História Wait ~ Jeon Jungkook - Capítulo 23


Escrita por: ~

Postado
Categorias Bangtan Boys (BTS)
Personagens J-hope, Jungkook, Personagens Originais
Tags Bts, Jungkook, Romance
Visualizações 88
Palavras 1.779
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Comédia, Crossover, Drama (Tragédia), Escolar, Famí­lia, Fluffy, Hentai, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Universo Alternativo
Avisos: Álcool, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Helloness, tudo bomness?

Disse que postaria mais um bônus pré-final e cá estou. Nesse bônus trago um momento totalmente pai e filho, onde encontramos um Jungkook não muito confiante como pai, mas ainda o Jungkook de sempre.

Esse por ser um bônus vem em menor versão, mas não se preocupem eu me empenhei para ficar tão bom quanto os grandes. Espero que gostem.

Enfim, boa leitura!

Capítulo 23 - The Cure


Massagear seus pés, suas mãos, suas pernas, deixe-me cuidar de tudo, amor. Feche os olhos, vou cantar sua música favorita. Escrevi esta canção de ninar para você. Faça silêncio agora, amor, não chore. Tudo que você quiser não poderia estar errado.

JUNGKOOK

- Uma hora de pai e filho. Preciso me encontrar com a equipe para uma reunião. - Amber surgiu no meu escritório com Jae no colo e todos seus pertences. - Vai te atrapalhar? - Ela me olhou quase exigindo uma negativa da minha parte, eu diria que sim se não fosse pela faca que ela me enfiava através dos olhos. 

- Nunca atrapalha. - sorri me levantando. Ela me passou Jae e pegou a bolsa do pequeno e colocou no sofá.

- Eu já dei de mamar, já troquei a frauda e ele tomou banho mais cedo. - Amber parou de falar tentando lembrar de mais alguma coisa. - Tudo certo? - Assenti. - Ótimo, estou atrasada. Amo vocês! - Ela gira os pés correndo para fora da sala.

Pedi para buscarem o carrinho no carro e então coloquei Jae deitado no mesmo. Ficamos nos encarando por um tempo, ele tinha o olhar tão penetrante. Já disse isso? Talvez sim. De qualquer maneira, ele não me deixava desviar a atenção mesmo se eu quisesse. Depois do seu nascimento, meu extinto protetor aflorou muito mais. Agora eu pareço muito mais chato e um tanto possessivo quanto o bem estar da minha família. Amber chega a ficar alguns minutos sem falar comigo quando eu encho o saco sobre suas demoras na rua com a Lauren. Ah, qual é! Quem demora uma hora pra comprar um pé de alface?

Me inclinei posicionando os cotovelos em meus joelhos. Observava Jae se distraindo com um Mickey de pelúcia, ele era um bebê extremamente esperto e enérgico. Ele gostava de mexer os bracinhos e fazer barulhos que pareciam tentativas de falas quando eu e Amber brincávamos um com o outro ou dançávamos juntos. Mas também era muito sossegado, dormia quando colocávamos no berço e acordava sem muito estresse. 

- E ai, garotão. Tá legal chupar esse dedo? - Jae fixou os olhos em mim. - Sua mãe não vai gostar nada se souber que você chupa o dedo. Mas eu te protejo, não garanto nenhuma bronca porque você sabe como sua mãe é, né? Ela é dona da porra toda. Porra não, nunca diga porra, diga poxa. Não xingue, é melhor.

Recebi uma mensagem de Amber perguntando se tudo estava bem. Claro que estava, a não ser o meu surto interno por não saber o que fazer com meu próprio filho enquanto o mesmo me encara com esperança de eu dizer algo a cada cinco segundos. Larguei o celular e voltei-me para Jaeyoon, ele me olhava atentamente como se descobrisse algo novo ou tentasse decifrar o que eu pensava. Era o que eu fazia também. Ele não me dava outra saída a não ser essa, observa-lo e tentar descobrir o que se passava naquela cabecinha.

- Se nós vamos passar a próxima hora juntos então precisamos estabelecer algumas regras, tudo bem? - ele não respondeu e eu dei de ombros. - Regra número um, sem choro ou biquinho. Regra número dois, não repetir o que o papai fala. Regra número três, não fazer cocô. Estamos entendidos? - ele ainda ficava sério. - Sobre o que podemos conversar? Ah, acho que podemos falar sobre o que você pensa sobre ter um irmãozinho. Eu sei é cedo, mas eu gostaria de ter mais um filho, sabe. Ver vocês dois trocando socos e sua mãe brava por eu deixar. Quer dizer, eu não apoio nada disso, mas acho que é coisa de garoto. Se for uma garota você tem de protege-la e ser muito cuidadoso. Eu gostaria que fosse uma menina, assim a mamãe teria uma companhia a mais em casa já que você só pensa em mim. - bufei um pouco frustrado. - Você pode gostar menos de mim e mais da sua mãe? Eu não quero vê-la triste, nem você, mas sabe como é, né. Eu amo ela e seria muito chato se ela sentisse ignorada. 

Jae ri mexendo os bracinhos. Aquilo era um sim? Entendi positivamente e continuamos a conversar. Eu continuei a conversar, ele era mais o ouvinte - um ótimo ouvinte. Ele parecia me entender e prestava bastante atenção, mas eu sabia que nada fazia sentido em sua cabeça mesmo assim continuei a falar.

- Falando na sua mãe...Quer saber algumas coisas sobre ela? - Jae sorri tímido, me fazendo corar de tanta fofura. - Tudo bem, são coisas básicas, mas que irão te ajudar a não levar bronca. Em hipótese alguma fale algo que a faça respirar fundo. Quando isso acontece ela está reprimindo a raiva, ou seja, você será xingado mais tarde de forma aleatória e bem agressiva. No seu caso não porque você ainda é um bebê e quem teria coragem de te xingar. Fala sério! Olha essa sua cara. - comecei a apertar suas bochechas. - Coisinha mais linda do pai. - me dei por conta da voz fina que fazia e estreitei a postura - Não conte isso pra sua mãe, ela vai me zoar eternamente. Voltando. Ela não gosta de cebola e não aguenta muita pimenta, por isso, nunca dê nada com esses dois para ela comer. Ah, ela também não gosta de figo, mas quem gosta de figo? 

Pensei por alguns minutos e percebi que sabia mais de Amber do que imaginei um dia saber. Eu não sabia exatamente o quão relevante aquela informações eram para Jaeyoon, mas sentia a obrigação como pai de contar aquilo tudo, o aconselhar diante dos jeitos da Amber. Eu tinha mesmo essa obrigação? 

Eu não sabia exatamente qual era o meu papel como pai. Durante grande parte da infância recém-nascida de Jaeyoon eu era um pai presente, no entanto eu passava muito tempo no trabalho. Tentei várias vezes trazer o escritório para casa, mas Amber não permitiu pois não queria profissional e pessoal se misturando. Aceitei porque sabia que podia prejudicar a boa atmosfera que construímos juntos, mas não me sentia nada bem sabendo que minha mulher estava em casa cuidando do nosso filho sem nenhum auxílio meu. Me peguei pensando mais de cinco vezes sobre o que eu ensinaria para Jaeyoon quando começasse a andar ou a primeira palavra que insistiria para ele dizer. Não tive muitas respostas, pois minha cabeça apenas matutava a ideia de ser o cara que põe comida na mesa e roupas boas na gaveta. 

Como eu poderia ser um bom pai ser tão presente?

Entendi que a solução era eu administrar isso de longe. Mandava mensagens e ligava sempre que podia, mesmo que Amber dissesse que era fofo mas não precisava me incomodar em ligar. Também usava as últimas horas do dia no escritório para não pensar em nada além do necessário, eu queria chegar em casa, beijar minha mulher e meu filho, tomar banho e passar o restante da noite com os dois. Então por meio do automático acabei sabendo como lidar com o tal papel de pai que tanto me perseguiu. 

Eu conversava meio perdido com Jae, mas era por não saber exatamente o que falar para ele. Nunca havia ficado mais de dez minutos sozinho com um bebê que não estivesse dormindo, e se fiquei não dei muita atenção. Com Jae era diferente. Eu queria que ele soubesse que eu estava ali, queria que ele tivesse certeza que eu sou pai dele e que se ele fizesse cocô eu o limparia mesmo que morrendo por dentro. Ele é meu filho e eu faria qualquer coisa para o ver bem.

- Sua mãe me pegou, sabia? Assim como você, eu me apaixonei pela primeira vez que a toquei. Foi só na mão, não pense besteira. Ela era a última pessoa que me atraía na escola toda. Sabe a garota que todos querem, mas você não vê nada demais? Então, era ela. E no dia mais aleatório do universo, me peguei pensando nela por conta de um simples aperto de mão. Não estou dizendo que foi um aperto de mão bom, afinal, o que é um aperto de mão bom? A Amber só me transmitiu algo diferente, assim como você. Quando você nasceu eu fui o primeiro a te pegar no colo depois da equipe médica, óbvio. E naquele momento eu soube que não poderia te soltar nunca mais. Não literalmente, apenas de uma maneira que eu o fizesse ficar sempre comigo, sempre sob meus cuidados.

O peguei no colo e o segurei sentado em meu colo.

- Vocês dois são as pessoas que eu mais amo no mundo. É ridículo o modo como fico quando falo de vocês ou os vejo. Parece que tudo fica claro e vários unicórnios me rodeiam. Falei! Eu fico muito feminino, isso tem que parar. Pare agora de sorrir pra mim. - Jae riu fazendo um barulho tão diferente que me fez rir junto. - Você é o garotinho mais lindo que existe. Arrrrrrgh! - levei seu rosto perto do meu e dei um beijo em seu nariz. 

- Atrapalho? - Amber surge batendo os saltos no tapete e com aquele sorriso radiante que acaba comigo.

- Nunca. - ela tira os saltos e senta no chão comigo e Jaeyoon. - Eu estava pensando em ir embora mais cedo. O que acha?

- Acho ótimo, meu amor. - Amber diz animada enquanto entrelaça nossos dedos.

- O que aconteceu para você estar tão feliz? - questiono sorrindo.

- Sabe, hoje eu me despedi dos meus funcionários. Mesmo que eu tenha passado pouquíssimo tempo com eles, eu devo muito a cada um. Eles me deram um voto de confiança e estão aqui até então. - observamos Jae engatinhando sorrindo igual dois babacas. - Eu decidi que quero logo me casar com você, te chamar de meu marido, falar que sou casada com Jeon Jungkook, sou mãe de Jeon Jaeyoon e me orgulhar da minha vida. Então passei a empresa para o Ezra como disse e vou focar nos preparativos para o nosso casamento.

- Não vejo a hora de te ver de vestido de noiva e depois tirar ele todo. - provoquei malicioso.

- E eu não vejo a hora de você tirar ele. - ela sussurra no meu ouvindo me surpreendendo totalmente. 

- Tá safada hoje, é? 

- Talvez. - Amber sorri ladino.

- Vou poder aproveitar isso?

- Com certeza. 

Amber me sela lentamente e quando nos separamos levanto o mais rápido possível, apanhando todas as coisas de Jaeyoon e quase puxando a mais nova. Era a minha noite. Obrigado, Ezra, muito obrigado. 


Notas Finais


Jungkook é o best appa do mundo, Amber a best jagi do mundo e eu a escritora que coloca mais safadeza para o final do capítulo do mundo.

Agora é oficial, semana que vem sai a primeira parte do final dessa fic e eu estou como? Chorosa, mas é o que tem pra mim hoje, né. Quero deixar aqui que o capítulo do casamento da Lauren com o Jackson sai provavelmente antes da parte dois do final, ou depois, o capítulo vai ser grandinho então peço paciência e perdões.

Algumas pessoas têm falado para eu continuar a escrever quando essa fic acabar e bom, é meio que inevitável algumas pessoas não saberem sobre minhas outras estórias, pois eu mesma nunca comento sobre. Então irei deixar aqui as fics que vou continuar a escrever depois dessa. Elas já estão começadas, então vocês podem já ir lendo caso queira acompanhar.

Fools (Namjoon)
https://spiritfanfics.com/historia/fools-kim-namjoon-9356630

The Last One (Hoseok)
https://spiritfanfics.com/historia/the-last-one-jung-hoseok-fanfiction-9609812

Perfect Angel (Jimin)
https://spiritfanfics.com/historia/perfect-angel-park-jimin-9155649

No próximo capítulo também irei divulgar uma fic nova que está com três capítulos prontíssimos.

Música do capítulo: https://www.youtube.com/watch?v=vp8VZe5kqEM

Não canso de dizer, então irei repetir. AAAAAAAMO VOCÊS. Obrigada mais uma vez pela presença de cada um. <3


Gostou da Fanfic? Compartilhe!

Gostou? Deixe seu Comentário!

Muitos usuários deixam de postar por falta de comentários, estimule o trabalho deles, deixando um comentário.

Para comentar e incentivar o autor, Cadastre-se ou Acesse sua Conta.


Carregando...