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História War, Crown And Love - Capítulo 1


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Notas do Autor


EAE, JÁ LAVARAM A MÃO HOJE?

Pode tá uma merda então não me julguem por favor.

Quarentena em casa, sem nada pra fazer então a inspiração veio.

Espero que gostem. Perdoe-me os erros de ortografias haha.

NOS VEMOS NAS NOTAS FINAIS, ENTÃO:

Boa Leitura hehehe.

Capítulo 1 - Prologo


Fanfic / Fanfiction War, Crown And Love - Capítulo 1 - Prologo

Casamentos geralmente nunca dão certo, ainda mais quando se tratam de reinos.

Naquele reino rodeado por alfas, betas e ômegas. Havia uma grande disputa de poder, principalmente entre os reinos Sul e Norte:

O clã Jeon ficava responsável por liderar o reino Sul, sendo ele, o maior produtor e exportador de minérios de todos os quatro reinos.

Já o clã Kim, liderava o reino Norte, o principal exportador de produtos agrícolas e primários dos quatro. Por sua riqueza e solo fértil, o reino ocupava a posição de primeiro lugar no ranking de mais rico e desenvolvido.

Certo dia, os líderes do sul, foram surpreendidos com uma proposta de aliança de seus piores inimigos e motivos de muita guerra, o reino Norte.

Com a intenção de disseminar as desavenças entre os reinos de uma vez por todas, o rei Jeon, decidiu aceitar a oferta de seu adversário, –Agora aliado- Contanto que realizassem trocas de produtos onde lhe trouxessem riquezas: Os minérios e a agricultura.

O pacto foi selado entre os reinos. Já que um precisava do outro, o lado Norte não produzia minérios e o lado Sul, estavam à beira de uma enorme crise de fome, já que o solo era infértil o suficiente para conseguir plantar sequer uma monocultura.

Porém, essa união não agradou a todos, um deles, foi Jeon Jungkook, um alfa, filho primogênito e futuro herdeiro das terras do Sul, que estava indignado com a tal união, seu orgulho não deixava que fosse dependente de absolutamente ninguém, ainda mais de seus principiais adversários.

Sem falar que, havia dois meses sem que eles recebessem uma resposta do Norte. Como de costume, o Sul exportou parte de seus minérios a eles, entretanto, não receberam nada do que lhes havia prometido. Os produtos agrícolas já deveriam ter sido exportados ao Sul, a desculpa dos líderes do Norte foi que nesses tempos, por conta do clima, o solo permanecia infértil. Um dos fatos que mais enfureceu Jeon Jungkook.

Vagueando pelo enorme castelo, Jungkook estava enfurecido com a tal decisão do pai, ele se sentia imponente por não poder opinar nas decisões reais.

 

-Pai, eu tenho que lhe dizer que...-Interrompido pelo seu pai, Jungkook se cala, e o xinga em pensamentos.

 

-Cale-se, não me venha com lamúrias e papos furados. Recebi um telegrama do Norte. –Dizia o Rei Jeon sentado à mesa ao lado da rainha, segurando uma carta em suas mãos, seu semblante expressava tristeza, é possível se ver um lagrima cair de seus olhos, deixando Jungkook curioso.

 

-Porque está com essa cara pai? O que houve? –Indaga seriamente seu pai e cruza os braços.

 

-O rei Kim faleceu na madrugada de hoje, meu filho. Então seu filho mais velho, Kim Taehyung assumirá o trono de seu pai, sua coroação será daqui há um mês, e você vai. Infelizmente não poderei comparecer, pois estarei em viagem ao oeste. Como meu sucessor você prestará apoio e estará presente amanhã nas terras do Norte. –O rei afirma sério, não deixando espaço algum para que Jungkook pudesse opinar entre “sim” e “não”.

 

-Não ponho os pés naquelas terras. –Age audacioso, debatendo com seu pai. Intrigas como aquelas já eram constantes naquela casa desde que a aliança foi selada. Jungkook fazia questão de contestar seu pai em cada palavra que saia de sua boca.

 

-O que disse garoto?- O rei Jeon levantou-se de sua cadeira e ficou frente a frente com seu filho, mas Jungkook mantivera a calma e continuou a encará-lo. –Quem você pensa que é moleque? Você vai e ponto final.

 

-Tenta- Seu coração palpitava mais do que o normal, mas Jungkook não perdia a postura e a seriedade.

 

-Parem com isso, os dois. –A rainha se aproxima e afasta os dois.

 

-Não venha me dizer o que fazer, pai. –O alfa ergue sua voz, soando irônico, vendo o estado do filho, a rainha faz uma barreira humana em sua frente.

 

-Você vai, ou você nunca botará as mãos nesse reino. –O rei diz autoritário, mantendo a calma e a seriedade em todos os momentos.

 

-Por favor filho, vá, por mim. –A rainha Jeon era sempre tão doce, principalmente quando se tratava de seu filho. Acariciando seu rosto com lágrimas nos olhos ela pede a Jungkook, que se acalma com o acalento da mãe. Ele a encara serenamente, inclina sua cabeça dando um beijo em seu rosto e se afasta dos braços da mãe.

 

-Por você eu vou mamãe. –Jungkook dá um sorriso triste e em passos lentos anda de costas. Quando chega no corredor ele se vira, e volta a andar normal.

 

Caminhando por aquele enorme corredor ele apenas fitava o chão, alguns serventes passavam em lado estranhando a situação do garoto, mas decidem ignorar. Jungkook tinha vergonha de si mesmo, ele não conseguia se impor nas decisões do pai. O xingava mentalmente pelos piores palavrões.

 

-Viagem para o Oeste? Pretende trair a mamãe de novo? –Resmunga irritado. Claro, o seu pai não era, nunca foi santo. Ele já viu seu pai inúmeras vezes traindo sua mãe. Um dia, ele se irritou com a atitude do pai e foi contestá-lo sobre o assunto, mas tudo o que ele ganhou foi uma enorme cicatriz em sua barriga. Jungkook não conta para sua mãe porque não gosta de vê-la sofrer. Jungkook é um verdadeiro confidente.

 

O alfa sobe as escadarias e chega ao seu quarto, tranca a porta e se senta no chão.

 

-Eu sou inútil.

 

Seu quarto, era o único lugar onde o príncipe expressava todas suas emoções. Ele parecia ser um alfa forte, sério e digno de governar o trono, mas na verdade não era assim. Jungkook era um simples jovem imaturo e mimado, que queria tudo na palma de sua mão. O garoto que bate a cabeça na parede sentado ao lado porta derramando rios de lágrimas, esse sim é o verdadeiro Jungkook.

 

***

 

 

O reino Norte estava em luto. O rei havia morrido. O caixão fechado provava que tudo um dia se acaba. Que nem sempre a colheita vai brotar. Que a flor por mais bela que seja, um dia ela irá murchar.

 

A noite sempre viria, e a cada troca do dia para noite, nos mostra que sempre temos chances de recomeçar.

 

Mas para Kim Taehyung, os fungos destruíram a colheita, a flor havia murchado e o dia nunca chegaria.

 

A melancolia tomava conta do castelo. O povo vestia preto em luto ao rei. Todas as festividades do reino haviam sido canceladas. O clima ficou nublado o dia todo, pouco se via o sol.

 

O nome de seu pai esculpido na pedra cinzenta do cemitério pouco ensolarado, a lápide de seu pai, lhe mostrava que tudo tinha fim.

 

Kim Taehyung não conseguia esconder sua tristeza. Seu pai era o único que restava de sua família. Isso sem contar um fato de ter uma mãe meretriz que nunca teve curiosidade de procurar seu filho.

 

Porém, de tudo, o que mais lhe atormentava era o fato de enfrentar frente a frente o trono. Daqui há um mês acontecerá sua coroação, algo que ele tanto temia e fugia há anos. Mas ele tinha um mês para se preparar, um mês de luto.

 

Mas ele não estava completamente sozinho, havia alguém muito especial em seu lado, que lhe acompanhara em tudo, e esse alguém era seu ômega, seu híbrido, seu fiel companheiro, Park Jimin.

 

-“Os covardes morrem várias vezes antes da sua morte, mas o homem corajoso experimenta a morte apenas uma vez”. Seu pai era forte, corajoso e tinha um enorme coração. Ele partiu dessa vida, para uma melhor. Então, meu príncipe, faça-o de inspiração quando governar o reino, e se prepare, pois sua coroação será daqui há um mês.. –O garoto de cabelos aloirados sentado ao lado do príncipe, dizia calmamente, tentando confortá-lo.

 

-Ainda bem que você me lembrou. –Taehyung fala levando as mãos a seus cabelos para bagunçá-los, ele estava preocupado e inseguro –Eu o amava, muito. Você sabe disso, Jimin.

 

-Sim, eu sei a admiração que você tinha pelo seu pai. Tenho certeza que você se tornará um grande rei, igual a seu pai. –Era essa calmaria de Jimin que confortava Taehyung, mesmo abalado com a morte de seu pai, o ômega sempre tinha uma palavra especial.

 

-Você é a única coisa que me resta. Eu não sei o que poderia fazer caso lhe acontecesse algo. –O alfa diz receoso, tocando suas mãos as de Jimin.

 

-Você tem o povo agora, o seu reino, você nunca mais estará só.

 

-E quanto ao seu cio? É daqui há um mês também, não?. –Taehyung dá uma leve olhada a Jimin que fica envergonhado e um tanto, sério.

 

-Parece que você não se esquece mesmo. –Sua voz soa trêmula, como se temesse algo. A verdade é que, Jimin era um raro híbrido de onça-pintada. E as onças-pintadas têm como principal característica seu cio bastante extenso, podendo durar até três semanas. A onça libera um feromônio muito forte, depois que o alfa sente seu cheiro, eles cruzam várias vezes por dia.

 

Interrompendo a conversa dos dois, Jung Hoseok, um beta e empregado do castelo chega e os atrapalha.

 

-Meu caro príncipe, perdoe me interromper, mas as costureiras estão a lhe chamar para preparar sua roupa para a coroação, e o padre também lhe espera na igreja. –O servo faz reverência diante ao novo rei e espera sua resposta.

 

-Sim, Hoseok. Estou indo- Taehyung se levanta da cadeira em que estava sentado e ordena a Hoseok: -Leve Park Jimin a sua jaula com todo cuidado. Lembre-se não encoste sequer um dedo nele se não você e sua família morrerão queimados e expostos em frente ao castelo, isso é apenas um lembrete para nunca tocarem no que é meu. –A seriedade permanece em seu rosto, o tom autoritário do alfa faz o empregado abaixar a cabeça. Taehyung faz um sinal para que o híbrido se levante.

 

 O híbrido se levanta sem expressão e Jung Hoseok se aproxima colocando-lhe uma coleira dourada em seu pescoço e assim, lhe conduzindo até sua jaula, que ficava nos fundos do castelo. Sem balbuciar nenhuma palavra durante a ida, o empregado abre a enorme jaula e pede educadamente para que Park Jimin entrasse. Ele entra e como sempre, fica no cantinho da jaula. Outra parte interessante sobre os híbridos de onça pintada, é que quando estão nervosos, irritados ou até mesmo no seu cio, seu corpo pouco a pouco vai voltando a sua verdadeira origem, uma onça pintada.

 

Na jaula, o corpo de Jimin entrava em mutação: manchas negras começaram a se espalhar pelo seu corpo, seus olhos começaram a ficar mais amarelados e suas garras cresciam. Park Jimin não era feliz tendo aquela vida. Ele já teve más experiências ao tentar escapar do castelo, então, ele via como única opção, permanecer lá.

 

-Por que fazem isso com você, Jimin? –Hoseok se agacha e olha o híbrido nos olhos, algo que poucos faziam, pois muitos o temiam. Jimin era popularmente conhecido como “O cão de guarda do príncipe”. Mas para Hoseok, era um amigo que ficava horas e horas sentado ao lado de sua jaula puxando assunto sobre diversas coisas, o empregado era o único que conseguira tirar um sorriso do rosto de Jimin.


Notas Finais


Tá uma merda?

AAAAAAAAAAAAAAAAAA Dá uma olhada no Trailer:
https://www.youtube.com/watch?v=71jdW5L67NQ

Boa ação é tudo :D

Espero que tenham gostado, estou aberta a sugestão também (aberta hehe)

Até o próximo capítulo (Se tiver)


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