História Watch (malec) - Capítulo 12


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Categorias As Crônicas de Bane, Os Instrumentos Mortais
Personagens Alexander "Alec" Lightwood, Asmodeus, Clary Fairchild (Clary Fray), Jace Herondale (Jace Wayland), Kaelie, Magnus Bane, Maryse Lightwood, Personagens Originais, Ragnor Fell, Tessa Gray
Visualizações 264
Palavras 2.306
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Crossover, Drama (Tragédia), Fluffy, Lemon, LGBT, Musical (Songfic), Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Universo Alternativo, Yaoi (Gay)
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Drogas, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sadomasoquismo, Sexo, Spoilers, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Animada estou com 14...

•∆•

Halsey - Heaven in Hiding , Strangers
Katy Perry - Legendary Lovers
Robin Schulz - Shed a Light

Capítulo 12 - ( heaven in hiding )


Fanfic / Fanfiction Watch (malec) - Capítulo 12 - ( heaven in hiding )

Rolei na cama de um lado para o outro, eu não conseguia dormir de jeito algum.
Depois de tanto tentar, levantei da cama e acendi a luz. Eu estava de cueca mas não me importava.
Saí pé por pé e parei na porta de Magnus. Abri sem fazer barulho, me dirigi para sua cama.
Deitei em cima, puxei o edredom e o abracei por trás. Coloquei o rosto nas duas costas e inspirei seu cheiro. Sua pele estava quente.
Durante alguns segundos eu fiquei ali, aproveitando sua pele quente meu rosto.
Então ele se virou e deitou de frente para mim.
- Desistiu de dormir? - ele perguntou colocando a mão direita no meu quadril.
Confirmei com a cabeça e me aproximei mais dele.
- Estava sem sono. - falei.
Ele levantou a sobrancelha e sorriu.
- O que você gostaria de fazer? - ele perguntou.
Me aproximei e dei um beijo e seus lábios, depois mordi seu queixo.
- O que você quiser... - deixei a frase no ar.
- Tudo o que eu quiser? - ele perguntou.
Fiz que sim com a cabeça.
Ele se levantou e caminhou até o guarda roupa. Antes de abrir a porta ele parou e me olhou.
- Duas coisas. - ele disse. - Confia em mim?
Fiz que sim.
Mesmo que eu tivesse com receio do que ele iria fazer, eu confiava nele. Gostaria que ele me mostrasse o que ele tinha em mente.
- Sim.
- Prometa que não vai fazer barulho, que não vai fazer perguntas e que vai me obedecer. - ele disse.
Comecei a arder em excitação.
- Prometo. - falei.
Ele abriu o guarda roupa e procurou alguma coisa. Ele voltou para a cama com uma corda nas mãos.
Pensei em perguntar de onde ele tinha tirado aquela corda, mas eu não diria nada. Eu tinha prometido.
- Levanta e vem aqui. - ele disse.
Me levantei e parei na sua frente, assim como ele tinha mandado.
Ele apontou para minha cueca.
- Tire. - ele mandou.
Mordi meus lábios e fiz o que ele pediu.
Ele olhou para a corda e a esticou
- Isso não vai ser suave. - ele disse.
Fiz que sim com a cabeça.
Me aproximei e o beijei. Mordendo seus lábios entreabertos.
- Você quer isso mesmo? - ele perguntou
- Sim. - falei.
Então ele começa a passar a corda em mim. Cuidadoso. Passa sobre meus peitos, depois nas minha costas, meu ombro, meu esterno e no meu tronco. Então ele leva minhas mãos até minhas costas.
Ele prende minhas mãos em meus braços e depois amarra ao redor da minha cintura.
Ele colocou as mãos na minha cintura.
Passou seus lábios no meu pescoço, na minha orelha, na minha mandíbula. Mordeu e eu gemi.
- Você quer quer com força ou com carinho? - ele perguntou no meu ouvido.
Gemi mais uma vez e ele nem estava me tocando direito.
- Com força. - sussurro.
Ele deu um tapa na minha bunda e eu mordi os lábios.
- Não ouvi. - ele disse.
Juntei meu fôlego.
- Com força. - falei mais alto.
Ele riu perverso.
- Ótimo. - disse.
Ele puxou sua cueca e me observando olhando para ele. Ele se divertia com aquilo, eu sabia.
Quando ele me empurrou em cima da cama, quase gritei. Mas mordi meus lábios para segurar, eu não podia fazer barulho.
Caio em sua cama, com os braços amarrados nas costas e ele colocou sua boca sobre mim. Ele tomou meu membro na boca com agilidade.
Nao conseguia fazer nada a não ser impulsionar meus quadris no rosto dele. Não consigo agarrar os lençóis nem seu cabelo. Eu estava sua mercê, aberto ali para ele daquela forma.
Mas aquilo não me dava medo, de alguma forma me deixava mais excitado.
Ele estava me chupando com tanta força que parecia que ele ia acabar comigo daquela forma. Quando o orgasmo começou a vir, eu gritei. Me surpreendi com meu grito. Então ele parou.
Gemi de frustração.
- Eu disse para ficar calado. - ele falou de levantando.
Foi até o guarda roupas e voltou com um cinto na mão. Ele dobrou no meio e me mostrou.
- Abre a boca. - ele falou.
Fiz o que ele pediu e ele colocou o cinto na minha boca.
- Agora sim. - ele disse e voltou a se ajoelhar.
Quando sua boca quente engoliu meu membro, gritei. Mas agora saía um barulho abafado.
Gozei tão forte que meu corpo balançava sobre a cama, como se eu estivesse convulsionado. Quando gritei, mordi o cinto com tanta força que pensei que arrancaria um pedaço dele com os dentes.
Magnus se levantou e subiu sobre mim, tirando o cinto da minha boca e me dando um beijo.
Quando suas mãos pousaram sobre minha cintura, arquei meu corpo para ele.
- As cordas estão machucando? - ele perguntou.
Fiz que não.
Ele se rolou para meu lado, colocou a mão nos meus quadris e me virou de costas.
Quando minha bunda ficou virada para ele, ele deu um tapa e eu gemi contra o colchão.
- Eu diria para você se segurar, mas suas mãos estão amarradas. - ele disse se posicionando atrás de mim.
Ouço um pacote de camisinha sendo aberto e alguns segundos depois Magnus agarrou minhas mãos nas costas e entrou dentro de mim. Ele entrou tão fundo, tão fundo que eu podia sentir sua pulsação.
Sua mão esquerda dá um tapa do lado esquerdo da minha bunda, a direita faz a mesma coisa e ele finca as unhas em mim. Arranhando com força.
Logo sua mão estava no meu membro, bombeando devagar enquanto ele metia com força em mim. Rebolei meus quadris sem o mínimo de vergonha.
- Porra garoto... - ouvi Magnus atrás de mim e o barulho das nossas pele.
Quando ele começou a me tocar com mais força, meu corpo estava chegando no limite mais uma vez. Tentei impedir meus gritos, mas não consegui. Mordi meus lábios com força e senti o gosto de sangue. Coloquei o rosto contra o colchão e gritei, me empurrando contra Magnus enquanto ele metia com mais força quase me rasgando ao meio. Gozei na sua mão com tanta força, e ele continuava me bombeando.
Magnus gemeu, empurrando com mais força dentro de mim. De repente ele urrou, um barulho abafado e puxou a corda nas minhas costas quase me quebrando ao meio.
Quando ele saiu de dentro de mim me senti vazio. Ele fica sobre mim, beijando minuas costas enquanto suas mais desatavam o nó da corda.
Quando ele tira a corda de mim, caio sobre a cama. Era como se a corda me mantesse em pé.
Ele me virou sobre a cama, ele beijou minha testa e minha bochecha.
- Você está bem? - ele perguntou.
Fiz que sim. Eu não conseguia dizer nada.
Ele beija cada parte que a corda tocou meu corpo. Massageou minhas mãos e beijou meu pescoço.
Quando ele foi se afastar, me agarrei a ele e deixei as lágrimas brotarem em meus olhos.
Ele beijou cada um dos meus olhos.
- Você está bem mesmo? - ele perguntou e eu fiz que sim. - Eu preciso ouvir sua voz.
- Estou bem. - respiro fundo tentando não engasgar. - Só fique aqui comigo.
Ele beijou meus lábios com carinho.
- Eu não iria sair daqui. - ele sussurrou. - Só preciso cobrir você, está frio.
Larguei ele.
Ele se afastou um pouco, me arrumou na cama e puxou o edredom sobre nós.
Ele abriu os braços e eu entrei ali, como se fosse uma casa. Seus braços eram fortes o suficiente para me aguentar e para serem meu abrigo.


....


Magnus me acordou, tomamos banho juntos - que demorou mais de uma hora por motivos pessoais - e então fui para meu quarto me vestir.
Quando passei em frente ao espelho, não consegui acreditar. Eu estava literalmente todo vermelho e roxo. Minha coluna, minha bunda e meus quadris estavam cheios de arranhões. As marcas da corda ainda estavam gravadas na minha pele. Eu tinha uma pele muito branca e sensível.
Sorri.
Me vesti rapidamente e desci. Encontrei Magnus conversando e rindo sobre algo com minha mãe, os dois tomavam uma xícara de café.
- Estou perdendo algo? - falei.
Mamãe se assustou e sorri para mim.
- Não. - ela disse. - Magnus só estava me contando uma piada.
Levantei a sobrancelha e olhei para Magnus.
- Gostaria de ouvir. - falei.
Ele lambeu os lábios e sorriu.
- Nah! Você não ia gostar.
Abri a boca para dizer alguma coisa, mas seu olhar me impediu.
Peguei uma xícara, enchi de café e bebi rapidamente.
Peguei minha mochila no canto do armário, dei um beijo na bochecha da minha mãe e saí.
Esperei Magnus do lado de fora.
Quando ele saiu do lado de fora, sorriu para mim e eu comecei a andar.
- Então agora tem segredos com minha mãe? - perguntei.
Ouvi a gargalhada dele.
- Não... É que... Ah, esquece. - ele falou.
Eu estava andando na frente como se tivesse fazendo birra, mas eu só estava sorrindo da sua atitude.
Do nada eu sabia que ele estava do meu lado, então ele pegou minha mão e entrelaçou nossos dedos.
Fiquei surpreso, mas não tirei minha mão dali. Ela parecia do tamanho certo para a minha.
- Alguém pode ver. - falei.
Ele deu de ombros.
- Eu não ligo. - ele disse. - Mas se você se importa...
- Não. Eu gosto. - falei.
Ele riu e balançou nossas mãos.
Sua mão não era calejada, mas era forte. Era macia e quente, assim como o resto da sua pele.
Enquanto andávamos, nenhum dos dois disse nada. Até que por acaso, lembrei do trabalho de história, que seria para entregar naquele dia.
- Merda. - xinguei e parei.
Magnus olhou para mim.
- Algum problema? - ele perguntou.
- A porra do trabalho de história. - falei. - A entrega dele é hoje. E não fiz aquela merda.
Magnus estava rindo de mim.
- Qual é a graça? - perguntei.
Ele deu de ombros.
- É só um trabalho Alexander, você não vai morrer. - ele disse.
Suspirei para não bater nele.
- Mas é nota. - falei. - Eu preciso...
Ele se aproximou de mim e me estendeu a mão.
- Tenho um plano. Se você não for no colégio, não perde a nota. - ele disse com um sorriso que escondia algo. - Vamos.
Exitei antes de pegar sua mão.
- Confia em mim? - ele perguntou.
Fiz que sim e agarrei sua mão.


Estávamos dentro do ônibus, Magnus agarrado na alça de cima - que eu não  alcançava - e eu na sua frente me segurando praticamente na roupa dele.
Ali já éramos novas pessoas, não éramos irmãos ali. Éramos só um casal qualquer dentro de um ônibus indo para... Magnus ainda não tinha me dito.
- Magnus, qual é. Onde estamos indo? - perguntei.
Ele me olhou e sorriu.
- Brooklyn. - ele falou.
Levantei a sobrancelha.
- Por que Brooklyn? - perguntei.
Ele deu de ombros.
- Não sei, dizem que é legal.
Não falei nada. Só escorei a cabeça em seu peito. Senti o cheiro do seu perfume e sorri.
Demoramos um pouco para chegar, mas enfim estávamos no Brooklyn.
Magnus e eu estávamos andando de mãos dadas e ele andava decidido.
- Onde vamos? - perguntei.
- Prospect Park. - ele falou.

Era lindo.
A grama era mais verde do que qualquer grama que eu já tinha visto. Pessoas andavam com cães, casais de mãos dadas - como eu e Magnus - e algumas pessoas correndo.
Ele apontou para a sombra de uma árvore e se sentou, me puxando junto.
Ele se sentou e eu deitei no seu colo. Suas mãos no meu cabelo enquanto observávamos o lugar.
Eu podia me acostumar com aquilo.
Ninguém me conhecia, ninguém conhecia Magnus. Éramos pessoas normais, ninguém podia nos julgar.
E se um dia pudéssemos fugir?
Iríamos fugir, ter identidades novas. Poderíamos alugar um lugar quakwur só para dormir.
Então eu me sentaria no balcão da cozinha com meu coração batendo forte. Magnus me abraçaria, eu respiraria no seu pescoço e seu corpo gritaria por mim.
Mas aquilo era pouco provável.
A vista dos outros, não éramos um casal.
Éramos dois estranhos com a mesma maldita fome de ser tocado, de ser amado, de ser fodido, de sentir alguma coisa.
- Eu gostaria de viver aqui, desse jeito para sempre. - Magnus disse.
Abri meus olhos e olhei para ele.
- Pelo menos aqui, não precisamos ser segredo. - falei.
- Exatamente por isso. - ele disse baixo.
Afundei meus pensamentos nos sons.
Pessoas conversando, folhas farfalhando, Magnus respirando.
Podíamos ser tudo.
Podíamos ser deuses. Dois jovens deuses. Ele se sentia como um deus?
Ele se sentia como eu? Ele sentia a mesma vontade de gritar para o mundo que éramos amantes legendários? Ele se sentia como se pudesse ser tudo e nada ao mesmo tempo? Ele sentia... Amor da mesma forma que eu sentia?
- Magnus. - chamei e abri meus olhos.
Ele estava me olhando.
- Sim? - ele perguntou.
- Eu amo você...? - falei em tom de pergunta, mas eu tinha certeza. - Sim, eu amo você Magnus.
Senti ele ficar tenso, suas mãos pararam sobre meus cabelos. Eu tinha dito algo errado?
Me senti um idiota.
- Eu sei que você não me deve seu amor. Eu sei que você não me deve nada. Mas... Eu não vou desistir de amar você. - falei.
Ele estava sorrindo, mas tinha uma lágrima em seus olhos.
- Ninguém disse isso pra mim. - ele disse baixo. - A última pessoa que disse que me amava foi minha mãe.
Derreti.
- Se você me ama, é só dizer. - falei baixo, como se tivesse implorando.
- É claro que eu amo. - ele disse.
Me levantei e me sentei de frente para ele. O abracei e coloquei os braços ao redor do seu pescoço.
Beijei sua bochecha, no seu pescoço sussurrei quantos eu te amo, meu fôlego aguentava. Ele sussurrou de volta.
Beijei ele.
Dessa vez era realmente sentimento. Amor.
Eu amava Magnus, Magnus me amava.
O que mais eu precisava?
- Sabe, eu acho que amo você desde o dia que você me contou sobre sua irmã e chorou. - ele disse. - Só precisava de coragem o suficiente para dizer.
- Agora você já disse. - falei.
Ficamos abraçados ali até que minhas costas começassem a doer.
- Obrigado. - ele disse quando deitamos na grama, um ao lado do outro.
- Pelo quê? - perguntei.
- Por me amar quando ninguém mais fez isso. - ele sussurrou.

- O prazer é meu. - falei e peguei sua mão.


Notas Finais


A forma de escrita saiu diferente, mas espero que tenham gostado...


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