História War of Hearts - ABO- Sasusaku - Capítulo 18


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Categorias Naruto
Tags Abo, Naruhina, Sasusaku
Visualizações 502
Palavras 1.076
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Drama (Tragédia), Fantasia, Ficção, Hentai, Magia, Musical (Songfic), Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Sobrenatural, Universo Alternativo, Violência
Avisos: Adultério, Álcool, Bissexualidade, Drogas, Estupro, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


oieeeeeeeeeeee
como a frase abaixo fala, esse cap tá cheio dos mistérios khkjhkj

Sorry qualquer erro e Boa Leitura
*-*

Capítulo 18 - War of Hearts -17-


Fanfic / Fanfiction War of Hearts - ABO- Sasusaku - Capítulo 18 - War of Hearts -17-

War of Hearts

Capítulo 17

Dois dias depois

 

 

 

Hinata olhava atentamente a rua deserta por onde percorria até chegar a sua casa.

O silêncio pairava no ar de modo estranho, e a Hyuuga sabia muito bem detectar quando havia alguém seguindo-a.

E era exatamente aquilo que estava acontecendo no momento.

A morena já estava desconfiada desde alguns dias atrás, mas suas suspeitas só foram concretizadas quando vultos negros passavam por trás de si de forma desleixada.

A pessoa que a seguia certamente devia estar nervoso ou era um novato para agir de um modo tão imprudente.

- Tudo bem, a brincadeira acabou. Se quem quer que seja não aparecer em cinco segundos eu mesma vou fazer o favor de te arrancar de onde você estiver. – A ômega disse em um tom sério.

O vulto negro moveu-se rapidamente e se pôs em sua frente.

- O que você quer... Akasuna? – Hinata franziu o cenho ao reconhecer o símbolo nos trajes escuros do homem.

- Meu mestre me ordenou que encontrasse alguém com os olhos da lua, eu e os outros lhe procuramos durante muito tempo, senhora. – o homem falou ajoelhando-se. – Peço que me acompanhe, meu mestre quer falar com a senhora Hyuuga o mais rápido possível.

- Escuta, eu não posso simplesmente sair da minha casa e ir com alguém desconhecido para não-sei-onde. Quem é seu mestre mesmo? – a morena indagou.

- Akasuna Deidara, senhora. Meu mestre realmente necessita de sua ajuda, a vida do meu mestre Sasori corre risco e a senhora é a única que pode ajudar.

- Eu preciso falar com meu primo antes. – A Hyuuga suspirou. – Os Akasunas nunca tiveram rixa conosco, mas eu preciso avisar alguém antes de entrar em outro território.

- Eu entendo perfeitamente, senhora. – a ômega pôde ter um vislumbre de um sorriso tímido nascer no rosto coberto do homem. – Direi ao meu senhor que a senhora aceitou nos ajudar.

- Vá, assim que meu superior aprovar a minha ida eu entro em contato. – Hinata sorriu.

- Mas, como...

- Não se preocupe, você saberá quando eu for.

 

 

 

***

 

 

Sakura estava com sua cabeça mais bagunçada do que nunca.

Desde sua ‘’visita’’ ao túmulo daquela mulher, imagens desconexas e pesadelos estranhos estavam perturbando-a.

As vezes acordava na madrugada com seus olhos doendo de forma absurda, até tinha alucinações onde a pele de seu corpo era coberta por listras negras, mas logo em seguida voltava a realidade e dava-se conta de que era apenas fruto de sua imaginação.

Mas a maçaneta quebrada em sua mão e a porta de madeira no chão estavam fazendo seus neurônios explodirem.

A Haruno queria apenas fazer uma limpeza na velha garagem nos fundos da casa, de quando ela ainda não havia sido reformada.

Mas ao tentar abrir a porta de madeira que dava acesso a garagem, a própria porta deslocou-se da parede de concreto e caiu no chão.

A ômega soltou-a rapidamente pelo susto, mas a maçaneta ainda ficou agarrada em sua mão.

Sakura queria muito acreditar que aquela porta já estava velha demais e que qualquer um poderia ter feito aquilo.

Era isso, não havia nada de errado consigo.

A rosada respirou fundo e adentrou na velha garagem sem nem mesmo saber o que iria fazer ali mesmo, sua mente estava tão cheia de paranoias que a Haruno mal conseguia manter seus pensamentos em ordem.

O lugar – como esperado – estava empoeirado e algumas baratas saíram de debaixo dos móveis, fazendo Sakura reproduzir uma expressão de nojo em seu rosto.

A ômega percorreu o lugar com os olhos e lembrou-se de quando ela e Sasuke brincavam de esconde-esconde e a garota sempre se escondia na velha garagem.

O moreno nunca conseguia encontrá-la ali, Sakura lembrou que se escondia por entre as pilhas de livros velhos que ficavam nos cantos das paredes, como era magrinha, conseguia ficar por entre as pilhas sem dificuldades.

A ômega caminhou até os livros velhos no chão e sorriu ao ver que eles continuavam no mesmo lugar e ainda mais empoeirados do que antes.

A Haruno franziu o cenho ao perceber que um dos livros estava conservado em um ótimo estado, ele era o segundo da coluna, ficava entre dois livros rasgados e de coloração amarelada.

Diferente dos outros, o livro era em um tom verde musgo e parecia que havia acabado de ser comprado.

Curiosa, a rosada jogou os livros rasgados em outro lugar e puxou o outro com cuidado.

Soprou a pouca areia que havia em cima da capa e arqueou a sobrancelha ao ler o nome destacado na capa escura.

 

Onurah

Jamais ensinada, jamais aprendida. A força que nasce através da dor.

 

Era um título um tanto chamativo, Sakura pensou.

- Sah, o que está fazendo aqui? – sua mãe indagou ao adentrar na garagem, fazendo a ômega assustar-se com a fala subida. – Eu pensei que havia sido um ladrão que arrombou a porta atrás de alguma coisa.

- Oh, não. Eu só vim aqui para relembrar os velhos tempos. – a mais nova sorriu fraco. – Eu tentei abrir a porta, mas ela ‘tava emperrada então quando eu puxei de vez ela veio com tudo. Já estava velha demais e enferrujada.

- Sah, querida. Eu troquei aquela porta a alguns anos atrás. – Mebuki falou. – Que livro é esse que você está segurando?

- Ah, eu achei ele por aqui. Deve ser de fantasia, o título é bem exagerado. – Sakura riu ao mostrar o livro para sua progenitora.

- Ah, sim. Ele é, não perca seu tempo com essas bobagens. – a mais velha disse ao rir nervosamente.

- Nah, eu estou entediada esses dias, estórias fantasiosas são tudo o que eu preciso. – a rosada disse ao caminhar para fora da garagem.

- Sakura, filha. Me dê esse livro, por favor. – A mulher disse séria. – Não recomendo que você fique lendo essas coisas, vão apenas encher sua cabeça com ainda mais coisas e não pense que eu não sei que você está tendo pesadelos a noite.

- Mãe, um livro não vai me matar, calma. – a Haruno tranquilizou-a, mas Mebuki foi mais rápida e pegou o livro de suas mãos.

- Fique longe disso, eu já falei que não vai fazer bem para você. – Sua mãe falou em um tom que a ômega nunca havia escutado antes.

- Tudo bem, eu não vou ler. – Sakura levantou as mãos em rendição. – O quem nele que a senhora não quer que eu leia?

- Coisas que... eu não estou preparada para lhe explicar.



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