História Water Lovers - Min Yoongi - Capítulo 1


Escrita por: e Alexandreod2

Postado
Categorias Bangtan Boys (BTS), EXO, Got7, Monsta X, Seventeen
Personagens Min Yoongi (Suga)
Visualizações 29
Palavras 1.285
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Comédia, Crossover, Drama (Tragédia), Fantasia, Ficção, Hentai, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Sobrenatural, Suspense, Terror e Horror, Violência
Avisos: Adultério, Drogas, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Sadomasoquismo, Sexo, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Capítulo 1 - Olá Coréia



O avião agora se aproximava da tão amada Coréia do Sul, inundando de alegria os olhos de Camilly Bravo. Ela afastou uma mecha de cabelo dos  olhos, então os fixou na pequena Seul vista de cima.
Ela tinha deixado o Brasil 24 horas antes, e agora que estava se aproximando de seu destino percebia que a missão de sua  viagem era tola.
— Devo estar louca — murmurou.
— O que foi, moça?
Cicy olhou para Mark, o garoto sentado ao seu lado, e forçou um sorriso.
— Nada.
— Se você morasse aqui, não ficaria tão surpresa.
— Está tudo bem — disse Cicy. Talvez o frio e a umidade fossem exatamente o que precisava para voltar à realidade. Tantas coisas haviam acontecido nos últimos dois dias que mal tivera a chance de pensar com clareza. Tinha perdido o namorado, o emprego e seu apartamento num período de seis horas. Como resultado, começara uma busca para recuperar tudo, em um ato louco de desespero, um ato que a levara ao outro lado do mundo.
— Não vemos muitos passageiros solteiros viajando para cá nessa época do ano  — disse Mark. — A maioria é casais. É um lugar romântico, sabe? Nada apropriado para pessoas visitarem  sozinhas.
A avó dela, Orla Bravo, tinha lhe contado sobre o país e sobre a lenda, mas Cicy queria ouvir as histórias novamente de alguém que morasse lá.
— Por quê? — perguntou.
— Eles vêm esperando encontrar a fonte BTS. Está em todos os livros de turismo. Dizem que se um casal beber a água, ficará unido pelo resto da vida. Amor eterno e tudo isso. Em minha opinião, uma bobagem.
— O senhor sabe onde fica essa fonte? — perguntou ela.
Mark meneou a cabeça.
— Bem que eu devia estar procurando. Tive três relacionamentos e bem.....nenhuma deles ainda está aquecendo minha cama.
Cicy voltou a atenção para a cidade. Presumira que a localização da fonte era conhecida por todo o vilarejo de Seul, com placas enormes apontando a direção. Sua avó não lhe dissera uma palavra sobre ter de procurar pela fonte!
— Alguém sabe onde fica? 
Mark deu de ombros.
— Suponho que Ana Clara saiba. Ela é uma princesa BTS... uma feiticeira, ou assim se considera. Acredita ser a dona de toda a magia da BigHit. Você pode perguntar-lhe, mas ela cobra um preço alto por seus serviços.
— Serviços?
— Profecias, maldições, feitiços, ela faz tudo.
— Entendo. — Cicy franziu o cenho, desconfiada. Então abraçou a jaqueta de veludo contra o corpo, observando a cidade crescer em baixo de si. — Pode recomendar um lugar para ficar em Seul?
— Há uma pousada adorável ao norte da cidade. A BigHit. Nesta época do ano, deve ter quartos vagos.Min Yoongi a dirige. A família dele está na aqui há muitas gerações. Ele é uma espécie de celebridade.
— Ele é famoso? Pelo quê?
— Nós não fofocamos sobre nossos vizinhos em Seul — disse Mark. — Mas isso não é fofoca, e sim um fato. Alguns anos atrás, ele foi nomeado um dos solteiros mais cobiçados da Coréia. A foto dele saiu numa revista sofisticada.
— Interessante.
— O bisavô de Yoongi foi o primeiro a dirigir a pousada. A mansão costumava ser uma casa de verão para alguns estrangeiros ricos.Yoongi deixou a pousada para fazer faculdade, porém, três anos atrás, voltou para Seul para dirigir a pousada. Os pais dele, Waehyung e Mave, queriam ficar perto da filha e dos netos, então partiram para o Japão. A vida na ilha parece combinar com Yoongi.
— Eu deveria ter ligado para fazer uma reserva.
— Não acho que você terá problemas. Mais gente virá para a celebração do MAMA na próxima semana.
— Terei partido até lá — murmurou Cicy. — Vou ficar uma noite ou duas.
— Se você não achar o Yoongi na pousada, tem uma chave no vaso ao lado da porta. Pode entrar.
— Por que ele tranca a porta se todos sabem onde a chave está?
— Por causa de Deni. Ele tem uma fazenda ao sul da cidade, mas não tem água corrente. Vaga pela cidade, procurando um lugar para tomar banho. Deni é um vagabundo sujo. Usa todas as toalhas limpas do lugar e bebe cada gota de uísque antes de partir. Isso não é fofoca, moça, é um fato.
Eles passaram o resto da viagem em silêncio, Cicy sentada olhando para a paisagem, pensando que suas razões para ter ido a Seul eram tolas. Fora para encontrar uma fonte mágica que faria seu namorado amá-la novamente.
A sequência de eventos que a levara àquele momento lhe veio à mente. Tinha acordado na manhã anterior pensando que seria um dia como outro qualquer. David saíra para o escritório mais cedo e, em vez de ir com ele, Cicy decidira dormir mais um pouco e pegar o metrô. Momentos depois, acordou e achou um bilhete pregado no espelho do banheiro. 
Acabou. Sinto muito. Adeus.
David parecia pensativo e distante no último mês, mas para Cicy ele estivera pensando numa proposta de casamento, não em rompimento, especialmente depois que encontrara uma fatura do cartão de crédito no valor de nove mil reais, gastos em uma das joalherias mais finas do Brasil.
Ela se vestira para o trabalho, e quando chegou à agência, tudo estava um caos total. Uma reunião fora convocada mais cedo naquela manhã para informar os funcionários de que a agência de publicidade tinha sido comprada por uma empresa maior. Cicy foi chamada na sala do diretor para ser informada de que estava desempregada. Foi somente então que soube que David se demitira no dia anterior e já havia partido, com destino desconhecido.
Como se as coisas não pudessem piorar, assim que ela chegou em casa encontrou um envelope pregado na porta do apartamento. Dentro, havia um aviso de que o prédio seria convertido em um condomínio e que ela poderia comprar o imóvel a um preço que uma diretora de arte desempregada jamais poderia pagar.
Cicy sempre fora tão cuidadosa em planejar a sua vida, desde encontrar o homem certo até conseguir um emprego na melhor agência de publicidade da cidade e morar num lindo apartamento num bairro chique de São Paulo. Controlava o peso comendo alimentes saudáveis e se exercitando religiosamente. Também trabalhava numa escola de artes como voluntária uma vez por semana. Como sua vida podia ter se desestruturado totalmente em tão pouco tempo?
"Uma desgraça nunca vem só" sua avó tinha dito. Então, Orla dera a neta uma solução simples: "Reconquiste o homem de sua vida primeiro. O resto vai se resolver por si só. Uma viagem para a Coréia, para a bela cidade de Seul, vai solucionar todos os seus problemas."
— E aqui estou eu — murmurou Cicy. — Em um voou para Seul.
O avião finalmente pousou e todos seguiram seus destinos.
— Qual é o caminho para a pousada? — perguntou Cicy.
— Fica a aproximadamente um quilômetro da estrada. — Mark apontou para o norte, e olhou para o céu. — É melhor se apressar. Parece que vai chover.
— Não há um táxi?
— Geralmente há, quando turistas são esperados. Jung Hoseok dirige o serviço de táxi, mas são quase quatro da tarde, e ele já deve estar bebendo no bar aqui perto. Chama-se Tiro´s.
— E se ele não estiver no bar? Vou andar um quilômetro com essas malas?
— Tenho certeza que, nesse caso, alguém vai lhe oferecer uma carona. Apenas diga-lhes para onde está indo.
Cicy observou quando Mark pegou apenas uma mochila e a jogou nas costas.
— Vamos, eu lhe mostro o caminho.
Eles andaram para o fim do cais, e Mark apontou uma casa branca na esquina da rua pavimentada
— Entre lá e procure por Hoseok. Depressa, antes que se molhe.
A chuva começou antes que Cicy chegasse à porta do bar. Assim que entrou, viu o garçom e dois clientes olhando-a com curiosidade.
— Estou procurando por Jung Hoseok — disse ela.



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