História We Are - Capítulo 12


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Categorias Justin Bieber
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Palavras 2.918
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Drama (Tragédia), Ficção Adolescente, Hentai, Policial, Romance e Novela, Violência
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Drogas, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Suicídio, Tortura, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Capítulo 12 - I do not know how far I'm going for it


Hailey Baldwin

– Pattie chegou. – Justin disse ao meu lado.

Depois do ocorrido, descemos pra sala de aula, pegamos nossas coisas e viemos sentar no jardim. Exceto Brad, que não quis se misturar e ficou no refeitório. Pattie foi a primeira a chegar, descendo do carro com seu terninho e saia lápis cinza, acompanhada de uma bolsa e de um par de scarpins num tom de caramelo. Ela era linda. Mas podia ficar furiosa a ponto de me engolir viva. Ela passou reto por nós e entrou no colégio com sua falsa pose rígida. Qual é, todos sabíamos que tia Pattie era a mãe mais legal do bairro!

– Você viu a cara que ela fez? – Justin sussurrou.

– Pare de sofrer por antecedência. – Eu rebati.

– Aquele é o carro da sua mãe ou do seu pai? – Perguntou me ignorando.

– Do meu pai. – Eu sussurrei sentindo meu coração bater vinte vezes mais rápido. – Droga!

– Pare de sofrer por antecedência. – Ele me imitou e eu acertei um tapa em seu ombro.

Meu pai nem me olhou. Apenas entrou na escola tirando o paletó preto que vestia, com sua pior feição de todas: a que eu estava fodida.

– Puta que pariu, ele vai me matar. – Eu disse mordendo o lábio.

– Relaxa, a gente vai se ferrar junto. – Justin disse e eu arqueei as sobrancelhas. – Ok, isso não foi nem um pouco reconfortante.

– Animal. – Eu disse e ele riu. – Droga, olha a cara da madrasta do Brandon.

– Essa mulher é uma bruxa, ele tá ferrado. – Justin disse.

Ela, diferente dos outros, nos olhou e me fez tremer por inteira. Aquela mulher parecia ser o Diabo debaixo das madeixas loiras e das vestimentas caras.

– O que você acha que vai te acontecer depois dessa? – Perguntei.

– Acho que vou ficar de castigo por um tempo depois de ouvir muito sermão. – Ele disse. – E você?

– O mesmo. – Respondi cutucando as unhas. – Minha mãe provavelmente vai me proibir de ver você durante o castigo.

– A minha mãe também. 

– Então essa é a última vez que passamos um tempo juntos? Até porque o diretor não vai deixar que nos aproximemos por bastante tempo.

– Lógico que não. – Eu disse. – A gente foge de noite. 

– Ficou louca? – Perguntou me encarando com a testa franzida.

– De noite você sobe a varanda do meu quarto e passa um tempo comigo, ou eu vou à noite na sua casa e pulo a janela do seu quarto. – Eu disse. – Alaia fazia isso com o ex-namorado dela.

– Você sabe que teremos a tarde inteira livre, certo? – Perguntou retoricamente.

– Ah, é verdade. Então tudo certo. – Eu disse sorrindo e ele revirou os olhos.

Passamos os quinze minutos seguintes conversando e tentando distrair da merda que nos ferraria. E então eles saíram de dentro do colégio.

– Está tudo bem, Pattie. – Meu pai disse vestindo seu paletó novamente. – Muito obrigado.

– Magina, Stephen. – Ela sorriu pequeno e andou em nossa direção. – Vocês vem comigo. E você, mocinha, vai comer na minha mão porque seu pai tem uma reunião agora.

– Tia Pattie... – Eu comecei a falar.

– Nenhuma palavra, Hailey. – Ela disse balançando a cabeça negativamente. – E você, seu abissal, vai tomar bronca na frente da sua namorada. Os dois pro carro.

Eu estava me cagando por inteira. Abaixei a cabeça e segui pro carro atrás de Justin. Ela não disse nada durante o caminho inteiro e meu pai não trocou uma palavra comigo. Entramos na casa de Justin e nós fomos direto pro seu quarto – acompanhados de sua mãe. Ela foi a última a entrar e bateu a porta.

– O que vocês têm na cabeça? – Perguntou. – Hailey, você é uma garota tão certa do que faz, tão determinada e responsável, por que raios foi fazer essa merda? E por que raios deixou esse idiota fazer merda?

– Tia, Brandon estava me ofendendo e ofendendo ao Justin!

– E jogar suco na cara do garoto resolve? – Ela perguntou e eu me calei.

– Um soco no olho resolveu. – Justin ironizou.

– Tô sem tempo pro seu deboche, Justin. – Pattie disse irritada.

– Mãe, foi só uma briguinha besta de adolescente. – Ele argumentou.

– A cara do Cooper parecia um ovo de tão inchada. E ninguém toma uma suspensão de três dias por uma "briguinha besta de adolescente". – Pattie disse mexendo no cabelo. – Você sabe muito bem de onde veio essa atitude.

– Mãe, na frente dela não. – Justin pediu.

– Por que na frente dela não? Ela é sua namorada. Você mesmo diz que confia mais nela do que em qualquer outra pessoa. – Pattie rebate.

– Ela não precisa saber disso. – Ele disse ao meu lado.

– Não precisa saber de quê? De que seu pai era um louco? De que ele arrumava confusão com todos por tudo? De que ele era descontrolado e batia em todos por qualquer motivo? Isso não é novidade pra ninguém, Justin, não precisa esconder isso. – Ela disse. 

– Por que você está me comparando a ele? Eu não sou igual ao Jeremy. – Ele disse furioso ao meu lado e Pattie suspirou.

– Saia daqui, vá se acalmar, você sabe que não foi isso que eu disse. – Ela respondeu e ele se levantou como um furacão, batendo à porta com toda força assim que saiu. – Precisamos conversar, garota.

– Ele não tem culpa, Pattie. – Eu digo cutucando as unhas. – Logo que chegamos no colégio, eu recebi um cartão de Brad me convidando para ir ao baile. Justin ficou enciumado e mandou um cartão pra Brad, pedindo pra que ele parasse de encher meu saco. Mas tudo saiu do controle na hora do intervalo quando Cooper veio pedir satisfações. Eu fui a primeira a perder a cabeça, e em uma tentativa de me acalmar, Justin levou dois socos. E você conhece seu filho, sabe que ele não levou isso na boa. Ele desceu a porrada em Brad e desceu pro setor de limpeza do colégio. Ele destruiu uma sala, dizendo que Brandon o lembrava Jeremy. – Resumi mordendo os lábios e ela me olhava atenta.

– Ele disse isso? – Perguntou e eu assenti. – Que droga!

A expressão furiosa de Pattie se dissipou e uma expressão de pena a substituiu. 

– Eu sei que não posso te pedir isso, mas se você realmente gosta dele, por favor, o impeça de fazer coisas desse tipo. Eu não posso perder meu filho pro ódio que ele tem pelo próprio pai. Não de novo. – Ela disse pondo sua mão sobre a minha. – E é só por isso que eu não vou proibí-lo de te ver, porque ele precisa mais de você do que de mim nesse momento. Estamos combinadas, Hailey?

– Estamos, tia. – Eu digo sorrindo pequeno e ela me abraça.

– Obrigada por cuidar dele. – Disse alisando minhas costas. – Seus pais vão chegar no mesmo horário de sempre, enquanto isso não acontece, você pode ficar aqui. Vocês tratem de fazer todas as lições e estudar, porque eu vou arrumar as crianças e levá-las ao colégio mais cedo.

– Tudo bem, obrigada. – Eu disse tirando meus tênis e os largando ao pé da cama.

Pattie foi arrumar as crianças e eu fui atrás de Justin. O procurei dentro da casa e ele não estava. Espiei pela janela da sala e o vi sentado na calçada. Calcei seus chinelos que estavam ao lado da porta e me sentei ao seu lado, ao sair da casa.

– Você não vai pra casa? – Perguntou jogando cascalho do meio fio do outro lado da rua.

– Não, sua mãe pediu que eu lhe fizesse companhia. – Eu disse observando minhas meias estampadas e ridículas.

– Eu não preciso de babá. – Disse me olhando.

– Eu não disse que precisa. – Dei de ombros.

– Mas você acha que preciso. – Disse se irritando.

– É sério que você vai se encrencar com isso? Eu consegui convencer sua mãe a não te proibir de me ver! – Digo respirando fundo.

– Você não precisa saber tudo sobre tudo. – Disse desviando o olhar.

– Você está falando sobre seu pai? – Perguntei franzindo a testa.

– Sim, não quero que saiba coisas ruins sobre mim.

– Você acha que vou me afastar de ti porque você tem problemas na família? Eu não sou assim, Justin. Você pode ter os defeitos que tiver, eu não vou embora, eu vou ficar. – Teimei e ele me olhou de soslaio.

– Eu não disse isso. – Murmurou.

– Mas você acha isso. – Rebati.

E então ficamos em silêncio sem nos olharmos.

– Vá pra casa, B. – Pediu e eu o olhei indignada.

– Eu vou ficar, Justin. – Eu disse e entrei na casa novamente.

Pattie estava dando banho em Jazmyn e Jaxon, então fui à cozinha. Tirei o almoço da geladeira e o esquentei, arrumando a mesa e deixando as marmitas individuais tampadas sobre a mesa. Lavei a pouca louca que tinha na pia, sequei e guardei, enquanto xingava Justin de todos os nomes possíveis dentro da minha cabeça. Fui ao quarto de Justin e dobrei as cobertas sobre a cama, guardando-as sobre o guarda roupa, e fiz o mesmo no quarto de tia Pattie. O quarto de Jazmyn e Jaxon estava fechado e eu podia ouvir o barulho que vinha lá de dentro. Caminhei pra sala e me sentei no sofá, me distraindo com meu celular. E então a porta da sala se abriu.

– Você vai mesmo fazer isso? – Perguntei assim que Justin passou reto pela sala. 

Ele não me respondeu. Eu me levantei e fui atrás dele. Ele estava em seu quarto, deitado em sua cama. Assim que passei pela porta, ele levantou os olhos de seu celular e voltou os mesmos pra ele, sem me dar atenção. Me sentei em sua cama e deitei ao seu lado, o empurrando com toda minha força pra realizar o ato. E ele quase caiu.

– Qual é o seu problema, cara? – Perguntou irritado e eu o abracei, apoiando minha cabeça em seu ombro. – Me solta.

– Não. – Respondi e passei minha perna por cima da sua.

– Hailey! – Ele grunhiu e eu ignorei, deixando um beijo em sua bochecha.

– Porque está bravo comigo? – Perguntei.

– Porque eu quero deitar na minha cama e você tá me impedindo. – Ele disse ácido.

– Não tô impedindo, só quero deitar junto com você. – Eu disse mordendo meu lábio. – Não quer mais que eu vá embora?

– Quero. – Respondeu e eu fechei a cara. Então ele riu. 

– Finalmente um sorriso, que saco! – Respondi e ele revirou os olhos.

– Você é muito chata, vai deitar no sofá. – Me expulsou e eu o soltei, me sentando na cama.

– Eu te odeio com tanta força, Drew. – Respondi me levantando.

Ou quase, já que ele me puxou pelo braço e eu cai sentada na cama novamente. Ele me agarrou pelos quadris e me puxou pra deitar ao seu lado, passando sua perna por cima das minhas e prendendo meus braços. Ele fazia tudo isso gargalhando enquanto eu tentava chutá-lo para que me soltasse. 

– Me dá um beijinho, sua insuportável. – Pediu e eu gargalhei.

– Vá a merda, seu bipolar. – Tirei sarro e ele me mostrou a língua. 

– Você sabe que me ama. – Disse me soltando e eu arrumei meu cabelo.

– E você sabe que isso é uma mentira. – Debochei e ele arqueou as sobrancelhas. 

– Venham almoçar. – Pattie bateu na porta, nos olhando estranho. – Por que estão com essas caras?

– Porque seu filho é um retardado. – Eu disse e ela prendeu o riso.

Justin me empurrou e nós fomos pra cozinha apostando quem ficava com o último tapa. No final das contas eu ganhei, porque me tranquei no banheiro. Almoçamos, tia Pattie terminou de arrumar as crianças para irem pra escola e os três saíram de casa. Eu e o Drew lavamos, secamos e guardamos a louça, antes de arrumarmos a cozinha, o banheiro e o quarto das crianças. E então já eram 14h.

– O que vamos fazer? – Justin perguntou se jogando no sofá ao meu lado.

– Sua mãe mandou a gente fazer lição e estudar. – Eu disse e ele revirou os olhos.

– Você quer fazer lição e estudar? – Debochou.

– Não, mas eu tenho que fazer. – Eu disse. – Não sei se você sabe, mas durante a suspensão, geralmente, a gente vira aluno exemplar.

– Nós teremos três dias pra fazer as lições. – Disse.

– Não, se fizermos as lições hoje, teremos três dias pra fazer nada. – Eu disse e ele franziu a testa.

– É a mesma coisa. – Reclamou.

– Não, não é. – Rebati e me levantei. – Vamos e depois assistiremos a um filme.

– Eu já disse que você tá chata demais? – Resmungou. 

– Mais de duas vezes. – Eu disse o puxando e ele fez uma careta.

Seguimos para seu quarto, pegamos os materiais e fomos fazer a lições na mesa da cozinha. Demoramos cerca de uma hora e meia pra terminarmos todas as coisas da escola. Então fizemos um balde de pipoca e fomos pra sala. Arrastamos o colchão grande de visitas, que ficava no quarto de Pattie, para a sala, um cobertor e nos deitamos. Escolhemos Efeito Borboleta para assistir e vimos os primeiros quarenta minutos do filme, até que a pipoca acabou e Justin tirou a camiseta.

– O que está fazendo? – Perguntei bebericando meu copo de refrigerante.

– Ou eu fico de camiseta sem cobertor, ou eu fico sem camisa com cobertor. Já que você quer ficar com cobertor, eu vou ficar sem camisa. – Disse simples e eu revirei os olhos.

– Já disse que você é um idiota? – Perguntei retoricamente, cruzando meus braços sobre o peito.

– Várias vezes. – Disse rolando pra cima de mim.

Justin sentou sobre meu quadril e se inclinou em minha direção, colando os lábios nos meus. Seus lábios se moviam com sincronia com os meus, assim como a sua língua que deslizava junto à minha. Ele levantou minha camiseta e subiu sua mão para minha cintura nua. Seus dedos gelados percorriam minhas costas e minha cintura com lentidão e precisão. Rolei por cima dele e me sentei sobre seu quadril, jogando meu cabelo pro lado e me inclinado para beijá-lo. Ele pôs as mãos na polpa da minha bunda e me incentivou a rebolar sobre ele. E então a campainha tocou. Eu rolei pro lado e bufei, tirando o cobertor de cima de nós e me levantando para abrir a porta. Era Alaia.

– Mamãe chegou e quer comer seu rim no jantar. – Zombou e eu revirei os olhos. 

– Já estou indo. – Eu disse e bati a porta na cara dela.

Peguei minhas coisas e calcei meus tênis, me despedindo de Justin, que me desejou boa sorte, com um selinho. Quando abri a porta pra sair da casa de Pattie, Alaia ainda estava lá. Atravessei a rua ouvindo provocações e gargalhadas da minha irmã mais velha. Quando entrei em casa, bati a porta com força e subi as escadas. Deixei minhas coisas em meu quarto e conferi a hora. Faltava pouco para as 18h. Desci as escadas e fui pra sala, onde minha mãe estava.

– Oi, mãe. – Eu disse. 

– Oi, Hailey. – Disse me olhando feio. – Sente-se.

Ela desligou a TV e eu me sentei ao seu lado no sofá, descansando minhas mãos que não paravam de tremer sobre meu colo. 

– Explique-se. – Disse me encarando com rigidez.

– Eu recebi um cartão de Brad, Justin ficou com ciúmes e o provocou. Na hora do intervalo Brad nos provocou e me ofendeu, então eu perdi a cabeça e joguei um copo de suco nele. Justin, ao tentar me controlar, acabou entrando numa briga com o Cooper e todos fomos pra diretoria. – Eu disse. – Você já sabe de tudo isso, por que está perguntando?

– Porque eu não dou a mínima pro que o Hopkinz fala. – Disse. – E agora conclui que você não está mentindo pra mim.

– Eu nunca minto pra você. – Rebato ofendida.

– Você é muito explosiva, Hailey. Precisa conter essa sua impulsividade ou vai ter muitos problemas na vida. Aprenda a se segurar e a lidar com as situações com maturidade. Não fazendo seu namorado apanhar porque você ficou brava com uma briguinha de adolescentes. – Disse e eu bufei.

– Não é minha culpa! A briga do Justin e do Brad foi por causa do cartão, não porque eu fiquei irritada! – Eu disse na defensiva e ela pôs a mão sobre a minha.

– Eu sei que não foi intencional. Mas será mesmo que foi pelo cartão? Talvez Justin entrou na briga por sua causa, filha. – Disse e eu balancei a cabeça negativamente.

– Me nego a acreditar que o Drew se apanhou por minha causa. Ele buscou isso e eu sinto muito por ele, mas eu o pedi pra não voltar no assunto. – Eu disse e ela respirou fundo.

– Acredite no que quiser, Hailey. – Disse se levantando do sofá. – Seu pai não está bravo com você, ele nunca gostou de Brandon e achou maravilhoso que Justin bateu nele. – Disse e eu sorri. – Desfaça essa cara de satisfação. Eu ainda quero te esganar.

– Já passou, mãe. – Eu choraminguei.

– E você tomou uma suspensão. Quero que fique sem ver seu namorado pelo tempo do castigo que levou do colégio. 

– Mãe, são quase duas semanas! – Eu disse abismada.

– Isso é pra você repensar suas atitudes. – Disse. – Tem sorte que não vou tirar seu celular.

– Você nunca me entende mesmo! – Eu rosnei irritada e ela revirou os olhos quando passei pisando duro por ela.

Subi as escadas, entrei no quarto e bati a porta. Ouvi alguns gritos de protesto da minha mãe, mas ignorei e me concentrei em respirar fundo e me acalmar antes que fizesse alguma burrada que custasse meses longe de Drew. Me deitei em minha cama e fiquei encarando o teto pintado de cinza. Eu teria mesmo despertado a raiva em Justin? Ele me deixa impulsiva e eu o deixo agressivo. Ao mesmo tempo que o amor desperta nossos melhores lados, desperta nossos piores instintos. Eu não sabia até onde iria por ele.


Notas Finais


1. FINALMENTE MAIS UM CAP!!!

2. Me perdoem pela demora, estou na última semana de provas do ano e estou vendendo minha alma pra passar kkkkkkkk

3. O que acharam das atitudes de Pattie e Kennya?

4. Espero que vocês tenham gostado! Não esqueçam de deixar seus comentários aqui embaixo, viu? Beijos da Mari pra vocês 💙


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