História We Are Innocent! - Capítulo 7


Escrita por: e Strawkiss

Postado
Categorias Histórias Originais
Personagens Personagens Originais
Visualizações 59
Palavras 3.786
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Bishoujo, Bishounen, Comédia, Drama (Tragédia), Ecchi, Esporte, FemmeSlash, Festa, Ficção, Fluffy, Hentai, Lemon, LGBT, Luta, Mistério, Musical (Songfic), Orange, Poesias, Policial, Romance e Novela, Shonen-Ai, Shoujo (Romântico), Shoujo-Ai, Shounen, Slash, Survival, Suspense, Terror e Horror, Violência, Yaoi (Gay), Yuri (Lésbica)
Avisos: Adultério, Álcool, Bissexualidade, Drogas, Estupro, Heterossexualidade, Homossexualidade, Incesto, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Pansexualidade, Sadomasoquismo, Sexo, Suicídio, Tortura, Transsexualidade, Violência
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Notas do Autor


OLAAAAAA
To começando a me soltar mais, hihi
É o seguinte, eu, diferente da Mandinha, não sei trabalhar com vários personagens ao mesmo tempo, então vou me esforçar para manter todos na linha.
Por isso que, nesse capítulo só tem os suspeitos, mas nos próximos eu prometo por outros personagens sjsjah
Eu espero que gostem, o capítulo não está lá essas coisas, mas é inédito rs

Capítulo 7 - Everything... Worked?


Sábado

21:39, Berlim - Alemanha

Sala da Diretora


─ Aqui estão, garotos, as chaves dos seus quartos, achei que seria legal se fossem colegas de quarto, tudo bem, certo? ─ Amélie entregou o objeto de metal com o pequeno chaveiro com o número do quarto, estas foram apanhadas pelos garotos.

Oh, que legal, ficamos no mesmo, Sommie. ─ era impossível ver o seu sorriso no rosto, por conta da máscara que o tailandês tanto odiava, porém o mesmo sabia que o maior estava sorrindo, pois sempre que Jin sorria, ele fechava os olhos.

Era um de seus muitos conhecimentos sobre o corpo do chinês.

Ah, obrigado, Amélie-sama, mas será que você teria um mapa? Eu notei que o lugar é bem grande e não seria nada legal ficar perdido. ─ os esverdeado sorriu docemente para a outra, que deu um tapinha na cabeça, confirmando que havia esquecido totalmente.

─ Me desculpem, sabia que me esquecia de algo, vou entregar-lhes, esperem um segundinho. ─ a loira se levantou e foi em direção a um armário, de onde tirou um mapa.

Ela retornou a sua mesa e se sentou em sua cadeira novamente, olhando para o mapa e entregando ao mais velho, segurando o papel com as duas mãos.

─ Obrigado, Amélie-ssi. ─ disse Jiyoon, recebendo o papel em mãos da mais velha, e fez uma leve referência, se inclinando para frente. O arroxeado olhou para os irmãos mais novos, perguntando com olhos se haviam esquecido algo, e estes acenaram com a cabeça, afirmando que não lhes faltava nada.

─ Certo, muito obrigado, Senhora Amélie. ─ fez o mesmo que Jiyoon e reverenciou a mais velha, que soltou um suspiro.

─ Meninos, não precisam de tanta formalidade, me chamem de Amélie apenas, ok? ─ deu um pequeno sorriso, fechando os olhos, enquanto os meninos apenas confirmaram, um pouco envergonhados por terem feito algo errado.

Huh, certo, huh, a gente já vai. Obrigado, Amélie. ─ Jin respondeu a mulher, que apenas deu um tchauzinho com a mão direita, apoiada com o cotovelo na mesa.

Os rapazes saíram da sala e trataram de seguir o caminho correto, porém com Ichiro e Somchai sempre discutindo, ficava um pouco difícil de chegar lá rápido.

─ É pra este lado, Sommie-kun, eu estou lhe falando! ─ disse Ichiro, enquanto tentava tomar das mãos de Somchai o papel, que a esta hora se encontrava mais que amassado. O mais novo pressionava o mapa em sua barriga, enquanto impedia que o mais alto tomasse o papel de suas mãos.

─ Não, Ichiro, não é! É para a esquerda. ─ segundos depois disso, o papel já se encontrava em meio aos dois. O de espadas e o joker puxavam o papel com força, enquanto os outros saíram para perguntar aos outros como chegar no dormitório masculino, pois sabiam que aquele papel não iria durar.

E foi exatamente isso que aconteceu, quando Jin e Jiyoon voltaram com as informações, puderam ouvir o som de algo rasgando, e só o que puderam ver era pedaços do que costumava ser um papel.

─ Parabéns, vocês são incríveis. ─ comentou o mais velho, já indo em direção a eles e dando um soquinho na cabeça, com dificuldade por ser um pouco (muito) menor que os dois.

Os rapazes gemeram de dor e passaram a mão nas cabeças, com uma feição nada amigável. Jin e Jiyoon guiaram os outros dois até o dormitório masculino, que ficava em um prédio separado da escola, assim como o feminino.

─ Isso parece uma universidade. ─ comentou Somchai, admirado com a imensidão do lugar. Jin concordou.

─ Já vim aqui com o bàba, mas visitar é bem diferente de morar. ─ espreguiçou-se e pôs os braços atrás da nuca, soltando um suspiro por baixo da máscara.

Era uma nova vida para os irmãos Jensen, e se não podiam ser quem eram em sua antiga casa, talvez nessa seja diferente.


♥♦♣♠🅙

Sábado

21:37, Berlim - Alemanha

Segundo Piso


Todos olharam para Shinichi, esperando que ele agisse, fizesse o que veio fazer alí.

O avermelhado suspirou, é agora ou nunca.

─ Pietro, me dá uma luva, eu sei que você tem. ─ estendeu a mão para o italiano, que lhe entregou aquilo que o joker pedia.

O jovem foi em direção ao corpo sem vida da garota, engolindo em seco, logo retirando o saco, que estava sobre o corpo de Luanne, cobrindo-a.

Ela parecia tão serena, era absurdamente estranho, considerando que Luanne possa ter sido brutalmente assassinada.

E o pior, não tinham a menor ideia de quem seria este assassino.

Todos se aproximaram mais de Shinichi e do cadáver, para assim poderem observar melhor.

Todos menos Alexei, que decidiu que manter uma distância segura de si ao corpo seria a melhor ideia que teria nos últimos dois dias.

─ Vai, Shinichi, faz o teu nome! ─ exclamou William, que fez com que o mais novo se virasse para ele com a sombrancelha arqueada.

─ O quê? Ah, tanto faz, você está me distraindo. ─ suspirou novamente.

Força, Shin, você é forte.

O rapaz começou a pressionar o corpo, notando várias elevações de hematomas.

Mas um em especial lhe chamou a atenção.

─ Mas, o quê? ─ notou que havia algo.

Havia algo alí, dentro do corpo da menina.

─ Que porra é essa? ─ praticamente gritou, o que atraiu vários ''shius'' da sala.

─ Cale a boca, idiota, você quer ser preso? ─ Charles suspirou, fechando os olhos e passando a mão pelos cabelos. ─ Enfim, o que você encontrou?

─ Isso... está muito errado. ─ Shinichi continuou pressionando o local, estranhando cada vez mais. ─ Parece... que tem algo retangular.

─ O quê? Algo retangular? Me deixe ver. ─ Michael se aproximou mais do corpo, e olhou diretamente em direção ao lugar onde o avermelhado havia pressionado. ─ É verdade, parece um hematoma mas, está estranhamente bem formado em um formato de retângulo.

─ Então vamos abrir e ver o que é. ─ disse Rose, calmamente, enquanto já vestia as luvas que havia pedido mais cedo à Pietro. Todos ficaram perplexo.

─ Ela tem razão, a única forma de sabermos o que é isso é abrindo ela. ─ cruzando os braços, Scarlet concordou com a de espadas.

─ Mas como vamos fazer isso? Com o dedo? ─ Alexia falou, e automaticamente todos olharam em direção a Pietro, que parecia estar pensando em algo.

─ Acho que tenho algo para isso na minha mochila. ─ falou, fazendo com que os outros soltassem um suspiro aliviado.

Quase todos, alguns estavam praticamente morrendo.

─ Aposto que essa mochila dele é um buraco de minhoca e ele está pegando tudo lá de HI. ─ cochichou Jefferson para o rapaz ao seu lado, após lhe cutucar com o cutuvelo. Shinichi apenas soltou um risinho.

Pietro retirou de dentro da bolsa, depois de alguns minutos de procura, uma tesoura, para a alegria de muitos e a infelicidade de poucos.

Suspirou o joker, era ele ou mais ninguém.

Um pouco nervoso e talvez até tremendo um pouco, Shinichi tomou a tesoura de ponta afiada que Pietro havia trago consigo.

Talvez seja loucura, mas podia jurar que o rapaz sabia que aquilo iria acontecer.

Ou talvez fosse apenas a extrema inteligência do adolescente de paus.

Enquanto isso, Alexia segurava a lanterna para que Shinichi pudesse enxergar melhor, Alexei se aproximava, mesmo que de forma temerosa, cada vez mais da mesa onde o cadáver estava exposto.

Com um pouco de dificuldade em furar a carne da garota, Shinichi a espetou com a tesoura, depois de várias tentativas, e começou, vagarosamente e com dificuldades, a cortar a pele da outra, e aos poucos pôde ver o objeto que fazia tanto volume.

Alexei se segurava para não vomitar, enquanto hiperventilava de forma exagerada, mas nada falsa.

Michael, percebendo a aflição do rapaz ao ver tanto sangue, decidiu o tirar dali e o levar para fora do refrigerador, deixando a liderança nas mãos de Pietro e sua melhor amiga.

─ Mas que porra... ─ soltou a ruiva ao perceber o objeto, logo o pegando em suas mãos. ─ Como isso veio parar aqui?

─ Eu não vejo um desses faz tempo. ─ Jefferson se achegou para mais perto da amiga, encarando. ─ É um Samsung Galaxy S7 Edge?

Molly, que até então estava calada, se aproximou deles e se pronunciou.

─ Esse celular é de 2016. ─ pediu luvas a Pietro, pois nunca que ela iria tocar em um objeto enxarcado de sangue e que acabou de sair de dentro de um corpo morto. Ela, após por as luvas, pegou o objeto em mãos. ─ Sabemos que é uma pessoa com boas condições financeiras, pra comprar um celular apenas para... isso. Melody, quanto custa um Galaxy S7 Edge hoje em dia?

Acabei de pesquisar e o preço base é de 355,80 , mas depende da loja em que se compra. ─ respondeu a azulada, após digitar a procura do preço do celular.

─ O que ela respondeu? ─ perguntou a joker, indo para mais perto do pequeno amontoado de gente.

─ 355 euros. ─ respondeu a outra. ─ Será que..?

A arroxeada apertou o botão de ligar e se surpreendeu ao ver que a bateria do celular ainda estava em 52%.

Uau, esse celular tem a bateria boa, não é? ─ indagou Alexia, também se juntando ao pessoal.

E até agora, nada de Michael e Alexei.

Molly desbloqueou o celular e todos se surpreenderam (ou nem tanto) ao ver que o papel de parede do celular eram várias fotos de Kwan, onde ela estava em festas, bebia, se divertia e em algumas até aparecia se drogando.

O único aplicativo que havia na tela inicial era o bloco de notas, então, este foi o primeiro passo para os suspeitos, que logo após se viram lendo o bilhete que alí haviam deixado.

Personne ne croirait une chienne droguée.

N

─ Que língua é essa? ─ perguntou Shinichi, logo sendo respondido pela loira ao seu lado.

─ Isso é francês. ─ respondeu Scarlet, mordendo levemente o lábio inferior e franzindo o cenho.

─ E o que significa? ─ perguntou a platinada, um pouco confusa.

Ninguém acreditaria em uma cachorra drogada. ─ respondeu Rose rapidamente, o que fez com que os outros a olhassem.

─ Quanta crueldade. ─ William suspirou, cruzando os braços.

─ Melody, você era amiga da Jimin, certo? ─ perguntou, agora analisando os outros aplicativos do aparelho. Escutou um suspirou do outro lado da linha.

Sim, nós éramos, me arrisco a dizer que bastante. ─ com um tom de voz triste, a portuguesa respondeu-a.

─ Sabia se ela era viciada? ─ novamente a indagou.

Não, ela não era dependente, talvez... apenas tenha esperimentado uma vez. ─ pensou um pouco, se lembrando de algumas coisas.

─ Talvez? Não tem certeza? ─ entregou o celular para Shinichi, praticamente o jogando nele.

Eu falei para ela não fazer. ─ suspirou novamente e se pode ouvir o som dela tomando algo, talvez um suco. ─ Eu sai da festa quando ela disse que nada iria acontecer, não sei se ela provou ou não.

─ Pelo visto, sim. ─ Molly suspirou e contou tudo para Melody, aproveitando para contar sobre a relação das duas para os outros.

─ Acho que é por isso que a selecionaram, ─ disse Pietro, pondo a mão no bolso. ─ Melody sabe demais sobre Luanne, é um tanto suspeito.

Mas eu não fiz nada! ─ exclamou um pouco desesperada, mesmo que soubesse que ninguém a ouviria, exceto Molly. ─ Eu juro.

─ Enfim, vamos continuar. ─ sugeriu Charles, e todos o seguiram e ficaram ao redor da mesa de metal onde estava deitado o corpo sem vida.

Após algumas investigações, os estudantes descobriram cortes em todo o corpo da menina, mas principalmente em seus braços e pernas. Concluíram que era para dificultar a movimentação da vítima, que parecia ter resistido até o fim.

Após isso, o pessoal guardou novamente o corpo da garota no refrigerador e se prepararam para executar a última parte do plano: a evasão.

Porém, ao saírem do lugar, se deram de cara com uma cena estranha.

E talvez um pouco fofa.


♣ 〰 ♣

Sábado

21:48, Berlim - Alemanha

Segundo Piso


─ Vamos, Alexei. ─ Michael pediu para que o loiro o acompanhasse, segurou o seu pulso e assim saíram do local, que também já estava ficando um pouco frio.

Lá fora, Alexei pode finalmente soltar todo o ar que estava preso em si, se sentando no chão, ao lado da porta, pôs a mão no coração e respirou, ofegante.

Michael se sentou ao seu lado e esperou que o loiro ficasse mais calmo.

─ Você está melhor? ─ perguntou ao ver o mais alto se acalmar, este que afirmou nervosamente com a cabeça, mostrando que mesmo que estivesse mais calmo, ainda estava agitado. O rapaz de óculos riu do nervosismo do outro. ─ Sério? Porque não parece.

E-Eu só... ─ mordeu a ponta do polegar e logo cruzou os braços, olhando fixamente para o chão. ─ não gosto muito de sangue.

Oh, eu não sabia, foi mal por... você sabe, ter lhe obrigado a ver tudo aquilo. ─ se desculpou, coçando a nuca e fechando os olhos. Escutou um suspiro vindo do mais velho e logo voltou a olhar para ele, que ainda mantinha o seu olhar no chão.

─ Você não me obrigou a nada, Michael, eu é que decidi vir. ─ entortou a boca. ─ Escolha idiota. ─ disse, mais baixo, impossibilitando o outro de ouví-lo.

─ Alexei, já disse para não me chamar de Michael, apenas Mike, okay? ─ deu um sorriso de lado, mas logo o desfez, mordendo o inferior da bochecha. ─ Se não fosse eu e a minha ideia maluca você nem teria pensado nisso.

─ Céus, pare com isso, Mike, pare de se culpar. ─ disse, com uma voz um tanto alterada, porém logo se dando conta disso ao observar a feição surpresa do mais novo. ─ A-Ah! M-Me desculpe, eu n-não... e-eu não... ─ parou de gaguejar quando viu o outro rir de forma exagerada.

Oh, é tão legal ver você se estressando, você geralmente é sempre tão tímido e reservado. ─ riu mais um pouco e se aproximou mais do rapaz, que recuou um pouco com a aproximação e observou o sorriso sacana. ─ Acho que vou ser um chato e te irritar o tempo inteiro, só para ver o seu rostinho raivoso.

E-Eu espero que não.

─ Pode me aguardar, Alexei Hahn. ─ piscou para ele e se virou de frente, o loiro sentiu o seu rosto esquentar.

Ey, Mike, ─ chamou a atenção do mais novo, que olhou para ele novamente, o maior lhe ofereceu um sorriso dócil. ─ pode me chamar de Alei.

Os olhos de Michael brilharam, e em seu rosto se estendeu um sorriso de orelha a orelha. Os braços do moreno se fecharam atrás na nuca do dinamarquês e o apertou com força.

Ah, Alei, você é tão fofo! ─ era oficial, Michael havia ganho a confiança de Alexei, e ele estava feliz por isso.

─ Mike, v-você está me enforcando! ─ disse, com dificuldades na fala, mas isso apenas fez com que o americano me apertasse mais.

O loiro ouviu falar que Michael era fechado, mas um doce com aqueles que gosta e admira.

E agora, Alexei tinha certeza sobre a opinião do mais novo sobre si.

Ficaram assim por vários segundos, talvez minutos, e só se deram conta quando ouviram o som da porta se abrindo, e quando se viraram, encararam os estudantes, que repetiam o seu ato.

─ Atrapalhamos... algo? ─ perguntou Alexia, se pronunciando por todos. Alexei e Michael rapidamente se separaram, evitando olhar um para o outro.

─ Não estava acontecendo nada. ─ respondeu o menor, voltando a se esconder em sua casca dura e pondo os óculos mais acima do nariz.

─ ...Tá. Anyway, temos que ir, quanto mais ficamos aqui, mais risco corremos. ─ William lembrou-os de seu objetivo, e todos concordaram.

─ Certo, vamos trocar de roupa. ─ disse Jefferson, e todos concordaram. ─ Venham, Mike, Alexei, e... Scarlet?

Todos a encararam.

Seria muito estranho uma garota trocar de roupa com três caras?

─ Deixem comigo, eu conheço um lugar, tomem suas roupas. ─ Rose tirou três mudas de dentro de sua mochila e entregou aos rapazes, que foram correndo em direção às escadas, mais precisamente ao armário.

A garota, logo após isso, puxou o pulso da namorada e a levou a algum lugar, a qual os outros não faziam ideia.

Depois de alguns minutos, Jefferson, Michael e Alexei retornaram para onde estavam os outros, apenas faltava agora Rose e Scarlet.

─ Cadê essas duas pragas? ─ perguntou Molly, já de braços cruzados e impaciente.

─ Eu tenho uma ideia do que estão fazendo. ─ com um sorrisinho maldoso nos lábios, Jefferson falou, e Alexia ficou com uma interrogação.

Hn? O que estão fazendo? ─ perguntou, inocentemente.


♠ 〰 🅙

Sábado

22:04, Berlim - Alemanha

Segundo Piso


Scarlet amava a Honey romântica, amava seus sorrisos e sua maneira de lhe fazer sorrir. Mas amava muito mais a Lemon e o seu jeito arrogante, sua força, sua dominação. Ela se tornava o poder, a luxuria e o prazer em pessoa. Era por essa Rose que havia se apaixonado, talvez sua imagem arrogante fosse o seu maior atrativo.

─ Por Deus, Jackson, você não sabe a vontade que estou. ─ prensou o corpo da mais nova na parede do banheiro interditado, sussurrando de forma baixa e sensual em seu ouvido.

─ Jesus... ─ arfou ao sentir os beijos molhados da boca já vermelhinha da namorada em seu pescoço. ─ Rosie...

─ Acho que não é certo clamar por Jesus numa hora dessas, você acha? ─ deixou uma mordida no ombro da maior e abaixou lentamente a calça do uniforme que a joker usava, encarando a pequena peça que sobrava, seu rosto se contraiu em uma expressão de raiva. ─ Porra! Você não tinha o direito, Jackson.

Scarlet riu, descaradamente. Ela estava usado uma lingerie tão pequena.

A menor rapidamente a virou de costas e abaixou a peça íntima da loira, que engoliu em seco, em expectativa.

Ao perceber isso, a ruiva soltou um sorriso maldoso, a virou de costas e apertou várias vezes o seu bumbum até dar um tapa estalado do lado direito, deixando a marca vermelha de seus dedos, porém logo se abaixando e dando beijos no local.

Jackson suspirou e quase gemeu ao sentir a língua da outra a deslizar sobre si.

A de espadas subiu novamente e deixou um beijo na nuca da outra, deslizando seus dedos em direção ao sexo da outra.

─ Tão molhada, mas já? ─ capturou o seu líquido com o indicador e o encarou.

Ouviu a ruiva estalar a língua três vezes, em negação.

─ Culpa sua, idiota. ─ soltou um riso de lado, e sua boca abriu em um perfeito ''O'' ao sentir pressão dos dedos da outra em seu ponto de prazer.

A mais velha afundou um dedo dentro de si e novamente voltou para onde sentia sua pulsação, deixando uma joker extremamente irritada.

É-É sério isso? ─ disse, com dificuldades, observando o sorriso maldoso.

─ Eu me lembro muito bem de você me pedindo atenção hoje mais cedo, ─ puxou os cabelos loiros da outra, a forçando a olhar para si. Mordeu sua bochecha levemente, acompanhado de um beijo. ─ Será que consegue fazer isso de novo? Huh?

Maldita canadense que tem o poder de me fazer implorar igual a uma puta pedindo por pau.

Ah, cacete. ─ ela sabia que se não o fizesse, ela não iria lhe dar o que tanto queria, então, era a sua única opção. ─ Tanto faz, me chupe, me foda, faça o que quiser comigo, apenas me faça gozar.

Ouviu um riso baixo, porém cheio de humor vindo da ruiva, o que a fez ficar com mais raiva ainda daquela criatura insolente. Todos os seus pensamentos se afastaram quando sentiu os dedos da mais baixa mergulhando em seu interior de uma só vez, fazendo-a soltar um gritinho.

Porra!

─ Você é fodidamente boa, Scar. ─ beijava e mordia o corpo da garota em todos os lugares que podia alcançar, logo voltando a dar beijinhos em sua nuca.

A ruiva pressionava seu sexo coberto pelo fino tecido da legging que usava contra a bunda da maior, que gemia loucamente sobre os movimentos de vai e vem que a outra fazia dentro de si.

O banheiro parecia tão pequeno para aquelas duas, o atrito de seus corpos faziam-nas vibrar. Seus corpos estavam a todo vapor, e poderiam pegar fogo a qualquer momento.

Scarlet espamou as mãos na parede e empurrou o seu corpo para trás, em busca de mais contato. Ela havia mandando todo o seu bom senso e sanidade para o lixo, agora apenas queria ter uma belo orgasmo, como difícilmente havia tido nos últimos dias.

Era como mil fagulhas se chocando contra o seu corpo, as vibrações em seu sexo se espalhou por todo o corpo. Pelo espelho do banheiro, pode ver a expressão de prazer de Rose acompanhada por um gemido alto e rouco em seu ouvido.

Com isso, Scarlet não pode se segurar mais, sentiu espasmos por todo o seu corpo e se desfez sobre os dedos de Rose, que a virou de frente novamente e estendeu seus dedos melados pelo seu gozo a frente de sua boca.

─ Chupe. ─ mandou, autoritária, recebendo um sorriso de lado da loira.

A maior não foi mal educada e rapidamente obedeceu a mais velha, fez questão de não deixar nenhuma gota para trás, passou a língua entre os dedos até o topo, onde ao separar de sua boca, formou um estalo totalmente erótico.

─ O que você fez comigo, Scarlet? ─ perguntou, fitando-a nos olhos, a garota soltou um sorriso e se aproximou da mochila da garota, que estava em cima da pia e pegou sua muda de roupas.

─ Eu não fiz nada, darling. ─ piscou e entrou em uma das cabines, para trocar de roupa.


♥♦♣♠🅙

Sábado

22:39, Berlim - Alemanha

Segundo Piso


─ Por que vocês demoraram tanto? ─ perguntou Charles, indignado com a demora das garotas, porém só o que recebeu de resposta foi um estirar de língua de Moretto.

─ Vamos logo, eu quero minha recompensa. ─ disse, mais precisamente para a joker, que fingiu não ter escutado.

E assim eles puseram em prática o plano de fuga, que consistia na mesma coisa do plano de evasão.

Eles assim fizeram, surpreenderam-se ao ver que nada havia dado errado, e comemoraram assim que chegaram a praça.

Os estudantes seguiram para o internato, e com cuidado para não chamar a atenção de outros, eles subiram para os seus dormitórios.


♦ 〰 ♣

Domingo

00:21, Berlim - Alemanha

Dormitório Masculino


O jovem Schultz caminhava calmamente pelos corredores do dormitório, não estava com pressa para chegar no quarto, como os outros, que após tudo isso, estavam mortos de cansaço.

Incrível, em dois dias havia descoberto que era um dos principais suspeitos da polícia do assassinato de uma estudante, ajudou a montar um plano, invadiu um necrotério, mexeu em um corpo de um morto e descobriu coisas no mínimo aterrorizantes, e ainda teria que ser interrogado pela polícia no dia seguinte.

Toda aquela situação era extremamente... sufocante.

Estava divagando tanto, que nem percebeu um corpo se aproximando de si, esbarrou nele e só então se pôs a encarar o ser que havia batido.

Duì bù qi.* ─ ouviu uma voz masculina lhe falar, e apenas conseguiu ver longos cabelos escuros e um rapaz muito alto andar pelo corredor.

Quem é esse cara?


Notas Finais


Duì bù qi em chinês significa Me desculpe.

Eu estou morto de vergonha, alguém me ajuda.
E aí, gente, me digam qual o seu suspeito, professor e policial favorito (que não sejam seus personagens, rs)?


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