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História Warmed Heart - Capítulo 11


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Capítulo 11 - A revelação


Depois de finalmente soltar o braço de seu secretário, Singto virou a chave que estava na fechadura da porta de seu quarto e a trancou. Agora os dois estavam trancados e à sós. 

O CEO encarou o seu alvo com uma expressão ríspida. Krist pressentia o perigo, porém tentava não demonstrar o seu nervosismo diante daquela situação. 

-Quem é ela? -perguntou o CEO, referindo-se à Punpun. -É sua namorada? 

Krist engoliu em seco. Ele tomou fôlego e tentou responder da forma que faria se qualquer idiota começasse a se intrometer na sua vida pessoal daquele jeito.

-Ela é minha amiga, mas mesmo que fosse minha namorada, qual o problema? -Krist o encarou de volta, e dessa vez ele não iria fingir ser o secretário perfeito. 

No entanto, a afronta do rapaz só serviu para fazer seu chefe se sentir ainda mais provocado.

-Então por que a trouxe aqui? -enquanto interrogava seu secretário, Singto ia se aproximando dele lentamente, e à cada passo que ele dava para frente, Krist dava um passo para trás. 

-É-é uma f-festa! Eu apenas quis trazê-la! Por que tenho que dar satisfações? -o rapaz gaguejou, sem saber como se explicar e ficando cada vez mais nervoso com a proximidade de Prachaya, que continuava avançando em sua direção. 

-Por que você é meu… secretário. E essa festa é minha! - ele respondeu, avançando ainda mais.

Quando Krist se deu conta, já não podia mais recuar para trás. Ele havia sido colocado contra a parede, literalmente. Os braços de Singto o cercavam e Perawat tentava se encolher, porque o CEO já estava com o rosto tão próximo dele que podia até sentir sua respiração. 

Porém, a personalidade atrevida do secretário não permitia que ele se desse por vencido tão facilmente. 

-Não misture as coisas! Eu sou o seu secretário, não o seu namorado... Volte pra sua noiva! -disse o rapaz de maneira áspera, usando a última gota de coragem que ele ainda tinha.

No entanto, sua coragem se esvaiu totalmente quando ele percebeu que Singto estava olhando para ele com os olhos de quem se sentia ferido depois de ouvir aquelas palavras. Singto parecia muito infeliz. Seu olhar era triste, desolado, e ao mesmo tempo... apaixonado. 

Krist abaixou a cabeça, tentando evitar que seu coração fraquejasse por causa daquele olhar. E naquele momento ele se perguntava se Singto podia perceber o quanto as batidas de seu coração estavam aceleradas.

-Olhe pra mim… -Singto parecia implorá-lo. 

O secretário balançou a cabeça, negando o pedido. 

Singto segurou o queixo do rapaz e o levantou, olhando diretamente para sua boca. O CEO aproximou seu rosto ainda mais e Krist fechou os olhos por reflexo. Merda! Ele vai me beijar! Pensou o secretário.

Prachaya já estava quase alcançando os lábios do rapaz quando um barulho na porta assustou os dois. 

-SINGTO! SINGTO! Abra essa porta, eu sei que você está aí! -disse Mook, ao mesmo tempo que batia na porta do quarto, num tom de voz nada contente. 

Os dois ficaram em silêncio lá dentro. Krist começou a se sentir péssimo por estar naquela situação. O que diabos ele estava fazendo trancado no quarto com um homem no dia da festa de noivado dele? Que tipo de explicação ele poderia dar se Mook o interrogasse? 

E ainda havia algo que o deixava mais assustado: Seus sentimentos por aquele homem. 

-Eu sei que você está aí dentro, Singto Prachaya! E é melhor voltar para a festa! Eu não vou ficar sozinha com os convidados! Nós temos um acordo! Você acabou de firmar um compromisso! -Mook continuou falando e batendo na porta.

Singto abaixou a cabeça. Ele se sentia na obrigação de atendê-la, afinal, era a sua noiva. 

-Eu vou sair agora, e você só sai depois que eu já tiver levado ela para o jardim, entendeu? -disse Singto num sussurro, e Krist o encarou com um olhar magoado. 

Eu vou ter que me esconder? É isso? Pensou o rapaz.

Singto deu um suspiro pesado e se afastou de seu secretário. Ele abriu a porta e saiu rapidamente, sem deixar que Mook olhasse para o interior do quarto. 

Krist ficou encostado na porta ouvindo os passos dos noivos se afastarem. E à medida que o som dos passos se tornava mais distante, ele sentia seu coração doer. Lágrimas começaram a cair de seus olhos sem que ele pudesse entender o motivo. Ele as enxugou depressa, se negando a aceitar que estava triste e com ciúmes por causa daquele CEO idiota. 

Enquanto isso, Singto voltava para a festa ao lado de sua noiva.

-Ele estava lá com você, não estava? -perguntou ela, num tom de voz de quem já sabia a resposta.

Prachaya apenas ficou em silêncio. 

-Pouco me importa se você gosta de homens ou que você tenha um caso, contanto que isso não abale nosso acordo! O casamento vai acontecer de um jeito ou de outro, e se alguém se intrometer no meu caminho vai sofrer as consequências! -disse ela de forma ameaçadora, e Singto finalmente se deu conta de que havia se metido numa situação muito complicada, e que seu secretário acabaria se machucando também. 

Os dois chegaram no jardim e retomaram a conversa com os convidados. Sempre falando e sorrindo de maneira ensaiada. No entanto, Singto já não conseguia mais sorrir. 

Krist abriu a porta do quarto e também voltou para a festa. Quando chegou no jardim, Punpun não estava mais lá. Apenas Namtan e Nina estavam sentadas à mesa. 

-Você viu a minha amiga que estava aqui? -perguntou o rapaz, olhando para todas as direções à procura de Punpun. 

-Ela me pediu pra lhe dizer que o trabalho dela aqui estava terminado, e que ela precisava voltar pra casa... -disse Namtan, parecendo um pouco confusa. -Eu não sei o que ela quis dizer com “trabalho terminado”, mas se for o que eu estou pensando…

Krist ficou apreensivo. Será que ela sabe de alguma coisa? Será que Punpun falou alguma besteira pra ela? 

-Aquela pestinha sempre diz e faz o que quer! hehehe -disse o rapaz, tentando disfarçar.

Namtan deixou escapar um pequeno sorriso no canto da boca. 

-Já que minha amiga foi embora, acho que vou fazer o mesmo também! -disse o secretário, enquanto olhava com uma expressão magoada para o CEO e sua noiva que estavam há poucos metros de distância dali, conversando com um casal de investidores que eram amigos de seus pais. 

-Fique mais um pouco! Não quer brincar com a Nina? -insistiu Namtan, e Nina o encarou fazendo beicinho. 

Krist queria sair daquele lugar o mais rápido possível, porém ao mesmo tempo ele não sabia quando iria ver Nina de novo ou ter a oportunidade de brincar com ela mais uma vez. Nina não tinha culpa da situação complicada em que ele e o irmão dela estavam se metendo. E mesmo que ele quisesse evitar seu chefe, não poderia, afinal, os dois trabalhavam juntos e ainda faltavam dois meses para o contrato terminar. 

Uma jovem mulher de cabelos curtos e aparência elegante se aproximou da mesa.

-Ela está bem? -perguntou Vick, mãe de Nina. -Você está bem, filha? 

Nina olhou para sua mãe, apenas sorriu e balançou a cabeça.

-Sim, ela está bem, e agora nós estamos tentando convencer esse moço bonito aqui a continuar na festa e brincar um pouco com ela! -disse Namtan, apertando as bochechas de sua irmã.

Vick encarou Krist. 

-Você… Você é o novo secretário do Singto, não é? -perguntou ela.

-Sou sim, prazer em conhecê-la! -Krist fez uma pequena reverência, cumprimentando a madrasta do CEO. 

Nina saiu dos braços de Namtan e foi para perto do secretário, fazendo beicinho para ele e o puxando para que ele se levantasse e fosse brincar com ela.

-Acho que ela gosta de você! -disse Vick, sorrindo ao perceber o comportamento brincalhão da filha. 

Krist fez beicinho também. Então ele se levantou e segurou a mão de Nina, e os dois saíram pelo jardim para brincar juntos. Uma das empregadas se aproximou e deu um balão rosa em forma de coração para a menina. Nina ficou tão feliz que começou a rodopiar enquanto segurava a cordinha que prendia o balão que flutuava no ar.  

Singto parecia concentrado em seu noivado faz de conta, porém observava tudo de longe. Ele via seu secretário correndo de um lado para outro e rodopiando junto com a sua pequena irmã, que não largava o balão. Krist sorria de um jeito genuíno e bobo, enquanto colocava Nina nos braços e a balançava de um lado para outro. E o CEO sentia como se estivesse preso num mundo paralelo onde não pudesse alcançá-los.

Prachaya aproveitou que sua noiva estava distraída conversando com os convidados, e foi se afastando dela sorrateiramente. Ele seguia Krist e Nina de longe. O jardim era enorme e havia alguns arbustos floridos, Nina se escondia atrás deles e tentava dar um susto no secretário quando ele chegava perto. Os dois continuaram correndo e brincando e já estavam se aproximando da entrada da casa, onde havia um grande portão clássico esculpido em metal. 

Nina correu rápido demais, por isso acabou tropeçando e caindo no chão. Sem querer, ela largou a cordinha que prendia seu balão rosa. Como já estavam próximos à entrada, o balão saiu voando na direção do portão, que estava aberto por causa da festa. 

Com cara de choro, a menina quis correr atrás do balão, porém Krist conseguiu impedi-la. 

-Espere aqui! Não saia daqui, okay? Eu vou pegar o seu balão! -disse o rapaz, e logo em seguida saiu correndo portão afora. 

O balão já tinha atravessado o grande portão de ferro quando Krist olhava para cima tentando encontrá-lo. O rapaz avistou a bexiga em forma de coração, que flutuava na direção da estrada que ficava em frente à mansão. Ele continuou indo atrás dela, pulando e se esticando, tentando alcançar a cordinha. 

Krist estava por um triz de alcançar o balão antes que ele voasse mais alto, porém o rapaz não percebeu que já se encontrava no meio da estrada. Apenas o som ensurdecedor de uma buzina de caminhão o tirou de sua distração. 

Tudo aconteceu muito rápido. Num instante, um caminhão vinha em sua direção e estava prestes a esmagá-lo, e no outro, alguém o empurrou com força e os dois saíram bolando pelo chão até chegar ao meio fio da estrada. 

Krist sentia-se desorientado, até que seus olhos finalmente enxergaram o rosto de quem o salvou. Singto Prachaya. 

-VOCÊ ESTÁ LOUCO? COMO PODE FICAR PARADO NO MEIO DA ESTRADA DESSE JEITO???? VOCÊ PODERIA TER MORRIDO!!! -Singto estava completamente transtornado, enquanto seu secretário ainda se dava conta do que tinha acabado de acontecer.

-Eu, eu… Só estava atrás do balão… -Krist tentou se explicar, porém ficou totalmente sem palavras quando olhou para seu chefe.

Singto estava em pânico. Seus olhos já estavam vermelhos e as lágrimas não paravam de cair. Sua respiração parecia descompassada e ele tremia da cabeça aos pés. 

Krist ficou chocado ao ver o estado em que o CEO se encontrava naquele momento.

-Você está bem? -perguntou o rapaz, porém Singto não parecia ouvi-lo. 

A única reação de Prachaya foi abraçá-lo com força. Ele apertou Krist contra seu peito de uma forma tão desesperada que o rapaz mal conseguia respirar. E continuou chorando. 

Krist não sabia o que fazer. Aquela não podia ser uma reação normal, podia? Seu chefe o abraçava enquanto soluçava de tanto chorar. E por mais que houvesse a possibilidade de tudo ter terminado em tragédia, ainda assim era uma reação intensa demais… 

De repente, Singto parou de chorar e seu aperto cessou. Só depois de alguns segundos o secretário se deu conta de que o CEO havia desmaiado em seus braços. 

 

…………………………………………………………………………………………..

 

Krist estava sentado ao lado da cama onde seu chefe permanecia deitado, inconsciente.

-Ele vai ficar bem? -perguntou o secretário.

Por sorte, um médico amigo da família estava na festa. Singto foi levado para seu antigo quarto e o doutor estava examinando-o.

-Tudo indica que ele teve uma crise de pânico, provavelmente causada por uma emoção muito intensa… Você disse que quase foi atropelado por um caminhão mas ele te salvou, não foi? -indagou o médico, enquanto escutava o pulso do CEO.

Krist balançou a cabeça, concordando.

-Ele costumava ter muitas crises de pânico quando era mais novo, porém elas foram cessando com o tratamento psicológico e a medicação… -disse o médico, e em seguida suspirou, preocupado. -Quando ele acordar, por favor diga a ele que me procure no consultório, acho que precisamos fazer uma nova avaliação… 

Com o olhar cheio de preocupação, Krist observou seu chefe deitado na cama, ainda desacordado.

-Ele não vai acordar agora? -perguntou o rapaz, enquanto entrelaçava seus próprios dedos tentando amenizar o nervosismo.  

-Ele estava extremamente agitado quando voltou a si depois do desmaio, então eu dei a ele um calmante, por isso ele está dormindo agora… Seus sinais vitais estão normais, pressão sanguínea, temperatura, respiração… Ele vai ficar bem, só precisa descansar um pouco. -disse o médico, e deu um tapinha nas costas do secretário, tentando acalmá-lo. 

Depois que Singto desmaiou, houve uma grande comoção na festa de noivado. Mook foi obrigada a falar com todos os convidados para explicar que o noivo não estava se sentindo bem. Por causa disso, a festa foi encerrada precocemente e, naquele momento, os empregados da casa já estavam retirando as mesas, as cadeiras e desmontando a decoração do jardim. 

O médico tinha acabado de sair do quarto do noivo quando Mook o abordou. 

-Ele vai morrer? -perguntou ela, com sua cara de tédio.

-Não, senhorita Worranit, seu noivo não irá morrer! -respondeu o doutor, e a noiva apenas balançou a cabeça. 

-Menos mal… -disse ela, fingindo se importar. 

Mook estava prestes a entrar no quarto de Singto, porém foi impedida pelo médico.

-Ele precisa descansar agora… -disse ele.

-Okay… -sem insistir, a noiva deu meia volta e resolveu ir para casa. 

Namtan cruzou com Mook enquanto passava pelo corredor na direção do quarto do irmão. As duas não se falavam, então uma apenas ignorou a outra. 

-Como ele está, doutor? -perguntou Namtan, preocupada.

-Você pode entrar para vê-lo… -disse o médico.

-O senhor deixou “ela” entrar? -perguntou Namtan, referindo-se à Mook.

-Não, como você havia me pedido… -o médico fez um sinal de positivo com o polegar, e Namtan sorriu satisfeita.

-Obrigada! -ela agradeceu com um sorrisinho maligno. 

Quando entrou no quarto, Namtan viu seu irmão deitado na cama, dormindo, e Krist sentado ao lado da cama, sem tirar os olhos do CEO.

-Ele não parece tão ameaçador agora, não é? -perguntou Namtan em tom de brincadeira.

Krist continuava olhando para seu chefe, de uma maneira comovida.

-Ele parece tão frágil agora… E está assim por minha causa… -disse o rapaz, com uma cara de choro.

-Não! Ele não está assim por sua causa! Na verdade, ele… -Namtan ficou relutante em continuar o que estava dizendo, porém Krist finalmente tirou seus olhos do CEO para encará-la, pois ele queria saber o que tinha causado toda aquela reação extrema em Singto.

Com um olhar triste, ela suspirou e se aproximou um pouco mais da cama.

-Nossa mãe faleceu há dez anos, num acidente, por atropelamento… 

Krist ficou surpreso com aquela revelação.

-No dia em que o acidente aconteceu, pouco antes da nossa mãe falecer, ela e Singto tiveram uma briga, mas ele nunca contou o motivo… 

-Ele deve ter se sentido muito mal por ter brigado com a mãe logo no dia em que ela morreu…-disse Krist, já com uma voz embargada por causa da emoção.

Namtan suspirou novamente. Ela ainda estava relutante em continuar a contar toda a história.

-Na verdade, ele… Meu irmão estava lá quando tudo aconteceu. Ele viu quando nossa mãe foi atropelada... E ele se culpa por não ter sido rápido o suficiente, por não ter conseguido salvá-la… -completou ela, enxugando as lágrimas.

-Por isso ele ficou tão desesperado depois que me salvou...  -disse o secretário, com os olhos cheios de lágrimas também.

Namtan balançou a cabeça, concordando.

-Eu gostaria de entender tudo o que aconteceu naquele dia, mas na verdade eu não sei… Singto é o único que sabe, mas ele se fechou totalmente depois que a mamãe faleceu! -disse ela, num tom de voz desesperado.

-Sinto muito… -Krist abaixou a cabeça.

-Alguém me disse uma vez: que o tempo não cura tudo, ele só tira o incurável do centro das atenções. As feridas ainda permanecem, mesmo que cobertas. Acho que foi isso o que aconteceu com meu irmão. Ele ainda era muito jovem naquela época e provavelmente tentou lidar com tudo sozinho… -disse Namtan, e em seguida parou de falar, pois sentia um nó na garganta.

Os dois ficaram em silêncio por alguns minutos, se recuperando daquela conversa dolorosa. Namtan se aproximou de seu irmão e tocou suavemente na testa dele. O rapaz parecia dormir tranquilamente. 

-Você quer dormir aqui essa noite? -perguntou ela, e Krist ficou surpreso com a pergunta.

-Aqui??? -ele olhou para os lados, nervoso, achando que Namtan se referia à ele dormir ali mesmo naquele quarto, junto com Singto.

Namtan deixou escapar um sorrisinho ao ver a cara de desespero do rapaz.

-Não “aqui”, quero dizer, aqui nesta casa… Temos 7 quartos de hóspedes, você pode escolher qualquer um deles para passar a noite! -completou ela. 

-Ahhh…

Krist ficou pensativo. Mesmo que o médico tivesse dito que Singto só precisava descansar e que depois ficaria bem, ele ainda estava preocupado. Não era má ideia passar a noite ali, afinal, sua casa ficava longe e já tinha anoitecido. Além disso, ele também estava completamente exausto depois daquele dia tão atribulado.

Foi então que o secretário decidiu ficar. O que ele não poderia imaginar é que ao tomar essa decisão, também havia selado uma boa parte de seu destino. 



 


Notas Finais


O próximo capítulo será postado dia 28 de março. E se preparem psicologicamente, por que será um pov do Singto e vocês irão sofrer...


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