História Wasted - Chanbaek - Capítulo 10


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Categorias EXO
Personagens Baekhyun, Chanyeol, Chen, D.O, Kai, Kris Wu, Lay, Lu Han, Sehun, Suho, Tao, Xiumin
Tags Chanbaek, Clichê, Colegial, Comedia, Exo, Festa, Romance, Sexo, Suhan, Yaoi
Visualizações 313
Palavras 1.556
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Comédia, Crossover, Drama (Tragédia), Famí­lia, Festa, Ficção Adolescente, Fluffy, Hentai, Lemon, LGBT, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Shoujo-Ai, Suspense, Violência, Yaoi (Gay)
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Drogas, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Pansexualidade, Sadomasoquismo, Sexo, Tortura, Transsexualidade, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Capítulo 10 - Sambando na merda


Fanfic / Fanfiction Wasted - Chanbaek - Capítulo 10 - Sambando na merda

  Por que a vida é tão injusta? Acho que quando deus foi me criar, ele pegou o restos de tudo e de todos e me misturou, e PUFF... apareci.

Eu já estava nervoso por estar no colo de um jogador de basquete, popular, vizinho e meu quase amigo. Fiquei ainda mais quando o professor falou que a escada estava esburacada. Hoje com certeza é meu dia de sorte.

Observava as pessoas no ônibus, o que que custava aparecer um lugar vago ai?! Satanás neste momento está rindo de minha desgraça, em seu trono coberto de fogo e com gritos de sofrimento ao seu redor, comendo batatinha com cerveja. Vocês que são umas safada deviam estar pensando como seria bom ficar no meu lugar, certo? Interessados liguem para a Sr.Byun, por que estou gasto dessa vida.

- Quer um? – Xiumin, um garoto gente boa que estava sentado ao nosso lado me ofereceu um marshmallow.

- Sim, obrigado. – Peguei um dos doces e coloquei na boca.

- Não deve estar confortável, certo? – Deu uma risada, mesmo mais velho ele é bastante fofo.

- Não.- Acompanhei sua gargalhada.

- Todas as pessoas estranham essa aproximação de vocês, tem alguma relação com ele? – Opa, me pegou, por que nem eu sei.

- Não, ele é apenas meu...colega.- Respondi.

- Entendo, mas fico desapontado, já tinha criado um shipp de vocês. – ‘Tá brincando com minha face?

- Qual é? – Fiquei curioso, sentindo a baba do outro em minhas costas.

- Chanbaek ou Baekyeol. – Deu um sorriso nervoso. – Não fique com raiva de mim. – Fez uma cara de medo.

- Ah, tudo bem. – Ajeitei meu óculos. – Assiste algum anime? Ou...

- Sim, gosto principalmente dos Yaoi. – Não sou o único! CHUPA MEU PINTO COREIA!

- Eu também! – Ele arregalou os olhos. – Ultimamente vi um Daddy Kink, e... Uou! – Começamos a conversar sobre essas coisas “inadequadas” no meio do caminho.

Estava tudo bem até o ônibus passar por um buraco.

Como falei antes...ESTAVA.

Acabei dando um pulo do colo de Chanyeol. Eu rezo para Exu, Pai de santo, Pomba gira, Lúcifer, Anjo caído, Demônio, Hades, Filho de deus renegado, Expulsado, Rei do submundo para que ele não acorde ou sofra as consequências desse movimento...

- Awn... – PUTA QUE PARIU! Eu ouvi um gemido no meu ouvido. Meu cu? Risos.

- C-Chanyeol... – Tentei lhe acordar, mas suas mãos agarraram minha cintura.

- Eu te babei, desculpa. – Deu uma risada forçada.

- Vou só me le- Fui interrompido.

- Acho melhor não... – Riu mais um pouco.

- É... – Acompanhei. – Mas- Antes que eu terminasse, o ônibus passou em cima de uma CRATERA fazendo com que eu quicasse ainda mais forte. – Não maliciem, as coisas estão sérias. – Além de que eu me remexesse por causa do balaço.

- Crianças, o ônibus teve alguns problemas. Resolvemos ir a pé. – Mordi meus lábios de pura vergonha, deixei as pessoas se levantarem para que depois eu acompanhasse.

Esvaziou-se quase por completo, eu ia me erguer se não fosse aquelas coisas ainda agarrada em minha cintura. Solte ai ‘vei, pela mor de Jeová.

- P-pode me soltar. – Falei.

- A-ah, sim! – Soltou rapidamente, levantei e peguei minha mochila. Olhei de lado e vi o “brinquedinho” do mais alto duro. DURO. Não tem como...

- Vamos. – Andei em sua frente, meu rosto corado em um nível absurdo.

“Certo, se acalma, ninguém viu a não ser Deus. Ele não vai te castigar por isso, apesar que se deixar um amiguinho excitado não é legal...” Pensei descendo das escadas.

- Vou deixar as coordenadas. – Pegou seu celular. – Esquerda a leste depois de dez metros, direta a oeste caminhe quarenta metros reto... – Geografia, por que serve essa bosta? Para mim é fácil, mas ao mesmo tempo é inútil.

- ‘Cê entendeu? – Park parou em meu lado. Resolvi fingir que nada aconteceu.

- Anotei, só vai ser difícil medir os metros. – O olhei ajeitando minha franja que caia sobre meus olhos. Minha mania desde de que comecei a usar óculos redondos.

- Beleza, vamos seguir os professores. – Colocou suas mãos em minhas costas, andei tranquilamente. Adentaram a mata espessa, estava úmida por conta da chuva recente. Por isso algumas garotas reclamaram, “Ai meu cabelo!”, “Minha maquiagem vai estragar!”, “Meus saltos da Dior vão ficar cheios de lama!”. Quem é o demente que vem de salto para uma floresta? Ainda mais os caros? Eu preferia comprar os meus na feira mais próxima.

- Frescas. – Murmurei reclamando, peguei meu celular e coloquei no Sportfy. Não sou premium, mas pagar dados moveis é mais barato. Coloquei Liar do South Club, se essa musica não for um hino, nem sei o que é mais um.

- Bolinho? – O olhei. – M-me desculpe por mais cedo...

- Ah, Tudo bem! Apenas vamos esquecer. – Ri nervoso.

- Sim, isso mesmo, boa ideia... – Murmurou.

Continuamos a andar em meio daqueles mosquitos, abelhas, e lagartas. Fora isso estava tudo bem.

- Bebê! – Só faltava essa, a DragTrash chegou e abraçou o Chanyeol pelo pescoço, roubando um selinho.

- Ah, oi. – Andei mais rápido, ficando na frente. Meu coração doeu? Sim, não vou mentir. Desliguei o som e resolvi escutar a conversa deles.

- Vai ficar com quem? – A coisa imunda perguntou.

- Com o Baekhyun. – Ele não me chamou de Bolinho... PARA DE BESTEIRA BAEK!

- O bolinho murcho? – Cala a boca piranha, arrombada, filha de uma prostituta, corna, desgraçada, filhote de Exu, ‘difunto, podre...

- Não chame ele assim. – Eu ‘tô escutando mesmo, foda-se.

- Qual a relação que tem com ele?

- Colegas. – Essa doeu, mas é verdade.

- Uhm, por que não ficou comigo?

- Ele estava sozinho.

- Sua pena as vezes é desnecessária. – AI!

- Não foi por pena.

- Foi por que?

-...

- Passe lá na minha barraca mais tarde. – Ouvi um barulho de beijo. Urgh! Que nojo.

- Não.

- Vai ficar com esse careta? – Senti seu dedo encostar em minhas costas levemente.

- Vou. – Chupa otária. Risos.

Seguimos para o acampamento, não era tão ruim. Tinha uns tronco de madeira ao redor de pedras, que acredito eu era para a fogueira, as barracas já estavam armadas. – Calma, não pensem merda. – Até uma churrasqueira e frigobar tinha, um trailer que com certeza eram para os professores.

Procurei os meninos e não achei, o único que ficou no meu lado foi o menino do mashmallow, eu ó queria minha pizza e meus anime, é difícil? – Sim, seu lixo. – O Zé Buceta do Chanyeol foi sair com a “galera” e me deixou aqui.

Sentei em uma barraca que eu mesmo escolhi, guardei as coisas e me sentei no banco que tinha no lado de fora, colocando minhas mãos em meu queixo fitado qualquer lugar.

“Caralho, a todo segundo o sol tem uma explosão, uma estrela morre, um peido é soltado, uma pessoa é assassinada, um besouro é matado por uma chinelada, uma criança nasce, uma mãe bate com o cabo de vassoura nas canelas de seu filho...”

- Bolinho? – Olho para o lado e vejo o Sr. Cabeça de Pica me encarando.

- Oi?

- Você estava olhando para qualquer lugar, com a boca aberta e sem piscar. – Riu, esse menino é retardado?

- Estava pensando o que fazer na minha vida miserável.

- Ya, vi aquele convite de um tal de Lay, vai aceitar? – Eu estou mais perdido que um peixe cego.

- Não sei, se nada der certo... – Arrumei minha franja e meu óculos.

- Ele me convidou para fazer, diz ele que nós combinamos para fazer umas fotos com um titulo de “Monster”, está aguardando  nossa resposta. – Ui, que ?

- Ah, pelo menos não sou o único. – Continuamos nossa conversa com risadas e trocadilhos baratos.

Anoiteceu, todos ficaram ao redor da fogueira sentados naquele toco, estava frio, meus lábios tremiam levemente.

- ‘Tá com frio? – Park perguntou comendo a carne que Jongdae está assando.

- Sim. – Assenti me abraçando.

- Espera. – Saiu em direção a barraca. Passou alguns minutos e ele veio correndo com um grande edredom branco.

- ‘Pra que isso? – Rodeou o pano ao meu redor, já como meu corpo é pequeno,deu varias voltas até ficar só um pedaço. Estava coberto até meu pescoço.

- Parece realmente um bolinho. – Riu, eu sem poder me mexer só reclamei revirando os olhos.

- Para de rir! – Exclamei, deixando meu óculos deslizar pelo nariz.

- Calma. – Ajudou a arrumar meu óculos e meu cabelo. – Pronto. – Sorriu. – Vou buscar carne.

- Não me mime!

- Mas um bebê, melhor, um bebê bolinho precisa ser cuidado. – Saiu correndo.

Comemos, bebemos. – Diga não a bebida alcoólica, PROED. – Conversamos, quer dizer, eles. Eu só comi mesmo. Risos. Fiquei com um puta sono, meus olhos pesavam que nem chumbo, resolvi cochilar. Cai em algo macio e cheiroso, me confortei, um leve carinho foi feito em minha cabeça. Morri.

- Alunos, acordem, hoje iremos tomar banho em um rio! – Um filho de uma arrombada usou o megafone.

- QUERO DORMIR PORRA! – Gritei não importando com quem seja ou não.

- Quem disse? – Parecia irritado.

- EU AQUI! – Com os olhos ainda fechados abri o zíper da barraca, arregalei os olhos percebendo que era o professor.

- Não use palavreados aqui Byun. – Ouvi risinhos de pessoas.

- Foda-se. – Falei.

- Epaa!

- Desculpa. – Murmurei irritado com esse velho.

 

 

 

 

 

 

 

Mal acordo e já faço merda, o dia mal começou e já deu errado.

 

 

 

 



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