História Wasting Time - Capítulo 14


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Categorias It: A Coisa, Stranger Things
Personagens Chefe Jim Hopper, Dustin Henderson, Eleven (Onze), Joyce Byers, Karen Wheeler, Lucas Sinclair, Maxine "Max" Mayfield / "Madmax", Mike Wheeler, Nancy Wheeler, Personagens Originais, Steve Harrington, Will Byers
Tags Cadie, Fillie, Finn Wolfhard, It: A Coisa, Millie Bobby Brown, Openyourknees, Stranger Things
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Palavras 2.862
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Aventura, Comédia, Crossover, Drama (Tragédia), Famí­lia, Festa, Ficção, Ficção Adolescente, Musical (Songfic), Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Universo Alternativo
Avisos: Álcool, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Sexo
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Capítulo 14 - Dirty Teachings


[Finn Wolfhard]

Não fomos para o refeitório, como achei que fossemos. Levamos Noah até a enfermaria, e lá ele recebeu um curativo com figuras de carneirinhos na sobrancelha, antes de ser liberado. Sadie e Caleb me perguntaram se queria almoçar com eles, quando viram que não fiz questão de sair do lado de Schnapp após o deixarmos com a enfermeira.

Acabei negando. Noah queria falar comigo, e algo me dizia que eu precisava dessa conversa para esclarecer muita coisa que pairava em minha cabeça.

Após receber os devidos cuidados, Noah me levou para a sala do clube de atletismo, o qual participava com Caleb e os demais garotos esportistas. Após me deixar passar para dentro, trancou a porta, e naquele momento, pensei estar muito encrencado. Noah recebeu um soco por estar com o casaco que havia acabado de entrega-lo, era bem provável estar bravo comigo agora e trancou a sala para me espancar aqui dentro. Caleb estava longe demais para me socorrer...

– Sente-se, Finn! – apontou para o sofá que havia ali.

Ótimo, vai me matar sentado!

– Algum problema? – perguntou.

– Ne... nenhum.

Noah riu, e com isso, pude relaxar um pouco. Se riu, então não estava tão bravo. Se não estava tão bravo, não me mataria. Não ainda.

– Sei o que está pensando, e não se culpe. – disse, apontando para o seu machucado. – Não é a primeira vez que Dacre age assim, e nem será a última. Ele é muito hostil quando se trata da Millie.

– Eles estão juntos? – perguntei. Essa dúvida estava me corroendo desde que a vi descer do carro dele na frente da escola. Às vezes achava que sim, às vezes achava que não. Mas independente da verdade, Millie continuava presente em minha vida, mesmo que às escondidas, o que me fazia pensar que não existia mais ninguém, pelo menos não com ela ali, sorrindo para mim.

– Não estão. – respondeu, e me encheu de alivio por um segundo, apenas por um segundo. – Mas vão ficar, ela já se conformou com isso.

– Vão... vão ficar?

Noah assentiu, havia certeza em seus olhos.

– Mas eu não vim falar do Dacre. Me explique que história de encontro foi essa? Você e Millie... isso não faz sentido nenhum.

Antes ele já havia dito que Millie chamou nosso último dia de tarefa em família de encontro, mas sabia que estava equivocado. Não havia sido um encontro. Eu havia me embebedado, quase me afoguei, a deixei doente na tentativa de salvamento, e... eu a beijei. Esse fato tornava nosso passeio algo mais?

– Não foi um encontro, Noah. Nós... – engasguei, nem sabia o que dizer, o que contar do que aconteceu. – Millie só queria terminar nossa tarefa com um passeio junto do ovo, o levamos na praia.

– E aquele piquenique que preparamos?

Levantei os olhos até meu colega, que me encarava com uma única sobrancelha arqueada – A outra estava coberta por um curativo divertido.

– Você ajudou naquilo?

Noah assentiu.

– Millie estava animada, até levou minha vodka de blueberry para brindar no fim do encontro. Mas eu não fazia ideia que se tratava de você. Só sabia que não era Dacre, ela não fica assim quando se trata dele.

Cobri meu rosto com as mãos. Não acreditava no que acabava de ouvir. Era um encontro! Millie havia mesmo planejado fazer daquilo um encontro. A vodka de blueberry deveria ser o suco azul que tomava, bebida que tomei uma quantidade imensa, estragando assim o encontro que Millie havia planejado com tanto trabalho.

– En... Então era um encontro?

– Bom, se você está me perguntando é por que não sabe, então acho que não foi. – disse Noah, levantando-se para vasculhar um armário ali perto. – Mas você não me respondeu como.

– Como o quê?

– Como começaram a sair. – achou algumas barrinhas energéticas em uma gaveta ali, e atirou algumas em minha direção. – Nem sabia que eram amigos.

– Nós não somos. Quer dizer, não éramos. Eu não sei mais.

Não sabia se Noah estava rindo do meu nervosismo ou de outra coisa, mas voltou ao sofá sorrindo largamente.

– Você está caidinho, não está? Veja como está vermelho. – tinha na boca uma barra de cereal recém mordida, e me olhava tão fixamente que começava a me assustar.

– Não sei do que está falando.

– Millie me disse. – deu de ombros. – Mas responda, como estão saindo?

– Nós não estamos. Nós só... foi o trabalho do Harrington, o ovo. Nós só fizemos o trabalho e...

– E aí começavam a se pegar? – Noah me interrompeu. Parecia que seu proposito ali era me envergonhar.

– As coisas não são assim.

Ele riu por um tempo, mas sua face se tornou séria aos poucos. Sabia que tinha me trazido até aqui para uma coisa, disse que queria falar comigo e até o momento apenas deu voltas altas entre Millie e nossas interações.

– Você não gosta dela, gosta?

Não havia sarcasmo no tom de Noah, parecia mais uma simples curiosidade. Mas ele não era meu amigo, estudamos juntos a vida toda e aquela era a primeira vez que estávamos conversando sozinhos. Não sentia confiança nele como sentia em Caleb, que caso perguntasse, eu diria que sim, que sim, que era louco por Millie. Mas se tratando de Noah...

– Não gosto dela... – respondi. – Eu não sei. Ela é legal comigo, então pensei que...

– Não pense! – me interrompeu. – Millie não poderia corresponder a nada, então é melhor que não goste dela mesmo. Mas ela me disse que o garoto que levaria a um piquenique era uma boa pessoa, que estava fazendo bem a ela, e se esse cara era você, eu te agradeço.

Ficaria mais chocado com o que havia acabado de ouvir, sobre ela não poder me corresponder, se Noah não tivesse levantado um ponto que me deixou mais confuso que qualquer outra coisa.

– Agradece?

– Millie é minha melhor amiga, eu sou grato a todo mundo que ajuda ela a terminar o dia bem. – deu de ombros. – Mas se você está dizendo que tudo isso foi só pela tarefa do ovo, então tudo bem, sei como é difícil não misturar as coisas. Jack e eu quase enlouquecemos com essa coisa de sermos um casal, ainda bem que acabou.

– Vocês estavam se comportando como um casal mesmo? – aquilo me foi estranho, porém não tão estranho quanto o que disse em seguida. – Mas Jack é um garoto. – que coisa mais idiota de se dizer, parabéns Finn Wolfhard.

– Está dizendo que eu não sou uma mulher boa o suficiente pra Jack Grazer? – Noah me respondeu bravo, e recuei no espaço que me restava até o braço do sofá. Após isso, ele começou a rir. – Você é engraçado, Finn. Estava brincando.

Ri fraco, não acreditei muito nisso. Mas talvez fosse porque ele me assustou, não conseguiria rir normalmente nem que quisesse.

– Vamos embora, você sequer abriu sua barrinha de cereal. Não quero que desmaie de fome por minha causa – Noah se levantou, e fiz o mesmo. – Mas se não quiser que isso te aconteça, – apontou para o seu machucado. – não deixe ninguém saber o que acontece. Vai ser pior pra ela do que para você.

Não sabia o que aquilo significava, e também não fiz questão de perguntar. Tive medo da resposta. Pareceu mais fácil apenas seguir o seu conselho. Noah era o melhor amigo de Millie, deveria saber melhor que ninguém a respeito disso, e eu não deveria me meter.

Agradeci nossa conversa e voltamos aos nossos afazeres.

~

Millie não foi à escola nos dias seguintes.

Mesmo com os avisos de Noah, precisava falar com ela uma última vez, para me desculpar por tê-la deixado doente. Queria perguntar o que se ela estava bem, se estava brava comigo por ter bebido demais e ter dado tanto trabalho à ela, perguntar se aqueles dias tinham feito tão bem à ela como fizeram a mim. Mas sabia que não poderia. Primeiro por não ter coragem para dizer isso em voz alta. Segundo, por Noah já ter me alertado. E terceiro, porque não a via há quatro dias, e tudo parecia acontecer com mais lentidão que o normal.

A cada manhã em que entrava naquela sala e não a via ali nos fundos, sorrindo em uma conversa qualquer com seus amigos, meu coração parecia bater com menos força. Minha mente estava para explodir, a ponto de quase, por muito pouco, chegar a criar coragem para ir na casa dela visita-la.

Naquela quarta-feira não quis almoçar, estava com coisas demais em minha cabeça, então Caleb e Sadie foram sozinhos. Fiquei na sala de aula aproveitando o silencio para colocar minhas ideias em ordem. Minhas ideias, virgula. Apenas uma ideia. A ideia de vê-la. Estava mesa articulando a desculpa que usaria quando alguém atendesse a porta de sua casa, quando duas mãos pequenas me seguraram pelo ombro, pressionando ali como se quisesse fazer algum tipo de massagem.

– Você está tão tenso, beijoqueiro. – Vitória disse. – O que há de errado?

Estranhei a proximidade, não me lembro de ter dado tais liberdades desse tipo a ela antes. Maisy sentou-se ao meu lado, não me dando chances de responder.

– Eu aposto que é porque você está invadindo o espaço dele. – Stella atirou contra a amiga. – Ele não pediu nenhuma massagem.

– De fato, se você não se incomodar... – comecei, mas logo fui interrompido.

– Eu me incomodo sim, aproveite a massagem grátis. – disse Vitória. – Maisy quer te perguntar uma coisa, Finn.

Olhei para a garota ao meu lado, esperando sua pergunta, mas tudo que consegui foram bochechas vermelhas e a visão dela se levantando e saindo da sala, nos deixando para trás. Vitória riu, e continuou apertando meus ombros, como se soubesse mesmo o que estava fazia. Ao invés de me fazer relaxar, estava me deixando mais dolorido ainda.

– Ela não tem coragem de falar as coisas na sua cara.

– São coisas ruins? – era sempre o primeiro pensamento que passava em minha cabeça.

– Não, claro que não. – disse ela, rindo do meu tom. – Acontece que ela viu como você tem pegada, talvez queira experimentar.

Engasguei. Vitória precisou largar meus ombros para bater me minhas costas, só assim parei de tossir. No fim de tudo, lá estava ela rindo de mim outra vez.

– Qual o seu problema?

– Eu... eu não tenho isso, pegada. Eu não sei de onde vocês tiraram isso, mas eu não tenho.

– Ah, tem sim! Qualquer garota ficaria louca com o jeito que você leva as suas mãos pelos lugares certos e aperta com força... – ela me dava exemplos repetindo o ato com suas próprias mãos. – Isso é ter pegada, Wolfhard!

Me virei na cadeira, para encara-la.

– Isso é sério? – perguntei, confuso. – Eu só fiz aquilo porque estava imitando você. Millie ficou brava, disse que isso não se faz, que é feio.

Finalmente a garota largou meus ombros e veio sentar-se ao meu lado, para conversar como um ser humano normal.

– Você não vê?

– Não vejo o quê?

Revirou seus olhos. Todos faziam isso quando me diziam que tudo estava obvio e somente eu não percebia.

– Millie disse isso porque não quer que você faça isso com mais ninguém, só com ela. – me respondeu. – Ela falou isso porque tem com ciúmes.

– O quê? Não! claro que não! Não! Não! – aquilo era loucura. Não tinha como ser verdade. – Millie não tem ciúmes, ela me tirou dali porque era errado, porque...

– Você já fez isso com ela?

Minha voz sumiu. E claro, como quem cala, consente, Vitória não precisou da minha resposta.

– Eu não vou contar a ninguém, não se preocupe. – prometeu. – Apenas me diga.

– Eu... nós...

– Sim ou não, Finn?

– Nós já... nós já nos beijamos. – confessei, torcendo para não me arrepender de ter aberto minha boca. – Mas eu nunca fiz isso... mãos... no corpo... nunca!

Ouvi sua risada, mas não consegui encara-la. Deveria estar me achando um mané que não sabe nada de garotas, o que não é mentira.

– Experimente!

– Oi?

– Experimente. – repetiu. – Quando voltar a beijá-la, tente fazer isso. Pegue com mais força, carregue ela, aperte a cintura...

– Não! – interrompi. – Ela não gosta, ela disse que é...

– Ela está mentindo! – rebateu. – Essa garota ficou com ciúmes. Eu vou te mostrar, vem aqui!

– O quê?

Vitória já estava de pé, me puxando pelo braço para que eu fizesse o mesmo. Acabei cedendo, queria ver o que pretendia. Mas me arrependi no momento em que ela estendeu os braços em minha direção.

– Me carrega!

– Hã?

Não tive resposta, mas precisei pensar rápido. A menina tirou distância e pulou em minha direção. Não pude fazer outra coisa, a não ser tentar me equilibrar e segura-la, para que nenhum de nós caísse. Vitória entrelaçou suas pernas em meus quadris, e segurou em minha nuca buscando apoio.

– Viu? É assim! – disse ela, como se isso fizesse algum sentido. – Tente carrega-la para que ela se apoie em você assim como estou fazendo agora.

– Oh, ok! Pode descer agora? – pedi educadamente.

Se alguém entrasse naquela sala pensaria besteiras. Não sei como ela parecia não se importar com esse risco, pois pegaria mal para ela ser vista comigo.

– Ainda não, Wolfhard. – respondeu. – Agora me leve até a mesa, em passos lentos.

A única forma de acabar logo com tudo aquilo era obedecendo, então assim fiz. Passos lentos, como ela pediu.

– E quando for a Millie, você precisa beijá-la por todo o percurso, entendeu?

Fiz que sim com a cabeça.

Chegamos à mesa, e a coloquei sentada ali. Pensei que a missão estivesse concluída, mas estava errado.

– Não tão rápido, beijoqueiro. Venha aqui. – me puxou pela barra da blusa, encaixando-me entre suas pernas. – Ainda sem parar de beijá-la, você tem que se apoiar entre os joelhos dela, para tomar uma proximidade maior. E aí então... você lembra do que fez naquela noite?

– Eu... eu acho que sim. Passar as mãos por... – me interrompi. – Millie não vai gostar disso, Vi. E eu nem sei se vou voltar a beijá-la algum dia, o que aconteceu entre a gente foi só...

– Ela vai gostar sim, não seja tolo! – naquele dia, vivíamos cortando a fala um do outro, ninguém conseguia concluir suas frases. – Vai haver uma outra oportunidade, e quando você fizer isso, ela vai cair aos seus pés. Te prometo.

Metade de mim queria ser sensato, seguir os conselhos de Noah e deixar tudo pra lá, para não atrapalhar Millie e para não sair machucado da história, assim como Noah saiu. Mas a outra metade queria que essa promessa se concretizasse. Precisava ver com meus próprios olhos que ela estava bem.

Nem precisaria beijá-la se ela não quisesse, ou carrega-la, ou deixa-la aos meus pés, como Vitória citou. Só queria tê-la por perto outra vez. Não a via desde o fim de semana e a cada hora que passava, meu peito pesava mais com a sua ausência. Nunca pensei que em tão pouco tempo me tornaria dependente disso, mas o fato é que eu precisava vê-la. E só assim, voltaria a ter paz para pensar em botar em pratica o passo a passo que acabei de aprender.

– Obrigado! – minha voz saiu quase em um sussurro.

Não percebi que permanecia ali entre os joelhos da garota. Não até Maisy retornar à sala e bater à porta com força.

– Oh, eu atrapalhei algo? – Stella tinha um falso arrependimento na em sua voz.

– Bem que você queria, não é mesmo? – Guerra me empurrou para que eu saísse de sua frente. – A aula de safadeza acabou, Finn. Precisando de mais dicas, me chame.

Tive que rir disso. As duas saíram da sala e voltei a ficar sozinho.

Após o horário do almoço, Sadie pediu licença para o professor para dar um aviso à turma. Passou o dia visitando as outras salas com Caleb para repassar a mesma informação.

– Como todos sabem, a temporada de futebol está em uma pausa pelo campeonato que acontecerá em Seattle, e o time está em treinamento para garantir vaga nas finais. – Caleb começou. – Então Sadie e eu, junto com o senhor e senhora Sink, pensamos em um meio de todos irmos até Washington para assistirem ao jogo, caso chegarmos às finais.

– Claro que chegaremos. – disse Sadie. – Então, teremos algumas semanas para arrecadarmos fundos para o nosso projeto de viagem, e após isso, retornaremos aos eventos de caridade de sempre. Isso se todos estiverem de acordo. Após a aula faremos uma assembleia no ginásio para decidirmos isso com toda a escola. Era isso, pessoal, pode continuar a aula, Mr. Byers.

Sadie e Caleb voltaram aos seus lugares, um em cada lado meu.

– Quer dizer que vocês vão viajar? – perguntei.

– Nós vamos. – Sadie me corrigiu. – É a cidade da sua amiga, não é? Você pode conhece-la pessoalmente lá.

– Eu não sei se Ana vai querer me ver pessoalmente.

Sadie revirou os olhos, e trocou uma conversa muda com Caleb, como sempre faziam quando achavam que eu estava falando besteiras.

– Claro que vai querer te ver. – Caleb beliscou meu rosto. – Todas querem conhecer essas bochechinhas fofinhas.

– Para! – dei risada, estapeando sua mão ali. Era engraçado vê-los me tratar como criança. – Será que Millie vai?

– Finn... – Sadie me olhou feio. – Não lembra do que houve com Noah?

Sim, eu lembrava. Mas independente disso, a parte de mim que queria voltar a vê-la era mais forte. Eventualmente, descobri que além de ser uma fraqueza, aquilo era um erro.

Mas os erros estão aí para isso, e eu precisava cometê-los.



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