História Wassup - Capítulo 10


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Categorias Jack & Jack, Nate Maloley, Sam "Wilk" Wilkinson
Personagens Jack Gilinsky, Jack Johnson, Nate Maloley, Personagens Originais, Sammy Wilkinson
Visualizações 7
Palavras 1.219
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Comédia, Crossover, Drama (Tragédia), Famí­lia, Festa, Ficção, Ficção Adolescente, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Violência
Avisos: Adultério, Álcool, Drogas, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Oii gente lindaaa... mais um capítulo pra vocês. Sempre vejam as fotos do capítulo, algumas vezes vai ter algo que é mencionado durante a fic. Espero que gostem, boa leitura! Xoxo

Capítulo 10 - Fuck off


Fanfic / Fanfiction Wassup - Capítulo 10 - Fuck off

Ponto de Vista Annie Johnson

 

Omaha, Estados Unidos, Nebraska.

 

O que diabos deu em mim? Eu não deveria ter jogado tudo o que eu pensava encima dele logo de uma vez só. E quanto mais eu penso, mais eu me arrependo de ter dito tudo aquilo, eu queria Nathan na minha frente, queria ele me beijando e me jogando na cama, eu queria ele. Mas foi melhor assim. Depois que voltei do hospital, mal conseguia dormir, considerando tudo de bom e ruim que havia em ficar com Nate. Talvez eu goste dele, mas ele não é do tipo que fica com uma garota só, no futuro ele vai ver que eu estava certa, e nenhum dos dois vai sair machucado dessa história.

Respiro fundo e troco de roupa, o dia estava congelante hoje, mas eu precisava ir pra academia, tirar o estresse e descontar nos exercícios. Coloquei minha legging preta básica, um tope preto e um casaco corta vendo por cima, calcei os tênis e vazei de casa antes que Jay-Jay pudesse abrir a boca. Recebi uma notificação do Instagram logo que coloquei o pé pra fora. Era de Nate. Cogitei a hipótese se não abrir, mas eu era curiosa demais. 

 Mano, sério? Qual o problema desse idiota? Ele mal saiu daqui e já tá com uma puta no colo.

Reviro os olhos enquanto bloqueio meu celular e o jogo dentro da bolsa. Jogo as coisas dentro do carro e começo a dirigir para a academia. 

“Don't tell me you need me

If you don't believe it

So let me know the truth

Before I dive right into you”

 

“Então não me chame de amor

A menos que você esteja sendo sincera

Não me diga que precisa de mim

Se você não acredita nisso

Então, me deixe saber a verdade

Antes que eu mergulhe de cabeça em você”

 

Quando me dei conta estava indo em direção a casa de Nathan. Por que, Deus? Senti um nó se formar na minha garganta. Estacionei o carro em frente a casa. Não queria descer. Nãos conseguia. O nó ficava cada vez mais apertado e sem eu conseguir segurar, as lágrimas começaram a escorrer lentamente pelo meu rosto. Ao menos estavam quentinhas e me aqueciam. Ouvi uma algazarra e quando me dei conta, era Nate e os amigos dele, os drogados, não os meus meninos. Nossos olhares se encontraram, os olhos dele estavam vermelhos, obviamente por estar chapado, o rosto dele ficou sem reação, então me dei conta de que ele me viu chorando. Nathan começou a caminha na minha direção, mas arranquei o carro cantando pneus. No mesmo instante meu celular começou a tocar insanamente. Eu sabia que era ele, mas ignorei todas elas. Eu estava sem rumo, havia perdido completamente a vontade de ir na academia, se é que tive em algum momento. Decidi ir ver um lugar que eu não ia havia muito tempo, e que era muito especial pra mim. O castelo de Joslyn. Se havia um lugar mais lindo que aquele, eu desconhecia.

Estacionei o carro e fui caminhando até os fundos do castelo. 

-Bom dia, senhorita Johnson. -Travis, um senhorzinho que é velho desde que me entendo por gente, fala me cumprimentando com um leve sorriso e um aceno de mão. Desde que meu pai, anos atrás, reformou parte do castelo, eu vinha aqui com muita frequência, mas na correria do dia a dia, acabei deixando de lado. 

Sentei embaixo de uma árvore que ainda estava florescida. Sua cor rosa pink estava mais para um rosa bebê desbotado por causa do inverno, mas continuava linda. Fechei os olhos e senti a brisa bater no meu rosto, ouvia as batidas do meu coração.  Senti uma paz absurda, sei que quando abri os olhos de novo e olhei as horas no meu celular, já haviam se passado meia hora e fiquei surpresa. Eu amo esse lugar.

-O que você estava fazendo na minha casa? -viro pra trás e está Nate me encarando com as mãos no joelho e ofegante. Ele não parecia mais tão chapado. 

-Não sei. -Digo dando de ombros e fingindo que estava tudo bem. Talvez ele nem tenha me visto chorar. -Afinal, por que você tá aqui e ofegante? Como sabia que eu ia vir pra cá?

-Sério? Esse é seu lugar preferido... e meu carro estragou no meio do caminho, então eu vim correndo. -isso explica o fato dele não estar mais tão chapado. 

Nathan se sentou de frente pra mim e segurou meu rosto com as duas mãos, meu corpo todo estremeceu, ele estava quentinho. Quis me aconchegar em seus braços, mas reprimi a vontade.

-Por que você tava chorando?

-Eu não tava. -respondo rapidamente, desviando o olhar. -você tá chapado, nem sabe o que viu.

-Escuta aqui Annie... Você não pode aparecer na frente da minha casa chorando, e achar que pode falar comigo assim. Você... é ridícula. -arregalo os olhos surpresa com o comentário. -você vive no seu mundo perfeito, estuda numa faculdade chique, só tem amigos riquinhos, sai com aqueles caras que usam camiseta polo... EU SEI QUE EU NÃO SOU BOM O BASTANTE, okay? Eu sei! -ele fala passando as mãos pelo cabelo. -sim, eu to chapado 90% do tempo que eu to em Los Angeles, nos outros 10% eu to dormindo. Eu sou uma bagunça, mas quando tu tá por perto, eu sou uma pessoa melhor, eu sou eu. Até ontem tudo tava perfeito e você tinha que estragar tudo por que? Pra que mexer comigo daquele jeito? E você... -interrompo ele com um jeito. Meu coração calmo, agora batia 10 vezes mais rápido. As mãos quentinhas de Nathan uma de cada lado do meu rosto me puxaram para si, e eu sorri no meio do beijo. -você... é perfeita. -ele termina sorrindo junto comigo.

-Você só tá falando isso por que tá chapado. -digo rindo, me dando conta do cheiro de maconha misturado com o perfume dele. 

-Se eu tivesse chapado a gente ia tá transado aqui mesmo, meu anjo. -ele fala me fazendo rir. 

-Quem era aquela? -pergunto repentinamente fazendo com que ele parasse de olhar para as folhas da árvore acima de nós e voltasse a me encarar. Ele me dá um sorriso mostrando as covinhas e sinto meu coração quase saindo pela boca. Por que esse infeliz tem que ter um sorriso tão perfeito?

-Ficou com ciúmes? -ele pergunta acariciando minha bochecha, dou um tapa na mão dele e reviro os olhos. -você tem que parar de revirar esses olhos, garota. Uma hora não volta mais pro lugar. -ele fala rindo. -era uma amiga.

-amiga próxima ela, nê? -falo sarcasticamente e me levanto. 

-Ei, ela é uma amiga... colorida. -a ultima parte ele diz quase num sussurro na intenção de não me fazer escutar, o que não deu certo.

-Óbvio que sim... Afinal, eu tava certa. -digo com um sorriso mais falso que a Taylor Swift. 

-Acho que sim... -ele fala dando de ombros. O nó volta pra minha garganta e meu sorriso cínico murcha. -não era isso que você queria ouvir? Que você tá certa? -ele pergunta arqueando uma sobrancelha.

-Eu queria a verdade, e ela acabou de ser dita. -digo enquanto suspiro. Me abaixo pra pegar a bolsa no chão e viro as costa para Nate. E dessa vez ele não veio atrás. 

 

 

 


Notas Finais


Gostaram? Por favor, comentem dizendo se vocês estão gostando ou não ou o que acham que deveria mudar. Eu to seguindo as cegas essa fanfic.

Até o próximo meus xuxus! -Xoxo


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