História Vulpinus - Capítulo 2


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Categorias Bangtan Boys (BTS)
Personagens Jeon Jeongguk (Jungkook), Park Jimin (Jimin), Personagens Originais
Tags Bts, Jeon Jungkook, Vulpinus
Visualizações 13
Palavras 1.443
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 12 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Crossover, Fantasia, Ficção Adolescente, Magia, Romance e Novela, Saga, Shoujo (Romântico), Sobrenatural, Suspense, Universo Alternativo, Violência
Avisos: Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Sexo, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Capítulo 2 - O Início


Fanfic / Fanfiction Vulpinus - Capítulo 2 - O Início

- O vento ecoava nas copas das árvores anunciando a chegada do misterioso ser. 

Eu continuava a ler deitada na cama . A leitura ficava cada vez mais interessante. 

- Saindo da sombra , a criatura fez questão de assustar quem o havia chamado ali. A maioria corria procurando abrigo e proteção , já que sabiam o que tal figura significava . Porém ... Em meio a multidão , uma pessoa permanecia parada . 

Eu parei de ler assim que escutei um barulho vindo de uma das prateleiras da estante. 

- Estranho ... Deve ter sido o vento. 

Sussurrei pra mim mesma e continuei encarando a estante esperando que algo acontecesse . Não se escutava nada além do vento correr contra a janela e as folhas batendo na mesma. Voltei a minha leitura. 

- Acho que esse tipo de história está mexendo com a minha cabeça . .

Ignorei a sensação estranha e continuei lendo pra terminar o capítulo. 

- A criatura se aproximava cada vez mais , em passos lentos. 

Fui interrompida de novo , dessa vez o barulho veio da porta da sala. Me levantei e segurei firmemente o livro , afinal era a única coisa que eu tinha pra acertar quem estivesse invadindo minha casa. Fui a sala em passos lentos , ainda com receio. Chegando lá , nada estava diferente , a não ser pelo fato da porta estar aberta. Caminhei até lá e a fechei. 

- Essa merda ainda me mata do coração . Porque ela tem que me assustar nos piores momentos? 

Me certifiquei de que ela não abriria de novo e voltei pra pegar o livro que tinha deixado no sofá. 

- Onde tá ? Tenho certeza de que havia deixado aqui ! 

Falei tirando as almofadas do sofá e as jogando no chão. 

- Não acredito que já o perdi , não faz nem uma semana que consegui ele. 

Falei olhando em todos os cantos da sala me jogando no sofá em seguida. 

- Procurando isso querida?

Uma voz ecoou de algum canto da sala me fazendo congelar . Alguém estava mesmo na minha casa , eu estava completamente FU-DI-DA. Antes de levantar eu olhei pra a mesa no centro da sala e a única coisa que se passou na minha cabeça foi pegar o vaso e acertar em quem quer que fosse. 

Corri e me aproximei da mesa , mais antes de o alcançar algo se pôs a minha frente e segurou meu braço . 

- Nem pense nisso. 

Meus olhos se focaram totalmente nos lábios vermelhos se movimentando a minha frente , aquilo me hipnotizava. 

- Como chegou aqui tão rápido? Quem é você ? 

Deixei de olhar seus lábios e passei meus olhos pelo resto do seu corpo ,o analisando. Não sei que tipo de brincadeira é essa , mais eu tava com medo. 

Um silêncio tomou conta da sala , mais logo depois foi quebrado por ele com um riso e o barulho de algo caindo no chão. Olhei pra baixo e vi o MEU livro caído ao chão , com algumas folhas amassadas. 

- Então , o que temos aqui?

Ele perguntou segurando meu rosto , o movendo de um lado para o outro. 

- O que você é? 

Ele perguntou com um sorriso meio estranho . Confesso que senti mais medo. 

- Uma Woodwive ? 

Meus olhos se arregalaram naquele momento. Como ele poderia citar uma das criaturas do livro? Ele riu mais uma vez .

- Não , não é uma Woodwive .

Ele analisou meu rosto. 

- Sua energia está se alterando demais. 

Ele passou a língua nos lábios. 

- Parece ser uma Baobhan Sith. 

Ele continuou me alisando. 

- Você vai me contar do jeito fácil , ou do difícil? 

Ele continuou me alisando , passando seu dedo pelo meu pescoço. Eu o olhei nos olhos , prestes a pedir pra parar com a brincadeira e os vi brilhar. Ele era como o Vulpino que eu imaginava , exatamente igual. 

Pele pálida e fria , sua voz , seus cabelos ... Tudo como eu imaginava. 

- Saiba que eu não tenho muita paciência querida , é melhor andar logo com isso. 

Ele sorriu e eu vi suas presas , fiquei sem resposta. Por mais que eu tentasse , minha voz não saia. Depois disso não vi mais nada. Simplesmente apaguei ali. 

...

Acordei com dor de cabeça , falta de ar e dor no peito. Me sentei na cama e olhei em volta , tudo igual. Abaixei a cabeça e vi meu livro no chão aberto na página 153.  

- Ainda bem que tudo não passou de um pesadelo. 

Suspirei e fechei os olhos tentando aliviar a dor de cabeça . Peguei o livro do chão e o guardei na prateleira. 

- Cheia disso por hoje .  Presciso beber algo. 

Sai do quarto e fui a cozinha. Chegando lá avistei uma figura masculina de costas pra mim. Meu corpo congelou de novo. 

- Que bom , não demorou tanto pra acordar. 

Ele se virou me encarando. Não demorou muito e eu reconheci sua voz. Eu não queria acreditar , mais aquilo não era um sonho. Dei meia volta e tentei correr de volta ao quarto , escutei o mesmo gritar atrás de mim. 

- Vamos pular essa parte , tô sem paciência hoje. 

Abri a porta e vi ele na minha frente , gritei e fechei em sua cara. 

- Pensando melhor ... É mais divertido assim. 

Ele apareceu do nada sentado no sofá. 

- O que você quer de mim ? Me deixa em paz. 

Falei e caminhei de volta ao quarto e ele riu. 

- Relaxa , não vou te machucar. 

Ele riu mais uma vez , só que de forma mais assustadora .

- Mentira , eu quero muito. 

Ouvi um sussurro e me virei depressa. 

- Vamos fazer o seguinte , você me ajuda e eu não te machuco ... Tanto. 

Ele sorriu e eu corri até o vaso na mesa de centro. Dessa vez quem riu fui eu. 

- Eu não vou te ajudar. 

Peguei o vaso pra me proteger.

- Acho que você não entendeu. Isso não foi um pedido querida. 

Ele puxou os cabelos pra trás e sorriu novamente.  

- ME DEIXE EM PAZ ! 

Gritei sem um pingo de paciência e joguei o vaso em sua direção , pra meu azar ele desviou. 

- Eu vou adorar te machucar.

Ele sorriu e apareceu atrás de mim , tentei correr até o quarto mais não conseguia me mover . Eu estava presa em um pesadelo. 

- Tudo teria sido mais fácil se você tivesse colaborado. 

Ele sorriu e segurou meu queixo. 

- Pare de me chamar de querida. 

Falei já com raiva , virando meu rosto bruscamente. Ele como sempre , riu. 

- Nem de longe. 

Ele afastou suas mãos de mim e estalou os dedos. Nesse momento eu senti meu corpo se chocar contra o chão. 

- Nunca mais tente me acertar , não vou ser tão gentil na próxima. 

- Está sendo gentil? Você claramente não sabe o que é isso. 

Falei isso com toda a coragem que eu tinha no momento. 

- Quer me ver pior ? Posso te mostrar se quiser. 

Ele perguntou e me deu a mão , me fazendo levantar. 

- Que merda você é afinal?

Falei sem perceber e quando notei a merda que tinha feito tampei a boca o fazendo rir. 

- Não sabe querida? Tem certeza?

Ele se aproximou juntamente com uma brisa leve.  

- Eu só posso estar louca . Não tem chances nenhuma de você ser um personagem do meu livro. 

Não importava o quanto minha cabeça estava confusa , eu me recusava a acreditar nisso. Isso é impossível. 

- Que tipo de ser você é? Sua energia se altera muito. 

Ele sorriu e eu me afastei. 

- Para com isso. Eu já me assustei o suficiente , sua brincadeira não tem mais graça. Pode ir embora agora. 

Disse indo até a porta , abrindo . 

- Que brincadeira ?

Ele falou e a porta atrás de mim se fechou .

- Você queria que fosse né querida? 

Ele sorriu e se aproximou. 

- Vou avisar pela primeira e última vez , nada disso aqui é brincadeira querida. A única coisa que se parece com isso é você , que acabou de se tornar meu novo brinquedinho. 

Em um instante ele estava atrás de mim ,senti seu sopro no meu pescoço. 

- Você não passa de um louco!

Encostei minhas costas na porta a medida que ele se aproximava.  

- Não é a primeira que tenta me convencer disso , estamos quites. 

Ele colocou seus braços a minha volta , me prendendo.





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