História Voltando a Viver - Capítulo 57


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Categorias Ally Brooke, Camila Cabello, Dinah Jane, Fifth Harmony, Lauren Jauregui, Normani
Personagens Camila Cabello, Lauren Jauregui
Tags Camila Cabello, Camren G!p, Fifth Harmony, Lauren G!p
Visualizações 474
Palavras 1.978
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Comédia, Crossover, LGBT, Romance e Novela, Yuri (Lésbica)
Avisos: Álcool, Estupro, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Intersexualidade (G!P), Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Suicídio, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


HALLO!!!

Tio Pug voltou <3

Desfrutem!

AAAHHH, a história tá entrando na reta final, então fiquem ligados!

Capítulo 57 - Visitando a Mamãe


POV Lauren

 

-SOFIA? - Pergunto incrédula, quando eu chego na sala e vejo a menina na sala, ao lados dos meus pais sorridentes.

 

Chris, que dava passos desanimados no corredor, desce as escadas veloz e puxa Sofia para um abraço apertado. Meu coração se aperta no peito… Eu estou feliz por ter Sofia em casa, mas quero minha latina de volta, quero abraçar ela assim, sentir seus braços me apertando.

 

-Que? Como? - Chris pergunta abobado, ainda apertando minha cunhada em seus braços.

 

-O advogado é amigo do Juiz e explicou tudo o que realmente aconteceu e ele mandou chamar a Sofia pra explicar tudo. Quando ela falou que a assistente  estava apenas fazendo uma retaliação, por causa do que aconteceu com o filho, o Juiz ficou totalmente puto da vida, mandou dar a guarda definitiva da Sofia pra gente e disse que vai investigar a conduta daquela mulher, já que ela ficou pressionando ele pra assinar o despacho pra buscar Sofia. - Minha mãe diz com um sorriso vitorioso.

 

-Caraca, que sorte! - Chris diz alegre.

 

-Sofia? - Taylor chama baixinho e minha cunhada levanta o olho. - Eu queria pedir desculpa pelo que aconteceu. Será que um dia você consegue me perdoar?

 

-Você não tem culpa pela mãe que eu tenho. Quanto às coisas que você disse pra Cami, só ela pode dizer alguma coisa. Eu não tenho nada a te desculpar. - Sofia diz calma. Me pergunto quantos anos essa menina realmente tem, puta merda!

 

-Obrigada. Eu vou falar com ela, assim que ela acordar! - Sofia desvia o olhar quando Taylor termina de falar. - Hey! - Sofia levanta os olhos de novo. - Ela vai ficar bem, não como eu sei, mas ela vai! - Sofia dá um sorriso fechado.

 

-Um problema a menos. Agora falta trazermos só a outra Cabello! - Meu pai suspira.

 

-Chris? - Chamo e ele me olha. - Será que você pode ficar cuidando da loja? Faz dias que eu não mexo e não vou ter cabeça agora, não com a Camz lá. Eu te ensino o básico e…

 

-Pode deixar, cera de vela. Eu cuido, sim. - Dou um sorriso agradecida. - Bem vinda de volta, Sofia.  - Ela dá um sorriso simples e eu me afasto, seguindo de volta para o quintal.

 

Me sento perto da parede e, em instantes, ouço a porta se abrindo, mas não me preocupo em ver quem é. A pessoa se aproxima de mim e, pelo cheiro amendoado, percebo que é minha mãe, mesmo sem olhá-la. Sem dizer nada, ela me puxa para seu colo, me abraçando carinhosamente. Eu afundo meu rosto em seus seios e desabo em um choro desesperado. Pelo balançar de seu corpo, sei que ela está chorando também. É incrível como, com algumas pessoas, a gente não precisa dizer nem ouvir nada para entender o que está acontecendo.

 

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Outra vez não consigo deitar na cama, a sua presença, pelo seu cheiro, é forte demais e me sufoca. Me contento em deitar no sofá, onde seu cheiro é quase nulo. Dormir não é bem a palavra, estou apenas fechando os olhos e dando pequenos cochilos. A manhã chega, depois de uma eternidade e eu me levanto, subindo até o quarto vazio para tomar banho.

 

Logo estou vestida e com a chave do carro na mão, indo até a porta.

 

-Você já vai? - Ouço a voz de Sofia e me viro para ela, que já está vestida. Eu apenas aceno com a cabeça.

 

-Vou depois da aula, tenho que avisar lá, justificar as faltas. - Eu aceno com a cabeça. - Me avisa se houver qualquer notícia, por favor!

 

-Pode deixar!

 

Logo estou parada na sala de espera, pois a visitação só começa em 15 minutos, mesmo eu tendo parado na floricultura para comprar lírios. Fico andando de um lado para o outro, até que a enfermeira pede para os visitantes formarem fila e eu corro para ser a primeira.

 

Entro no quarto e Camz está ali, imóvel, com o braço engessado, entubada, diversos fios e agulhas na minha latina. Puxo a poltrona para mais perto da cama e me sento, depois de colocar o vaso modesto na mesinha ao lado.

 

-Hey, Camz. Quando você vai acordar? Tá todo mundo preocupado com você, sabia? Se eu fosse você, teria medo da Dinah! Lembra que ela disse que ia fazer um churrasco com sua bunda se você assustasse ela de novo? Do jeito que ela é louca, é bem capaz de ela colocar isso em prática. Você não vai deixar isso acontecer, né? - Dou um sorriso de canto, limpando a lágrima que escorre pelo meu rosto e seguro sua mão delicadamente. - Você faz falta, sabia? Nem na cama eu consegui dormir… Ah, a Sofia pediu pra avisar que vem depois da aula, ela tinha que justificar a ausência de vocês na semana passada. Provavelmente a Girafa loira também vem, junto com a Mani. A Ally já deve estar sabendo também, não mexi no celular, mas a boca grande da Dinah já deve ter falado e ela deve estar fazendo aquelas orações dela. Allyluia! - Solto um riso, pensando que ela, provavelmente riria da piada besta.

 

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POV Sofia

 

-Vamos? - Dinah pergunta assim que me aproximo. Mani chega correndo.

 

-Agora vamos! - Mani diz ofegante.

 

Entramos no carro, após eu me despedir de Chris, que vai pra casa cuidar da loja da irmã. O caminho é silencioso, nem o rádio (que é algo essencial para ela), Dinah liga. A tensão passeia no ar, quase palpável.

 

Estranho o caminho que Dinah está tomando, já que, para ir pro hospital, tínhamos que ter virado 4 ruas atrás.

 

-Dinah? Onde estamos indo? - Pergunto confusa.

 

-A Ally pediu pra eu buscar ela, ela tá na rodoviária. - Diz séria, numa postura totalmente Não-Dinah.

 

-A Ally tá aqui? E desde quando você chama ela de “Ally”? - Ela suspira pesado e uma lágrima escorre na sua bochecha. Ela seca rapidamente, inspirando fundo e chacoalhando de leve a cabeça.

 

-A Gente falou com a Ally ontem, So. - Mani responde. - Assim que chegamos em casa. Aí ela disse que ia vim pra cá e que era pra Dinah buscar ela.

 

Chegamos na rodoviária e, imediatamente, avistamos Ally com uma mochila quase do tamanho dela. Assim que encostamos, Ally entra no carro, nos comprimentando. Mas até ela está quieta demais.

 

Assim que estamos chegando, mando uma mensagem para Lauren, avisando que estávamos chegando. Entramos na recepção e vamos diretamente assinar a visitação e, em alguns minutos, Lauren aparece, olhando confusa para a baixinha que pula, dando um abraço apertado. Lauren demora um pouco pra responder, devido à surpresa, mas logo retribui o abraço.

 

Enquanto as duas se abraçam, Dinah me avisa que está indo ver a Kaki, pois combinamos que eu iria por último.

 

Vejo um policial e me aproximo, deixando as meninas para trás.

 

-Licença? - Chamo a atenção do policial que, pela sua expressão, me reconhece. - Você está aqui por causa da Sinuhe Cabello? - Ele acena.

 

-Eu tô numa pausa, um colega meu está na escolta.

 

-Eu sei que isso é errado de várias maneiras, mas eu poderia falar com ela? Ela é minha mãe e…

 

-Eu sei da história, acredito que todo mundo já esteja sabendo. Mas eu não posso, ela não pode receber nenhum tipo de visita.

 

-Por favor. Eu preciso conversar com ela. Olha, eu prometo que não conto pra ninguém. Mas eu preciso entender e só ela pode me dar a explicação. Moço, meu pai morreu, minha irmã está em coma, por causa da minha mãe. - As idiotas das lágrimas fogem da prisão que tentei impor e eu logo seco. - Eu prometo que não deixo dar problema pra vocês, sei que sou menor, mas assumo qualquer responsabilidade. Eu preciso de, pelo menos, um pouco de paz nesse caos. Por favor… - Ele respira fundo, olha por todo o local, como se estivesse procurando uma resposta.

 

-Tá bom. Mas ninguém pode saber. Ninguém mesmo! - Eu concordo com a cabeça freneticamente. E, em instantes, ele me explica como vai fazer para eu entrar no quarto e, incrivelmente, é um plano bem simples: Ele vai disfarçar e entrar comigo, já que ninguém sabe  as ordens exatas no hospital, mas a gente disfarça, pois ele não quer chamar a atenção. - É aquele quarto, número 37. Não sei quanto tempo consigo te manter aí, então, quando eu mandar, você sai. - Concordo com a cabeça e ele me dá um sorriso gentil. - Ela está algemada, então não vai te machucar, de qualquer maneira, vou estar aqui, só me chamar. - Eu concordo e vou até o quarto, respirando fundo e abrindo a porta.

 

Assim que entro, vejo aquela mulher que eu chamava de mãe. Está deitada na cama e começa a me encarar no momento que entro no quarto. E, então, ela abre um sorriso.

 

-Filha, eu sabia que você não ia me abandonar por aquela vadiazinha. - Seu sorriso amplia ainda mais, mostrando aqueles dentes podres. Me encosto na porta, mantendo a distância.

 

-Você vai me explicar? Como você teve coragem de tentar matar sua própria filha? - Pergunto incrédula.

 

-Ela matou seu pai, seria uma troca justa. Ela ainda tá viva? - Pergunta contrariada?

 

-Taylor? Como escolheu ela? Nada disso faz sentido. O que você tava fazendo por lá? - Ela suspira e abre um sorriso irônico.

 

-Eu não tava planejando nada. Eu só estava no lugar certa, na hora certa. Seu pai tinha uma arma em casa e, com você longe de mim, eu não tinha mais nada. Aquela vagabunda tirou tudo de importante da minha vida: Seu pai e você! Eu não tinha nada a perder. E eu fui me despedir do seu pai, no lugar que ele me levou no nosso primeiro encontro, no lugar que ele me beijou e amou pela primeira vez… O lugar que aquela maldita foi concebida. - Ela respira fundo. - Eu ia usar a arma, mas, seu eu não conseguisse, era só um passo até as pedras. Mas, quando cheguei lá, vi aquela menina. Eu não sabia o nome dela, mas eu já tinha visto ela com a mãe, aquela mulher que você levou lá em casa aquela noite que a imunda te tirou de mim.

 

-O dia que você bateu de novo na Camila. - Corrijo e ela revira os olhos.

 

-Enfim, eu acabei deduzindo que vocês conheciam ela, mas não sabia que ela também era irmã daquela sapatão nojenta. Então fui duplamente sortuda. E teria dado tudo certo, se aquela vadiazinha não tivesse se soltado. - Ela bufa irritada. - Mas deixa isso pra lá, minha preciosa, vem aqui me dar um beijo. Deixa esse assunto ruim pra lá! - Diz sorrindo gentilmente.

 

Expiro fundo e ando até ela em passos lentos, enquanto, a cada passo que dou, seu sorriso se alarga.

 

-Sabe o que eu acho, mamãe? - Pergunto, bem próxima ao seu rosto. - Que você devia se matado anos atrás. - Ela arregala os olhos, assustada. - É uma pena que a Taylor estava lá, pelo menos a gente teria se livrado de um verme podre! Você fala tanto do papai, mas ele teria nojo de quem você é. Tenho certeza que se ele soubesse tudo que você faria, ele jamais teria se casado com você. - Levo uma mão até seu rosto e tiro uma mecha de cabelo de sua testa. - Agora, mamãe, você vai ter o resto da sua vida podre e miserável sozinha. E, a cada noite, eu vou rezar fervorosamente, para qualquer deus que exista, para que você tenha uma morte agonizante. Isso é só um milésimo do que você merece! E, se algo acontecer com a minha irmã, eu juro, pelo corpo do meu pai, que eu te busco no inferno!

 


Notas Finais


WOW

O que acharam da postura da Sofi??

Conversem comigo </3

Me façam feliz: Favoritem, Comentem e Compartilhem!

Beijos, meuzamô!

Obs: Eu vou tentar voltar no final de semana, mas não garanto nada.


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