História Watch (malec) - Capítulo 13


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Categorias As Crônicas de Bane, Os Instrumentos Mortais
Personagens Alexander "Alec" Lightwood, Asmodeus, Clary Fairchild (Clary Fray), Jace Herondale (Jace Wayland), Kaelie, Magnus Bane, Maryse Lightwood, Personagens Originais, Ragnor Fell, Tessa Gray
Visualizações 263
Palavras 1.433
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Crossover, Drama (Tragédia), Fluffy, Lemon, LGBT, Musical (Songfic), Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Universo Alternativo, Yaoi (Gay)
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Drogas, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sadomasoquismo, Sexo, Spoilers, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


•∆•
Tedy - Flames

Capítulo 13 - ( flames )


Fanfic / Fanfiction Watch (malec) - Capítulo 13 - ( flames )

- Então agora você vai me apresentar para ele? - Jem perguntou.
Eu ri.
Tinha prometido a ele e a Magnus que os apresentaria de forma adequada. Como amigo e como o cara que eu amava.
- Sim. - falei.
Eu tinha voltado do colégio com Jem. Ele tinha ido me buscar, o que deixou Magnus com uma cara que valia a pena tirar uma foto. Então eu o abracei e sussurrei no ouvido dele que preferia um Magnus do que mil Jem's.
- Senta aí. - apontei para a cadeira da beirada da mesa. - Vou só trocar de camisa.
Ele fez que sim e se sentou. Subi e me troquei.
Na verdade só joguei minha mochila no chão e peguei uma camisa jogada sobre um banquinho.
Quando desci Jem estava mastigando uma maçã.
- Não deixei você comer minhas maçãs. - falei rindo.
Ele deu de ombros.
- Quem disse que você manda em mim? - ele perguntou e eu ri.
Me aproximei dele e peguei a maçã de sua mão. Comecei a morder e sentei do lado dele.
A porta se abriu e Magnus entrou.
Seu primeiro olhar foi de ciúme, então eu levantei a sobrancelha e ele mudou a feição. Bom, não totalmente.
- Jem, esse é Magnus. - falei. - Magnus, esse é Jem.
Jem se levantou a ofereceu a mão para Magnus, que apertou. Seus músculos tensionados.
- Então você era o idiota que Alec falou? - Jem perguntou.
Segurei meu riso mastigando a maçã.
Magnus me olhou como um leão olhava para um veado. Só deu de ombros.
- Eu não te chamei de idiota. - eu falei.
Jem deu de ombros.
- Tem razão. - ele disse. - Falou coisas piores mas isso não vem ao caso. Então - disse apontando para Magnus -, vocês perceberam que nasceram para serem um do outro?
Magnus riu.
- Sim. - ele disse me olhando.
- Oh, finalmente. - Jem falou. - Pensei que eu ia ter que chutar sua bunda pra você ver que aquele carinha ali - apontou para mim - está apaixonado por você.
Ri, eu sentia minhas bochechas ficarem vermelhas.
- Acho que não tanto tempo quanto sou por ele. - Magnus falou.
Eu só queria pular em cima dele e morder as bochechas dele.
- Se sabia que amava ele, por que estava beijando uma vagabunda? - Jem perguntou.
Porra, ele não sabia calar a boca.
- Jem. - falei e ele me olhou. - Cala a boquinha.
Ele deu de ombros e se sentou.


- Jem já sabia? - Magnus perguntou.
Estávamos no quarto dele, ele estava deitado no meu colo enquanto eu passava a mão nos seus cabelos.
Sorri.
- Sim. - falei. - Quando ele veio aqui pela primeira vez, eu contei tudo pra ele.
Magnus sorriu.
- Você tem ciúme dele? - perguntei.
Era óbvia a cara de ciumes de Magnus o tempo todo que Jem ficou. Conversamos, rimos e Magnus continuava com sua cara desconfiada.
- Tenho ciúme de tudo que te toca e não sou eu. - ele disse.
Abaixei minha cabeça e lhe dei um beijo.
- Muito fofo. - falei e ele riu.
Nunca pensei que alguém pudesse ter ciúmes de mim. Nunca pensei que alguém. Eu costumava não confiar em ninguém de forma alguma, mas Magnus era diferente. Ele parecia fogo. Sempre me avisaram para não brincar com fogo. Eu brinquei, me queimei mas nunca me senti tão vivo.
- Então seu aniversário está chegando? - ele perguntou.
Dei de ombros.
- Sim. - falei.
Era começo de setembro, meu aniversário era dia doze. Eu faria dezessete anos.
- Como você sabe? - perguntei.
- Sua mãe. - ele disse.
Sorri.
Ele e minha mãe estavam tramando alguma coisa, eu sabia. Mas preferi não dizer que talvez eu já soubesse o motivo de eles estarem rindo.
- O que você quer? - ele perguntou.
Dei de ombros.
Magnus poderia me dar até uma pedra, eu aceitaria com amor.
- Você não tem obrigação de me dar nada. - falei.
- Mas eu quero. - ele disse.
Pensei.
- Macbeth. - falei.
- E que porra é essa? - ele perguntou rindo.
Dei um tapinha na sua testa.
- É um livro e Shakespeare. - falei. - Minha edição antiga molhou e estragou. - falei. - É um dos meus livros favoritos.
- Tudo bem. - ele disse.
Alguém bateu na porta, Magnus deu um pulo da cama e olhou para mim.
- Eu... Disfarce. - ele disse e apontou para o guarda roupa. - Finja que está procurando alguma coisa.
Dei de ombros.
Me levantei e fui até o guarda roupa e abri. Ouvi Magnus abrir a porta, mas eu não olhei.
Olhei para dentro do guarda roupa e encontrei tudo perfeitamente arrumado. Suas roupas estavam em ordem de cor, seus perfumes - variados - estavam organizados por ordem de tamanho. Eu não imaginava que Magnus Bane seria um compulsivo por organização.
Sorri.
Então prestei atenção na conversa de Asmodeus.
- Quem está aí? - Asmodeus perguntou.
Merda.
- Sou eu, Alec. - falei. - Estou procurando alguns desenhos.
Asmodeus não disse nada.
- Magnus, tem uma tal de Camille te procurando. - Asmodeus disse e eu gelei.
Eu sabia quem era ela. Era a garota que beijou o Magnus. Eu a conhecia, ela era a puta do colégio, como todos os colégios.
- Eu... Já estou indo. - Magnus disse.
A porta se fechou e eu não ouvi Asmodeus não disse nada.
Magnus saiu da porta e eu saí de perto do guarda roupa.
- Eu preciso ir lá. - Magnus disse.
Eu escondi que estava com ciúmes. Escondi que queria pegar uma faca na cozinha e cortar a garganta dela, e usar o sangue para fazer uma vitamina. Escondi que queria estrangular ela. Só sorri e dei de ombros.
- Uai, vai. - falei.
Ele sorriu e me puxou para perto, me beijando.
Ele saiu do quarto e eu fiquei lá, ainda encarando seu guarda roupa muito organizado.
Peguei um vidro de perfume dele e abri. Era o que ele usava constantemente.
Saí do quarto com o vidro de perfume nas mãos,entrei no meu quarto e borrifei no meu travesseiro, nas minhas cobertas e na minha blusa de frio favorita.
Quando voltei para o quarto dele, ele já estava lá e estava sorrindo.
- Posso saber por que você está com meu perfume? - ele perguntou.
Dei um sorriso sem graça.
- Queria seu cheiro nas minhas coisas. - falei.
Ele sorriu e se aproximou.
- Podia ter pedido antes. - ele sussurrou.
Então ele pegou o vidro da minha mão, colocou no guarda roupa e se aproximou mais de mim.
- Posso colocar meu cheiro na sua pele? - ele perguntou.
Fiz que sim e deixei ele me beijar.

...

- Já pensou no que quer no seu aniversário? - mamãe perguntou.
Ela estava no meu quarto, eu estava deitado na cama. Ela tinha ido levar roupas limpas e do nada começou a arrumar meu quarda roupas super bagunçando.
Eu gostava da bagunça.
- Mamãe, já passei da idade de festinhas. - falei.
Ela riu.
- Eu não falei de festa. - ela disse ainda rindo. - Perguntei sobre presentes.
Dei de ombros.
Eu sempre pedia a mesma coisa. Papel e lápis para desenho, livros. E ela sempre me dava o que eu pedia.
- O de sempre?! - falei.
Ela se virou para mim e colocou as mãos na cintura.
- Meu bem, você tem milhões de livros jogados dentro desse guarda roupa. - ela disse e era verdade. - Não sei pra que tanto papel, não vejo seus desenhos por aí. Que tal mudar?
Dei de ombros.
- Mãe, eu não sei nem o que quero fazer da minha vida, muito menos o que eu quero de aniversário.
Ela me olhou e balançou a cabeça.
- Você é um filho estranho. - ela disse.
Dei de ombros, também era verdade.
Ela se aproximou e sentou ao meu lado.
- Sei que eu não deveria dizer isso, mas Magnus me disse que ia levar você em um parque de diversões.
Sorri.
Magnus tinha falado com minha mãe... Eu também deveria falar.
- Mãe, se eu disser uma coisa... Eu... A senhora ficaria chateada? - perguntei baixo.
Ela me olhou e levantou a sobrancelha.
- Sobre você e Magnus? - ela perguntou, e pela minha cara horrorizada ela já sabia minha pergunta. - Sim. Eu sei.
- Como... - tentei perguntar mas minha voz não saiu.
- Duas pistas. De madrugada dois gemidos vindo de dentro do quarto dele. - ela disse. - E eu vi vocês indo pro colégio de mãos dadas.
- Eu... - que merda eu ia dizer?
- Olhe meu bem. - ela pegou minhas mãos e apertou contra as suas. - Eu não dou a mínima para quem você se relaciona, desde que tome cuidado com seu coração, eu não me importo com o resto. Eu só quero saber se você está feliz.
Sorri.
- Sim. - falei. - Estou feliz.
Ela me puxou para perto e me deu um abraço.
- Quero ver você sempre feliz, sabe disso não é? - ela perguntou.
- Sim mamãe. - falei.


Notas Finais


Vida complicada a minha...


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