História We Have To Hit, So Make It Right - Capítulo 32


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Categorias Got7
Personagens BamBam, Jackson, JB, Jinyoung, Mark, Youngjae, Yugyeom
Tags 2jae, 2young, Jinson, Jjproject, Markjin, Markjinson, Markson, Yugbam
Visualizações 26
Palavras 1.344
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Comédia, Crossover, Drama (Tragédia), Lemon, Mistério, Romance e Novela, Violência, Yaoi (Gay)
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Drogas, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sadomasoquismo, Sexo, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Capítulo 32 - XXX


... Duas semanas se passaram...

Sábado, 8:50AM.

– As duas sumiram. – Shownu parecia preocupado.

– Jaebum disse que Jia Li avisou que ligaria para ele. – Jackson fitava a vista da grande vidraça do último andar do grande prédio onde estavam. – Ela não teria sumido sem mais nem menos.

– Elas podem estar trabalhando juntas. – Shownu se mantinha assustadoramente calmo.

– Se estivessem com certeza teriam feito algum movimento. – O chinês passou a encarar Son. – Está quieto demais!

– Exatamente. – Se jogou em uma das poltronas da sala. – Eu ficaria quieto, e quando todos menos esperassem eu colocaria o meu, ultra bem produzido, caro e detalhado plano...

– Jia Li não suportaria trabalhar com Hui Yin, eu sei que não. – Se encostou na mesa de madeira escura.

– Uma delas é uma das assassinas de aluguel mais procuradas do país, se não do mundo. – Encarava Jackson. – A outra é uma filhinha de papai, rica e louca. – Sorriu nervoso. – Tomara que você esteja certo!

– Tomara!

...

– Ela continua fazendo os comentários desnecessários? – Bambam perguntava ainda encarando a televisão.

– Na verdade não. – Yugyeom admirava as duas mãos entrelaçadas, enquanto abraçava o outro.

– Que bom! – Prestava atenção no filme. – E como está o bebê?

– Pequeno. – Disse fazendo Bambam rir.

– Óbvio que ele é pequeno! Você sabe por onde ele sai, né? – Gargalhava entre as palavras.

– Claro que eu sei! – Começou a rir também. – Mas, eu achei que ele já estaria maior.

– E o sexo?

– Vamos! – Fingia não ter entendido a que Bambam se referia.

– Eu estou falando do sexo da criança! Nojento.

– Nojento é você. – Achou graça da reação do tailandês. – Ela disse que não quer saber.

– Ué!? – Bambam encarou Yugyeom. – Como assim? E o quarto? Como se diz mesmo aquele conjunto de coisas? As roupinhas e as coisinhas? Tem que ter uma cor... Amarelo é feio e branco é sem graça.

– É... Sobre isso... – Yugyeom parecia pensativo. – Não conversamos sobre como tudo isso vai ficar.

– Que?

– E amarelo não é feio! – Dizia indignado. – Sem contar que é muito estranho você ser gay e adepto dos estereótipos de homem e mulher.

– Aonde aprendeu essas palavras difíceis? – Bambam encarava impressionado. – Mas você está certo, só que amarelo é feio sim.

– Não é! – O empurrou de leve. – Vou pintar o cabelo de amarelo... De novo.

– Ai deus! – Levou a mão até a testa. – E vocês precisam falar sobre isso.

– Eu sei. – Encarava as mãos juntas. – Ela sempre muda de assunto... Você devia ir comigo da próxima vez!

– Não! – Bambam se levantou assustado pela proposta. – Está ficando louco?

– Ah vai! Qual o problema? Ela sabe que nós estamos juntos e é bom que ela aceite isso de uma vez por todas. – Puxou Bambam de volta para seu abraço.

A verdade é que Soohye realmente estava diferente. Talvez fosse por conta da gravidez, talvez tenha amadurecido – mas tão rápido? – talvez só estivesse cansada, mas havia, de fato, mudado. Estava calada, e não se sentia confortável ao conversar com Yugyeom, chegou ao ponto de ele achar que não a conhecia direito – mesmo que, se juntassem todas as vezes em que terminaram e voltaram o namoro, dariam uns 3 anos – ele estranhou, mas decidiu não perguntar. Já não era da conta dele.

– Você não pode obrigar alguém a mudar! – Bambam disse se aconchegando de novo nos braços do maior.

– Eu não obriguei ninguém a nada... Ela só passou a agir de forma diferente!

– Você devia apoiar ela. – Encarou Yugyeom. – E se ela estiver mal com algo?

– Por que? – Encarou de volta. – Não é da minha conta!

– Claro que é da sua conta. – Disse incrédulo. – Ela tem um filho seu dentro dela! É responsabilidade sua também! E se ela realmente estiver com algum problema e isso afetar o bebê?

– Não vamos falar disso agora...

– Contra fatos não há argumentos mesmo.

Yugyeom não via Soohye, apenas nas consultas. Por ser novo – ou só irresponsável mesmo – não percebia que isso lhe faria falta. Não sabia de nada, não acompanhava a gravidez e só participava das consultas porque Bambam praticamente o obrigava a isso.

– Eu acho que vai ser menino. – Yugyeom disse se desviando do assunto.

– Por que? – O encarou.

– Porque eu acho ué. – Deu de ombros.

– Ela está de cinco meses, certo? – Yugyeom concordou. – O que você acha de você vir morar aqui?

– Que?

– Ué, eu estou morando sozinho a quase um mês, e odeio isso, sem contar que você já passa mais tempo aqui do que na sua casa. – Cruzou os braços.

– Isso é uma indireta? – Sabia que era verdade.

– Não! É um convite, você me faz companhia, e eu te dou um teto. – Dizia com um sorriso pidão.

– O Mark não vai gostar nada disso.

– Ah, qual é Yugyeom? O Mark vai me agradecer pelo resto da vida dele. – Bambam tentava irritar o mais novo.

– Isso foi rude. – Fingia estar chateado. – Eu vou te ajudar com as contas.

– É claro que vai! – Ria da situação. – Parte do motivo de eu ter de chamado é por isso.

– E a outra parte? – Diminua a distância entre os rostos.

– Soohye. – Disse fazendo Yugyeom, instantaneamente, se distanciar.

– Que?

– Você vai chamar ela para ficar com a gente, até ela ter o bebê. – Assistia o turbilhão de emoções que passavam pela expressão de Yugyeom.

– Está ficando louco?

– Foi você quem disse que eu devia conversar com ela!

Bambam estava tentando fazer a coisa certa. Soohye morava somente com a tia, havia perdido os pais quando muito nova, e preocupava o tailandês a possibilidade da menina estar sento mal tratada em casa.

– Mas não precisa disso tudo! – Yugyeom não entendia, e Bambam não entendia o porquê dele não entender; havia sofrido com os pais, tinha Mark como um pessoa importante devido ao “resgate”, e ainda assim, parecia não se importar com a situação da garota. Situação em que, de certa forma, tinha culpa.

– Tudo bem! – Se levantou. – Vamos lidar com as coisas do seu jeito então. – Falava imponente, deixando Yugyeom confuso. – Sai. – Apontava para a porta. – Sai da minha casa.

– Que? Mas...

– Yugyeom, ou você vira homem e lida com as consequências das suas ações, ou eu te expulso antes mesmo de você vir morar aqui. – Encarava, mostrando que falava sério. – Ela precisa de você como pai, não precisa brincar de marido ou agir como namorado, mas você vai ser pai, então comece a agir como tal... E mais que ela, a criança precisa e vai precisar muito de você. – Yugyeom engoliu seco. – Você melhor do que eu e muitas outras pessoas deveria saber disso! Seja um bom pai.

– Não é como se eu tivesse boas referências. – Talvez só agora a ficha estivesse começando a cair.

– Sim! São ótimas referências... Seja tudo que ele não foi! Seja o que você queria que ele fosse... Não se transforme em uma versão dele... Por favor. – Se sentou ao lado do mais novo.

– Não é por ela. – Ainda fazia birra. – É pelo bebê, e por você!

– Não a odeie.

– Mas ela...

– Ela me falou coisas horríveis! Eu fiquei muito chateado, e ainda assim, não a odeio. – Falava compreensivo. – Ninguém merece ser odiado, muito menos se for mãe dos seus filhos.

– Mas ela só vai ficar até o bebê nascer, né?

– É. – Disse revirando os olhos. – Larga de ser chato!

– E se ela tentar algo?

– Eu confio em você. – Pensou um pouco. – E com certeza ela vai tentar porque você é irresistível e é impossível alguém te olhar e não te querer. – Dizia sarcástico.

– Claro! – Entrou na onda. – Com exceção a você né. – Puxou o mais velho, o deitando no sofá e iniciando um ataque de cocegas.

– Ah não. – Bambam tentava se livrar dos braços do maior.

Era como nos velhos tempos, antes de toda a loucura que parecia mais louca a cada vez que contavam ou relembravam, ainda eram bons amigos, e isso era importante para ambos. Haviam esquecido muitas coisas, pulado varias fases importantes e necessárias, mas não pensavam nisso agora – pensariam depois, e se arrependeriam de não ter pensado antes – agora era só os dois, as gargalhadas, a inocência na brincadeira – que não duraria muito – e o barulho abafado da tv, que mostrava o final de um filme para o vento


Notas Finais


da uma esfriada na história.
porque o que vem por ai... (mentira que eu não sei de nada porque não escrevi ainda hsuahsuahau)
vocês estão bem?


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