavras dele, ela gargalha, ficando com uma aparência medonha, já que seu rosto tem traços de sangue e seu cabelo está ensopado com o mesmo.

 

-Você vai acabar mortinho, igual aquela assassina fez com o pai dela!

 

-Então é uma pena que você não estivesse no lugar dele, o mundo estaria bem melhor. - Ele se agacha, ficando na altura da mulher, segurando seu rosto esquelético em sua mão forte. - Mas, caso queira se juntar a ele, eu posso resolver isso.

 

Antes que a mulher pudesse dizer qualquer coisa, ouvimos sirene se aproximando e parando em frente a casa em segundos e meu pai se levanta.

 

Chris e Normani correm para porta e conduzem os paramédicos até Camila, enquanto um vai em direção à mulher.

 

Eles começam os primeiros procedimentos, enquanto a polícia chega e começa os interrogatórios.

 

A última coisa que entendo, antes de levarem Camila, é que ela perdeu muito sangue e o pavor na cara dos profissionais me deixam ainda mais apavorada.

 


Notas Finais


E aí? Camz vive ou morre? O que vai acontecer? Mandem teorias!

Me façam feliz: Favoritem, Comentem e Compartilhem!

Beijos, Meuzamô!


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