História Voz da razão - Capítulo 4


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Categorias The Loud House
Tags The Loud House
Visualizações 26
Palavras 1.750
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Drama (Tragédia), Ficção Adolescente, Harem, Romance e Novela, Yaoi (Gay), Yuri (Lésbica)
Avisos: Adultério, Álcool, Bissexualidade, Drogas, Heterossexualidade, Homossexualidade, Incesto, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Bom! Eu to frenético com essa fanfic; não estou dizendo que outras duas são ruins ou que eu vou excluir. Mas essa daqui ta me dando prazer em escrever; quero que seja igual a do Gadondorf, Épica

Capítulo 4 - Sentimento Ilusório - Parte 2


Fanfic / Fanfiction Voz da razão - Capítulo 4 - Sentimento Ilusório - Parte 2

Linka se assustou com a minha presença; seria uma situação normal, já que estou sempre aparecendo em cantos e assustando meus irmãos, mas esse susto foi diferente, não só por ela estar usando as minhas roupas, mas por ter um adolescente homem dentro do quarto dela.

 

Linka: LARS! Não sabe bater? – Ela tenta jogar a culpa pra cima de mim, inútil, as bochechas rosadas a entregam – Não se entra assim no quarto de uma garota.

 

Lars: E quando as garotas estão usando a roupa de um homem, este homem não tem o direito de recuperar o seu pertence? – Tentei falar alto para indicar superioridade, mas não posso negar que ela realmente estrava atraente usando a minha camiseta.

 

Linka: Ai! Você quer tanto assim? Então pega, só me da licença que eu vou tirar – Eu fiquei esperando ela do lado de fora, encostado na porta. Linka tirou a minha camiseta e colocou uma laranja; ela também colocou um short, pois na maneira que a surpreendi entrando no quarto, ela estava usando unicamente a minha camiseta, e sem nenhuma roupa íntima; talvez seja por isso que o susto foi assim tão grande.

 

Enquanto estava ali, sem camiseta, esperando a minha irmã concluir a troca e me entregar a minha roupa; fui pego por mim mesmo pensando na nudez humana; e se todos nós andássemos nus? Sei que hoje em dia é necessário, mas e se os Neandertais não tivessem inventado as roupas? Será que o ser humano teria evoluído o suficiente para não passar frio? Seríamos macacos inteligentes que andam por ai pelados? Eu estou viajando demais e me desviando do assunto? É claro que estou, pois não quero imaginar minha irmã nua, ou será quero?

Linka abre a porta de seu quarto, e por estar completamente vestida dessa vez, ela abriu a porta inteiramente, me fazendo cair para dentro do quarto já que estava apoiado na porta.

 

Linka: Ui! Desculpa Lars – Ela se desculpou como se tivesse feito alguma coisa errada.

 

Lars: Ta tudo bem Irmã – Eu digo ainda olhando para ela, admirando a beleza de seu rosto que ficava ofuscado pela luz do sol; mesmo assim, pude admirar suas sardas, a sua pele no tom certo de branco e seus cabelos ainda mais brancos; cheguei a sorrir.

 

Linka: Lars? Ta tudo bem? – Ela se preocupa comigo, ela se preocupa com nós todos.

 

Lars: Aahh! Desculpa – Me levanto do chão com leve escoriação nas minhas bochechas.

 

Linka: Toma, isso é seu – Ela entrega a minha camiseta com generosidade espontânea.

 

Lars: Obrigado! – Eu coloco a minha camiseta rapidamente, não sei por que, mas enquanto eu colocava a minha peça de vestuário eu sentia que a minha irmã admirava meu corpo.

Acabei de arrumar a camiseta em meu corpo eu quanto eu terminei comecei a olhar os olhos dela, consegui enxergar paixão e vergonha ao mesmo tempo, pois no fundo, ela também correspondia aos motivos que me faziam dirigir-me ao banheiro quase todas as noites.

Aliás, essa é mais uma semelhança entre mim e a minha prima Lucy; eu fiquei sabendo pelo Lincoln, que a primeira menstruação dela foi com 9 anos; isso é que é um exemplo de precoce, já que com 11 anos eu já tinha lido 3 livros eróticos e exóticos; apenas o tal “50 tons de cinza” que não me agradou em nenhum aspecto.

 

Linka: Então! Você não vai pro seu quarto? Eu tenho quadrinhos do Ás astuto pra folear – Ela disse praticamente me expulsando do seu quarto.

 

Lars: Ah sim, claro, desculpe o incômodo – Eu sai do quarto dela e fechei a porta, dando a ela a privacidade que uma garota merece.

A única coisa que pipocava na minha cabeça era: “Que burro, sou um idiota, nem minha própria irmã me quer por perto”.

 

NOITE

 

Depois do acontecido, passei a tarde inteira lendo o livro de São Cipriano em meu caixão, Esse é o livro que leio quando me sinto chateado comigo mesmo.

Mal reparei quando a noite chegou, eu estava tão concentrado que nem mesmo um boliche no corredor me chamaria à atenção, quanrto.

A única coisa que me chamou atenção foi quando minha mãe entrou no quarto e disse:

 

Dona Laura: Filho! Você não vem comer? Todo mundo já jantou, só falta você.

 

Talvez por ser o mais isolado de todos da família, Lars sentia um orgulho de si mesmo quando sua mãe esta por perto, ela e meu pai Raphael Loud eram os únicos que me davam atenção quando eu precisava.

 

Lars: Tudo bem mãe, não estou com fome – Eu menti só pra poder ficar no quarto; minha mãe apenas mexeu a cabeça em sinal de discordância, logo antes de fechar a porta; deixando-me sozinho novamente.

 

Passara-se duas horas, ou três, não me lembro direito; eu ouvi alguém bater a porta e logo em seguida abri-la

 

Linka: Oi Maninho! – Ela fala me olhando através da brecha que ela deixou quando ela entreabriu a porta – Posso entrar?

 

Lars: Claro! – Era a única chance que eu teria para chegar perto dela.

 

Linka então entrou em meu quarto e vai direto a mim.

 

Linka: O que houve? Por que não foi jantar? – Ela vai me questionando aos poucos, pois sei que ela se preocupa realmente comigo.

 

Lars: Porque não estou com fome! – Ela ouve o barulho de um estômago roncando e depois Eu levando minhas mãos até a barriga.

 

Linka: Você está morrendo de fome! Mas não se preocupe, eu volto já já. – Ela então saiu do meu quarto, e pouco tempo depois retornou com uma bandeja de apoio; com um prato de macarrão e um suco de Banana – Taí, agora pode comer.

 

Eu vi ela se sentada ao lado de meu caixão e ficou me olhando de um jeito estranho, como se estivesse oferecendo um milk-shake de liquido encefálico para o presidente da Coreia do norte beber.

Eu fui comendo e saboreando aquele macarrão, com todos os meus 5 sentidos a todo vapor, o que creio que acontece com todo mundo depois de provar a comida da Senhora Laura Loud; o que me deixou assustado foi  Linka, que ficou me olhando jantar sem falar nenhuma palavra.

 

Lars: Terminei – Linka aumentou o sorriso do seu rosto e apenas pegou a mini-mesa com o prato e o copo direto para a louça da cozinha.

 

Linka então voltou para seus gibis, e eu voltei para meus livros de magia.

 

QUEBRA DE TEMPO

 

Algum tempo depois, quando todos já estavam se preparando para dormir; escovando os dentes, guardando seus pertences, até Lynn já havia vindo ao nosso quarto para trocar de roupa.

Bom! Como passei 80% do meu dia no quarto, resolvi ir para o corredor, onde eu encontraria um monte de pessoas.

Eu aproveitei que todos já haviam ido ao banheiro e para ir tomar um banho e escovar meus dentes.

Como eu tinha esquecido minhas roupas no quarto, tive que ir de toalha para escovar os dentes e logo em seguida enrolei e prendi a toalha na cintura ainda dentro do banheiro cheio de vapor.

Abri a porta do banheiro, o corredor estava vazio, os quartos continuavam barulhentos, afinal nem todas as pessoas dormem cedo; então resolvi de boas ir até meu quarto; porém, eu não esperava que Linka havia levantado para beber um copo d’agua, e nós esbarramos no corredor , quando ela estava a subir.

 

Linka: Opa! – Linka tapou os olhos e esperou eu ir até meu quarto e colocar a minha roupa. Então saí e ela ainda estava lá, usando seu pijama totalmente laranja.

 

Linka: Desculpa Lars – Ela pede perdão sem ter feito nada demais.

 

Lars: Não Linka! A culpa foi minha

 

Linka: Bom! Então estamos empatados, hahahaha!

 

Ela deu uma risada muito gostosa de se ouvir, parecia o cântico dos anjos.

 

Lars: Ei! Quer ver o truque de mágica que eu aprendi? – Eu pergunto para tirar o clima tenso.

 

Linka: Claro!

 

Eu então tirei do bolso um baralho de cartas; eu já estava me preparando para a mágica, mas infelizmente Linka sentiu um leve puxão em seu pijama; foi quando eu reparei que Leon, o nosso irmão mais novo, havia ido até la e ninguém notou.

 

Leon: Inka! – Ele fala enquanto puxa o pijama dela.

 

Linka nem hesitou de lembrar que eu existo; imediatamente ela se virou e se agachou para ver seu pequeno irmãozinho.

 

Linka: Oooohhh! Que foi meu lindo? – Ela fala já limpando as lágrimas dele.

 

Leon: Eu tive um sonho ruim – Para uma criança, ele bem que poderia ter aprendido a dizer pesadelo; Linka então pega seu irmãozinho no colo.

 

Linka: Calma! Isso não foi nada. – Ela fala com ele no colo – Quer dormir comigo hoje? – O pequeno somente acena com a cabeça de forma positiva – Lars! O seu truque pode ficar pra amanhã, eu tenho que ir dormir agora.

 

E assim, eu apenas observei ela indo até seu quarto e segurando seu irmãozinho; fiz uma carta de baralho aparecer na minha mão, e eu passei ela pela minha garganta; lógico que não foi o suficiente para me matar, afinal era uma cata velha; porém, essa era a minha vontade nesse momento.

 

MADRUGADA

 

Já não havia mais ninguém acordado, pelo menos era o que eu pensava enquanto tentava pegar no sono.

Em meio a meus pensamentos insanos que eu tinha durante a noite, sem querer me veio uma lembrança, a lembrança de que eu havia deixado na “Toca do diabo” o meu pôster da Hebe Camargo (O que foi? Não gosta dela não? Eu gosto).

Então, toca me enfiar pra dentro dos tubos pra ir buscar aquela merda de pôster.

Por saber todo o caminho, eu até poderia fazer isso facilmente, mas eu deveria tomar cuidado pra não acordar ninguém .

Quando estava voltando com a tal pôster debaixo do meu braço, eu passei pela saída de ar que tinha no corredor e acabei vendo a Linka tentando entrar no quarto de Luke; eu ouvi ela falando algumas coisas bem baixo, já que ambos estavam sussurrando.

Eu vi então que Linka entrou no quarto de Luke; Se o Luke não fosse o tarado que eu conheço eu ficaria de boa; porém, Eu conheço meu irmão, e do jeito que ele é, vai rolar algo picante entre eles dois; mesmo achando que a Linka é incapaz de fazer isso sabendo das consequências que isso pode trazer.

Bom! Não queria que isso tivesse acontecido, mas já que sou só um vulto que vaga pela casa durante o dia e um punheteiro de noite, não posso julgar ninguém; apenas voltei para meu quarto e dormi.


Notas Finais


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