História We are blue - HIATOS - Capítulo 8


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Categorias Dokidoki! Precure
Tags Azul, Hishikawa, Ira, Rachel, Rikka, Rikkaxira, Rira, Romance
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Palavras 1.050
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 16 ANOS
Gêneros: Ação, Bishoujo, Drama (Tragédia), Famí­lia, Fantasia, Ficção Adolescente, LGBT, Literatura Feminina, Luta, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Shoujo-Ai
Avisos: Heterossexualidade, Homossexualidade, Linguagem Imprópria, Spoilers
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Capítulo 8 - Capítulo 7


Rikka

 

A cada dia que se passou, Ira piorou mais. Evitou muitos dos meus avanços e quando não estávamos conversando, sempre pareceu distante como se tivesse algo que o levasse pra longe. Estranhei e muito, comentei até mesmo com Mana para saber o que ela acredita ser que pode estar acontecendo, mas nem mesmo conseguiu me ajudar. A única teoria sua foi que pode ser algo no esconderijo. Não tiro essa possibilidade, afinal, nesse meio tempo percebi que esconde algo de mim. É notável! Tentou inúmeras vezes me contar e a única resposta que tive foi vê-lo voltar atrás com insegurança e no final, nada mais me acrescentou.

O que será que aconteceu?

Olhei para Ira no sofá que permanece pensativo e desanimado.

Será que não têm como fazê-lo ficar animado?

 

– Rikka, aconteceu alguma coisa?

 

Escutei Raquel me chamar, preocupado.

Voltei a louça apenas negando. Não quero incomodar Raquel com minhas incertezas, ainda mais ele que está comigo o tempo todo de novo mesmo não aceitando minha relação com Ira. Talvez se soubesse, poderia também fazer um enorme escanda-lo, se é que me questionar como ia começar a fazer não seja escandaloso. A minha sorte que foi interrompido por Ira que avisou-nos a sua ida para o esconderijo.

Suspirei.

Ele têm a cada dia voltado para casa mais cedo e isso me trouxe a impotência de não ajudá-lo, só que, por um lado eu sei que não quer minha ajuda ainda. Só se... Talvez...?

 

– Espere um pouco, Ira.

 

Saí correndo o mais rápido que pude para o meu quarto enquanto o avental foi sendo tirado no meio do caminho. Em uma das gavetas da minha mesa de estudos, abri fortemente encontrando a caixa preta que contém o acessório que comprei justamente por vê-lo assim e de inicio, não tive coragem de entregar por não saber se ia gostar ou não.

Desci totalmente sem expectativa. Ouvi-o gritar na porta da cozinha, chegando as escadas:

 

– O que está aprontando?

 

E no meio da pressa, quase trombei nele, mas mesmo assim, Ira me segurou pelas costas e encarou-me com desconfiança.

 

  – Ei, o que está fazendo?

 

Me afastei um pouco para abrir a caixa e tirei o colar ou pingente, sei lá como chamam isso, no estilo Reno Silver. Coloquei em seu pescoço e dei um grande sorriso de felicidade e um pouco de incerteza.

 

– Espero que goste.

 

Aumentei a distância entre nós para que Ira pudesse se sentir mais confortável em receber meu presente. E a reação dele, não foi uma das melhores, mas também nem uma das piores. Ele ficou olhando o pingente por alguns segundos como se estivesse tentando compreender o que é ou o que eu tinha dado. Me pergunto se ele quer saber o porquê de tê-lo dado isso. Quero responder algo como Sempre que se sentir sozinho, olhe para o colar e pense em mim, mas é constrangedor demais, então, mudei minha resposta ainda tímida com a ideia da primeira opção.

 

– Você tem andado um pouco desanimado, então pensei em dar algo para levantar seu animo.

 

Depois de tanto tempo - na verdade, foi pouco, mas pra mim, pareceu uma eternidade -, vi seu rosto mudar repentinamente como de costume e avermelhar.

 

– Quem disse que tô desanimado, idiota!? Vou pra casa.

 

Ira se teletransportou ainda segurando o pingente na mão. Pude ver por reflexo o sorriso que deu quando saiu.

Será que isso significa que ele gostou? Estamos falando do Ira. Com certeza não admitirá tão cedo sentimentos como esse. Se bem que se confessou rápido os seus sentimentos ou não?

 

– Quando comprou isso?

– Não faz muito tempo.

 

Olhei para Raquel e para a louça quase terminada, sorri mais animada que antes.

 

  – O que acha de sairmos pra passear um pouco?

 

 Ele sorriu e concordou. O ouvi chamar as outras garotas e nos encontramos no parque mais próximo, menos Makopi que está trabalhando no seu novo Single e Aguri que precisou ajudar sua avó. Cheguei junto com Mana como na maioria das vezes e deixamos os tempo nos levar assim como foi com o assunto. Trocamos milhares de vezes e conseguimos aproveitar cada um deles, até mesmo os ruins. 

 

– E então, Rikka, como anda seu namoro?


Olhei para Mana quase fuzilando por ter comentado. Ela negou de todas as formas possíveis, com certeza com medo do que pudesse fazer caso continuasse acreditando ser verdade. Voltei minha atenção para Alice que se mantém plena e começa a se explicar.

 

– Percebi faz algum tempo, mas não se preocupe, não vou contar pra ninguém.

 

Suspirei, aliviada.

Mesmo sabendo que Alice não é o tipo de pessoa que tentará me prejudicar, me deu um certo medo da possibilidade de acontecer algo ruim.

As duas começaram a conversar entre si, até Sharuru, Raquel e Lance virem nos avisar de um Jikochu. Nos olhamos e fomos correndo para o local em que eles determinaram ser.

No mar?

Algum lado meu me informou que não terá coisa boa por vir.

Nos transformamos e encaramos o Jikochu mais diferente dos que encontramos até hoje. Esse possuí quatro braços e forma humana como aqueles monstros que vimos em quadrinhos americanos. E talvez, o nível de força também seja os dos melhores. Nossos ataques não surtiram danos algum.

 

– Não adianta! Só usarmos a força não adianta!

 

Em meio aos ofegos, gritei para as garotas. Usei Diamond Shower, Rosetta usou Rosetta Reflection e Heart usou Heart Shoot. Pude ver a fumaça que se formou, não sei como, em sua região.

Mas senti o impacto das escadas e mais o ferro que prendeu todo meu corpo a parede. Olhei para as garotas no mesmo estado e o pânico veio em mim. O Jikochu apenas forçou ainda mais, nos prendendo de uma forma inexplicável para a dor do impacto que nos empurra para fora, enquanto somos puxadas para dentro do concreto. Não pude evitar de soltar gemidos com a dor, assim como Heart e Rosetta.

Olhei para cima de relance, encontrando Ira preso nos braços de Gula totalmente perplexo. Pela primeira vez em todos esses tempos de luta, seu rosto se manteve o mais assustado olhando em nossa direção. Provavelmente, esses olhares são para mim.

A raiva transbordou em mim. Como eles podem fazer isso com a gente só para machuca-lo? O que tem de tão divertido destruir seus companheiros?

Ira!


Notas Finais


Fiz um pouco as pressas - me desculpem, só ando fazendo rápido e pode estar saindo um pouco ruim. Qualquer coisa, se estiver ficando ruim, me avisem, ok? - mas continuei terminando para lançar.

Espero que gostem! ^_^


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