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História We are enemies - Capítulo 3


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Capítulo 3 - Dois - Não é difícil


Harry estava em Pânico. A música se iniciou, lenta. Não sabia aonde colocar sua mão esquerda, ja que Malfoy tinha a mão direita sobre sua cintura. Olhou para os outros casais e então, colocou a mão sobre o ombro do maior. Estava bastante atrapalhado, arrancando baixos risos do loiro.  

⸺ Apenas se deixe levar, cicatriz. ⸺ Falou abaixo, próximo ao ouvido do garoto. Harry engoliu a seco, deixando-se levar, como Draco avia dito. 

Todos os participantes do torneio estavam dançando quase que em sintonia, e sempre tendo murmurous sobre o casal estranho, entre o Grifinorio e o Sonserino. Em um certo momento, Draco teve que girar Harry, e isso fez com que ele tropeçasse. Potter estava indo de encontro ao chão, fechou os olhos, pronto para o impacto, mas nada. Em vez disso, Malfoy o segurou fortemente no exato momento em que a música acabou, os alunos que olhavam tudo estavam um tanto chocados. Dumbledore olhava a cena um tanto divertido e curioso, assim como os outros professores, exeto por Snape, que não gostava nada nada do quê via.

⸺ Excelente dança, devo dizer. ⸺ Falou Dumbledore. ⸺ Pois então, que dancem todos agora! ⸺ E não perdeu tempo, Pegou da mão de Minerva, já a levando para dançar. A professora gargalhou, entrando no ritmo. Com uma nova música tocando, a maioria começou a dançar, uns apenas comiam da comida ou bebiam alguma coisa.

Harry foi puxado por Draco para um canto um tanto mais afastado, apenas um pouco não muito.

⸺ Você não dança nada bem Potter. ⸺ Falou fazendo o outro revirar os olhos. ⸺ Mas como estava dançando comigo, eu dou um desconto. ⸺ Riu soltando a mão de Harry.

⸺ Idiota. ⸺ Resmungou. ⸺ Eu ainda não sei o motivo de você ter aceitado meu convide acidental, Draco. ⸺ Cruzou os braços, erguendo o olhar para os olhos acinzentados.

⸺ Eu aceitei por um único motivo Harry. ⸺ Se aproximou do moreno, o deixando na defensiva. ⸺ Por isso. ⸺ E o beijou.

 No outro dia...

Harry acordou cedo, umas cinco horas da manhã para dizer exatamente. Estava confuso, era como se ainda sentisse o gosto dos lábios do Sonserino. Depois daquele beijo, Draco sumiu de sua vista, deixando-o em Pânico. O que isso significava, Draco gostava dele? 

Estava tão sem saber o que fazer, pois avia gostado do beijo. Não sabia dizer se isso o tornava homossexual, pois até onde sabia seu desejo era por garotas. Riu desgostado, nunca avia imaginado que iria discutir sua sexualidade consigo mesmo. 

Draco avia beijado-o. Perderá seu bv com Draco Malfoy.

Esses pensamentos fizeram o garoto sorrir bobo, mas ai seu mundo pareceu voltar a girar.

Ele avia beijado Draco

Draco gostava de si

Draco Malfoy

Filho de um comensal da morte

Voldemort.

Os olhos verdes se arregalaram, o que ele estava Pensando?

Dormitório da Sonserina...

 Draco, qual é o seu problema? ⸺ Pensy Perguntou. Malfoy a encarou. ⸺ Você só tinha que fazer uma coisa, Draco. UMA! Blaise, você tinha razão. ⸺ A garota jogou sua varinha na cama, permitindo-se sentar no chão.

Malfoy que estava sentado na cama a encarou.

⸺ Tcs...Deixa assim, Pansy. Vamos dar um jeito, arrancar aquele sorrisinho idiota daquela cara feia. ⸺ Blaise disse, e acabou fazendo Parkinson rir. ⸺ Estou mentindo? Ele é um ridíc

⸺ BASTA! ⸺ Malfoy gritou. ⸺ Se vocês continuarem falando dele assim, eu juro que arrancando suas cabeças. ⸺ O loiro apontou sua varinha para os dois, estava sério. ⸺ Eu não quero Escutar o nome de Harry Potter sair da boca de vocês se forem falar mal dele assim.

⸺ O quê foi? Ficou irritadinho é? Você é fraco Malfoy, me poupe. Não conseguiu nem fazer o que você planejou. Não é difícil iludir o cicatriz. ⸺ Parkinson jogou no ar, fazendo o sangue do loiro fervder. 

Não foi preciso muito para expulsar os dois do seu quarto. Por ser o príncipe da Sonserina, conseguiu um quarto só para si, e isso era bom. Se esticou um pouco na cama, o suficiente para conseguir se acomodar perto da janela. As masmorras eram sempre frias, geladas. Draco não gostava tanto disso, se perguntava as vezes como era os outros salões comunais, apenas uma pequena curiosidade. 

Seus pensamentos voaram para o baile de inverno, e tudo que ja avia acontecido. Lembrou do beijo, e de como os lábios do grifinorio eram macios. O beijo de Harry era molhado, doce... viciante. Era evidente a falta de experiência, principalmente pelo nervosismo, mas não deixava de ter sido algo fantástico. Draco acabou sorrindo ao Lembrar Harry todo corado.

Tinha uma pequena paixão por ele desde o segundo ano em Hogwarts, e com o tempo isso ia aumentando. Sempre tentava chamar sua atenção, mas Harry não prestava atenção em si, e isso complicava. Draco não se considerava Homossexual...E sim Harryssexual, pous nunca avia tido interesse em outros homens. 

Uma ideia possivelmente maluca passou pela cabeça do Sonserino. E com um sorriso no rosto, buscou por pena, tinta e um pedaço de pergaminho. 

Salão principal, hora do café...

Harry conversava distraido com seus colegas, alguns fazendo perguntas constrangedoras sobre Ele e Draco, mas logo o assunto era mudado para o torneio tri-bruxo, e novamente mudava com o rumo da conversa.

Tudo estava bem, até que pelas grandes portas do salão, Edwiges apareceu, voando rápido de encontro a mesa de Harry, chamando a atenção de vários no salão pois afinal, hoje não era dia de correio. A curuja foi se aproximando, Harry acabou por estender o braço curioso, dando um lugar para o animal pousar. A coruja carregava uma carta consigo, e não demorou para Rony cutucar-lhe, perguntando de quem era. Alguns grifinorios se debruçaram na messa, curiosos.

⸺ E ai Harry, de quem é? Diz! Diz! ⸺ Simas parecia bastante curioso.

⸺ Não...diz nome. ⸺ Encarou a carta, vendo apenas a escrita com calegrafia bonita "Para Harry Potter" Abriu cuidadosomente a carta, vendo um pedaço de pergaminho dentro, e antes que pudesse ler, Jorge tomou a carta de sua mão.

⸺ Espero que não se importe de ter usado sua coruja. ⸺ Iniciou, e logo o outro gêmeo começou a completar suas frases, os dois lendo a carta.

⸺ Eu estava perdido um pouco, e bem, pensei em escrever-te...

⸺ ...Isto, espero que não se importe

⸺ Te amo pra sempre...

⸺ Mesmo que todos digam que nada é 'pra sempre'..

⸺ Eu acredito que sempre existe alguém para ser 'pra sempre' em nossos corações..

⸺ E eu sinto que pro meu coração..

⸺ Esse alguém é você

⸺ Eu te amo

⸺ Harry potter. ⸺ Concluiu. Harry estava confuso, tanto quanto os outros da mesa. A maioria dos olhares foi direcionados a Ginny, que até então estava calada.

⸺ O-oque? Não fui eu! Não escreveria algo tão brega assim ⸺ Resmungou enterrando a cara no livro que lia.

Na mesa da Sonserina, Draco escutava tudo quieto. Não gostou da ideia dos gêmeos lendo o que avia escrevido, mas adorou ver seu menino de ouro sem palavras. 

Seu sangue ferveu em raiva quando insinuaram que a Weasle fêmea avia mandando tal carta para Harry, mas ver o garoto sem reação era incrível.

Dois meses depois...

Hogwarts estava um caus. As ferias natalinas se aproximando cada vez mais, a morte de Cedrico, e possívelmente a volta de Voldemort.  Harry estava sendo taxado de louco, até mesmo alguns grifinorios duvidando de sua palavra. As rixas entre o Potter e o Malfoy eram raras de se ver, muito mesmo. Não é como se Malfoy tivesse deixado de provoca-lo, ainda o fazia, raramente, mas quando fazia, não pegava leve. Harry avia até se esquecido do beijo e do possível sentimento de Draco por si, não lembrava de nada, mas uma coisa não parou, e isso foi as cartas.

Em algumas madrugadas, Edwiges chegava a janela do dormitório do garoto, sempre com uma carta em mãos, sempre um poema lindo e diferente. Harry já estava acostumado com as cartas noturnas, ainda curioso sobre quem seria a pessoa que ganhará a confiança da sua coruja, pois até então Harry era o único que usava Edwiges, isso era realmente estranho.

Em mais uma noite, lá estava ele, lendo o que avia na carta. A calegrafia impecável, tão maravilhosa que o fazia sorrir imaginando de quem seria.

"Todos os dias sonho acordado, sonho em te fazer Feliz, sonho com nós dois juntos andando de mãos dadas, correndo pela praia e em um momento mágico direi que eu te amo e que você é única pra mim, e uma palavra pra definir o nosso momento é inesquecível, inesquecível porque sempre lembraremos desse dia como ô dia

Então meu garoto de ouro? Gostou?  Eu sinto sua tristeza de longe, e eu acredito em você, sobre a volta do Lorde Voldemort. Saiba que, sempre estarei com você, mesmo que não saibas ainda quem eu sou. 

Com grande amor, seu e para sempre ..."

⸺ Lorde Voldemort... ⸺ Harry parou para analisar o que estava escrito. Apenas os que não eram afavor de você-sabe-quem o chamavam assim.

Hogwarts estava um caus. As ferias natalinas se aproximando cada vez mais, a morte de Cedrico, e possívelmente a volta de Voldemort.  Harry estava sendo taxado de louco, até mesmo alguns grifinorios duvidando de sua palavra. As rixas entre o Potter e o Malfoy eram raras de se ver, muito mesmo. Não é como se Malfoy tivesse deixado de provoca-lo, ainda o fazia, raramente, mas quando fazia, não pegava leve. Harry avia até se esquecido do beijo e do possível sentimento de Draco por si, não lembrava de nada, mas uma coisa não parou, e isso foi as cartas.

Em algumas madrugadas, Edwiges chegava a janela do dormitório do garoto, sempre com uma carta em mãos, sempre um poema lindo e diferente. Harry já estava acostumado com as cartas noturnas, ainda curioso sobre quem seria a pessoa que ganhará a confiança da sua coruja, pois até então Harry era o único que usava Edwiges, isso era realmente estranho.

Em mais uma noite, lá estava ele, lendo o que avia na carta. A calegrafia impecável, tão maravilhosa que o fazia sorrir imaginando de quem seria.

"Todos os dias sonho acordado, sonho em te fazer Feliz, sonho com nós dois juntos andando de mãos dadas, correndo pela praia e em um momento mágico direi que eu te amo e que você é único pra mim, e uma palavra pra definir o nosso momento é inesquecível, inesquecível porque sempre lembraremos desse dia como ô dia

Então meu garoto de ouro? Gostou?  Eu sinto sua tristeza de longe, e eu acredito em você, sobre a volta do Lorde Voldemort. Saiba que, sempre estarei com você, mesmo que não saibas ainda quem eu sou. 

Com grande amor, seu e para sempre ..."

⸺ Lorde Voldemort... Harry parou para analisar o que estava escrito. Apenas os que não eram afavor de você-sabe-quem o chamavam assim, lorde.  Talvez fosse uma possível pista de seu anonimato, mas Harry estava cansado demais para pensar. Guardou a carta em baixo do travesseiro, e então, adormeceu.

               Muito tempo depois... 

(Se passa em Harry Potter e a ordem da Fênix)

Harry comia seu cereal quieto. Os Dursley assistiam o noticiário, Duda se empanturrando de doces enquanto mexia distraído em seu celular. Não via a hora de voltar para Hogwarts e acabar com aquele pesadelo. 

Juntou sua tigela de cereal e foi para seu quarto, sentia-se melhor sozinho. Sentou-se na cama, vendo a gaiola de Edwiges. A coruja dormia quieta, as vezes deixando sons baixos escaparem. Harry então Lembrou-se do misterioso ou da misteriosa que lhe mandava cartas de amor, seu passa tempo favorito era ler aquelas cartas, e por sorte do destino, acabou trazendo uma ou duas consigo.

Procurou em seu criado-mudo, encontrando uma caixinha pequena, aonde deixava os papeis dobrados. Tanto fotos de Hogwarts, ou coisas que gostava de lembrar. Então achou o pedaço de pergaminho, guardado no fundo da caixa. Era seu predileto, com um sorriso no rosto, começou a ler.

"Eu o amei, eu lhe amo e sempre te amarei
Pois tudo que há em mim, me lembra você
Cada pensamento ou memória,
Cada sorriso ou olhar,
Cada satisfação em minha alma
Ou cada loucura que vivi
Em tudo há você.

Eu te amo, Harry, e sempre amarei. Do seu sonserino favorito..."

Harry paralisou. Nunca avia parado para prestar atenção no "sonserino" ali escrito. Derrepente a mente do garoto voou. As sensações do seu primeiro beijo o atacaram com força. Os braços de Malfoy em sua cintura, os lábios colados, as línguas se enroscando uma na outra. As bochechas foram ganhando uma coloração vermelha, mostrando sua total vergonha. Então era Malfoy, eu ja deveria ter esperado.

Harry não sabia o que sentir. Apenas Guardou a carta no lugar e terminou de comer, sabia que seu dia não iria melhorar apartir dali.

Tinha que descansar, por mais que não conseguisse. Seus pesadelos com Cedrico eram constantes, acordava chorando as madrugadas por não ter conseguido ajudar o amigo.

✁✁✁

Duda ria de Harry com seus amigos, esses quais estavam em uma espécie de parque ali na região.

⸺ "ah, Cedrico por favor não" Imitou o Dursley, fazendo seus amigos rirem. Quem é Cedrico Harry? Seu namorado? Ou aquele que lhe escreve as cartas bregas? O sangue de Harry ferveu. Não só pela maneira que Duda zombou de seu luto, mas pelo gordo intrometido ter mexido em suas coisas.

Calhe a boca! Gritou furioso, se contendo para não estouporar o trouxa.

O que você vai fazer, hein? Contar para a mamãe? Duda Sorriu grande, vendo a tristeza nos olhos de Potter. ⸺ Ae mesmo...Ela está morta! A sete palmos do chão. Coitadinho do menino Potter não é? ⸺ Riu mais alto.

Aquilo foi a gota d'água para o bruxo, que logo avançou para cima do trouxa com sua varinha em mãos, Duda paralisou, assim como seus amigos.

⸺ Cale essa boca, cale essa maldita boca! Derrepente nuvens pretas começaram a cerrar o céu, junto de um frio que começou a tomar a área, se alastrando por onde passava. Duda olhou espantoso para Harry, jogando a culpa de tudo no outro que também estava começando a ficar apavorado.

O que você fez seu bruxo estúpido e nojento? Não é difícil você parar com essas coisas?! Gritou Duda, vendo seus amigoa correrem para longe.

⸺ E-eu não fiz nada! Harry estava em Pânico, uma sensação horrível tomou conta de si, e quando viu o que estava a frante, quase deixou sua varinha cair.


Notas Finais


Poema ¹: Jessica Joo
Poema ²: Márcio luziano
Poema ³: LisaHows

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Feliz aniversário Harryzinho👁️👄👁️💅🏻❤️

talvez
seis
pegue
ranço
do
draco
FUI


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