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História We Are Together Bulletproof - Capítulo 12


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Notas do Autor


Olá olá, estamos de volta!

Os avisos dessa vez estarão nas notas finais, leiam! Boa leitura!!

Capítulo 12 - Show me your "Persona" II


Fanfic / Fanfiction We Are Together Bulletproof - Capítulo 12 - Show me your "Persona" II

— Vamos começar?

Os jovens assentiram e esperaram que Choi lhes indicasse que podiam falar. Jeongguk e Seokjin receberam um sorriso aprovador da mulher. 

— Eu não o conheço, como vou falar o que eu acho dele? — Jeongguk levantou o olhar de sua folha ao ouvir a voz calma de Seokjin.

— O propósito é exatamente esse, você me julgar sem me conhecer e depois ver que está errado. — respondeu, paciente.

— Isso mesmo. Na verdade, não que está errado, mas como você pode estar errado ao julgar uma pessoa sem conhecê-la, e mesmo que esteja certo, essa atividade tem como objetivo mostrar que todos têm sentimentos bons e ruins, e como o julgamento dos outros nos afeta pessoalmente.

— Ah... — Seokjin assentiu devagar. — Tudo bem. Deixe-me ver... — pigarreou, olhando no fundo dos olhinhos exageradamente redondos de Jeongguk. — Acho que você usa roupas mais neutras do que sua personalidade. Você parece ser um cara que não liga pra ninguém nem se importa de ficar sozinho. Provavelmente perde noites de sono jogando jogos de tiro, o que explica suas olheiras, e eu já te vi lendo HQs e mangá no corredor da escola, o que explica seu cabelo jogado no olho o tempo todo. Como você enxerga, falando nisso? — ele entortou a cabeça para o lado.

Estavam todos atentos aos dois, e ninguém além de Seokjin falava.

— Você acha que ele está certo, Jeongguk? — Choi perguntou.

— Nada do que eu já não tenha ouvido antes. — ele riu fraco.

— Eu tenho uma percepção diferente, se me permite falar. — Jeongguk arregalou os olhos surpreso ao ouvir a voz de Namjoon.

— O que você pensa?

— Eu acho ele legal. E acho que ele fica mais sozinho porque é tímido, não acho que ele goste disso.

— Ele está certo, Jeongguk? — a mulher perguntou novamente, delicada. Ela conhecia o menino haviam anos, já sabia bem quais eram os sentimentos e pensamentos de Jeon. Mas ouvi-lo falar e ver-lhe ter a coragem de expressar-se em público era algo que a agradava. Era um grande passo para Jeongguk e Adora gostaria que isso acontecesse. — Você quer falar? Se não, sabe que está tudo bem.

— Não, eu quero. — o menino pigarreou, nervoso. — Nenhum dos dois errou, na verdade. — franziu a testa, pensativo. — Eu gosto mesmo de HQs, e gosto de jogar. Mas acho que é o que Namjoon falou, eu não consigo conversar com ninguém.

— Por que você acha que isso acontece?

— Você tem medo? — Seokjin perguntou dessa vez.

— Eu não sei, acho que eu só fico nervoso demais. Digo, eu fico o tempo todo tentando me manter longe de atenção, é estranho pra mim ter que enfrentar muita gente, falar com muita gente, fazer amizades.

— E você está nervoso agora? — Taehyung se interessou.

— Minhas mãos estão suando, se isso explica. — Jeongguk riu e fez todos rirem com ele.

— Parabéns, Jeongguk, conseguiu falar na terapia em grupo pela primeira vez. — Choi sorriu abertamente e Jeongguk apertou os olhos, tímido.

— Parabéns, Jeon! — Hoseok falou.

— Fale mais, Jeongguk, foi bom ouvir sua voz. — Jimin sorriu.

Seokjin sorriu e deu um soco no ombro do menino, que passou a mão repetidas vezes no local, envergonhado.

— Não precisa ficar tímido, Jeongguk, você é legal. — Namjoon sorriu e ergueu o polegar para o garoto.

— Certo, agora diga o que acha de mim. — Seokjin falou.

— Isso. Sua vez, Jeongguk. — Choi pontuou.

O menino fez um bico, pensando no que falaria.

— Eu não sei, acho você mimado muitas vezes. — Seokjin arregalou os olhos, surpreso. — Digo, às vezes você passa no corredor e parece chato ser seu amigo porque você fica o tempo todo mexendo no cabelo e se olhando no espelho. Aquele menino só anda atrás de você e parece que você nunca quer ouvir o que ele está falando.

Jeongguk falara mais do que Seokjin esperava que ele falasse, de fato.

— É estranho isso porque, ironicamente, se tem uma coisa que eu não sou é mimado. — riu fraco.

— Ah é sim, admita. — Hoseok alfinetou, como sempre.

— Não sou. — se defendeu. — As pessoas pensam isso porque meus pais tem dinheiro e me dão as coisas que eu quero. Mas eles não me dão porque querem me mimar, eles me dão porque eu sou o único filho deles, se eles não gastarem comigo não têm com com quem gastar. Sem contar que eles sempre querem compensar a inutilidade deles como pais com coisas materiais, quando a única coisa que eu queria era que eles parassem com essa idiotice de brigar o tempo todo e quererem se separar e passar um dia decente comigo.

— Poxa, eu sinto muito. — Taehyung disse, cabisbaixo.

— Não tem que sentir. — o tranquilizou. — Aquele menino que anda comigo, Jeongguk, nem é meu amigo de verdade. Parece que ele só anda comigo porque quer meu dinheiro, porque não tem um momento em que esteja comigo que ele fale algo normal sem envolver pagamentos e bens.

— Isso é triste. Eu acho que prefiro ficar sozinho do que ficar assim. — Jeon falou.

— Eu preferiria ter pessoas que se importem comigo, não com o que eu tenho. — Seokjin suspirou.

— E agora você tem. — Jimin deu de ombros ao chamar a atenção. — Pensa pelo lado bom, aqui ninguém quer seu dinheiro nem saber dos seus bens.

Adora sorriu. Era bom não precisar guiar a conversa.

— Em algum lugar do mundo isso tinha que acontecer, não é?

Jimin sorriu compassivo.

— Namjoon eu acho você um cara muito inteligente. — Hoseok falou, por fim.

Kim olhou para seu companheiro de atividade.

— As pessoas costumam falar isso. — respondeu, simples.

— Calma aí, eu não terminei. — sacudiu as mãos, em seu jeito extravagante. — Você parece ser uma pessoa bem chata pra muita coisa, mas talvez seja legal em muitas outras.

— Está sendo raso, Hoseok. — Seokjin se intrometeu.

— Mas acho que ele não errou. — Namjoon respondeu enquanto coçava a cabeça, nervoso. — Acho que é um pouco disso mesmo.

— Você acha bastante, não? — Taehyung disse, de repente.

Namjoon o encarou por alguns segundos, pensativo.

— Eu parei de ter certeza das coisas há algum tempo, pra falar a verdade, mas continuo tentando encontrar meu caminho.

— Isso é bom, Namjoon, não se sinta mal por isso. — confortou Choi, que até então permanecia quieta ouvindo as expressões confortáveis dos meninos. — Isso mostra que você é um ser humano, como todos nós. — sorriu. — Nossa essência é nos adaptar às coisas e sempre vai haver momentos em que vamos mudar nossas opiniões e nossos objetivos. O que te aconteceu é completamente normal, algo que você não precisa ficar chateado nem preocupado de forma exagerada ou ruim.

— Ah, mas é porque tanta gente espera tanto de mim que eu não sei mais o que pensar nem o que sentir, sabe? Às vezes parece que eu sou como uma marionete, porque me jogam pra todos os lados que eles consideram os melhores, me enchem de atividades que eu nem quero fazer e já decidiram meu futuro por mim. — suspirou.

— Cansa ser adorado e inteligente o tempo todo, não é Namjoon? — Yoongi zombou.

Jimin revirou os olhos enquanto os outros fingiram não ouvir o que Min havia falado.

— Não acho que Namjoon seja adorado por ninguém. — Jeongguk se expressou, finalmente. — Podem até admirá-lo, porque ele tem todas as qualidades dele e essa coisa toda, mas não acho que adoram ele por isso. Acho que, não só com ele, mas até com o pessoal da dança, as pessoas das artes, com os jogadores do time... — olhou para Yoongi. — … Todos eles são só usados pra satisfazer o egoísmo de alguém. As pessoas usam o discurso do "adoro você" só pra usar alguém como bode expiatório. Ou porque ela quer ser assim ou porque ela quer ser melhor. Quando você diz "na minha escola tem um garoto que passou com nota máxima em todas as provas da faculdade que fez" você quer ser melhor que as outras escolas mesmo que inconscientemente. É como se dissesse "eu tenho algo que você não tem", basicamente. E quando você diz "quero ser como ele", você acha que ele é bom o suficiente pra ser melhor que todo mundo, e aí você quer ser igual. Não acho que seja diferente no caso dele. Na verdade, não é diferente no caso de ninguém, todo mundo aqui já foi, é ou vai ser usado dessa forma, é o que eu acho.

— Você está dizendo que acha que eles só usam o Namjoon pra se sobressaírem? — Hoseok perguntou.

— É exatamente isso o que ele acabou de dizer. — Namjoon disse.

— Ou as pessoas te usam como troféu ou te usam como escada. — Taehyung balançou a cabeça em concordância.

— Faz sentido se você pensar um pouco mais. — Jeongguk concluiu.

— Faz. — Namjoon concordou. — Você me parece bem alegre, Hoseok. As pessoas falam bem de você. — continuou.

— Ele é fofoqueiro, mas não é ruim. — Seokjin se intrometeu.

— Qual o seu problema comigo? — Hoseok fez bico, resmungando. — Me chama assim por uma única coisa que eu contei pros meus amigos e eles espalharam pela escola?

— Você que começou a história dos pais dele? — Jeongguk perguntou.

— Que feio, Hoseok, falando da vida dos outros. — Jimin brincou.

— Pelo menos ele tem pais de quem podem falar, não é mesmo? — Taehyung disparou. 

A sala ficou em silêncio.

— Bem, mais alguma coisa, Namjoon, que você queira falar? — Choi perguntou.

— Não tenho nada em mente sobre Hoseok além de que é a pessoa mais colorida, alegre e popular que eu conheço naquele colégio. — riu.

— Acho que devo agradecer pelo elogio, não? — Hoseok deu dois tapinhas fracos no rosto de Namjoon, sorrindo.

Hoseok se recostou na cadeira novamente. Ele preferia não se pronunciar, caso o contrário poderia desmoronar, e isso era algo que não gostaria que acontecesse. Não ali, na frente de todos.

Taehyung falou brevemente sobre sua companheira de atividade, e sua história tocou-lhes porque a menina havia perdido os pais e a irmã em um acidente no verão anterior e tinha assumido a criação de seu irmão mais novo. Após alguns momentos até que a menina se recuperasse do choro, ela estava pronta para falar sobre a máscara de Kim, mas foi interrompida por Yoongi, que finalmente decidiu falar.

— É um idiota qualquer que gosta de fazer fogueira no vestiário. — riu, debochado, endireitando a forma exageradamente despojada com a qual estava na cadeira.

Jimin ficou sério no mesmo instante. Irritado.

— Para de falar assim dele! — disse, antes que qualquer um pudesse reagir.

— Basta. Não estamos aqui pra isso. — Choi interrompeu antes que tudo terminasse de forma desagradável. — Yoongi, vou precisar pedir que se desculpe pelo que disse. — repreendeu-lhe.

— Me desculpar por falar a verdade? — continuou com as risadas.

— Não precisa, senhora Choi. — Taehyung remexeu as mãos e levantou a cabeça. Olhou rapidamente para a mulher e em seguida encarou Yoongi. — Ele é amargo, tem prazer em provocar os outros. Não preciso das desculpas dele, não vai fazer diferença.

— Não quero discussões ou ofensas aqui dentro, Min, acho que já deixamos claro quais são os comportamentos que devem ser mantidos. — a voz de Adora era firme, mas Yoongi fez pouco caso e sorriu fraco, sem vontade. — Você gostaria de falar alguma coisa?

Yoongi sacudiu a cabeça com uma expressão desinteressada no rosto.

— Tenho nada pra falar dele não.

Jimin o encarou. Sua maior decepção naquele dia havia sido ter Min Yoongi como companheiro de atividade. Pensava em como poderia ter tanto azar a ponto disso acontecer. Suspirou, cansado.

— Eu queria, de verdade, saber o que tanto você tem contra mim. — falou sério, a voz triste. — Nunca movi um dedo contra você e você me odeia como se eu tivesse matado alguém da sua família.

— Eu não preciso de motivo, não. — cruzou as pernas, despojado.

— Consigo ver isso. — Jimin riu, desacreditado. — Você distribui seu ódio por um motivo desconhecido, você machuca as pessoas, machuca quem elas amam.

Jimin se endireitou na cadeira. De alguma forma ele havia prendido a atenção de Yoongi sem que Min sequer percebesse e o silêncio da sala deixava o ar mais pesado porque era certo que todos estavam envoltos nas palavras de Park. Nada do que ele dissesse ou fizesse ali passaria despercebido porque ele era o único centro.

— O mais engraçado é que, depois que eu cheguei de Busan, eu jurei pra mim mesmo que isso não ia mais acontecer, mas eu não consigo evitar. — ele riu novamente. Seus olhos ardiam, mas ele riu. — Desde que eu cheguei naquele colégio você me enche de pancadas, ofensas e constrangimentos sem nunca ter passado alguns minutos conversando comigo. Você não é diferente das outras pessoas só porque trata alguém assim, a única coisa que consegue ser é um babaca. Qual a razão disso tudo? É por quem eu sou? É tão difícil assim pra você aceitar os outros? — olhou nos olhos de Yoongi. — Ninguém aqui nessa sala faz ideia do que eu já passei, com exceção de uma pessoa, e nem ela eu consigo proteger.

Jimin secou uma lágrima solitária que escorria por seu rosto antes de continuar.

— Você sabe ou pelo menos faz ideia do que é acordar todos os dias sem saber o que pode acontecer com você? E não é um medo comum, é medo mórbido porque a qualquer momento alguém pode chegar e bater em você até que você não consiga mais respirar sem sentir dor? Pois eu sei. — ele sorriu. — Você não faz ideia das dores que eu já senti, e não porque me batiam no colégio ou qualquer coisa assim. Você não imagina o quanto me doeu o coração quando meus pais foram atingidos com isso. Você faz ideia do que eu senti? — perguntou diretamente a Min. — Não faz e nunca vai fazer. Aqueles idiotas foram à minha casa e fizeram meus pais passar por algo que era a última coisa na minha vida que eu gostaria que eles passassem. Eu nunca vou esquecer a vergonha que eu senti, o ódio que eu senti e a sensação de decepção que eu tive naquele dia. Minha mãe passou uma semana sem conseguir sair do quarto de tanto que chorava e a única coisa que eu podia fazer era pedir desculpas enquanto ouvia meu pai dizer que não era culpa minha. E depois de muito, muito tempo eu fui realmente ver que não era.

Jimin não disfarçava ou segurava mais as lágrimas. Seu rosto estava vermelho e ele repetidas vezes olhava para cima na tentativa de respirar profundamente e acalmar-se sem sucesso.

— Eu queria muito ter conseguido fazer aqueles idiotas se arrependerem de ter machucado os meus pais. Mas eu falhei. E foi aí que eu jurei que nunca mais ia deixar aquilo acontecer com eles. E por um tempo eu consegui, sabe? Proteger todo mundo. — Park sorriu e olhou novamente nos olhos de Yoongi, que permanecia imóvel e quieto. — Eles sequer sabem da sua existência. Eu nunca mais contei a eles sobre meu dia, não completamente. Eles até hoje acham que meu joelho ralado no primeiro ano foi porque eu caí de bicicleta. Eles não sabem que ano passado aquela mancha roxa no meu braço foi porque tive que me defender dos amigos do meu ex namorado. E eles também não sabem que há alguns dias eu cheguei com a roupa suja do almoço porque jogaram a bandeja em mim, e não porque eu sou um desastrado. Eles não fazem a menor ideia de que passei a assistir terapia em grupo ou que tenho lido artigos psiquiátricos pra tentar entender todos os meus pensamentos e sentimentos, muito menos que ainda choro todas as noites quando lembro do passado e do que eu poderia ter feito. Às vezes eu penso que se eu nunca tivesse saído com aquele garoto ninguém naquela escola teria nos visto e meus pais não teriam passado por nenhum constrangimento. Às vezes eu penso que se não tivesse aceitado namorar Taemin, o time de basquete não me odiaria tanto. Mas agora não consigo mais, não posso mais fingir as coisas nem evitar que elas aconteçam. Meu melhor amigo sofre com isso, embora meus pais não tenham mais acesso a nada e muitos naquele colégio sequer os tenha visto. Alguém sempre sofre no final e eu gostaria muito que fosse só eu.

Park soluçou e escondeu o rosto nos braços, apoiados nos joelhos.

— Por que vocês não podem simplesmente parar com isso? — sua voz saiu abafada. — Apenas parem, por que não podem? O que vocês pensam que são, afinal?

Adora caminhou a passos largos até Jimin e passou a acariciar suas costas, tentando acalmá-lo.

— Eu só queria que isso tudo passasse, sabe? — Jimin olhou para Choi. — Eu não gosto disso, não quero mais passar por isso. Todas as pessoas são assim?

— Não, meu bem. Venha aqui. — a mulher se ajoelhou na frente do rapaz, puxando-o para um abraço. Jimin apertou a mulher contra si e chorou por alguns minutos.

Yoongi continuou sério assistindo a cena. O silêncio na sala perdurou todo o tempo e o clima permaneceu pesado, triste, gélido. Taehyung fungou, segurando a vontade de chorar. O momento não era seu, segundo o que pensava, e a única atitude que teve foi levantar-se e ajoelhar-se ao lado de Adora.

— Tá tudo bem, Jiminie... Vai ficar tudo bem. — sussurrou.


Notas Finais


O que acharam?! Comentem, é importante pra mim (:

Queria dizer pra vocês que agora We Are Together Bulletproof está no wattpad também ( https://my.w.tt/mxuy4SGDI7 ). Vai demorar um pouquinho pra que todos os capítulos daqui estejam postados lá também, porque não quero publicar todos de uma vez, mas se quiserem dar apoio à fic por lá também, fiquem à vontade, eu vou amar 💜

Beijinhos e até a próxima!


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