História We Can't Stop - Capítulo 7


Escrita por:

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Categorias Harry Potter
Tags Harmione
Visualizações 36
Palavras 952
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Aventura, Comédia, Crossover, Famí­lia, Magia, Romance e Novela, Saga
Avisos: Álcool, Heterossexualidade, Linguagem Imprópria, Sexo
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Capítulo 7 - 007.


Gra - grávida!? - Harry está quase sem cor.

- Sim... Eu descobri isso tem pouco tempo.

- Quanto tempo?

- Uma semana... - Hermione faz uma careta.

- Você... você não pode fazer isso. Se divorciar de mim, assim do nada. Pense nessa criança, ela precisa ter uma família unida.

- Eu estou me divorciando de você, por causa dessa criança, Harry. Sei que se continuar com você, eu não irei conseguir ser a mesma. Não quero que esse bebê cresça em um lar em que a própria família não seja única. Você pode vê-lo quando quiser, não vou tirar seus direitos de pai, mas... por favor, só assine esses papéis logos.

- Não Hermione, não vou assinar nada. Você ainda vai voltar pra mim, e eu vou ter a confiança de nossos filhos novamente! - Harry sai dali deixando Hermione preocupada.

Ela se joga na cama frustrada e coloca a mão na barriga, começa a imaginar se é uma menina ou se iria ser mais um menino. Hermione fecha os olhos e eles começam a pesar; ela acaba dormindo.

Harry está indo até uma loja de bebês comprar uma camiseta escrito "Hogwarts Quadribol", a primeira coisa que fez ao descobrir que seria pai das outras três vezes foi isso.

Ele entra na loja e pega a vermelha escrito "Potter", isso trouxe novamente várias memórias que ele pensou ter esquecido.

- Somente isso? - pergunta a moça.

- Sim. - Harry pega a sacola e entrega o dinheiro á ela.

Ele acaba esbarrando em Cho assim que sai da loja.

- Olá Harry. - ela sorri.

- Oi. - ele tenta sair, Mas ela segura seu braço.

- Precisamos conversar.

- Sobre?

- Sobre quando você irá assumir Delfi como sua filha legítima.

- No dia de São nunca quem sabe. - Novamente Harry tenta sair, mas Cho o impede e dessa vez, Harry sente seus lábios grudados aos dela. 

Quando ambos perceberam, já estavam nus na casa de Cho, a mesma está em cima de Harry pulando e saciando a sede por sexo de ambos.


Hermione acorda e vê as horas, ela dormiu apenas duas horas. A casa está vazia e silenciosa, apenas com o barulho da respiração dela. Ela se levanta e lava seu rosto, em seguida pensa em ir até a cozinha pegar algo para comer.

Assim que abre a porta sente uma sensação ruim, ela desce as escadas correndo e na metade dos degraus seu pé direito tropeça no esquerdo e ela desce rolando. Hermione apaga.

Quando acorda, sua visão está sem foco e embaraçada, sua cabeça assim como outros membros de seu corpo, doem muito?ela não consegue escutar muito bem e sua voz não sai quando tenta gritar. Ela entra em desespero quando percebe que entre suas pernas tem muito sangue.

Novamente ela tenta gritar mas não consegue, sua varinha está no sofá da sala, Se ela se rastejar até lá consegue pega-la. E assim ela faz, Hermione se rasteja até o sofá se preocupando cada vez mais com o rastro de sangue que está deixando.

Ela pega a varinha e tenta aparatar até a casa dos Weasley, Mas está sem força. Tudo que resta fazer é ligar para Harry. Já está na 16 ligação e ninguém atende, ela liga para Malfoy que atende no primeiro toque.

- Alô? O que foi, Granger?

- Draco... me... me ajuda. - sua voz quase não sai.

- O que aconteceu? - ele parece preocupado.

- Eu cai da escada e tem muito sangue. Por favor, salva o meu bebê! - essa é a última coisa que Hermione diz antes de apagar novamente.

Draco sai do serviço assim que escuta a última frase de Hermione, no caminho até sua casa, ele tenta ligar para Harry, Mas o mesmo não atende.

- Que desgraçado! - ele grita jogando o aparelho no bolso do sobre tudo.

Assim que ele abre a porta da casa se assusta com o que vê. Tem um enorme rastro de sangue da escada até o sofá, o mesmo ainda está com as marcas da mão ensanguentada de Hermione, e a mesma está sem cor com a boca vermelha.

Draco corre até a mulher e junto dela ele aparata até um desses hospitais trouxas, ele sabe que no mundo bruxo não encontraria alguem que conseguisse ajudar Hermione. Não naquele estado.

- O que o senhor é dela? - pergunta uma das enfermeiras.

- Sou... Eu sou o marido dela. - ele diz meio perdido.

- Tudo bem, senhor...?

- Malfoy, Draco Malfoy.

- Ah sim, tudo bem, senhor Malfoy. Espere aqui e assim que tivermos notícias viemos lhe notificar.

Draco está tenso e não consegue ficar parado, novamente ele tenta ligar para Harry, Mas... quem atende é uma mulher.

- Quem tá falando? - pergunta Draco.

- É a Cho e você?

- Passa pro Potter! - ele diz com total desprezo.

- Draco?

- Passa logo pra ele sua puta.

- Nossa que mal humor, hein.

- Alô? O que foi Draco? - assim que escuta a voz dele o loiro sente uma imensa vontade de socar a cara dele.

- Olha só, Não sei se você sabe, Mas enquanto você tava transando com essa vadia asiática, Hermione caiu da escada e não sei se você sabe também, Mas ela está grávida e tanto o estado dela quanto do feto são graves. Se você olhar no seu aparelho, Vai perceber que tem algumas chamadas dela, E posso te falar uma coisa? Você não é homem para ela!

- Onde vocês estão?

- Isso não é de seu interesse.

- Claro que é! Sou o marido dela.

- Não, Não aqui. Aqui EU sou o marido dela!



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