História Wasabi (Jeno) - Capítulo 1


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Categorias Neo Culture Technology (NCT)
Personagens Jeno, Personagens Originais
Tags Amor, Fanfic, Imagine Jeno, Imagine Lee Jeno, Jeno, Jeno!you, Lee Jeno, Nct Dream, One-shot, Tatuagens, Wasabi
Visualizações 171
Palavras 1.465
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ecchi, Ficção, Musical (Songfic), Shoujo (Romântico), Universo Alternativo
Avisos: Álcool, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


ok, é uma coletânia do NCT Dream.

Capítulo 1 - Ao menos, ainda fala sobre mim


Fanfic / Fanfiction Wasabi (Jeno) - Capítulo 1 - Ao menos, ainda fala sobre mim


Gruda como caramelo, é doce. Ele gosta. Bebe como café, é energético. Eu gosto. Depois acorda, muda de ideia e me larga, sai de casa e fala mal de mim. Bem, pelo menos, ainda estou na sua mente. Gosto como se sente ameaçado por mim, mesmo que me odeie e me ame por intensos momentos.

Espero que gostem do que vêem, porque meu quadril é lindo, minhas curvas perfeitas e estou pouco me fodendo para o que pensam. Desço vagarosamente, encarando os rostos ao meu redor, em específico, Lee Jeno. Me ame e me odeie, eu não me importo.

É melhor acreditar, porque você nunca vai conseguir me deixar mal.

Maluco obsessivo, fala de mim, mas é meu corpo por quem você pede.

Subo lentamente, mexendo mais o quadril, enquanto as garotas ao meu redor se mexem de forma sexy. Abro meus olhos e respiro fundo, terminando a coreografia.

— Essa é minha dançarina! — Johnny grita, sorrindo.

As gotas de suor escorrem por meu corpo, o top que cobre meus seios gruda como chiclete. Mas, agora, há outra coisa que me anima. Jeno continua me encarando, enquanto caminho na direção deles.

— Você estava esplêndida! Sério! — Renjun me abraça. Sorrio, beijando sua bochecha.

— Vamos comemorar?

— Champanhe?

— Soju!

— Cerveja!

Eu pago! — levanto a mão, sorrindo ao vê-los animados.


[...]


Adora me odiar, feito louco, falso. Adora me elogiar e me ofender. De qualquer forma, está falando sobre mim. Sinto quando me odeia, justo quando estou mexendo o quadril no meio da balada. Estou feliz de ainda ser o assunto mais falado por Jeno, de ser meu nome a sair por seus lábios da forma mais rude.

Dançar me deixa mais animada, porque meu corpo se move como quer. Entretanto, há uma única alma cujo meu corpo se atraí. Mas Jeno está ocupado demais me chamando de vadia para Jaemin, que apenas me encara. E dói, porque odeio como ele me faz sentir, sentir seu ódio e seus olhares rudes sobre mim. 

Cansada, retiro-me calmamente do meio da pista, encarando Taeyong. Abraço meu melhor amigo e fecho os olhos, respirando fundo.

— Tem alguém querendo falar com você, So Ye.

Encaro o garoto atrás de mim, cujo tem um semblante sério, mas mesmo assim estende sua mão em minha direção. Não a pego, apenas sigo até ele.

— O que quer?

— Vamos. — me oferece outra vez sua mão.

Sigo reto, saindo da balada como se estar com ele não fosse algo que eu amasse meses atrás.

Me cospe como wasabi quente, mexe em meu corpo, revira minha vida e me ama como ninguém. Mas, ainda sim, gosta de falar coisas que não sabe ao meu respeito.

Adentro o veículo preto de Jeno, colocando o cinto ao redor de meu corpo. Posso ouvir o suspiro, de quem diz "droga". Continuo encarando o retrovisor, porque não há nada que possa me fazer ficar melhor no momento.

— Você bebeu?

— Champanhe.

— Não gosto que beba. — comentou, apertando o volante entre seus dedos.

— Eu não me importo, Lee Jeno. Não sou sua propriedade.

Ele suspira.

— Você me odeia, não é? — questiona, segurando minha mão.

— Não. Mas odeio o que diz de mim. Então, todas as coisas horríveis você diz, fala na minha cara. — de forma brusca, retiro sua mão da minha.

Sempre fui apaixonada pelo garoto ao meu lado. Portanto, fui aceitando tudo, desde as palavras mais rudes, até o primeiro e único tapa no rosto. Mas, em algum momento, parei de sentir dor, ou me importar com as palavras rudes de Jeno.

Ele respira fundo, observando as pessoas do lado de fora do carro. Sem nada mais para falar, continua quieto. 

— Estou indo, senão tem mais nada para falar.

Desço do carro rapidamente, caminhando depressa para longe de Jeno.

— Espera!

Continuo caminhando.

— So Ye!

O ar gelado da rua me atinge, levantando com facilidade meus cabelos. Meus braços desnudos se arrepiam. Mas nada se compara ao arrepio que meu corpo tem, quando o moreno aperta com firmeza meu pulso com sua grande mão.

— Eu disse para esperar!

— Esperar o que? Para irmos para alguma merda de motel e você me chamar de vadia amanhã durante a noite pelos corredores da empresa? Estou cansada hoje, Jeno, então, espere dois dias para me ver.

— Porra! Vamos apenas dormir juntos essa noite. Sem segundas intenções.

Sem segundas intenções…? — murmuro, curiosa.

Ele sorri, concordando. Então, por mim, Jeno consegue com que eu ceda a suas tentações. Entretanto, acho estranho quando estaciona em frente ao apartamento que comprou com os garotos do Dream, para que todos pudessem levar garotas para lá; terem seu momento de paz. Não era nossa primeira vez, mas a segunda naquele lugar. Tive minha primeira vez com Jeno neste lugar e, depois disso, ele apenas me levava para motéis.

— O que fazemos aqui?

— Vamos conversar como pessoas normais hoje. Mas vamos ficar a vontade. — o garoto tira sua camiseta e a calça deitando-se de forma preguiçosa na grande cama.

Retiro meu short e meu sutiã, ficando apenas de camiseta e calcinha. Deito calmamente ao seu lado, abraçando seu corpo. Seu quente corpo. Seu quente e musculoso corpo. Apego-me novamente a cada traço do Lee, não me importando em beijar suavemente suas costelas, onde agora resta apenas uma tatuagem nova. É tão nova que ainda não descascou, e a tinta continua forte. Sorrio ao perceber ser algo que gosto: "Her is my everything". 

— Para sua namorada? — questiono brincalhona, pensando que o mais nova poderia ter iniciado algo sério com Hyerin, a loira que me odeia por saber sobre nós.

— Não. — ele segura minha mão, beijando cada um de meus dedos. — Para você.

Congelo no mesmo momento. Jeno tem um semblante animado, enquanto beija cada um de meus dedos, intercalando entre as unhas e a pele. Segundos depois, o maior encaminha seus dedos por todo meu braço, tocando suavemente minha pele. A tatuagem exposta em minha clavícula se torna um alvo para o garoto, que beija com cautela a área, sorrindo para a frase "hurts so good"; sabe que é sobre ele a quem se refere a tinta marcada em minha pele.

— Gosto das suas tatuagens, sabia? — levanta minha camiseta, encarando as grandes rosas de minha cintura, que percorrem até o início de minha coxa. — Gosto como cada traço da sua vida fica marcado em você. — levanta mais o tecido, podendo ver minha costela, onde beija suavemente as luas bonitas. — Quer tatuar outra coisa?

Penso, sutilmente e com calma. Não é como se eu já não soubesse, mas há tantas coisas para tatuar. 

— Talvez eu faça aquela que te mostrei, entre os seios, bem aqui… — toco meu indicador na área, mostrando lugar.

Ele sorriu, concordando. Toco suavemente seu rosto, enquanto nossos olhos se conectam vagarosamente. Entrelaçou meus dedos contra seus fios da nuca, puxando-o para mim. Sou como doce, mas sou tão salgada que os gostos se confundem. Sou pimenta que arde, que queima, mas também sou o leite, que ajuda com a dor. Nossos lábios se juntam de forma lenta, sua mão habilidosa aperta de forma firme minha cintura. Sento sobre seu quadril, decorando cada parte de sua boca novamente.

— O que diabos você sabe sobre mim? — questiono, interessada. O trabalho de meu quadril é rápido, descendo e subindo, empurrando suavemente e soltando rapidamente.

Empurro e torturo. Ele odeia. Continuo movimento-me, agora rebolando. De forma rápida, aperto sua mandíbula entre meus dedos, sorrindo ao perceber um gemido.

— Eu te amo… — murmuro, enquanto os movimentos se tornam mais lentos.

— Eu também te amo, So Ye.

— Me torne sua namorada, então, idiota! — aperto mais seu queixo entre o indicador e o polegar.

— Eu devo? — sussurra, brincando com a língua. Por quê tão provocador?

Levanto meu quadril, quicando devagar sobre seu membro – agora duro – como se estivesse realmente pulando nele.

— Deve.

Jeno sorri, segurando minha cintura com força, me jogando na cama para se empurrar contra mim, investindo falsamente, aliviando de forma falsa a nós dois.

— Então, namora comigo.

— Isso foi um pedido? — murmuro, soltando uma leve risada, ao perceber que não foi uma pergunta.

— Foi uma ordem, So Ye. 

— Então obedecerei.

O Lee sorri, beijando suavemente meus lábios. 

Mas nada se compara ao nosso amor ardente, nada se compara a frieza e nada se compara ao fogo. Nada se compara a nós. Porque Jeno é o fogo e eu, a água, sou aquilo que o apagada, aquilo que o deixa louco, mata sua sede e, mesmo assim, o deixa mais sedento.

De qualquer forma, ainda sou o assunto nos lábios dele. Sou como wasabi em seus lábios, amargo e quente.


Notas Finais


ah, tô quase terminando a 00 line, aaaaaa
próxima do injun, surto


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