1. Spirit Fanfics >
  2. Volto logo! >
  3. Capitulo 3

História Volto logo! - Capítulo 3


Escrita por: e Susuuel


Notas do Autor


Ola Gracinhas quem está atualizando sou eu suuel. explicando rapidamente o meu sumiço não so o meu mais o do Cris também. Primeiro estou no final do meu período emergencial da faculdade ou seja eu tenho todas as provas e trabalhos de fim de semestre tenho que entregar todos.
Segundo minha cunhada estava com suspeita de Corona, agora já sabemos que não é, aí foi um rolê por que os pais dela estavam fazendo quarentena junto e a gente foi com o meu sogro para ficar no sítio porque ele é grupo de risco.
E por fim não menos importante o Cris ta louco com o trabalho gente kkkk tadinho chega morto aqui em casa tem dia. Resumindo a nossa vida tá uma bagunça.

Sobre o capitulo tava para eu corrigir a 20 vidas e acrescentar uns detalhes que ele havia me pedido e agora tá aqui para e isso boa leitura

Capítulo 3 - Capitulo 3


Fanfic / Fanfiction Volto logo! - Capítulo 3 - Capitulo 3

Temari acordou bem, tinha uma sensação boa de descanso que não sentia a semanas. Seu corpo estava relaxado e verdadeiramente disposto. Tinha ido dormir tarde aquela noite depois como sempre chorar rios de lágrima pensando no passado, já espera acordar cansada depois de um mal sono e foi uma surpresa boa acordar bem. Ela tinha sentindo uma quentura no peito durante a madrugada que não sentia a meses. Foi invadida por uma sensação boa que ela não sabia de onde vinha, se tinha sido um sonho ou não, só sabia reconhecer que era a mesma sensação dos abraços noturnos que ganha dele de madrugada quando mesmo inconsciente pelo sono ele buscava o corpo da mulher que amava em seu torno na cama. Temari nunca imaginaria que isso vinha de Shikamaru, por ele ter ficado a noite toda velando seu sono assentado no chão ao lado da cama.

Como tinha sido seu rito de toda manhã ela acordou e olhou para o bilhete colado na cabeceira da cama. Era notável como a letra dos dois era parecida. Isso a fazia lembrar de quando ainda novos trabalhando juntos, quando ele fazia o início de seus relatórios para que ela pudesse descansar um pouco mais da viagem longa que faziam. Ninguém nunca descobriu essa pequena maracutaia dos dois e era um segredo que ainda causava risadas entre os dois.

Temari por mais de uma vez quis tirar aquele bilhete dali, mas era tão reconfortante ler aquele "volto logo", que sempre perdia a coragem. Acordar e olhar aquele bilhete fazia lembrar do primeiro dia após a saída dele, e por alguns segundos ela acreditava que realmente era, e isso era muito bom.

Suspirou e saiu da cama, bem nenhum teria em ficar deitada por muito tempo. Levantou-se com os pés no chão frio, e foi começar o seu dia. Shikamaru observava nela um pouco mais de ânimo e desejava que isso não fosse só um bom humor matinal. Ela fez sua higiene matinal vestiu um de seus kimonos e foi fazer o café da manhã. Gostava de preparar a primeira refeição do dia,  por algum motivo desconhecido até por ela mesma. Entretanto nos últimos tempos isso vinha sendo uma verdadeira tortura pois seus enjoos matinais tornavam o cheiro da comida um gatilho para estômago revirado. Lembrava de ter as mesmas sensações durante a gravidez do primeiro filho, entretanto naquela época seu marido fazia todas as refeições ou as traseiras da rua. O tempero dele não era o melhor do mundo também não era ruim, mas agora ela tinha que se virar sozinha.

Cada passo que dava era seguido pelos olhos castanhos assim como ela era seguida pela casa. Shikamaru não sabia explicar a saudade crescente que vinha surgindo em seu interior desde a noite anterior. Uma necessidade arrebatadora de abraçá-la estava o sufocando.

Andou com ela até a cozinha e observou quando ela começou a preparar a refeição. Cozinhou o Udon e lavou em água corrente fria, coou bem e manteve refrigerada enquanto ia preparar os acompanhamentos. Fatiou as cebolas verdes finamente com faca fazendo movimentos rápidos com destreza comum a quem já era acostumada ao serviço. Rasgou o Nori em pequenos pedaços. Misturou o Mentsuyu em um  tigela de água fria e reservou para colocar na receita depois. Colocou o macarrão frio em duas tigelas, cobriu com Tenkasu, cebola verde e Nori e despejou a mistura Mentsuyu sobre o macarrão. Polvilhou com sementes de gergelim e estava pronto.

Precisava acordar o segundo morador da casa para o desjejum. Ao lembrar do cansado de Shikadai noite anterior e nos últimos dias ela chegava sentir um pouco de pena de acordá-lo, o que era evento raro jã que normalmente ele não pulava para fora da cama sem alguns gritos que ela já estava familiarizada a fazer. Bom independente do cansaço que ele estava não poderia deixar ele um dia inteiro na cama. Quando se dirigia ao corredor para ir ao quarto do filho assustou com esse que vinha andando despreocupado, coçando os olhos com cabelo arrumado.

— Bom dia - falou surpresa

— Ahh bom dia - ele bocejou e fechou os olhos coçando eles com as mãos fechadas - o desjejum já tá pronto?

— Já sim - bateu de leve na cabeça dele- vem, vamos comer.

Os dois sentaram juntos e o mais novo começou a comer silenciosamente concentrado em sua própria comida. Temari o observou por um tempo às vezes olhando para sua própria tigela, contudo se encontrava tão enjoada que a ideia de comer parecia inconcebível. Ficava feliz em ver o apetite do filho, assim como sua dedicação, e pensava que logo ele deveria exibir resultados acima do esperado com aquele nível de esforço.

Shikamaru ficava observando assentado ao lado da esposa na mesa, com o rosto apoiado nas mãos e os cotovelos sobre a mesa, querendo participar daquele momento. O café da manhã costumava ser a única refeição que conseguiam fazer juntos. Os horários corridos dele no trabalho, os treinos e missões de Shikadai somados a rotina dela que era bem variada entre serviços domésticos e algumas missões tornavam inviáveis as refeições em família em todo os horários. Foi tirado de seus devaneios quando ouviu batidas na porta, atentamente Shikadai se pôs de pé e foi atender o visitante inesperado aquela hora da manhã. Alguma pouca surpresa teve o garoto ao ver as madeixas rosas da Uchiha que esperava do lado de fora, não era como se houvesse um grande leque de opções de pessoas que iriam visitar sua casa aquela hora e Sakura era um bom palpite.

—  Bom dia Shikadai - ela disse em um sorriso amigável como era comum da Uchiha - eu posso entrar?

— Sim por favor - disse saindo da frente dando passagem, vendo que estava sendo rude - veio falar com a minha Okaasan ? - era uma pergunto quase que desnecessária por isso ele não esperou uma resposta - ela está na cozinha tomando café. - andou na frente como quem guiava , mesmo sabendo que Sakura por si só conhecia o caminho por dentro de sua casa. - tem alguém querendo falar com você - anunciou assim que chegou na cozinha

— Temari, desculpa vir aqui tão cedo, mas o Naruto parecia bem preocupado quando me pediu pra vir te ver, então decidi vir antes do plantão. - se explicou

— Não incomoda Sakura - a loira levantou rapidamente - eu que tenho que te pedir desculpas por estar te dando trabalho.

— Eu já vou - o mais novo disse chamando a atenção para si - não quero chegar atrasado para me encontrar com Chocho e Inojin. - o motivo principal de sua saída era querer dar privacidade para as duas, sabia que sua mãe não tocaria em certos assuntos se ele estivesse presente.

Assim que o menino saiu as duas foram para a sala de estar. Temari sabia porque a rosada estava ali, Naruto mesmo tinha dito no dia anterior. Mesmo que tudo estivesse em dia no seu prenatal, Naruto parecia bem preocupado com seu estado nos últimos dias, quem não estaria.

As duas protagonizaram uma consulta rápida, o ninjutsu médico da rosada permitia isso. Shikamaru estava atento a aquela luz verde que passou pelo corpo da esposa, ele tinha sido tão presente na primeira gravidez. Eles eram muito novos quando foram pais pela primeira vez. Diferente de Sai e até mesmo Chouji ele não entrou em pânico, nem passou por uma fase de negação, ele só quis desde o primeiro momento amparar Temari e estar ao lado dela naquela jornada. E desta vez ele não estaria lá.

Shikamaru imaginava que como não era mais mãe de primeira viagem ela não devia estar sentindo o mesmo pânico da primeira vez, mesmo assim estava com o medo de estar sozinha. Queria estar lá para ir com ela as consultas médicas, em todas que seu trabalho corrido permitisse. Segurar a mão dela quando entrasse em trabalho de parto, lembrava perfeitamente de como a loira  chorou de dor e medo nas primeiras contrações. E também poder segurar seu filho nos braços quando este nascesse.  Amparar aquela nova vida que o mundo recebia ainda tão inocente e indefesa, mais um fruto do amor que sentia, uma prova viva de que se amavam .

— Você está bem - Sakura disse por fim - bem cansada ao que tudo indica. Tem dormido direito?

— Melhor nos últimos dias - passou a mão no rosto de leve - não tomo mais remédios para dormir mesmo que a ideia pareça tentadora às vezes. - confessou um pouco envergonhada - o trabalho la no escritório também não esta colaborando nada. mesmo com três pessoas fazendo o trabalho que antes o Shika fazia não esta adiantando muita coisa. - levantou o rosto novamente olhando para a médica a sua frente - o preguiçoso era realmente um gênio

Shikamaru torceu o rosto em uma careta de desaprovação, não gostava nem queria se acostumar com as pessoas falando dele em verbos passados. Porém o mais curioso daquela conversa foi ouvir ela dizer que o trabalho não estava rendendo. Antes de morar em Konoha ela desempenhava o mesmo papel que ele só que para o kazekage, por isso logo após o casamento foi anunciada como embaixadora se Suna em Konoha. Não acreditava, não queria acreditar que sua falta a estava deixando tão desorientada.

— E sua alimentação? - perguntou a Uchiha provavelmente tomando nota mental para colocar tudo na ficha médica de Temari mais tarde se fosse necessário - sei que quando tudo aconteceu você ficou algum tempo comendo mal, é normal faz parte do luto. Mas agora você não pode mais deixar isso acontecer lembre-se você está comendo por dois!

— Comecei a melhorar minha alimentação ultimamente, tento ao máximo ter refeições regulares. Mesmo que esse pequeno - colocou a mão no ventre involuntariamente - esteja virando meu estômago de ao avesso. Na maior parte do tempo nada para na barriga direito.

—  É o hormônio hCG nas alturas - respondeu em uma risadinha - Infelizmente não tem muitos meios de se remediar a situação. Deve amenizar agora que você está prestes a entrar no quarto mês.

—  Shizune me disse a mesma coisa na gravidez do Dai, e eu me lembro de ficar enjoada do primeiro ao último mês. - riu sem humor, e em seguida sua expressão foi tomada pela tristeza nostálgica - ele costumava fazer o café da manhã naquela época, porque sabia que eu ia ficar muito enjoada. - o moreno ficou atente ao se ver sendo citado na conversa, e se aproximou mais da loira. Abaixou ao lado de onde ela estava assentada e encarou aqueles olhos verdes tristes. Sentiu seu coração ficar apertado.

—  Não fica assim, você não o perdeu completamente - a ex Haruno sabia que Temari não era mulher de aceitar muito contato e mesmo assim se intrometeu pegando a mão dela em um aperto suave. Sentia que naquele momento ela precisava de apoio. Ino e Chouji que eram os mais próximos dela estavam lidando com o luto de perder o irmão e não conseguiram dar o melhor apoio - ele vive em sua memórias, em você. Uma parte dele ficou aqui, no Dai e nessa criança que você gera. O amor de vocês vai ser para sempre um vinculo inquebrável com ele presente ou não.

Shikamaru olhou para rosada a sua frente. Ela era boa com as palavras, e ele agradeceu por sua família estar rodeada de pessoas se preocupavam com eles e era tão gentis, se de um momento para outro ele partisse em definitivo essa seria a ideia a qual ia se agarrar do outro lado para amenizar a preocupação.

Já a loira sorriu permitindo que uma lágrima escorresse pelo olho direito. Não tinha dito isso a ninguém e também não diria, contudo realmente parecia que tinha sido feito de caso de pensado pelo destino sua gravidez pois ela tinha quase certeza que havia engravidado na noite em que fizera as pazes antes dele ir embora.

—  Você conversou com Dai sobre a proposta de seus irmãos? - perguntou genuinamente preocupada. Temari havia contado as Ino, Hinata e Sakura que seus irmãos a haviam chamado para regressar a Suna a alguns dias depois de uma conferencia em que se encontraram. Tanto a esposa do Hokage quanto a Uchiha foram imparciais mais do que a loira gostaria. Já Ino ela praticamente proibiu a Nara de deixar konoha em uma discussão que foi quase unilateral com a Yamanaka gritando e a outra sem conseguir responder. Nesse dia Sakura notou que ela ainda estava fragilizada demais com o luto pois em outras circunstâncias jamais admitiria que Ino usar aquele tom com ela, e desde então as duas não tinham se falado.

—  Não, não consigo tocar nesse assunto com ele - apoiou a testa na mão - não sei se voltar pra Suna ajudaria, sinceramente. No início eu até pensei que sim. Contudo cheguei a conclusão de que não vai fazer diferença. A vida do Dai e toda aqui: os amigos, a equipe e os senseis. Eu teria o apoio dos meus irmãos, mas ele perderia todo o apoio dele, nunca seria egoísta a esse ponto.

Era estranho, porém Shikamaru sentiu como se ela devesse realmente ficar em Konoha, foi estranho quase como se soubesse que se fosse para Suna, ele a perderia. Agora ela era uma Nara e por direito Shikadai deveria ser o líder do clã um dia. O lugar dos Naras era em Konoha ela não podia ir.

— Você vai tomar a decisão certa para os dois eu sei que vai - disse se preparando para sair - eu preciso ir ou vou acabar atrasando o plantão no hospital. Não se esqueça do dia da consulta prenatal, estes meros exames de hoje não substituem a ida ao obstetra.

—  Pode deixar - se levantou para acompanhá-la até a porta - obrigada pela visita e pela preocupação - sorriu gentilmente - avisa ao baka do Naruto que eu estou bem.

Assim que amiga se foi Temari voltou a cozinha para limpar a sujeira do café da manhã e finalmente dá início ao seu dia. Para Shikamaru parecia fácil ficar ali e vigiá-la por todo o dia a cada passo que ela dava dentro de casa, mas ele acabou mudando de ideia já quase ao fin da  tarde. Saiu caminhando de sua casa olhando o céu que não tinhas muitas nuvens, as poucas presentes formavam os desenhos abstratos que ele tanto gostava e eram o suficiente.

Deixava seus pés o guiam para onde quer que fosse, não ligou para o barulho que uma cidade cheia, como Konoha,  fazia naquele horário de movimento a pino. E com a visão do sol poente ele se viu em frente ao cemitério de e aos poucos e foi se aproximando do túmulo de seu pai. A lápide branca estava bem cuidada e limpa, so não tinha nenhum sinal de que havia sido visitado recentemente. Shikamaru se sentou na grama em frente aquela lápide e foi conversar com a única pessoa que poderia colocar seus pensamentos em ordem naquele momento

—  Oi pai - ele suspirou - sei que não venho aqui a algum tempo. Hoje venho aqui desesperanço-o,  porque aparentemente eu estou morto. - riu amargo - isso não faz o menor sentido, eu sei. Então 'tô aqui vendo todo mundo em seu luto após a minha morte; mas não tem nada a fazer não parti de vez.  Isso acontece com todo mundo que morre, ou foi feita uma tortura especial para mim? A propósito eu descobri que vou ser pai de novo. Um filho que nunca vai me conhecer , e ele vai crescer sem pai. - aquelas palavras o machucaram de uma maneira descomunal, dizer isso em voz alta foi mais cruel que ele pensou que seria. - você se sentiu assim? Impotente, em déficit com as pessoas. É exatamente assim que eu me sinto.

De repente ele se sentia o mesmo moleque chorão de doze anos de idade. Não sabia o que fazer e para alguém que vivia cheio de estratégias isso era apavorante, desejava que tudo acabasse ao mesmo tempo que tinha medo ao extremo da partida. ficou em silencio por muito tempo pois seu choro o impedia de falar

—  Sinto-me miserável pai. - as lágrimas molhavam, seu rosto e caiam na pedra branca da lápide - a  tristeza do meu filho que ainda precisava muito de mim, eu tinha que passar ensinamentos para ele, os mesmo que o senhor deu a mim, e não vou o fazer. Minha esposa ...Ah Temari eu preferia mil vezes a kunoichi estressada e desbocada que por qualquer coisa já me torcia a cara e descontava a sua raiva com aquele leque gigante do que vê-la calma pelo luto. Quero que só cabe mas sou uma pessoa tão cretina, tão covarde que eu não quero partir.  Não estou preparado, quer dizer alguém algum dia está preparado para morrer? - ele estava ficando confuso com si próprio - Eu fico os seguindo pela casa, sem eles saberem que eu estou lá. Queria ter um jeito de poder falar com eles, de poder abraçar aplacar a dor deles. Queria voltar a existir.

Levantou a cabeça e olhar do ponto fixo que chorava e olhou para frente o extenso gramado surgia a frente até onde a vista alcançava árvores fazem sombra em alguns lugares e as lápides brancas formavam pontos fúnebres na visão relativamente bonita. Quantas vezes já tinha estado ali, era a primeira vez que o lugar e trazia inquietude.

a muito tempo as luzes fracas do pôr do sol tá não estavam mais presentes, e as poucas pessoas que circulavam por aquele lugar fúnebre já não estava mais, lá ele notou que a noite o alcançou.  Levantou e decidiu tomar o caminho de volta para a casa. Por enquanto percorria os corredores entre os túmulos teve uma súbita vontade de procurar o seu. Não foi muito difícil de achar era bem novo, parecia bem cuidado e tinha um buquê de flores vermelhas que sabia reconhecer como flores vindas da Yamanaka. La tenha uma mancha que aparecia se de cinza de cigarro alguém havia ascendido alguns para ele, talvez Chouji ou Mirai. Depois de algum tempo olhando fixamente a lápide simplesmente deu as costas e foi embora.

Sua casa estava calma e silenciosa demais não era tarde da noite então esperava que alguém estivesse acordado. Ambos os moradores  haviam se recolhido em seus quartos era por volta de nove horas da noite quando ele chegou depois de ter rondado outros lugares da vila.  Seu filho novamente parecia destruído e exausto, estava jogado na cama quase entregue ao sono lutando para ficar acordado e terminar a partida de vidiogame. Temari por sua vez estava assentada na cama com as costa encostada na cabeceira lendo.  Ele a observou até que essa dormiu, então ficou de longe para melhor poder ver todo o corpo esguio feminino traçado debaixo da fina coberta.

Novamente a falta de sono, sede, fome ou cansaço deturparam o sentido de tempo dele que mal notou que ficou horas imóvel horas. Por algum motivo o sono de sua amada no alto da madrugada ficou mais agitado, ela se remexeu na cama bagunçando as cobertas e lençóis. Ele deu um passo para frente querendo chegar até a cama; mas antes que conseguisse completar seu caminho ela acordou e sentou muito rápido na cama. Seus cabelos loiros bagunçados tinha alguns fios colados no pescoço que escorria suor, o peito subia  e descendo rápido de acordo com a respiração descompensada. O olhos estão sonolentos estavam pouco abertos

— Shika - ela chamou e por um momento novamente ele teve esperança de que ela estava o vendo, em vão - estúpida foi um sonho ele não tá aqui. - choramingou - Está na hora de aceitar ele morreu. Shikamaru não vai voltar para você, ou para os seus filhos - Sua voz era carregada de mágoa. Ela olhou para o lado estendeu a mão e de uma vez arrancou o bilhete intocável.

Shikamaru não vai voltar para você, ou para os seus filhos.

Shikamaru não vai voltar para você, ou para os seus filhos

Shikamaru não vai voltar para você, ou para os seus filhos

A frase ecoou tantas vezes pelo quarto que ele ficou tonto. Ate que tudo começou a doer, uma dor aguda insuportável subiu na sua perna direita e ele caiu, em seguida foi um desconforto na cabeça e quando levou a mão percebeu um corte que sangra e a mancha  vermelha de sangue começou a atrapalhar a sua visão no olho direito. Um aperto e pressão nas costelas passou a faze-lo lutar para conseguir respirar. A solas dos pés e palma das mãos pareciam estar em carne viva com uma dor indescritível. Ele sentia seu coração bater descompassado também lhe causando dor em segundos sua visão escureceu.

Escuro, confusão. Dor! Confusão, escuro. Dor! Escuro, confusão, confusão dor! Escuro

 


Notas Finais


Deixa ai seu comentário
😘😘bjs ate a próxima


Gostou da Fanfic? Compartilhe!

Gostou? Deixe seu Comentário!

Muitos usuários deixam de postar por falta de comentários, estimule o trabalho deles, deixando um comentário.

Para comentar e incentivar o autor, Cadastre-se ou Acesse sua Conta.


Carregando...