História Wake up! - Capítulo 14


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Categorias La Casa de Papel
Tags Acordo, Casamento, Máfia, Raquel Murillo, Sérgio Marquina
Visualizações 72
Palavras 3.017
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Suspense, Universo Alternativo
Avisos: Drogas, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sadomasoquismo, Sexo, Spoilers, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Olá!Pelo horário já sei que não tem ninguém acordado.Mas é a vida,e é a indecisão também.
Vocês acreditam que eu escrevi duas versões para esse capítulo,um fofodrama e um totalmente drama?
E como eu fiquei com esse daqui,também não sei hahahaha.Mas se tiver muito ruim,eu apago e coloco a outra escrita.
*Vão me falando aí,o que acharam.

Capítulo 14 - Estoy enamorado!


SÉRGIO MARQUINA
Suor frio me acorda,mesmo estando agarrado à Raquel e o calor dos nossos corpos aumentando.Com o desenrocar de meus membros de seu torso,as luzes suaves de seu quarto refletem sobre suas feições suaves.Jeito de menina,pacífica,e incrivelmente inocente...Me movo lentamente para não acordá-la uma vez que a obriguei a fazer tanto esforços físico.Eu pego o meu jeans e o coloco rapidamente.Eu não quero que Raquel fique ainda mais exposta.Eu a cubro com os lençóis,e beijo sua testa carinhosamente.Eu fui um verdadeiro monstro com ela e estou arrependido.Muito arrependido.
Lentamente faço o meu caminho para a cômoda para ver o meu estado,eu estou impecável e sem marcas.Agora ela,tem chupões,mordidas e arranhadas pelo corpo.Ela suspira algumas vezes em seu sono,o cansaço é eminente em seu suspiro.E,depois de num sei quantas respiradas seus olhos se abrem.
Raquel levanta a cabeça,colocando-a na cabiceira e se enfia dentro do lençol,e quando volta;já volta com os olhos marejados e soluçando.
-Isto é o que você realmente gosta?Eu assim?_Diz ela,enquanto limpa no nariz com o lençol.Sua voz está totalmente embargada,e isso me preocupa,por isso corro para junto dela.
-Não me toque!_ela me empurra,lutando para ficar longe de mim.Lutar contra mim!Tentando fugir de mim!Ó Deus!O que eu fiz?_Não me toque!_ela sussura.Estou completamente confuso,meus olhos arregalados e assustados com o conhecimento de que ela poderia separar,e fugir.Ela traçou uma lágrimas de raiva para fora de seus olhos com a parte traseira de suas mãos olhando para mim.
-Você é um filho da puta fodido!
-Minha pequena._Eu imploro,chocado.Eu não queria fazer isso com você.Mas você me tira do sério,me deixa louco.Como diabos eu erro em meu único relacionamento como este?
-Não se atreva a me chamar de Minha Pequena!Eu não sou sua.Você precisa classificar a sua merda,Sérgio!_Diz ela, com suas últimas palavras para mim completamente irritada,amarga, confusa,e ferida.Sei que, neste momento,realmente firo as pessoas.Eu sou ruim internamente!Eu machuco as pessoas que cuidam de mim!Eu machuquei a única mulher que eu realmente amo!E,neste ponto de realização,porra,ela pode estar fugindo de mim.Ela aperta a maçaneta da porta do banheiro e silenciosamente fecha atrás dela,como se em derrota.O que eu faço?Eu não posso viver sem ela!Eu... Eu apenas não posso!Eu sou um cara de merda,uma porcaria que não serve para nada,vale nada e ainda quero o seu carinho,quero seu amor,eu preciso dela aqui,comigo.Eu faço qualquer coisa, qualquer coisa para ela ficar comigo.
Ela saiu de mim.Minhas mãos vão para o meu cabelo em confusão,mas desta vez,meus dedos agarram e puxam-o duramente em desespero.Oh meu Deus! Eu só ...Eu começo um hiperventilar.

RAQUEL MURILLO
-Raquel!_Sérgio começa a esmurrar uma porta.Ligo ou chuveiro.A porta sacode_Raquel,abra essa porra dedsa porta.
-Vá embora!
- Não vou para algum lugar.
-Como quiser.
-Raquel, por favor.
Entro no chuveiro,deixando-o lá fora.Ah, tão quentinho ... A água revigorante cai sobre mim,lavando minha pele de todo o exaustão da noite passada.Nossa.Tão gostoso ...Por um momento,por um breve momento,consigo fingir que está tudo bem.Lavo o cabelo e quando termino já sinto-me melhor,mais forte, pronto para enfrentar o trator chamado Sérgio Marquina.Enrolo o cabelo em uma toalha,enxugo-me rapidamente com outra e depois a enrolo no corpo.
Destranco a porta e,quando abro,vejo Sérgio encostado na parede oposta, como mãos atrás do corpo.Ele tem uma expressão prudente,semelhante à de um predador sendo caçado.Passo rapidamente por ele e entro no closet.
-Você está me ignorando? - pergunta Sérgio,incrédulo, parado na porta do closet.
-Que perspicaz,você_murmuro distraidamente enquanto escolho o que vestir.
Ah, sim ... meu vestido ameixa.Tiro-o de cabide,pego como botas pretas de cano longo e salto agulha e volto para o quarto.Paro por um momento, esperando que Sérgio saia do caminho,o que ele acaba fazendo - seu senso fala mais alto.Sinto seus olhos me atravessando enquanto cruzo o quarto até a cômoda e,pelo espelho,dou uma espiada nele,estático na porta,me examinando.
Em um ato digno de uma vencedora de Óscar ,deixo a toalha cair no chão e finjo não me importar.Ouço seu suspiro contido e ignoro.
-Por que você está fazendo isso?_ pergunta ele, em voz baixa.
-O que você acha?_ Minha voz é suave como veludo.Enquanto isso vou pegando uma linda calcinha de renda preta da La Perla.
-Raquel ...
Ele para quando me vê vestir a calcinha.
-Vá perguntar à seu Macho Alfa.Tenho certeza de que ele vai lhe dar alguma explicação._sussurro, enquanto procuro o sutiã que forma o conjunto.
-Raquel,eu estou arrependido pelo o que eu fiz.
-Não quero ouvir,Sérgio._ Faça um gesto de desdém com a mão._A momento de se arrepender foi ontem,enquanto eu pedia clemência para você,mas,em vez disso,você preferiu continuar me violentando.Converse com a sua consciência,tenho certeza de que ela terá uma maior boa vontade em escutar você.
Encontro o sutiã que procurava e visto lentamente,meus seios estavam inchados e doloridos.Sérgio avança e coloca as mãos na cintura.
-A minha consciência está me dizendo que eu te devo um perdão._ele fala,meio triste.
-Perdão!?A questão não é essa.Sérgio._retruco com rispidez._Eu não quero seu perdão,porque corre o risco de mim te perdoar e você voltar a cometer o mesmo erro.
Ele aperta a boca numa expressão severa.
-O que você quer que eu faça?
Pegando um par de meias sete oitavos pretos com barra rendada,vou até a cama.Então, eu sento,estico a ponta do pé e,delicadamente,cubro minha perna até a coxa com o leve tecido .
-Eu não sei,eu simplesmente não sei._eu digo,sendo seguida por seus olhos por todo o caminho que faço ao longo das minhas pernas,mas,eu continuo a ignorá-lo e passar para a outra meia.
Fico de pé e me curvo para secar meu cabelo com uma toalha. Através das minhas coxas entreabertas,posso ver seus pés descalços e sentir seu olhar penetrante.Quando termino,volto a me levantar e vou até a cômoda para pegar o secador de cabelo.
-Pense em alguma coisa,que eu faço._Sua voz é baixa e suplicante.
Ligo o secador e não consigo mais ouvir sua voz.Pelo espelho,olho para ele de cabeça baixa enquanto seco o cabelo com os dedos.Ele me encara com olhos semicerrados e frios, gelados até.Olho para outro lado e foco na minha tarefa, tentando reprimir o calafrio que percorre meu corpo. Engulo em seco e me concentro em secar meu cabelo.Ele está bravo.Ele me violenta e está bravo comigo?Que ousadia!Quando meu cabelo parece rebelde e volumoso,paro. Sim ... gostei. Desligo o secador.
-Você está bem?_pergunta ele,seu tom agora é preocupado.
-E você se importa?
-Raquel,para com isso.Agora.
Dou de ombros,e Sérgio atravessa o quarto rapidamente na minha direção.
Dou um giro e um passo para trás quando ele tenta me alcançar.
-Já falei que não quero que você me toque_falo rispidamente,e ele congela no meio do movimento.
-Você está bem?_pergunta,o punho cerrado pendendo ao longo do corpo.
-Estou bem...ESTOU BEM!_respondo,alterando a voz.Estou ardendo de raiva_Estou bem MALLLLLL.
Ele leva um susto.
-Ó,eu sinto muito.
Olhando para mim,culpado.Meu inconsciente solta um breve e bem-vindo suspiro de alívio por ter extravasado.
-Sentir muito,ainda não te faz suficiente para lidar com o buraco que está aqui dentro._falo com hostilidade._Você fudeu a minha vida,Sérgio Marquina.
Ele me encara sem reação,o rosto estático.Mas,se empalidece por um instante.Eu engatei a primeira e continuo,soltando a minha fera interior.
-Você tem noção que eu nunca mais serei a mesma?Eu nunca serei a Raquel Murillo que você e todos conhecem.E A CULPA É SUA,SOLÁMENTE TUYA!

SÉRGIO MARQUINA.
Suas palavras são como gilete em mim,que passada errado corta e machuca ao mesmo tempo.Raquel,falha na respiração,e eu olho para ela de repente,com todo o pânico e o pressentimento vindo à superfície de repente.Me asfixia com o pânico da possibilidade de perder-la.Eu puxei-a em meus braços,e eu beijei-a com toda paixão,desejo e amor.Meu Deus!Eu acho que eu amo!Ela está surpresa com meu desespero crescente,e toda essa angústia desaparece no meu beijo
-Não me deixe,por favor_Peço a ela._Você será a minha esposa_Eu digo com respiração acelerada._Você me prometeu que não iria me deixar, e você me implorou para não deixá-la em seu sono._eu murmuro contra os lábios tentando mantê-la comigo.Eu não posso perder-la! Eu rasgo meu coração antes de qualquer seleção permanente entre nós!Eu não posso viver sem o meu coração!Eu não posso viver sem minha alma!
-Eu gostaria um pouco de privacidade para terminar de mim vestir._Diz ela,com a respiração ofegante pelo beijo.Raquel me olha sem barreira,meus músculos caem,como uma criança nua, com todas as minhas merdas ... um menino que se perde no seu abismo.
-Não me deixe,por favor!_imploro,e,ela está congelada em seu lugar,e fica tensa,completamente inflexível. Meu coração se parte de novo.Eu quebrei ela!_Eu fui um babaca admito_Eu sussurro.Eu não posso cometer o mesmo erro.Gentilmente,eu puxo meus braços, enterro meu nariz em seus cabelos, beijando seu pescoço.Eu não posso te ajudar para não perder você. Eu apenas não posso!Não me odeie,eu mal posso sussurrar._Por favor!_eu respiro contra a sua pele macia.
A minha alma está doendo,e eu estou perdido.Ela começa a chorar em silêncio de novo.Eu continuo beijando-a suavemente,ternamente,mas estou desconfiado de que ela não me quer mais.
Eu só abraço,orando silenciosamente para que ela não me deixe, que ela me perdoe e que ela pare de odiar. Eu sei que isso é uma tarefa de tempo,mas eu estou apaixonado por ela! Ela finalmente relaxa com rigidez deixando seu corpo e para chorar.Aurora vai e vem, e a luz suave da manhã produz luzes brilhantes conforme a manhã se move,e nós ainda nos encontramos em silêncio.
-Raquel,mas se você quiser me deixar eu vou te entender.Eu fui um monstro com você e mereço ser punido.Eu mereço ficar sem você._digo,quebrando o silêncio._Me diga e será tudo como queira.
-Era o que eu devia fazer mesmo,te deixar,te abandonar,te fazer sofrer um terço da dor que estou sofrendo.Mas,eu...Eu,não consigo te deixar,e eu também não quero te deixar!
-Eu não quero que você vá também._eu sussurro em voz crua.Eu acaricio suavemente seu rosto e enxurgo uma lágrima caindo com o polegar.
-Eu vivo desde que te conheci._eu podia pronunciar em sussurro.Meu polegar traça os contornos de seu lábio inferior.
-Eu também._ela sussurra de volta._Eu me apaixonei por você,Sérgio._Raquel declara,e ouço isso dela quando ela está consciente e acordada,eu estou chocado,e minha respiração está batendo para mim.Ela me ama?Este pedaço inútil da merda de um homem,que machucou-a sem dor e piedade em prol de um raivinha besta?
-Você é mesmo uma anja,Raquel.De tão pura e inocente,eu te gritei,te bati,te violentei.E você,ao invés de me desprezar,me pisotear e me odiar.Você não,diz que me ama._ Eu digo completamente horrorizado.
Ela não pode!Ela não deve!Eu não sou nada!Eu sou ruim para ela.Raquel,você não pode me amar.
-Amar,amor é diferente de esquecer.E isso eu não vou esquecer.E a hora certa você vai pagar._ela diz,se afastando de mim e indo para sua cômoda.Ela pega,o que se parece um hidratante labial e passa nos lábios.Com a boca brilhante,faz um biquinho para imagem no espelho - como quem está preparado para tudo - Puta merda,eu estou muito fodido.Ela apanha as botas,vai até a cama e as calça,puxando-as até a altura dos joelhos.Raquel está só de calcinha,sutiã e botas,e está bem sexy se queres saber.Eu pisco várias vezes,embasbacado com a visão,meus olhos percorrem por seu corpo de forma rápida e avidamente.
-Séra um prazer cessar minhas dúvidas com a Senhorita._murmuro,adotando um viés quente e sedutor.
-Vamos ver se será mesmo um prazer_revida,piscando o olho para mim.
Eu engulo em seco."Mulheres constumo cobrar caro pelas dívidas que temos com elas".Respiro fundo,abro e fecho boca,chocado com o quê pode acometer comigo.
-Vejo você lá embaixo_diz ela,com a voz determinante.
-Quero saber como você vai me ver lá embaixo,se nem sair do quarto vai?_indago,e ela franze o cenho e as sobrancelhas,e então eu lembro-a do aparelho de segurança na porta.
-Já,eu,quero saber de onde você tirou que eu não vou te encontrar lá embaixo?_retruca._Está viajando?Porque eu irei sair desse quarto para te encontrar.
-Se é assim,descubra a senha e saía daqui._cruzo os braços,caminhando para o banheiro.Eu também vou banhar,e apanho a toalha que ela deixou no chão.

RAQUEL MURILLO
De todas as formas tento abrir aquela maldita porta,mas não consigo.Então vou cambaleante até a cama e me jogo.E começo a fazer uma autoanálise de minha pessoa,eu sou mesmo muito fraca perante à Sérgio Marquina,ele fez o que fez comigo e eu ainda disse que o amo.Eu nem sei se ele me ama,eu nunca ouvi de sua boca que me ama.Merda!.Nem resolvemos o que tínhamos para resolver.Ele me violentou e ainda saiu no lucro.BURRA!BURRA!BURRA!.Olho para o relógio:dez e meia.Eu estou com muita,muita,MUITA FOME.Aperto minha barrigo,tentando coibir o barulho que ela faz,e derramo uma lágrima.Uma não duas,três e quatro.
O pano da cama,o lençol da cama e o travesseiro da cama estão cheirando a sexo,o que aumenta minhas lágrimas por saber que não foi de livre e espontânea vontade.Mas,logo,estou agarrada ao mundo do sonho.E,minutos depois,uma mão vem acariciar meus cabelos e se declarar para mim.
-Acabou que eu nem te disse o quanto eu te amo também,Raquel.EU TE AMO TANTO PEQUENA.Eu não me vejo mais sem você,mas se por acaso você ainda quiser me deixar Eu nunca NUNCA vou deixar de te amar.Você não vai saber,e eu também não vou falar,mas vou passar os dias que me restam nessa terra me culpando pelo que fiz com você.
O homem sussura,passando a mão grande em cada escoriação,e em algumas por conta da profundidade até me remexo.Mas Sérgio,continua a me manter no lugar.Ele também percebe que estou com as mãos sobre a barriga e pressume que estou com fome,e pede nosso café da manhã.
A funcionária logo vem deixar,e ele pede também uma roupa.De alguma forma ele não queria sair perto de mim,culpa era o nome para isso.Ele estava se sentindo muito culpado.O homem improvisa uma mesa,na verdade pode se dizer que uma mesa japonesa.Porque ele coloca um edredom no chão,e coloca nosso alimento no centro e depois vai até a cama me acordar.Minto,primeiro ele escreve algo no meu caderninho de anotação (Ui!Já quero saber o que está escrito,alguém se habilita um palpite?).
Perto da cama,ele volta a fazer carinho em mim,mas isso não me acorda.Então,decide passar a barba por fazer no meu rosto,e eu acordo.
-Oi_murmuro,esfregando o olho e me espreguiçando.
-Oi,vamos comer!?_chama ele,pegando na minha mão.Eu simplesmente vou,porque estou com muita fome;a comida até tinha invadido meu sonho.
Chegando lá,me espanto com o edredom esparramado no chão e duas bandejas recheadas de comida,me animo só de imaginar comendo-as.
Sérgio nota a minha empolgação e a corta entregando um papel - quero dizer uma carta escrita com sua letra.

"Lo sinto,Raquel

Lo sinto mucho,de verdad

Mira,tengo...muchos años y eres mi primer amor

No sé como hacer isto,no sé como hablar....de esto.

Solo sé que te necesito en mi vida...Raquel,todo es mejor porque estás comigo.

Porque estoy enamorado!"


E eu não posso fazer nada além que chorar com aquelas palavras,elas definitivamente me tocaram.Sérgio me ama.PORRA ELE ME AMA!Você tem noção do que é ouvir isso?Da boca de um frio e calculista como ele.É quase como ganhar na loteria.Momentos nossos passam na minha mente,e eu choro ainda mais.
-Porque choras,mulher?_ele pergunta._Não gostou?Se você dizer que sim eu rasgo o papel agora mesmo,até engulo para você não ver._ele diz,em tom de desespero.
-Você podia te falado que estava apaixonado por mim.
-Te escrevi isto,porque não sei falar na sua cara e me perdoa porque...quando eu te encontrei naquela casa de praia com todos aqueles bailarinos a sua volta,eu surtei.Eu me senti ameaçado,simplesmente,por você está sorrindo e se divertindo...E eu nunca te vi tão à vontade comigo.Eu sou um idiota!Um idiota que para não ficar por baixo age como o desajustado do El Profesor.Sabe Raquel,me deram esse nome por eu ter a arte de ensinar e um dos meus ensinamentos é não ter relação interpessoais com ninguém...Eu achava que ia conseguir seguir meu próprio conselho,mas falhei.Falhei,perdi para o Sérgio Marquina ao descobrir que queria passar o resto dos meus dias ao lado de uma pequena marrenta.Você é a minha pequena marrenta!
A emoção estava à flor da pele,eu já não estava aguentando.Como diz o ditado,o choro é livre,e aqui estava eu jogando-o para fora.Ah!Me acaba menos homem.
-Eu estou me sentindo uma boba.Chorando,com um papel do meu bloquinho._digo,espremendo os olhos para as lágrimas caírem com mais rapidez no chão.Estou envergonhada._Quem deixou você pegar?Não foi sua mãe que comprou._completo,sorrindo e ele sorri também.Eu sou mesmo muito marrenta e chata,não sei como ele me aguenta.
-O que é meu e seu,e o que é seu é meu._retruca ele,ainda sorrindo.
-Mas isso só será válido,quando eu passar à ser uma Senhora Marquina e você um Senhor Murillo._Rebato sem tirar o sorriso do rosto.E,de repente meus lábios são espremidos por uma boca apetitosa e habilidosa.
-Shhhhhh!Você devia parar de ser tão respondona._reclama ele,explorando cada canto de minha boca.
-Depois do que você me falou eu posso abrir uma sessão para você.SÓ UMA.Não vai se acostumando.
Estou o beijando também,querendo já enfiar minha língua na sua boca.Mas ele não me dar passagem,pelo contrário me afasta dele;ainda estou com os olhinhos fechados,e me leva até a mesa com os alimentos.

*Nos sentamos na "mesa" e nos alimentarmos,ora ou outra dávamos comida um para o outro na boca,ou brincávamos de pegar no ar -Sérgio errou vários e eu morria de rir - E eu posso te garantir que estava muito à vontade com ele.


Notas Finais


Ain gente,já descobri porque coloquei esse capítulo.Ele simplesmente tem quase que 99,99% da declaração de amor do Sérgio Marquina para Raquel Murillo antes de todo o meu sofrimento começar.Ah!Eu tenho tanto apreço por essa parte que preferi mantê-la em Espanhol🤭🥰.


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