História War of Ice - Capítulo 3


Escrita por: e Red_Hatter

Postado
Categorias Yuri!!! on Ice
Personagens Otabek Altin, Personagens Originais, Phichit Chulanont, Victor Nikiforov, Yuri Katsuki, Yuri Plisetsky
Tags Magia, Misterios, Romance, Victor, Victornikiforov, Yuuri, Yuurikatsuki, Yuurionice
Visualizações 83
Palavras 2.975
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Magia, Mistério, Misticismo, Romance e Novela, Shonen-Ai, Universo Alternativo, Violência, Yaoi (Gay)
Avisos: Homossexualidade, Insinuação de sexo, Mutilação, Nudez, Sexo, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


*Leia as notas finais*

Capítulo 3 - Um acordo


Yuuri Katsuki

- Eu não quero que dê as minhas coisas pra esse bastardo.

Ouvi uma voz familiar vir da cela escura, cheguei mais perto vendo os olhos azuis brilhar com a luz do fogo nas tochas.

O albino arrogante que tinha conhecido estava preso por correntes, uma em cada braço e ambas estavam concretadas na parede fazendo-o ficar de braços abertos e com o peitoral exposto.

"E que peitoral...." - Pensou vagamente passando os olhos pelo corpo e pele branca que o albino tinha. Estava com os cabelos levemente jogados no rosto e tinha a expressão completamente séria, não seria brincadeira dizer que, poderia ser comido vivo por aqueles olhos se encarasse mais um pouco.

"Pelo visto adoraram desarmar ele"

Mordeu os lábios e engoliu seco, ele era muito lindo mas em compensação era um idiota completo, não valia a pena. Nem um pouco.

Lembrou-se vagamente do mesmo falando que não queria nenhum estorvo na estrada por ele ser "Forte mas não suficiente".

- Pelo visto "o suficiente" acabou rápido, não? - Não resistiu debochar encarando-o com um sorriso sarcástico e uma pitada de desprezo.

- É por isso mesmo que não quero que dê as minhas coisas pra uma pessoa inútil - Respondeu como uma lâmina afiada.

- Inútil mas que poderia ter te ajudado.

- Não me lembro de ter pedido a sua ajuda...na verdade foi ao contrário - Encarou o moreno com fúria

- Muito engraçado. - Respondeu se virando e vendo George que encarava show de patadas gratuita.

- Perdeu os argumentos? - Retrucou o albino abrindo um sorriso vitorioso.

- Não necessariamente, não preciso perder tempo com gente arrogante. - Se virou cruzando os braços e encarando o albino novamente.

- Você sabe que já está perdendo, não?

- Então admite que é arrogante? - Levantou a sobrancelha.

- Nunca disse que não era - Fez um movimento pra frente fazendo as correntes baterem

- Idiota...- Yuuri se virou novamente e ouviu uma gargalhada mas não deu bola.

- Se conhecem? - Perguntou George desamarrando os objetos do prisioneiro.

- Eu já disse que NÃO QUERO que dê minhas coisas a ele - Victor se pronunciou vendo suas coisas sendo desamarradas .

- Prisioneiros não tem vontades, cale a boca sua escória - George respondeu em tom alto suficiente pra fazer o albino se calar.

Fitei o albino ficar calado e virar o rosto de modo pensativo.

Aquele cara era muito poderoso pra ser preso. As correntes eram feitas de material que supria a magia isso explicava o fato dele não escapar. O problema era, o porque ele estava preso se era poderoso? Não fazia sentido.

"A não ser que..."

- Ei você... - Chamei alto fazendo ele virar o rosto em minha direção e me olhar nos olhos - Porque está preso?

- Isso não é óbvio? - Respondeu afiadamente.

- Não, não é... você é poderoso - Me abaixei segurando nas barras de ferro começando a falar mais baixo - Não tem porque você estar aqui, a não ser que seja parte do que você quer.

- Talvez seja - Vi ele se ajeitar e fechar os olhos - Você não é tão burro afinal.

- Mas eu nunca disse que era, essa foi uma das suas conclusões - Me apoiei sobre os joelhos - Porque queria matar um membro da família real? Ainda por cima dos metamorfos, tá afim de morrer?

- Não, completamente errado. Vamos dizer assim, vingança? É, é isso mesmo.

- Não, esse não é o seu único objetivo. - Passei a mão sobre o queixo - Talvez um dos, mas... não o único e a prova disso foi você se deixar capturar.

- Como você sabe que eu me deixei capturar? - Deu um sorriso de canto como se já tivesse entendendo tudo.

Yuuri virou e não viu mais George desamarrando as coisas, aonde quer que tenha ido, agradecia. Tinha uma chance de falar mais seriamente.

- Sabe as cordas que te prendi mais cedo? Elas são feitas de fios de cabelo de uma fada, ninguém em seu normal as arrebentaria somente com uma mão. Isso me faz tirar uma conclusão, você é forte o suficiente pra acabar com a cidade sozinho mas, porque não fez? Simples...- Dei mais uma olhada em volta e cheguei mais perto das grades falando ainda mais baixo - Você quer adentrar ao palácio, tive certeza do seu objetivo no momento em que falou em vingança.

Yuuri viu o albino estreitar os olhos em sua direção e ficar sério.

- Você quer adentrar o palácio e pegar os mapas que levam ao subterrâneo dos metamorfos. Aqui nessa prisão, um dos corredores leva ao tribunal central de julgamento, que ocasionalmente fica ao lado do palácio. Coincidência? Hum... acho que não.

- Você é esperto mas isso não é tudo...tem mais coisas em meu objetivo do que você pensa.

- Estou certo então? Sendo assim tenho uma proposta.

- E qual seria? - Vi ele se endireitar e ficar mais atento as minhas falas.

Abri minha boca pra falar e vi George entrar com uma espada não tão grande que parecia ser afiada

- Esses titãs! Pegam as coisas dos prisioneiros sem mais nem menos, você acredita que eles estavam usando isso como brinquedo de tiro ao alvo? Inacreditável. - Ele balançava a cabeça negativamente

Tinha que fazer alguma coisa, precisava de alguém pra ir comigo até os metamorfos. E tinha uma pessoa bem ali, que precisava dos mapas que eu ganharia daqui a pouco. Era só juntar o útil ao agradável.

Comecei a usar uma magia antiga de comunicação e em vermelho fui escrevendo letras flutuantes em minhas costas enquanto virava pra olhar George.

"Vou dormir essa noite na casa de George, antes das 3:00 da manhã eu te solto com uma condição. Vá comigo até o clã dos metamorfos, vou ganhar os mapas do subterrâneo deles agora"

- É sério que eles estavam brincando com isso? - Tentei disfarçar enquanto pegava a maioria dos equipamentos do albino.

Senti um baque em minha mente como uma onda sutil entrando devagar em cada veia e nervos ativos.

"Eu realmente não tenho escolha, não é? Tudo bem eu aceito a proposta porém só pra chegar até lá, depois disso você estará sozinho"

A voz do albino estava ecoando na minha cabeça, ele estava usando uma magia de telepatia. Não que isso não fosse normal pra mim, já tinha usufruído desse poder pela mulher que me deu a pedra.

"A mulher....como?"

Virei assustado fazendo as letras das minhas costas desaparecer, olhei pra ele incrédulo. Era exatamente a mesma magia e a mesma sensação de quando senti ela.

"Você poderia ser....?"

Continuava estático, olhando pra cela onde o albino estava.

- Que foi? Está louco? - Ouvi a voz vir de uma forma normal.

As palavras mal saiam da minha boca. Senti George pegar em meu ombro.

- Você está bem? De repente ficou pálido. - Ele me fitava preocupado e as vezes trocava o olhar pra cela.

- Estou, só....- Não tinha uma resposta pronta. - Achei que ele tinha falado alguma coisa e me assustei, desculpe. - Comecei a pegar as coisas da mão de George.

- Vamos, eu acho que esse lugar escuro tá me fazendo mal. - Tracei o caminho da saída deixando George pra trás e ainda pensando no ocorrido, passei pelos guardas gigantes e não dei muita bola, eles não pareciam tão assustadores quanto antes.

Abri a grande porta de ferro sentido a luz invadir meus olhos e fazendo eles arderem. Aquele lugar era um breu de tão escuro, a não ser pelas tochas que iluminavam pouco perto das celas, fora isso era fácil tropeçar lá.

Entrei na casa de George rápido e sentei em uma das cadeiras, peguei a minha mochila que se encontrava em cima da mesa e de lá de dentro peguei um caderno de anotações e comecei a escrever sobre o ocorrido.

- Além daquela mulher eu nunca senti nada tão parecido, nem soube de nada igual. Boatos nem nada - Yuuri murmurava sozinho enquanto anotava tudo. Ouviu George adentrar a casa e começou a ouvir os passos no velho chão de madeira que a casa aparentava ter.

- O que aconteceu lá? - Ele se posicionou a minha frente com o semblante sério.

- Nada eu já disse, só me assustei - Yuuri virou o rosto por um momento para encará-lo

- Não, você não se assustou. Aconteceu algo bem mais sério lá e não tente mentir, sua cara diz tudo. - Ele cruzou os braços numa forma de intimidação.

- Não aconteceu nada, tudo bem? E eu já estou completamente bem, não precisa se preocupar - Respondi começando a me irritar, não tinha porque falar pra ele. Tudo bem era um prisioneiro a custódia dele? Sim. Mas o que aconteceu foi apenas comigo.

- Aconteceu sim Yuuri, eu sei e eu quero que diga. Ele usou magia?

- Eu não sei se ele usou ou o que ele fez, só sei que quando percebi ele estava.... - Hesitei um pouco em contar. E se ele quiser matá-lo? Eu vou perder a única ajuda que eu consegui até agora...

- Estava o que? Se está pesando que eu vou matá-lo, está enganado. Eu não tenho esse tipo de poder, quem decide isso é juiz. E ele só fica sabendo se eu avisar, no caso não o farei. - Ele pegou uma das cadeiras e sentou ao meu lado passando a mão nos cabelos grisalho.

- Deixa eu te contar um coisa garoto seu pai era um grande fascinado pelas criaturas...

Senti meu estômago revirar fazia tempo que ninguém mencionava papai tão livremente mas ainda sim, prestei atenção no que viria.

- Nós trabalhamos juntos como feiticeiros caseiro dos metamorfos, você sabe disso, não? É por isso que sabemos as passagens subterrâneas. Eu acredito nessas criaturas de gelo tanto quanto você porém...- Ele apertou as têmporas dando um sorriso singelo - Eu sei muito pouco sobre elas, acredito que seu pai era o único homem que sabia o suficiente. Suficiente ao ponto de ser

- Morto - Falei a sua frente e completando a frase.

Meu pai foi morto por seu conhecimento. Ele buscava as criaturas de gelo e as amava mesmo sendo apenas uma lenda. Ele me contava que no começo todos os chamavam de louco assim como me chamam hoje porém, quando ele ainda trabalhava para os metamorfos, ele ouviu algo que o intrigou e ele foi ao fundo em sua busca. Achou informações preciosas debaixo da cidade central, nas ruínas dos túneis. Mas quando ele estava prestes a descobrir mais coisas ele foi assassinado junto com mamãe, eu tinha apenas 15 anos e Phit 10. Mamãe me contava que quando ele me adotou, ele abandonou o lugar sem hesitar mas também não deixou seus conhecimentos pra trás o que me faz pensar que era mentira o que me contaram. A notícia nos chegou que eles tinham sido mortos por metamorfos com seus instintos á flor da pele e que foram devorados por eles. Mas eu sei que isso é repugnante demais pra ser verdade.

Apesar de ter saído do clã e parado de trabalhar pra eles, sua busca por ela não parou. Com as informações que ele conseguiu, ele começou sua busca por vontade própria e quando ele começou a chegar mais perto da verdade, aqueles vermes o silenciaram sem dó nem piedade.

Parte da minha busca é por ser fascinado por as criaturas de gelo tanto quanto eles e a outra parte, é porque eu quero saber a respeito da sua morte.

- Sim, ele foi morto por isso - Continuou o velhote - Ele enfrentou tudo e todos pra conseguir o que queria mas não conseguiu. Porém ele deixou essa tarefa pra você. Eu só vou te dizer uma vez, se na primeira tentativa que der errado... - Ele levantou da cadeira apontando o dedo já um pouco enrugado pra mim - Se no primeiro obstáculo que tiver, você já ficar branco que nem uma bosta, eu sinto muito em te dizer. Você não pode ser comparado ao homem que seu pai foi. Agora eu quero que me conte que eu vou te ajudar com a fuga.

- Fuga? - Pera ai.... ele tinha ouvido? Arregalou os olhos e ouvi uma gargalhada.

- Sim, a fuga que vocês estão planejando fazer hoje a noite. - Ele me encarou limpando as lágrimas do riso.

- Você não vai fazer nada contra? - Perguntei incerto, não sei se seria bom confiar mas uma ajuda daquelas não tinha como recusar.

- É claro que não. Não iria impedir o sonho do meu melhor amigo - Deu um sorriso gentil e caloroso que de alguma forma lembrou papai

Senti meus olhos encherem d'água, ele de alguma forma mesmo com apenas algumas horas de intimidade, sentia como se ele fosse a presença do meu pai, as saudades que eu sentia começou a correr pelos olhos, a angústia bateu e eu não pude evitar.

- Obrigado - Disse disparando um sorriso gentil em meio as lágrimas.

- Porque está chorando? Meu Deus eu falei alguma coisa errada? - Ele veio me tocando no ombro e se aproximando de mim

- Não, nada na verdade. Você só me lembrou o meu pai e as saudades veio a tona, desculpe. - Vi o rosto de preocupação relaxar.

- E então? O que aconteceu lá dentro que deixou pálido feito papel? - Ele sentou novamente na cadeira que estava a minha frente.

- Ele usou telepatia comigo e eu me assustei, afinal aquele material e feito de sintinista. Material que supri magia não tinha como ele usar. Fora que a telepatia dele foi igual a que usaram em mim uma vez...

- Usaram em você? - Ele inclinou a cabeça em uma forma de entender.

Peguei a pedrinha que estava em meu pescoço.

- Essa ganhei essa pedra de uma mulher albina que estava fugindo de dois metamorfos e por coincidência eu estava no caminho deles mas.... - Suspirei lembrando do sofrimento que foi aquele dia - Ela me entregou isso e me mandou fugir quando eu o fiz ela usou a mesma telepatia em mim e não é só isso. Ela me passou uma profecia. E de acordo com os documentos que meu pai achou nas ruínas dos metamorfos, as únicas criaturas que podem passar uma profecia é uma criatura de gelo.

- Isso só reforça a teoria de que elas existem - Vi os olhos de George brilharem e dar um sorriso largo.

- Exato e quando ele usou a mesma telepatia, eu me assustei. Lembrei de tudo que aconteceu aquela noite. Desculpe não ter contado antes - Fechei os olhos e levantei fazendo uma reverência que meu pai tinha costume.

- Não, que isso. Até eu ficaria com um pé atrás - Ele se levantou indo até a porta e pegando o resto das coisas - É o seguinte. Os guardas grandões vão embora assim que o sol se põe, você pode levá-lo assim que anoitecer. Eu vou ajudar a vocês se guiarem pelo subterrâneo. Conheço essas passagens como as linhas da minha mão.

- Tem caminhos no subsolo que levam até os metamorfos? - Eu não fazia ideia disso.

- Sim, a maioria dos clãs tem caminhos que interligam uns aos outros. Por motivo de segurança. Mas em dias assim não é muito usado e é mais seguro pra vocês. - Ele começou a depositar todas as coisas

- Mas e você? E se te pegarem por traição? - Levantei ajudando a organizar tudo.

- Ora querido, não sou um mago tão fraco, e não vai ter problemas se eu morrer. Já estou muito velho também - Ele falou com uma tranquilidade de assustar

- Não fale besteiras velhote - Disse incrédulo

Depois disso o George mostrou toda a passagem subterrânea pra mim em forma de mapa, explicou cada caminho dava pra qual clã. Também deu mapas bem detalhados sobre o sub-solo dos metamorfos e como era mais fácil se esgueirar por lá. O tempo passou rápido e a noite caiu. Começamos a por em prática o plano que traçamos.

- Pegou todas as ferramentas? Espada? tudo? coisas pra encantamento? - George perguntava muito preocupado.

Parecia aqueles pais corujas que tinham um medo imenso de deixar os filhos sozinhos. Sorri com o pensamento.

- Está tudo guardado sim, não se preocupe. Ah.. mais uma coisa, tem roupas pra ele? Bem é, fico incomodado em ver ele exposto daquela maneira - Falei um pouco sem graça.

- Eu vou devolver as roupas assim que chegarmos aos túneis - Ele disse abrindo a porta e deixando a luz da lua transparecer.

Caminhamos calmamente até os portões, estava tudo livre e calmo.

"Até demais"

Adentramos os portões ficando submersos no breu daquele lugar, fomos imediatamente a cela do albino que estava acordado.

- Vamos, nós já temos tudo preparado. - Disse enquanto acompanhava George abrindo os cadeados e as correntes.

- Não gosto de fazer isso mas, obrigado - Vi o albino passar as mãos por cima das marcas que as correntes fizera e indo em direção a George que segurava algumas das suas coisas começando a pegá-las.

- A gente tem que ir o mais rápido possível, não que estejamos em perigo mas, é melhor ser cauteloso. - O moreno proferiu baixo para que os outros prisioneiros não notassem os movimentos.

- Tudo bem, por onde começamos? - O albino se pronunciou.

- Comecem se ajoelhando perante nós, porque daqui vocês não vão passar. - Ouvi uma voz grossa e rouca proferir das sombras do local.

Consegui identificar três sombras. Eram três homens diante de nós.

Olhei pra George que estava assustado, senti novamente a voz do albino invadir a minha mente.

"E agora?"


Notas Finais


Ooi pessoas tudo bom? Queria só avisar que eu adicionei um clã a história. Que no caso é o clã das fadas, adicionei ele por um único motivo e vocês vão entender mais a frente. Comentem o que tão achando. Até o próximo capítulo ❤️

Também o capítulo não ficou tão grande por não ter tanta coisa pra mostrar.

Me sigam lá no tt pessoas, sempre posto coisa das fanfics por lá, alguns desenhos também :3 @ddfelipi


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