História We and he. (Miraculous Ladybug) - Capítulo 13


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Categorias Miraculous: Tales of Ladybug & Cat Noir (Miraculous Ladybug)
Personagens Adrien Agreste (Cat Noir), Alya, Chloé Bourgeois, Gabriel Agreste, Marinette Dupain-Cheng (Ladybug), Sabine Cheng
Tags Adrienette, Drama, Miraculous, Romance
Visualizações 207
Palavras 2.689
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 16 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Famí­lia, Luta, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Violência
Avisos: Insinuação de sexo, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Finalmente, chegamos ao último capítulo dessa fanfic.
Foram 10 meses escrevendo isso, entre atrasos e sumiços, mas foram os melhores 10 meses da minha vida de escritora, pela segunda vez. Eu não tenho como agradecer vocês, galero ❤❤

Capítulo 13 - When we win the war.


Fanfic / Fanfiction We and he. (Miraculous Ladybug) - Capítulo 13 - When we win the war.

Era a minha mãe.

Depois de oito anos, eu estava de frente para ela, sem acreditar naquilo que eu estava vendo, sem poder dar um passo ou dizer uma palavra. Era a minha mãe. Como podia ser a minha mãe? Ela me encarava seriamente, como se pudesse ver através da minha alma, o que me deixou ainda mais paralisada. Eu não podia acreditar. Então quer dizer que... No final das contas, a pessoa que havia matado o meu pai e acabado com a minha família havia sido... A minha própria mãe?

Naquele mesmo momento, eu sentia como se o mundo ao meu redor estivesse desmoronando de vagar, lentamente caindo em cima da minha cabeça enquanto o chão desaparecia abaixo dos meus pés. De repente, tudo parecia tão óbvio. Talvez fosse por isso que ela não havia conseguido mais olhar pra mim quando o papai morreu, talvez fosse por isso que ela havia esquecido aquele caso tão facilmente... Mas admitir isso era admitir todo o resto, que ela havia sido a mandante do assassinato da filha de Ted, que ela havia sido a mandante daquele abuso contra a Alya. Por mais que ela fosse uma pessoa desconhecida pra mim, era impossível de acreditar que a minha própria mãe havia sido capaz de tudo aquilo.

O mundo ao meu redor parecia estar em câmera lenta. Tudo que eu conseguia fazer era encará-la, sem uma expressão certa no rosto. Minha mãe, aquela mulher, parecia tão serena. Não tinha cara de assassina. Durante todo aquele tempo que eu estava ali olhando pra ela, tudo que eu queria era que realmente fosse um pesadelo, ou uma pegadinha, qualquer coisa. Eu só não queria aceitar. 

Senti Alya tocar no meu ombro, me fazendo acordar. Ela parecia tão espantada quanto eu. Pisquei algumas vezes, sentindo uma lágrima solitária escorrer pela minha bochecha, quente e pesada. Rapidamente, passei meu antebraço pelo rosto, para secá-lo, e apanhei a minha arma, ficando séria.

— Você só pode estar brincando comigo. 

Ela fechou os olhos por alguns segundos, como se estivesse suspirando, então sorriu. 

— Você cresceu tanto, Mari... Como está o meu neto? — ela perguntou, como se nada estivesse acontecendo. Aquela atitude dela, aquele cinismo nojento me deu náuseas, mas, ainda mais do que isso, me deixou vermelha de fúria.

— Você. Só. Pode. Estar. Brincando. Comigo! — gritei, deixando que toda a raiva que eu estava sentindo transparecesse. O sorriso no rosto dela desapareceu e ela tornou à ficar séria — Durante todo esse tempo... Era você? A pessoa que destruiu a minha vida e matou o meu pai... Era você?! 

— Eu fiz o que tinha que ser feito, Marinette. — foi só o que ela respondeu, calmamente. Seu rosto estava livre de expressões.

— Fez o que tinha que ser feito? Você matou uma pessoa! Você matou o seu próprio marido! — rebati, impressionada com a falta de vergonha na cara daquela mulher — O que infernos ele te fez pra merecer isso?!

— Ele queria ir embora! — agora foi a vez dela gritar — Ele queria ir embora, vir pra França e te trazer com ele. Ele queria o divórcio. Queria tirar você de mim! 

— Isso é mentira! O meu pai nunca faria isso!

— É claro que ele nunca te deixaria saber, Marinette! Ele amava você. Ele nunca iria deixar que você saísse daquela bolha, daquele mundinho perfeito em que você vivia! — ela parou por um segundo, afastando o cabelo do rosto corado, e suspirou — Eu tive que fazer o que era certo.

Minhas mãos tremiam. E tremiam muito. A arma chacoalhava nas minhas mãos, eu podia sentir o cano escorregando entre meus dedos suados e uma única gota de suor escorrer pela lateral da minha cabeça. Respirei fundo várias, incontáveis vezes.

— Ele era o meu pai... — falei, com a fala entrecortada pelas lágrimas — Ele... Era o meu pai... Como você pôde?

— Mari, para... O seu... Seu filho... — Alya me segurou pelos ombros, suas mãos também tremiam.

— Meu neto? O que tem o meu neto? — minha mãe interviu, preocupada.

— Ele não é seu neto. — afirmei, com convicção. — A partir do momento que você matou o meu pai... Eu não sou mais a sua filha.

Puxei minha arma e apontei para ela, mas um outro tiro ecoou ainda mais perto de mim. Eu quase pude sentir o projétil passando pela lateral do meu corpo. Mas Sabine não havia atirado, muito menos Alya. Quando olhei para o lado, Ted vinha, com uma arma na mão, parecendo prontinho pra atirar novamente.

— É só dar o comando, Sra. Cheng. 

Aquele... Aquele cretino! Alya estava certa naquele tempo todo!

— Já falei pra você não machucar essa garota, seu idiota! Abaixe essa arma!

— Mas ela ia atirar em você!

— Ted... Você... Estava mesmo com ela desde o começo? 

Ted riu.

— Não desde o começo. Mas depois eu percebi que, se você não pode vencer seu inimigo, você deve se juntar a ele. — ele disse, com um tom sarcástico.

De canto de olhos, pude ver Alya vermelha de raiva. Como sempre, ela estava certa. Estava sempre certa, então eu não estava surpresa. Olhei para frente novamente, para onde eles estavam. Meu coração batia forte. Agora eu podia sentir claramente.

— Minha filha, eu sempre amei você. Eu não pensei que você fosse descobrir. — Sabine disse, com um tom de voz falsamente amoroso. — Não... Não era pra você descobrir.

— Descobrir? Descobrir o que? Que você é uma assassina? Que você me mandou pra cá por não conseguir olhar na minha cara por esse mesmo motivo? Você... Me dá nojo! — gritei, novamente apontando a arma pra ela. 

Antes que eu pudesse atirar, Ted atirou em mim. Ainda ouvi o disparo, mas não cheguei a ser atingida, pois ele errou. O projétil passou ainda mais perto, atingindo meu ombro de raspão, o que me fez soltar um pequeno grito de dor. Alya começou a agir e tentou dar um tiro nele, mas um daqueles caras conseguiu empurrar a cadeira dele antes que a bala pudesse atingi-lo. Dois homens saíram de algum lugar sem que eu pudesse vê-los e, ao julgar pela expressão que Alya fez, não eram nossos aliados. Pela expressão da morena, de puro pavor misturado com ódio, pude notar que eles eram os comparsas da minha mãe, os mesmos que haviam abusado dela.

Antes que um dos dois pudesse fazer alguma coisa, eu atirei em um deles, que foi acertado no peito e caiu desacordado no chão. Provavelmente morto. O outro ainda tentou fugir, mas Alya o acertou em cheio na cabeça. A expressão dela em seguida foi indecifrável. Olhei pra minha mãe em seguida, que permanecia imóvel, no mesmo lugar onde estava desde o começo. Havia se mexido apenas para ajudar Ted a voltar pra sua cadeira. Alya ainda ergueu sua arma, mas eu não a deixei atirar. Eu queria muito mais daquela mulher do que só uma confissão. Eu queria muito mais. Vingança.

— Marinette, não precisa ser assim. Nós duas podemos voltar pra China agora, podemos esquecer tudo isso! Vamos criar o seu filho juntas, ele vai ter tudo o que você teve! Vamos ser uma família feliz de novo! — ela segurou minhas mãos, aos prantos. Eu a olhava de cima, séria. Eu estava com tanto, tanto nojo.

— Nós éramos uma família feliz. Muito feliz. Você destruiu isso, você, não eu. Você acabou com isso quando cortou ou mandou alguém cortar os freios do carro do meu pai, quando você mentiu pra mim e me deixou sozinha num país que eu mal conhecia. Qual foi a diferença de eu ir embora com meu pai se você me abandonou? — perguntei. Me aproximei cada vez mais dela, fazendo com que ela recusasse até bater as costas em uma daquelas paredes velhas. Notei medo em seus olhos. 

— Perdão, minha filha... Perdoe a sua mãe!

— Mãe? — falei, com nojo na voz — Eu não tenho mãe. A minha "mãe" é uma assassina. Eu não sou filha de uma assassina.

Ela ficou calada. Baixou a cabeça e não disse mais nada. Em seguida, ela riu. Um riso histérico, alto, que ninguém estava esperando. Fiquei confusa, é claro, ainda recuei um passo, sem entender nada. Logo, ela me olhou.

— Ah, Mari, Mari. Você sempre foi tão adorável, achando que pode salvar todo mundo e combater toda a injustiça! — notei desdém em sua voz. Ela estava parecendo uma psicopata — Você... É igual ao seu pai. Acha que pode mudar o mundo sendo uma pessoa boazinha! Mas a verdade é que você é fraca, assim como ele era. Você é fraca e não há lugares pra fracos no mundo! Eu tenho pena dessa criança, que terá uma mãe tão inútil como você.

Outro tiro ecoou, mas, dessa vez, não foi na minha direção. Quando olhei para trás, reparei em Alya, caída no chão, segurando uma das pernas. Meu coração disparou na mesma hora, quando vi Ted aproximar a arma da cabeça dela, fazendo a menção de atirar.

— Abaixa essa arma agora! — gritei, enquanto erguia a minha. Alya chorava muito, porém baixinho.

— Somente se a senhora Cheng permitir! — ele gritou de volta, me fazendo olhar para Sabine com um olhar de súplicas.

— Você tem que aprender a perder, Marinette. Volte comigo e esqueça toda essa história, então eu deixo a menina ir. — foi o que ela respondeu, estendendo sua mão pra mim.

Eu me vi em um beco sem saída. Eu não queria voltar para a China, abandonar a minha vida e fingir que nada havia acontecido naqueles últimos oito anos. Não podia simplesmente ignorar o fato de que a minha mãe matou o meu pai. Mas eu também não podia ver a minha garota morrer por minha causa. 

— Mari, não! — Alya gritou.

— Vamos, Marinette. Eu não tenho a noite inteira!

— Marinette! — Uma outra voz apareceu no meio da confusão e a última coisa que eu vi foi Ted cair no chão, soltando Alya, que levantou no mesmo momento e correu pra longe o mais rápido que pôde. Adrien estava segurando sua arma em direção à minha mãe, atrás dele, Chloé e Nino também estavam em postos.

— Vejam só! A cavalaria chegou! — minha mãe riu, me puxando pelo cabelo e me imobilizando com um dos braços, enquanto o outro mantinha a arma firme contra a minha cabeça — Oi, Adrien! Finalmente pude conhecer você!

— Larga ela agora! — ele gritou, possesso de raiva.

Minha mãe riu novamente.

— E acabar com toda a brincadeira? Nada disso! Eu sei que depois daqui eu vou passar o resto da minha vida numa prisão, então porque a pressa? 

— É a sua própria filha! — Nino gritou, lá de trás.

— Ela mesmo disse o contrário. — Sabine respondeu com um tom brincalhão, mas esse tom logo desapareceu quando Adrien deu um passo na nossa direção — Não se aproxime!

Sabine batia com o cano de arma na minha cabeça, ameaçando atirar. Eu estava com tanto medo, tanto, tanto medo, mas agora não só por mim. Eu só conseguia pensar no meu filho, que também estava sendo ameaçado naquele momento. As lágrimas corriam desenfreadas pelo meu rosto, enquanto eu soluçava baixinho.

— Sabine, ela está grávida! Você não pode... Você não pode atirar! — Chloé tentou alertar, mas não deu em nada. Minha mãe não me soltou.

— Adrien, não se aproxime... — eu consegui falar, por fim, mesmo que não desse processo entende muito bem — Se ela atirar, o nosso filho... Me perdoe por tudo, eu te amo tanto...

Fechei meus olhos, esperando que alguma coisa acontecesse. E aconteceu. Um tiro. Como eu estava de olhos fechados, eu não sabia quem havia sido atingido, nem quem havia disparado. Senti somente quando as mãos da minha mãe ficaram cada vez mais frouxas, até me soltarem completamente. Eu entendi o que havia acontecido, mas não tive coragem pra olhar. Foi só ela me soltar que eu me senti tão mais leve, só então eu consegui respirar de novo. Deus, minhas mãos tremiam tanto... 

Assim que a minha mãe caiu no chão, Adrien correu até mim, me segurando antes que eu caísse de joelhos. Tão logo eu senti seus braços ao meu redor, eu o agarrei. Agarrei tão forte que minhas mãos doeram, mas eu precisava senti-lo, precisava sentir a pele dele contra a minha, precisava sentir o cheiro dele, precisava sentir seu toque quente. Eu precisava ter a certeza de que ele estava ali comigo mesmo, que eu não estava delirando. Meu corpo inteiro doía naquele momento, talvez por causa dos hormônios da gravidez e eu mal conseguia ficar de pé. 

O abraço de Adrien era o melhor lugar para se estar naquele momento. Desviei o olhar por um segundo até um das viaturas que havia chego silenciosamente minutos atrás, onde Chloé estava enfaixando a perna de Ayla que havia sido atingida pelo tiro. Atrás de mim, ainda havia um corpo caído no chão.

— Ela... Ela m-morreu? — perguntei baixinho, alto o suficiente só pra ele ouvir.

— Não, meu amor. É uma bala de borracha, ela só desmaiou. — ele me apertou ainda mais, me pegando em seu colo — Nós a pegamos, Mari. Acabou. 

Acabei suspirando, me aconchegando mais no colo dele.

— Acabou...

 

[ Alguns meses depois ]

 

 

 

 

Eu estava exausta, toda suada, respirando com dificuldade. Naquele momento, eu estava tão cansada que eu nem sequer conseguia me mexer direito. Do meu lado, estavam Amélie, Alya e Bridgette, conversando alegremente e tentando me incluir na conversa, mas eu nem estava me esforçando para participar. Eu queria outra coisa. Eu precisava de outra coisa.

Adrien entrou no quarto com o pacotinho azul em seus braços e um sorriso enorme em seu rosto. Meu rosto se iluminou assim que eu o vi chegar com meu filho no colo, todo enroladinho na mantinha que havia sido do loiro mais velho ali presente, vestidinho na roupa escolhida por Amélie. Eu mal conseguia me mexer, mas ainda consegui me sentar na cama do hospital e esticar meus braços na direção dele. Eu precisava segurar aquela criança, precisava sentir ela nos meus braços, sentir aquela pele morninha e sensível. Enfim, quando ele finalmente estava comigo, sorrir foi inevitável.

Pela primeira vez, eu estava segurando o meu filho. O filho que eu não queria no começo, o filho que havia me tirado o sono por tantas noites, que havia me deixado apavorada nos primeiros meses. Pela primeira vez, eu estava segurando o meu novo homen favorito no mundo. Aquela criança parecia tão frágil que eu sentia que precisava protegê-la com todas as minhas forças, mantê-la longe de todo o mal do mundo, lhe dar todo o amor que eu podia. Adrien se sentou ao meu lado, me envolvendo em um meio abraço, olhando para aquele bebê com um sorriso bobo.

— Ele tem os seus olhos, Mari! — Amélie disse, também sorrindo.

— É, mas o nariz é meu — Adrien se pronunciou, rindo.

Eu não conseguia dizer nada. Eu estava tão feliz que mal conseguia pensar direito. Olhar para aquele bebê nos meus braços me fazia pensar em tudo que eu já havia feito na minha vida antes e tudo que eu queria fazer, me fazia repensar todas as minhas ações. O mundo parecia tão diferente agora que ele estava comigo, tão mais... Colorido. Nem parecia que aquele episódio sombrio da minha vida havia acontecido somente há alguns meses atrás. Eu não havia superado totalmente o que havia acontecido, mas eu iria ficar bem. Nós todos iríamos.

— Você já decidiu o nome, Marinette? — Bridgette perguntou, animada.

— Acho que já é óbvio, não? — Alya riu.

— O nome dele é Tom. — respondi, depois de trocar olhares rápidos com Adrien — Tom Agreste.

Eu olhei para o meu filho mais uma vez, aliviada e satisfeita. Ele era lindo, parecia até um pouco com meu pai. Por alguns momentos, imaginei a reação do meu pai quando visse aquele pequeno bolinho de canela nos meus braços. Ele iria chorar, com certeza, dele sempre chorava. Me desfiz daqueles pensamentos quando o bebê agarrou o meu dedo e apertou, me trazendo pra realidade. Ele era tão, tão lindo e apesar de tudo que havia acontecido, ele estava bem e com saúde. Era perfeito. Da cabeça até a pontinha do dedinho de seu pé minúsculo, ele era perfeito.

Só quando eu o segurei eu percebi o tanto que eu o queria.

Meu filho era simplesmente perfeito.

Céus, eu estava tão feliz.

 


Notas Finais


Enfim, aqui acabamos essa aventura. Eu estava pensando em postar um capítulo extra como um presentinho pra vocês, mas só se vocês quiserem.
Muito obrigada por cada comentário, por cada favorito, tudo isso é muito importante pra mim ❤
E obrigada por sempre suportarem os meus sumiços! Isso sim é amor kzjssjs
Eu espero que vocês tenham gostado do desfecho da história, que foi o mais bonitinho que eu já escrevi — depois de Cendrillon, se essa aqui tivesse um final triste, eu seria muito filha da mãe.
Amo vocês muito mesmo ❤




— Vicky.


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