História We All - Capítulo 6


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Categorias Histórias Originais
Personagens Personagens Originais
Tags Musica, Rock, Romance
Visualizações 11
Palavras 1.261
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Fluffy, Romance e Novela, Shoujo (Romântico)
Avisos: Insinuação de sexo, Nudez, Sexo
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Notas do Autor


VOLTEI!

Desculpa por ter sumido, adoeci e custei a voltar a ficar me sentindo gente de novo.
E eu sou a pior doente do mundo, fico com um humor do cão... JESUS!
A cena da Julia com o Jean está na história da Milla, caso alguém aqui não tenha lido.
As historias acontecem paralelas, apesar da minha ser um pouco atrasada nos fatos. Então quem precisar refrescar a memória da lindeza do Pipo corre lá.

Capítulo 6 - Você e Eu


Fanfic / Fanfiction We All - Capítulo 6 - Você e Eu

Após o jantar e os amigos terem ido embora, Jean e Luiza estavam deitados no sofá com Lucas dormindo sobre a mãe, e Julia dormindo no outro sofá abraçada a Nina. Ela observava a mão do marido passar levemente sobre as costas do filho caçula, Jean ainda digeria a notícia dada por Julia e estava quieto desde que deitou ao lado de Luiza no sofá.

A irmã moraria fora e mesmo que ele tenha sido o irmão companheiro de sempre, oferecendo o apartamento deles em LA para ela e a apoiando na nova fase da sua vida, Luiza sabia que para Jean deixar a irmã ir não era simples assim. Julia sempre foi a xodó dele, a menina que ele tinha que proteger.

No inicio do namoro dos dois, Luiza brincava que Julia era a filha mais velha do casal, porque mesmo que a menina já fosse adolescente, com seus 16 anos, Jean cuidava dela como se ainda fosse uma criança.

A volta para o Brasil assim que Estela nasceu, só estreitou ainda mais os laços dos irmãos e, quando ele passou a tocar com o Sepultura deixando Luiza com Estela ainda neném em casa, a presença constante da cunhada só fez que ela também se apegasse mais a Julia, mas ao contrário do marido superprotetor, a jovem era sua melhor amiga, sua parceira de crime como os amigos gostavam de falar. E não negava que a medida que ela via a cunhada crescer e conquistar os sonhos sentia um pouco de orgulho de mãe também.

-Você acha que ela vai ficar bem? – a voz grave dele a desperta.

-Claro que vai – Luiza fala virando o rosto para ele e tocando a ponta do nariz no dele, em um beijo de esquimó. Lucas deitado em seu tronco impedia que ela se mexesse muito – é a sua irmã, vocês dois tem essa capacidade de vencer qualquer obstáculo.

-eu tenho medo – ele sussurra fechando os olhos – e se alguém se aproveitar dela?

-Amor, você precisa acreditar na sua irmã, ela é mais forte do que você imagina.

-Eu sei – ele suspira – estou me sentindo ansioso igual quando você estava grávida da Estela. Só que agora ao invés de ganhar um bebê no fim da jornada, eu vou deixar uma ir.

-Não quero nem pensar quando for um dos pequenos passando por isso – ela fala olhando Lucas – leva ele para cama? Vou arrumar o quarto para a Julia.

Ela observa Jean levantar calmo do sofá e pegar Lucas com cuidado, que resmunga de sono mas logo passa os bracinhos pelo pescoço do pai. Jean beija a testa do menino e segue pelo corredor com Luiza logo atrás. Ela o vê buscar levar Nina para a cama também antes de acordar Julia. Quando estava terminando de arrumar a cama para a cunhada sente as mãos do marido a abraçar por trás, prendendo firme na sua cintura enquanto ele repousa o queixo em seu ombro.

-Obrigado – ele fala baixinho.

-Por que? – ela responde deixando o seu corpo descansar contra o dele aproveitando o carinho.

-Por ter me dado uma família e ter aceitado a minha junto – ela sorri sentindo os beijos dele em seu pescoço.

-Mesmo que eu tenha demorado para aceitar? –ela fala brincando do tempo que resistia em ter um relacionamento com ele.

-Valeu cada segundo – completa virando o corpo dela de frente para ele, e a beijando em seguida.

 

12 anos antes

 

-Você acha que o neném já sente alguma coisa? – Jean pergunta enquanto Luiza tenta manter os olhos abertos. Já fazia pouco mais de uma semana que ela tinha revelado a ele a gravidez e passado o susto inicial os dois haviam entrado em quase uma rotina de sempre que ele estava livre a noite e ela também, ele aparecia com o jantar no apartamento dela,  eles comiam e depois ficavam juntos, sempre seguido dela caindo de sono enquanto ele alisava a barriga dela.

-Acho que não – responde quase dormindo. A gravidez havia trazido um sono extremo quase impossível de segurar, além de um enjoo todas as manhãs.

-Estou ansioso para ver nosso pequeno – ele comenta sem tirar os olhos da barriga lisa dela – quais exames você já fez?

-Só o de exame para confirmar, eu não queria ver estava decidida a tirar então não queria me apegar – ela fala finalmente o observando e quase se derretendo com a cena dele debruçado observando a barriga dela, como se dali fosse aparecer alguma coisa a qualquer momento.

-Nem me lembra disso – ele levanta os olhos para ela pela primeira vez e sorri em seguida – eu quero ir a primeira ultra, ok?

-Eu te aviso quando marcar – ela passa as mãos pelo cabelo dele - podemos aproveitar e ver sobre o DNA.

-Por que? Você disse que tinha certeza que era meu

-Eu tenho, mas achei que você gostaria da confirmação.

-Não, se você disse que é meu, eu acredito. Eu não tenho porque duvidar mesmo que nossa situação não seja perfeita, eu confio em você.

-Você tem certeza Jean?

-Sim, eu tenho. Se você quiser a gente faz o teste quando o neném nascer, só para você não ficar desse jeito – ele fala beijando a pele dela.

- Eu sei que é seu, mas não quero que você fique inseguro.

-É o suficiente para mim, né filhote? Fala para a mamãe que você é meu ou minha – ele completa arregalando os olhos – meu Deus se for uma menina, eu vou me lascar feio. Imagina uma mini Luiza por Los Angeles, eu tô muito ferrado – ele fala em leve desespero, arrancando uma risada dela.

-Para quem não sabia a poucos dias que seria pai, você já está bem no clima.

Ele beija a barriga dela uma última vez e abre a mão sobre o local, como se o filho pudesse senti-lo. Em seguida sobe os beijos pelo corpo dela levantando a blusa de pijama e expondo os seios dela para ele.

-A gente tem que falar de nós dois – ele fala mudando o tom antes brincalhão para um mais sério e extremamente charmoso, aproximando todo o corpo ao dela.

-Nós dois estamos bem assim, não? – ela levanta o rosto acesa pela provocação dele, que passava a ponta dos dedos por entre seus seios sem realmente toca-la.

-Não, eu quero mais Lu.

-Jean, eu não quero te prender. Você nem me conhece direito, não ache que vou te cobrar mais do que ser pai da criança.

-Mas eu quero ser mais do que pai do nosso filho.

-Eu acho melhor não – ela suspira sentando na cama e se afastando dele – eu não posso sair com outras pessoas por razões óbvias, mas você é um cara livre, um músico, e eu conheço os bastidores e as festas, afinal foi uma dessas festas que nos colocou exatamente aqui.

-Por que é tão difícil acreditar que eu te quero para mim? Que eu estou vidrado em você?

-Uma coisa de cada vez, ok? Nós temos um filho agora, essa é nossa realidade e não dá para brincar de casinha. Seria leviano demais.

-Você me mata, Luiza – ele reclama deitando frustrado na cama de costas para ela, sentindo o corpo esfriar do desejo que antes estava dominando. Era difícil aceitar que dois meses depois de procurar por ela sem parar, ele a encontra esperando o primeiro filho deles e mesmo assim leva fora atrás de fora, pensa antes de fechar os olhos e sentir o colchão afundar ao seu lado . Luiza seria o fim dele, com certeza, e ele morreria mil vezes até conseguir convencê-la a ficarem juntos.


Notas Finais


Agora me conta aqui se vocês gostam desses flashbacks ou se é melhor separar em capítulos?
Muito da história da Luiza e do Jean já aconteceu, no passado deles, os dramas e tal ahahahahahaa
Vocês preferem em forma de capítulos ou assim misturados com a história atual?


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