História WE DON'T TALK ANYMORE - Capítulo 2


Escrita por: ~

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Categorias Bangtan Boys (BTS), Originais
Personagens Jimin, Jungkook
Tags Adolescência, Colegial, Drama, Escolar, Gay, Homossexual, Jimin, Jin, Jungkook, Kim Taehyung, K-pop, Park Jimin, Romance, Sexo, Suga, Taekook, Universidade, Yaoi, Yoongi
Visualizações 35
Palavras 1.579
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 16 ANOS
Gêneros: Drama (Tragédia), Ecchi, Ficção, Ficção Adolescente, Lemon, Mistério, Romance e Novela, Shonen-Ai, Yaoi (Gay)
Avisos: Homossexualidade, Insinuação de sexo, Nudez, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Este foi o nosso único beijo e nosso único momento juntos, como eu falei é uma história real! Ainda há motivos para continuar essa história, ela não tem o título de "We Don't Talk Anymore" atoa, então eu vou contar para vocês o resto e vou deixar vocês felizes com o final, okay?

Capítulo 2 - EU NÃO DEVERIA TER TE CONHECIDO


Fanfic / Fanfiction WE DON'T TALK ANYMORE - Capítulo 2 - EU NÃO DEVERIA TER TE CONHECIDO

"Você gostaria de vir à minha casa?"

Quando eu li essa mensagem fiquei sem reação, eu não me questionei eu apenas disse a mim mesmo que iria, me arrumei às pressas, coloquei uma calça rasgada branca, um Adidas Superstar branco com preto e dourado que um girlgroup chamado 2NE1 havia feito comercial divulgando, uma camisa cinza escuro long line escrito Danger, um snapback preto com dourado, adicionei alguns acessórios nos pulsos e nos dedos, finalizei com um cordão. Apenas peguei minha mochila, chequei mil vezes o meu hálito e meus dentes, meu perfume deixava um rastro, eu realmente estava preparado. 

A casa do Jungkook é ao lado da universidade onde estudamos, na esquina há uma farmácia e foi lá onde ele pediu para encontrá-lo, subi em cima de uma moto táxi e quando cheguei na farmácia liguei pra ele

- Onde você está? - perguntei

"Estou me arrumando, você já chegou?"

- Sim, estou aqui, onde está você? A rua está deserta não posso ficar aqui muito tempo, vou ser assaltado.

"Eu não estou vendo você"

- Nem eu, onde você está? 

"Olha pra trás"

Quando eu me virei para trás, não havia ninguém

- ONDE VOCÊ ESTÁ? - gritei no telefone

"Aqui em cima, olha a minha mão"

Quando eu olhei para cima, vi seu braço na janela de um apartamento, ele sorria e acenava parecia uma criança, então caminhei até o portão do apartamento, Jungkook morava com sua irmã que cursava Odontologia na mesma universidade que nós, para nossa sorte (ou azar), ela não estava em casa. Ao chegar no portão ele estava de shorts e uma camisa preta, não demos muitas palavras. Lembro de entrar por um pequeno corredor branco e seguir em frente subindo às escadas com degraus curtos que mal cabiam meu pé, seu apartamento ficava bem a frente e eu entrei.

Era uma sala pequena que fazia ligação com a mesa e ao lado desta mesa havia uma janela com vista para a universidade, em cima da mesa havia uma televisão enorme ligada ao seu notebook da Apple com a tela mais fina que eu poderia ter visto e era assim que ele passava seu dia, viciado em Twitter, LoL e Netflix, Jungkook é feliz com apenas isso ele não têm uma vida social onde as pessoas não param de o chamar nas redes sociais, é realmente ele, seus jogos e seus filmes.

"Senta" - ele afirmou.

Eu não disse nada, haviam duas poltronas distante da mesa onde ele estava, eu me sentei em uma das duas e coloquei minha mochila na outra. Acho que ficamos em silêncio por uns 15 ou 30 segundos, mas eu já estava apavorado

"Eu quero ver seu quarto"

- É essa porta ao seu lado - afirmou

Me levantei e abri a porta, seu quarto era simples pois seus bebês (eletrônicos) estavam em cima da mesa, havia uma cama e um guarda roupa, uma lâmpada fraca e não havia janela, era escuro, eu tive vontade de cheirar seu travesseiro, ao mesmo tempo que estava morrendo por dentro, xingando-o por ele não ter vindo até mim me jogar em cima dessa cama, eu apenas me precipitei? Eu gastei dinheiro para chegar mais cedo na faculdade em vão? Tolo, idiota. 

Ao sair do quarto, Jungkook não havia tirado os olhos do computador nem se quer por um segundo, não consigo me lembrar o que ele estava fazendo, eu não me sentei, eu me direcionei até a mesa e fiquei ao seu lado, coloquei o braço por trás de suas costas e ali permaneci, em pé e ele estava sentado, ele pediu que eu puxasse uma cadeira mas eu disse que não, minhas intenções eram outras. Usei meu dedo indicador e cutuquei a orelha dele, ele olhou pra mim e sorriu com ar de "o que ele está fazendo?", e eu permaneci fazendo isso por mais duas ou três vezes, mexendo em sua orelha

"Você quer me beijar?"

Ao mesmo passo que minha voz dava pequenos cortes meu inconsciente se questionava se isso era algo para se perguntar

- Quero - respondi com voz trêmula. 

"Então beija"

- Aqui?

"É"

- Então fecha a janela - respondi.

Ele fechou a janela e o ar do ambiente mudou completamente, não havia luz ali, estávamos sós, com apenas luzes de eletrônicos iluminando aquele lugar, estávamos sentados, um frente pro outro minha mão estava na sua nuca

"Eu não beijo muito bem, eu não sei beijar" - afirmou ele

- Isso é impossível - respondi

Em seguida nos beijamos, eu sabia que ele estava mentindo o nosso beijou combinou de uma maneira que outras bocas não havia combinado há muito tempo, nossas bocas estavam com sede e nada faziam-as parar, eu sabia que havia algo mais por trás daquele sorriso, o seu beijo fez meu coração acelerar, da mesma forma que eu estava sentindo todo o meu corpo ferver, era um beijo calmo e demorado, um beijo gostoso que apenas o Jungkook poderia me dar. 

Sua mão subia em cima de minha coxa, ele queria mais, eu mantive a calma e as mãos em sua cintura e nuca pois eu não queria que as coisas acontecessem rápido demais, eu queria que tudo demorasse que nós tivesse algo que durasse. Eu não poderia deixar de beijar seu pescoço ou cheirar-lo com vontade, tinha um cheiro que eu poderia sentir até a data da minha morte pois eu não iria enjoar, eu não iria me importar, lembrei de suas orelhas com adesivos da acupuntura e dei leves mordidas em sua orelha, eu senti seu arrepio em mim, então eu beijei sua orelha. 

Eu nunca havia beijado uma orelha na minha vida e ele parecia que jamais havia levado um beijo na orelha, em momento ele se questionou o motivo de eu estar fazendo aquilo e em seguida ele retribuiu, Jugnkook parecia querer uma relação de igualdade para não existir nenhuma diferença entre nós, eu gostava disso nele. Durante o beijo ele colocou a música Fools do Troye Sivan para tocar, até que 

"Espera, beijar alguém ouvindo essa música é tenso" - Ele disse

Até hoje eu me pergunto qual era o problema em me beijar ouvindo aquela música, mas ignorei, depois disso ele mudou a música para Pillowtalk o single solo do Zayn e foi quando as coisas começaram, é a nossa música, nosso beijo ganhou mais sensualidade, de repente nos vi em pé encostados na parede, sua bunda era tão grande que minhas mãos não paravam de brigar por tentar segurar cada nádega por inteiro, era uma briga e eu sabia que não iria vencer, mas não estava afim de desistir. 

Ele me pediu para que eu o segurasse no colo e seu desejo foi uma ordem, tudo o que eu poderia fazer para não largar este garoto eu iria fazer, suas mãos foram de encontro a minha bunda durante o beijo

"Eu não tenho bunda" - afirmei

- Não?

De repente ele agarrou as minhas pernas e me levantou do chão, eu tive medo mas meu amor por ele só estava aumentando, ao me por no chão eu joguei seu corpo contra a parede, nosso beijo não estava mais calmo e demorado, ele estava feroz como se ambos nos quisemos naquele momento exato, meu pênis estava tão excitado que eu poderia ter um orgasmo apenas com um toque, mas eu não iria deixar isso acontecer, ao notar meu volume na calça, ele agarrou meu pênis com suas duas mãos

- Filho da puta - sussurrei 

Ao sentir suas mãos em meu pênis, eu cheirei seu pescoço como se fosse a ultima vez que isso fosse acontecer, levei minhas mãos até minha calça e desabotoei o botão, sem seguida desci o zíper e levei minha mão até seu pescoço

"O que está fazendo?" - perguntou

- Me chupa! - afirmei e pressionei seu pescoço para baixo

"NÃO" - repreendeu. "Não me venha com suas ignorâncias"

Em seguida ele me beijou e continuamos nos beijando até então. Ele me trouxe paz, ele me trouxe fervor, ele é o cara que eu sabia que iria me fazer feliz, mas eu senti que eu não era esse cara para ele. Nosso beijo e momento permaneceu até a hora de ir embora, às 18:30 minha aula iria começar e eu não fazia ideia da liberdade que um estudante universitário tinha, eu poderia ter ficado por um bom tempo mas

"Eu preciso ir" - afirmei

- Não, não vai

Como eu posso ir embora ao ouvir isso dele?

"Eu preciso ir eu irei chegar atrasado"

Nós demos o nosso último beijo, sentados numa cadeira, ao me levantar eu peguei minha mochila, antes de abrir a porta eu joguei ele na parede pela última vez, pela última vez eu dei o meu último beijo no garoto que deveria estar comigo até hoje

"Você sabe o caminho de volta, não é?" - perguntou

- não, você deve me levar

E assim foi, descemos pela mesma escada dos degraus curtos e passamos pelo mesmo corredor estreito, no portão eu fui dar um abraço, me embananei todo e beijei seu rosto, ambos ficamos envergonhados porque esse tipo de coisa não pode se fazer no meio da rua, e eu fui embora.

Esse foi um momento que eu não deveria ter guardado dentro de mim, o depois desse dia você deverá me pedir para contar, porque infelizmente não tenho vontade de escrever o que esse idiota fez comigo, a não ser que você queira. 

 



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