História Walking bodies - Capítulo 1


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Categorias Harry Potter
Personagens Blásio Zabini, Carlinhos Weasley, Draco Malfoy, Fleur Delacour, Fred Weasley, Gina Weasley, Gui Weasley, Harry Potter, Hermione Granger, Lino Jordan, Louis Weasley, Olívio Wood, Pansy Parkinson, Percy Weasley, Ronald Weasley
Tags Blon, Dramione, Drarry, Harmione, Perciver, Trisal
Visualizações 36
Palavras 1.245
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Bishoujo, Bishounen, Drama (Tragédia), Harem, Hentai, Lemon, LGBT, Magia, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Terror e Horror, Universo Alternativo, Yaoi (Gay)
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Estupro, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Sexo, Suicídio, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Capítulo curtinho porquê é Epílogo.

Prometo que os próximos serão maiores!

Capítulo 1 - Piloto


No final


Quando todos eles tiverem partido


Quando o mundo estiver em silêncio


E os dias forem longos


Apenas você e eu


Nós estaremos vivos


Nós sobreviveremos por conta própria


(Fingers Crossed)


Largo grimmauld


2002


A respiração acelerada demonstrava que ele não era o único tenso. A mão pálida e delicada do ruivo 0.3 ainda segurava o botão do rádio, com todos os olhares ainda focados neles, impressionados e assustados.

- Hm... Olá? Alou? Pan, acho que perdemos o contato! – Disse uma voz masculina.

- Merda. – Disse então uma segunda voz, desta vez feminina.

- Olá? Nós estamos ouvindo, o contato ainda pendura. – Hermione fora a única com coragem o suficiente para se pronunciar, logo depois que o ruivo 0.3 retirou a mão da velharia como se ela o desse choque.

Não houve resposta imediata, os dois grupos estavam nervosos, tinha sido há sete meses, os riscos desenhados na parede do corredor não os deixava perder as contas. Sete meses sem ouvir a voz se mais ninguém senão eles mesmo, sete malditos meses.

- Onde vocês estão, e de onde são? – Uma terceira voz, agora masculina foi ouvida, o único som produzido na extensa cozinha.

- Somos de Londres, estamos alojados no Largo grimmauld número doze, antiga mansão Black, conhece? – A voz de Harry vacilou, ao mencionar o nome do pai adotivo, sua mente pensando no corpo em decomposição que vagava por ai. O ruivo 0.6 levou a mão ao ombro no amigo, o confortando.

- Sim, conhecemos. – A voz fluiu do velho rádio – Quantos vocês são? Tem animais ou suprimentos?

- Somos doze ao total, nove de nós somos homens e as outras três são mulheres. Três cachorros, dois machos e uma fêmea, temos lanternas e pilhas, agasalhos, armas com silenciadores e alguns poucos produtos de higiene, embora nossa comida esteja quase no final. E vocês? Quantos são? Onde estão? Animais ou suprimentos?

- Somos seis. – A voz não tardou responder – Apenas uma mulher. Temos três cachorros machos e estamos alojados na Malfoy manor, que eu creio que conhecem, também fica em Londres. E temos uma quantidade razoável de suprimentos e quantidade o suficiente de comida por mais alguns meses se dividida e usada da forma correta. – A voz parou por um momento – Conhecem o segundo orfanato católico de Londres?

- Sim... – De repente, o ar ficara rarefeito, olhares mal contidos foram trocados, em um partilhar de segredos.

- Bom, ele é o lugar mais seguro e acessível entre nós, então, dois dias após a lua cheia, podemos nos encontrar lá, e então.

- Não.

- O quê? – A voz respondeu, confusa.

- Não vamos nos encontrar lá - O ruivo 0.3 respondeu, tenso, Oliver levou uma mão ao seu ombro, o dando o apoio emocional necessário, temendo que um gatilho fosse acionado.

- Por que não? É o lugar mais seguro aqui, não é complicado vocês andarem até lá.

- Tenho meus mais totais motivos, não iremos nos encontrar lá. – A voz do ruivo 0.3 carregava um tom definitivo, não deixando brechas para discursões – Podemos nos encontrar no antigo comercio dedos de mel, é seguro o bastante. A voz ficou em silencio por alguns momentos, e o ruivo 0.3 temeu que ele tivesse estragado a única escapatória deles.

- Certo, então – A voz finalmente disse – Como eu estava explicando, dois dias após a lua cheia, quando o sol estiver em seu estado mais forte, nos encontraremos lá, tudo bem para vocês?

Olhares de aprovação foram trocados, e então Hermione finalmente se pronunciou – Certo, dois dias após a lua, quando o sol estiver no seu horário mais forte, na dedos de mel. Combinado.

- Certo, desligando?

- Desligando. – Hermione assentiu, antes de desligar a velharia que tinha salvado suas vidas.

Todos suspiraram coletivamente, os ombros tensionados e os maxilares travados, o ar era complicado de se inalar, Wink, a cadelinha do grupo, foi a primeira a sentir a tensão e choramingar, abaixando a cabeça e cobrindo os olhos com a pata.

Fleur se abaixou a acariciou a cabeça do Husky Siberiano, a acalmando – está tudo bem, menina, nós não estamos sós.

Dobby, de longe um dos animais mais carinhosos que todos ali presentes já tinham conhecido, correu até a loira, exigindo carinho, que lhe foi concedido de bom grado e com um sorriso.

- Sim... Nós não estamos sós, e eu não consigo adivinhar se isso é bom ou não – A Ruiva 0.7 se pronunciou, encarando o teto.

O silêncio que se decorreu fora desconfortável, não existiam palavras parar ser ditas, apenas a sensação de esperança, e medo de que logo estas esperanças fossem em vão. O Ruivo 0.3 fora o primeiro a se levantar, subindo as escadas.

O ruivo 0.3 chegou ao seu quarto, visto que a mansão tinha quartos que abrigavam os oze componentes e ainda sobrava um gigantesco espaço. Trancou a porta atrás de si, se abaixando e enxergando um pequeno livro que guardava em baixo do travesseiro, a tirou de lá, era seu passatempo, ele não sabia se queria dividir com alguém, quer dizer, ele amava Oliver, e ele sabia que poderia sempre contar com Fleur ou Hermione, mas isso não o deixava mais apto a conversas e demonstrações de sentimentos.

Abriu o diário, alcançando uma caneta que sempre ficava acima de sua cabeceira e colocando-a contra o papel, desligou-se do mundo real, ele não precisava se pessoas ou palavras enquanto tinha papel e caneta em mãos, sua letra era ágil e redonda, algumas palavras grifadas com capricho, outras ele circulava, outras ele riscava e escrevia outra na frente, no final, ele desenhou uma caricatura idêntica do rádio no qual os condenara ou salvara suas vidas em miniatura.

Ela sempre dizia que ele tinha um dom, ele sempre a respondia que era nada mais que uma maldição, que o tempo solitário e os sentimentos turbulentos o deram uma brecha para aperfeiçoamento, e ela sempre sorriria de forma triste e acariciaria seus cachos, limpando suas lágrimas.

Inconscientemente, ele virou páginas antes, encontrando o desenho de uma mulher, em roupas preto e branco, com um ar bondoso e sorriso gentil, seus cabelos pretos e encaracolados desciam em cascata pelos seus ombros, quase escondendo o terço que sempre carregava consigo, não importa em qual ala ela estivesse, fora a única vez que ele a vira sem o hábito religioso, ela tinha dado a desculpa de calor, mas ele sabia que ela estava tentando deixa-lo melhor, e ela conseguiu, saber que ao menos uma única pessoa se importava com ele naquele inferno era o suficiente para continuar de pé.

Balançou a cabeça, não necessitava de memórias melancólicas, no exato momento em que guardara o livro no seu local de origem, ouvira um sino de som frágil ressonar pela casa, indicando que o jantar (Seja uma comida realmente decente, ou seja apenas pouca sopa fria, era impossível saber o que aconteceria) estava pronto.

Descera as escadas, encontrando os outros onze integrantes e os três cachorros ao redor da ampla mesa de jantar, que felizmente, era coelho cozido com vegetais assados, ele sorriu minimamente.

Se sentou à mesa, pegando um prato e colocou sua janta, se deliciando com o cheiro, mas isso não foi o suficiente para tirar a tensão exagerada em seus ombros, as memórias antigas, mas ainda frescas em sua memória faziam seu estômago se revirar.

Ele sentiu uma mão grande em sua cocha, a acariciando discretamente, ele sorriu, e com os ombros relaxados, levou uma colher a boca.



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