História Waterfront - Capítulo 1


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Categorias Bangtan Boys (BTS)
Personagens Jeon Jungkook (Jungkook), Park Jimin (Jimin)
Tags Bts, Fluffy, Jeon Jungkook, Jikook, Mar, Oceano, Park Jimin
Visualizações 67
Palavras 2.964
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ficção Adolescente, Fluffy, LGBT, Yaoi (Gay)
Avisos: Homossexualidade, Pansexualidade
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Olá! Essa é a primeira one-shot mais longa que eu faço então não se decepcionem se estiver horrível ok? ok
É bem fluffy
Nem sei de onde veio a ideia
Eu amo praia e amo Jikook daí puf deu em plot
Espero que vocês gostem
Boa leitura ♡

Capítulo 1 - Problemas são como as ondas


Jungkook sempre odiou a praia.

Nunca gostou da água salgada que fazia sua garganta arder, das ondas sufocantes e da sensação de areia grudando nos pés e roupas. Sentia que estava perdendo o controle a cada vez que adentrava o mar.

Preferia mil vezes estar em casa, curtindo um salgadinho qualquer enquanto assistia Ano Hana pela milésima vez, afinal, estaria sequinho, seguro e o melhor de tudo: sem areia saindo até de dentro do seu calção.

E adivinhem onde ele estava às plenas 4:00 da madrugada? Pontos para quem disse andando na beira mar, molhando a pontinha dos pés.

O porquê de ele estar ali era relativo. Não sabia ao certo o que o trouxe aquele lugar, mas tudo o que menos queria agora era estar dentro de casa com seu pai. Podia não gostar de praias mas precisava de um lugar para pensar, e não é como se o som das ondas fosse de um todo desagradável.

Havia ido ali no intuito de estar sozinho, afinal, quem estaria na praia nesse horário além dele?Aparentemente um garoto que parecia dançar no mar.

Jungkook não conseguia enxergar direito pela falta de claridade, então não identificou o seu rosto. O rapaz era estranhamente loiro, não de uma maneira ruim, apenas estranha, já estava tão acostumado a cor preta natural que aquilo pareceu lhe chamar atenção.

Ele parecia estar tão leve e feliz que tudo o que uma pequena parte de sua mente pensou foi em se juntar a sua dança esquisita, mesmo que a parte sã tenha vencido. Não soube quanto tempo ficou parado olhando e o outro pareceu ter notado isso, já que olhou em sua direção dando uma risadinha antes de ir embora deixando alguém quase babando para trás.

O Jeon se praguejou baixinho por não ter sido mais discreto e esperou um pouco antes de voltar para casa. Aliás, mais discreto nada! Ele nem deveria ter parado para olhar, no que estava pensando?

Continuou ali por um tempo, preso em seus pensamentos sobre certo e errado e resolveu voltar para casa quando viu o sol se pôr.

Gostaria muito de dizer que após isso, não se lembrou uma única vez do carinha dançante, (apelido dado exclusivamente por Namjoon) mas o Kim era a prova de que tudo sobre o que Jungkook falou na semana que havia se passado era de alguma forma relacionado a: garoto loiro, dança, garoto loiro, praia, garoto loiro, mar e por acaso eu já falei garoto loiro?

Como grande amigo, o outro apenas lhe mandava voltar para praia porque segundo sua linha de raciocínio aquilo não se passava de "falta excessiva de machos" ou até mesmo de atração. O que o mais novo pareceu realmente temer, sabia que isso poderia ser possível, nunca tinha sentido nada por ninguém antes, então preferiu seguir sua vida acreditando ser assexual.

Seria no mínimo estranho para sua cabecinha um tanto desligada sentir qualquer coisa por outro homem, então se negava a acreditar. Apenas queria saber mais sobre o rapaz, não é como se quisesse se casar com ele em um lindo pôr do sol na praia (além do que, temos toda a questão de que nem gostar da praia ele gosta).

Preferiu ignorar aquilo no momento e rotular como curiosidade, apenas isso. E acreditando fielmente que não se passava de curiosidade, resolveu voltar a praia, uma semana depois, um pouco mais cedo do que a última vez para ter certeza de que conseguiria o encontrar ali.

Ao chegar, fingiu molhar os pés na água por um tempo, vendo por rabo de olho o outro rapaz o encarando ali, com um sorrisinho sapeca dançando nos lábios enquanto estava deitado na areia, sem se importar com o quanto aquilo sujaria suas roupas.

- Você não é muito discreto, consigo sentir seu olhar em mim. - disse risonho se levantando da areia caminhando até si.

- Só é estranho alguém estar aqui a esse horário.

- Eu poderia dizer o mesmo para você, mas do jeito que corria semana passada posso dizer que estava fugindo de algo ou alguém. - deu uma pausa esperando a reação alheia, da qual já começava a querer rir- Estou certo?

Já Jungkook, ao ouvir aquilo sentiu toda a vergonha de ter sido pego no flagra indo embora, dando lugar ao choque em relação à audácia do mais baixo.

- É lógico que não, eu não estava fugindo! Eu apenas saí porque queria um tempo para pensar, de preferência sozinho.

- Ah, entendi. - Proferiu o loiro, fingindo divagar por um momento.- Então de quem você estava fugindo?

Diferente do que imaginou, o outro não caiu na provocação, pelo contrário, gargalhou genuínamente.

- Você é estranho, carinha dançante. - murmurou em meio aos risos.

- Meu nome é Jimin. - disse achando a frase anterior um tanto irônica.

- O meu é Jungkook.

- Interessante saber disso, Jungkook, já que aparentemente você vai continuar voltando aqui.

Dizendo isso, se deitou novamente e puxou o outro para que deitasse ao seu lado, ouvindo os resmungos contrariados do garoto ao se encher de areia.

- Para de ser chato, você tá' em uma praia, qual o problema de se sujar um pouquinho?

Depois de um tempo visitando aquele lugar, Jungkook percebeu que não, aquela não seria a última vez em que ele se sujaria um "pouquinho", já que os dois em um consentimento mudo decidiram que seria assim que se veriam a cada semana.

Continuou indo lá a cada sexta-feira que se passasse, e sempre que chegava, Jimin parecia não ligar para o que havia ao seu redor, dentro do seu próprio mundo onde nada mais importava além de sua própria satisfação, dançando e cantando do jeito que quisesse.

Também queria fazer parte daquele mundo.

Foi dois meses depois que começaram a se encontrar que deram seu primeiro beijo.

O sol estava nascendo e com ele todos os primeiros resquícios de luz no dia, Jungkook estava sentado em cima de uma toalha, olhando o outro com um olhar que negaria até a morte ser de admiração. Jimin deitava-se mais uma vez na areia, e parecia tão lindo para si com aquele chiclete na boca e a franja molhada caíndo nos olhos.

Aquilo não tinha como negar, Jimin era lindo em cada detalhe e isso o assustava mais do que deveria. Às vezes tinha a estranha sensação de que a beleza do outro era tanta que doía. Já não precisava mais de Namjoon gritando em seu ouvido que aquilo era paixão.

Tinha chegado a essa conclusão por conta própria depois de todas às vezes que se sentiu prestes a desmaiar apenas de pensar que voltaria àquela praia para ver Jimin no dia seguinte.

Não reprimiu uma risada ao ver o outro tentar fazer uma bolha inúmeras vezes mas só conseguir com que ela estourasse na sua boca. Foi o suficiente para o tirar de seus pensamentos e tomar a coragem necessária para perguntar o que já queria há um tempo.

- Hyung, o que você acha de… - deu uma pausa tentando achar o jeito mais plausível de se falar aquilo- pessoas gostando de alguém do mesmo gênero?

Park sorriu antes de falar, acima de tudo, achava a curiosidade do garoto uma de suas características mais fofas.

- Para mim, paixão ou atração vai muito além de gêneros. Eu me apaixono pelo que a pessoa é, não pelo que define ela como homem, mulher ou o que quer que seja. Acho que o que realmente importa é as pessoas se sentirem bem com as outras, independente do seu gênero.

O mais alto ao ouvir aquilo não conseguiu evitar sorrir. Achava que não conseguiria controlar o tamanho de seu sorriso então levantou suas mãos, as levando em frente a sua boca para que o outro não pudesse ver. Sentia as bochechas doerem e não sabia o que estava acontecendo.

Mas estava feliz, sentia que poderia explodir a qualquer momento e isso nem mesmo parecia ruim. Sentiu as bochechas esquentando, sendo seguidas por uma série de outras sensações no seu corpo. Não sabia o que era aquilo, mas gostou de cada sensação, simplesmente por Jimin estar ao seu lado.

- Jimin, por favor me diga que eu não estou parecendo o Coringa agora?

Esse que não aguentou vendo o outro todo encolhido e corado, deixando seus olhos apertados em uma forma de talvez controlar o que sentia.

O puxou para areia em um selinho leve, e se Jungkook sentia que algo explodiria em si antes podia dizer com certeza que agora alguma coisa havia explodido.

A boca de Jimin não tinha gosto de algo doce como nos livros, mas sim da água salgada do mar. Não se importou com aquilo no momento.

Também não se importou com a areia que sujava suas roupas, nem com o sol batendo no seu rosto, não se preocupou com o que seu pai diria e muito menos se alguém estaria os vendo.

Se sentiu parte do mundo de Jimin.

Por aquele momento, onde nada mais importava ali além dos dois, do modo com que moviam levemente suas bocas e da forma com que continuaram a trocar selinhos e beijos castos durante toda aquela manhã.

Parecia tudo perfeito até o mais novo ir embora, dizendo que voltaria.

Jungkook não apareceu na semana seguinte, nem mesmo na que veio depois. E Jimin não sabia muito bem o que fazer, ficou esperando até o amanhecer nas duas vezes citadas e nem sinal do outro.

Talvez não deveria tê-lo beijado, talvez estivesse fugindo de si? Mas o Jeon havia o correspondido então porque faria tal coisa? A sua mente insegura não parava de tentar achar uma solução lógica, e todas a qual chegava, eram relacionadas diretamente para si.

Resolveu voltar para casa, se martirizar ali na praia não o ajudaria em nada, então voltaria, tomaria um banho, preparia sua cama quentinha e ficaria ali comendo algum salgado para que assim pudesse se martirizar, pelo menos estaria confortável.

Foi um tanto surpreendente que, ao ir para praia um pouco mais cedo do que o normal na sexta-feira seguinte, Jungkook estivesse lá.

Com o rosto inchado e parecendo perdido, mas estava lá o esperando. Jungkook chorava e não era pouco, as lágrimas grossas desciam por sua face e assim que viu Jimin parado em sua frente se jogou em si para um abraço, sem parecer pensar duas vezes.

Por um tempo tudo o que fez foi chorar, sem falar nada em meio aqueles braços gelados e calmantes. Só queria nunca precisar sair dali e acreditar que tudo iria ficar bem.

Jungkook não sabia porque chorava. Estava com raiva, tudo o que mais gostaria no momento era poder explodir com todas coisas que o seu pai já havia lhe dito, apagar cada vez no qual resumiu seu próprio filho a um nada.

Estava tão bravo, então por que tais estúpidas lágrimas não paravam de cair? Sentia que tudo pesava e parecia maior do que realmente era, começava a passar mal e não sabia o que estava causando aquilo.

Seus soluços e as lágrimas sentidas eram para Jimin algo sufocante. Queria poder ajudar, queria fazer de tudo para que o outro não ficasse assim, mas não sabia nem o que estava acontecendo.

- Você quer contar o que aconteceu? - perguntou baixinho, recebendo apenas um balançar negativo de cabeça como resposta.

Ficou murmurando frases que pudessem o acalmar até que seu choro parasse um pouco. Não se soltaram do abraço, apenas colocaram a tão conhecida toalha ali para que pudessem se sentar.

- Jungkook, eu não sei o que aconteceu, mas dói ver você assim. Eu só queria que você soubesse que não importa o que tenha sido, vai passar, tudo bem? Eu também tenho problemas, mas tudo que posso fazer é acreditar. - deu uma pausa procurando as palavras certas. - Eu penso que os problemas são assim como as ondas, eles vêm até nós, mas não ficam por muito tempo e voltam para onde estavam antes, deixando apenas a areia molhada.

O outro pareceu pensar um pouco sobre isso e logo o respondeu.

- Mas Jiminnie, as ondas eventualmente vão acabar voltando e destruindo o castelo de areia de alguém. - tais palavras não passaram de sussurros e apenas foram ouvidas pela proximidade.

- E quando elas voltarem eu estarei aqui por você, então esteja aqui por mim também.

E aquele sorriso bonito que resumiu seus olhos a dois risquinhos foi o suficiente para fazer o outro sorrir de volta.

♧♧♧

- Jimin, eu não acho que isso seja uma boa ideia.

- Vamos lá, Jungkook, o que pode dar errado?- disse o outro enquanto puxava o mais alto junto consigo em direção ao mar.

- Eu posso escorregar, bater a cabeça e morrer; ou então ficar com câimbra, me afogar e morrer; e o mais comprovado, eu vou me molhar! E ficar com sal na garganta, não quero. Então desde que você não queira que eu morra antes mesmo de me pedir decentemente em namoro, vamos voltar para a areia por favor.

- Parece uma criança. - riu um pouco, até que finalmente pareceu ter entendido o sentido da última frase- Espera, o que você disse?

- Eu disse o que eu disse. - o mais novo respondeu dando um sorriso sem graça.

- Jeon Jungkook, você quer namorar com esse rapaz humilde que diz ser o amor da sua vida?

- A-ah. É lógico que eu quero.

- Ótimo, agora podemos ir para o mar sem medo da morte.

Mesmo com relutância para entrar, Jungkook acabou se arrependendendo do tempo que passara sem isso. O sal não era tão incômodo afinal e talvez lá no fundo, as ondas calmas e suaves o tivessem acalmado, não que fosse admitir isso para Jimin algum dia.

Mais um dia pelo qual passaram juntos. Porém, dessa vez foi em meio à brincadeiras e guerrinhas infantis dentro d'água que acabaram por se tornar carinhos, sorrisos singelos e dancinhas desorganizadas observando a aquarela que se formava no céu aos fins de tarde.

♧♧♧

Jimin e Jungkook já não se encontravam apenas na praia e sextas-feiras já não eram o suficiente para a vontade de se verem constantemente.

Os encontros passaram desde cafés a eventos de anime e cosplay, lanchonetes baratas e um restaurante chique (o qual nem chegou a ocorrer, já que ao verem os preços dos pratos, fugiram de lá como se nada houvesse acontecido).

Já era claro para ambos o quão apaixonados estavam e isso pode soar completamente meloso mas era a verdade. Cada piada, risada, conselho, choros compartilhados e conversas só o fizeram mais próximos e foi por causa de tais fatos que Jungkook resolveu o que deveria ser feito.

- Jimin, eu vou te apresentar pro meu pai.

- O quê? - foi praticamente gritado.

Não foi surpresa tal reação, já que Jungkook havia lhe contado tudo pelo que já teve que ouvir de seu pai e cada irresponsabilidade com que teve que lidar. Não sabia se essa seria a escolha mais sensata a ser feita.

- Você tem certeza? Quer dizer, e se ele resolve cortar minha cabeça fora? Tanto a de cima quanto as de baixo. Eu estou muito bem aqui sendo plenamente saudável e sem nenhum membro faltando.

- Para de ser besta. O pior que pode acontecer é ele realmente resolver te cortar… Ou a nós dois. - nesse momento, o de cabelos negros deu uma pausa. - Okay, isso não foi muito confortante, mas eu preciso fazer isso, Jimin! Eu não quero te prender em uma relação escondida e também não quero me prender. Por favor, por mim.

Poderia dizer que não, mas foi só ver os olhos brilhantes e pedintes do mais novo, que Jimin já percebeu ter perdido a discussão.

- Cheguei em casa.

- Por que você demorou tanto, garoto? Eu já disse que não deve ficar fora de casa muito tempo, preciso de você aqui, pelo menos limpando a casa é útil. - O homem mais velho de cabelos grisalhos, traços fortes e barba começou a falar, mas parou ao ver as mãos unidas do casal. - Mas que merda é essa?

Nesse momento, os dois começaram a soar frio. Sabiam que nada de bom sairia dali mas Jungkook precisava ser forte, pelo menos uma vez na vida conseguir falar tudo o que veio prendendo em si por tanto tempo.

- "Essa merda" é uma demonstração de afeto, o que eu acho que você não tenha, talvez seja por isso que é tão amargo e egocêntrico. E eu tentei! Eu juro que tentei ser o filho perfeito e alguém de quem você pudesse se orgulhar, mas acho que a porra do seu cérebro não seja algo que funcione direito para poder ser um bom pai por uma vez na vida. Eu já cansei de tudo que tive que aguentar por você, então acho bom você aguentar o fato de que seu filho é gay e namora um homem, que é muito mais homem que você aliás.

Se sentiu melhor por tudo o que disse, mas viu os olhos de seu pai mudarem para completa fúria. Era o mesmo olhar que ele tinha quando lhe bateu aos seus 14 anos de idade.

Jimin também pareceu perceber, e ao ver o estado paralisado do garoto ao seu lado, apenas o puxou correndo para fora.

Os dois garotos não souberam por quanto tempo correram, mas o fizeram até que suas pernas doessem e parassem na praia, o lugar que definitivamente fazia parte de suas vidas.

Ficaram por algum tempo em silêncio, apenas ouvindo o som do mar e dos pássaros que sobrevoavam o local.

Jungkook estranhamente se sentia bem, então riu. A adrenalina que ainda corria por seu sangue o fazia se sentir vivo. Gargalhou e chorou por longos minutos pois pela primeira vez em muito tempo se sentia livre. Jimin veio também rindo um pouco e ofereceu que os dois morassem juntos em seu apartamento a partir dali. Deram pequenos selinhos de comemoração antes de irem para sua casa.

- Eu estou orgulhoso de você, Jungkookie.

E Jungkook também estava, pois para si as ondas já não pareciam mais tão grandes e amedrontadoras; Jimin estava ao seu lado.

"Eu não posso dizer que eu posso fazer você se sentir completo ou livre de sua preocupação 

Mas acredite em mim quando digo

Querido, você nunca estará sozinho"


Notas Finais


( música citada no final taxi - the maine aka meu amorzinho)
Foi isso
Bem simples mas eu acho que gostei?
Espero que vocês também tenham gostado aaaa
Comentem se quiser xoxo


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