História We Stay Furious - Minsung - Capítulo 29


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Categorias ITZY, Neo Culture Technology (NCT), Stray Kids, TWICE
Personagens Bang Chan, Chaeryeong, Chaeyoung, Dahyun, Han Ji-sung, Hwang Hyun-jin, Jaehyun, Jaemin, Jeongyeon, Jihyo, Jungwoo, Kim Seung-min, Kim Woo-jin, Lee Felix, Lee Min-ho, Lucas, Mina, Momo, Nayeon, Sana, Seo Chang-bin, Taeyong, Tzuyu, Yang Jeong-in, Yeji, Yuta
Tags Changlix, Minsung, Seungjin
Visualizações 252
Palavras 3.598
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Crossover, Lemon, Romance e Novela, Universo Alternativo, Yaoi (Gay)
Avisos: Álcool, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Nudez, Sexo, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Helloooooou

Essa fic pra fechar bem o dia hehehe

Carro da capa: Corvette Carbon 65 da Nayeon (que até agr eu não mostrei o carro dela)

Capítulo 29 - Hide or suffer


Fanfic / Fanfiction We Stay Furious - Minsung - Capítulo 29 - Hide or suffer

Naquela tarde dois carros se encontraram para almoçarem juntos. O Corvette Carbon e o Ford GT. Seus respectivos donos, ou melhor, donas, estavam sentadas em uma mesa perto de uma parede de vidro que dava vista para o porto, o som das buzinas dos navios cargueiros chega aos ouvidos das duas. Nayeon ficava o tempo todo olhando para o cais enquanto Jeongyeon estava mais focada em beber seu suco.

- O Jeongin deveria pegar aquele carro – a mais velha disse em transe. Jeongyeon só foi entender quando viu que havia um carro sendo descarregado do navio. 

- E o quê tem dentro?

- Não faço ideia – respondeu e voltou sua atenção à amiga. – À dias que eu não vejo o Jeongin. Não sei onde ele está e nem o que pode estar passando pela cabeça dele.

- Bom, um garoto foi atropelado, eles deviam ter a mesma idade – suspirou pela tragédia. – Woojin não falou nada sobre isso?

- Ainda não, mas sei que ele vai – só não sabia quando. – Não sei se quero esperar pelo Woo, acho que devemos ir ver isso por nós mesmas.

A outra olhou surpresa. – Não acho uma boa ideia. É perigoso demais e podemos acabar nos envolvendo quando temos chance de sair por completo – era um objetivo de um tempo para cá eles começarem a pensar em como voltar, começando por deixarem a casa que Momo lhes deu de boa vontade. Não tinham planos, apenas se separaram por Tóquio, fugindo das pessoas que estavam procurando quem levaria aquele carro.

Logo perceberiam que ele era diferente dos outros, o pior certamente vai acontecer agora que os fiscais apareceram. – Vamos cair fora – Jeongyeon e Nayeon deixam aquele restaurante, abandonaram uma carga no porto e logo os policiais descobririam o que tem dentro daquele carro. Iria aparecer nos noticiários, iriam atrás dos ligados ao processo que aquele carro passou e descobrir os envolvidos.

Só esperava que isso não levasse aos nomes deles.

[...]

As coisas estavam confusas entre o pessoal que veio de Yokohama, em especial os meninos não estavam entendendo nada e estavam tentando ver o que fazer, enquanto as garotas apenas deixavam acontecer e iam abandonando aos poucos. Queriam que fosse simples assim, mas sair da cidade seria um problema, para eles e para o pessoal de Tóquio que não tinha nada a ver com isso, ao menos eles pensavam assim.

- O Hyunjin sabe que o pai dele trafica em troca de dinheiro extra? – as palavras de Changbin quebraram aquele silêncio entre ele, Woojin e Jeongin enquanto olhavam para aquele navio do píer.

- Duvido muito que ele saiba, já que não esperava ser espancado quando saísse de casa – Woojin suspira e olha para o carro sendo revistado pelos fiscais ali mesmo no cais. – Eles já se meteram nisso e a gente nem sabia.

- Acha que tem mais alguém envolvido? Quer dizer, Jisung é primo do Hyunjin – Jeongin se senta no banco, de costas para o mar enquanto deixava seus cabelos rosas serem levados pelo vento da tarde. 

- Jisung tem apenas multas de transito, Felix disse que ele nunca participou de nada – Changbin deixou isso bem claro naquela conversa. – Olha, tirando o Minho, ninguém mais tem ficha suja demais naquele grupo, eles são justos mesmo correndo rachas. Ao contrário da gente que se envolveu com isso.

- Isso é um detalhe interessante, sendo que na verdade vocês só entraram porque Nayeon e eu viemos – admitiu ele de braços cruzados. – Nenhum de vocês poderia estar aqui e agora são possíveis alvos junto comigo.

O silêncio fica por um tempo, ficaram se perguntando no quanto perderam ao aceitar fazer parte disso, não foi uma perda de tempo total, mas agora estavam envolvidos em um perigo maior, serem acertados por uma bala “perdida” talvez.

- Eu mesmo resolvo isso, vocês dois podem ir para Tóquio e tentar uma vida normal por lá – o mais velho disse, mas suas palavras não foram exatamente levadas da melhor forma pelos amigos. Principalmente Changbin que não curtia nem um pouco a ideia do hyung resolver isso sozinho.

- Não, não e não, isso não vai acontecer! – esse grito saiu meio alto, pegou Woo e Jeonginnie de surpresa. – Woo hyung esses caras são loucos! Não pode resolver isso sozinho e você não vai! – convicção firme, esse era a dicção de Changbin, mas a de Jeongin não soou tão seguro assim.

- Hyungs, eu sei que eu deveria impedir vocês de irem, mas... – desviou o olhar para o chão, brincando com os dedos das mãos. – Eu não sei se eu quero ficar no meio desse fogo cruzado, eu era apenas uma mula, não acho que eles virão atrás de mim... – sua voz carregava um certo medo de continuar neste ramo. O que aconteceu com Seungmin e Hyunjin talvez fosse a causa disso.

Woojin como mais velho e como via Jeongin quase como seu irmão mais novo, entendeu. – Innie você está livre para fazer como a Sana, ir para Tóquio e tentar uma vida nova. A gente vai acabar sendo pego se ficarmos mais tempo, faça sua vida valer mais a pena que isso, não precisa me seguir para onde eu for – Woojin coloca a mão no ombro de Jeongin e fica de joelhos na frente dele, era sua forma de deixa-lo mais seguro de si.

Mas o semblante dele não parecia melhorar muito. – Eu sei hyung... – suspirou. – Mas é que... – levou a mão insegura na nuca. – Eu não sei que caminho eu quero para mim, por isso eu seguia você – olhou nos olhos do mais velho. – Achei que fosse descobrir com o tempo vendo você, mas... agora que isso tudo está acontecendo... essa guerra de gangues aí... eu...

Estava mais do que claro que Jeongin não queria mais estar neste grupo. Ele queria sair, achar sua forma de viver sua vida fazendo o que gosta e não sabe como fazer isso. De um mundo para o outro era uma aventura complicada até se adaptar, disso ele sabia. Woojin não queria ser o motivo do mais novo ser preso um dia por algo que fez porque não teve muita escolha.

- Pode ir, tá? Eu... – pensou em quem poderia pedir ajuda a ele, mas não sabia quem. Não havia feito uma amizade fixa com Minho a ponto de deverem favores um ao outro. Mal falava com Jisung, nem com Felix, nem com Hyunjin, nem com Seungmin e muito menos com Momo. Só havia uma pessoa que ele realmente conversava e que ficou com medo de falar demais e ele acabar como os outros dois amigos dele. Mas era isso ou deixar Jeongin perdido no limbo. – Olha, liga para o Chan, tá? Ele vai poder te ajudar a descobrir o que vai querer fazer, e Sana está com eles, acho que vai ser melhor para você.

Entregou o papel com o celular do “amigo”. Jeongin guardou o papel no bolso e se levantou do banco. – Desculpe pessoal – virar de costas e seguir para o carro foi um desafio para o Yang, era como se estivesse dando as costas para os amigos dele, mas era isso ou sofrer com eles. Ele estava com medo disso.

O GTE estava estacionado ao lado do Dodge, entrou e ligou o motor suave do mesmo. Woojin e Changbin apenas assistiram o Lotus deixar o porto e pegar estrada para Tóquio, mas passaria em casa antes pegar suas malas e se ajeitar na cidade de Tóquio como uma forma de recomeçar sem correr risco de ser morto.

Acharam que essa era uma opção boa, quer dizer, Jeongin estava largando para o bem dele, mas e os demais de Tóquio que tinham 2 amigos machucados por causa dessa rede cretina? A equipe que antes estava tranquila pode começar a se meter onde não deve ara vingar os amigos e acabar como a equipe que agora está se desfazendo por causa das pessoas que se envolveram.

- Isso está ficando complicado – Changbin resmunga sem saber mais o que fazer. – Se o Felix e os outros se meterem nisso estamos ferrados de um jeito ou de outro.

- Por isso que temos que avisar eles e fazer eles pararem de buscar e impedir que cutuquem onde não deve – olhou o mar azul no outono e suspirou outra vez. 

Changbin percebeu que ele estava frustrado. – O que foi hyung?

- Se a gente impedir, eles vão descobrir que a gente sabe desde o começo quem fez isso – disse de cabeça abaixada. – Certeza de que eles não vão ficar nada felizes com isso.

- Não acho que podem nos fazer mau.

- Chan contou que eles quase destruíram uma lancheria em uma briga porque um dos caras de lá estava encarando a Momo. Imagina o que farão se descobrirem que a gente sabe desde o começo tudo que ronda eles e não contamos nada. Eles nunca vão perdoar.

- Mas se não fizermos isso, eles podem acabar pior do que com o carro batendo contra uma torre.

- Changbin, quer mesmo arriscar perder toda a relação que conseguiu criar com o Felix até agora se contar? – olhou nos olhos do baixinho e Changbin teve que se calar agora.

Merda... Felix já era um rapaz complicado, era esquentado, era na dele e as vezes metido, era sempre espontâneo (nem tanto, mas era) e fazer ele sair consigo para montar o que eles têm agora já foi um desafio imenso, com direito à chantagem. E Felix era amigo de Seungmin faz anos, amigo este que está no hospital com braço e costela quebrada por causa de um desgraçado que fez isso de propósito. Se contasse que sabia de tudo desde o começo, é sem dúvidas que a confiança neles cairia por terra.

- Não faça que nem eu – chamou a atenção dele de novo, desta vez, mais abatido. – Eu perdi o Chan porque fiquei com medo de me abrir com ele e contar, não sou bom em mentir e por isso fiquei calado com ele, mesmo ele sendo uma pessoa dócil... – o coração chegava a arder de raiva por essa vida medíocre ter feito ele perder a chance de ter algo com o Christopher.

- Mas eu não vou te deixar levar a culpa sozinho – respondeu e Woojin olhou surpreso.

- M-Mas... o Felix...

O Seo segurou o nó na garganta só em ouvir esse nome. – E-Eu sei, eu gosto muito dele e sei que ele vai me odiar se eu contar, mas eu sou seu amigo faz tempo Woo, não quero te deixar sozinho em algo que eu também tenho culpa.

Changbin estava disposto a ter o ódio do homem que ele estava apaixonado apenas para não deixar Woojin sozinho nisso tudo e não receber todo o ódio sozinho. O coração do mais velho apertou só por ouvir isso. – Bin... – sussurrou e não deixou de se sentir culpado. – Desculpa...

- Não precisa pedir – chegou perto e passou aos braços ao redor do mais alto. – Vamos dar um jeito de fazer eles entenderem, tá? Se eles forem mesmo compreensíveis, eles um dia vão entender porque escondemos isso.

Não podia impedir Changbin e nem fazer ele mudar de ideia e por algum motivo, sabia que Jeongyeon e Nayeon fariam o mesmo. Não se importavam em ter olhos atravessados virados para elas, já eles, estavam correndo um risco bem maior, perder a confiança de Felix e Chan por muito tempo, assim como do restante dos meninos. Foi uma decisão dura, decidir contar para eles, esperavam que não fosse tão ruim quanto pensaram.

[...]

Já na oficina, a decisão de ir atrás do Jacob Bae foi adiada por alguns minutos, isso porque Chan estava encarando aquele cartão faz mais de dez minutos enquanto os demais trabalhavam nos carros que faltavam naquela semana. Enquanto isso, o Bang estava sentado em cima da Ranger, batendo o cartão na mão enquanto pensava em como fariam isso.

- Hyung, está bem? – Felix aparece ao lado da picape. – O que acha que devemos fazer?

- Bom, ir atrás dele e saber o motivo seria um – deu o cartão ao irmão, que pegou e olhou o mesmo. – Mas algo não bate, por que ele faria isso assim do nada?

Felix percebeu o ponto rapidamente. – Acha que alguém mandou ele fazer isso? – o mais velho assentiu. – Então temos alvos nas nossas costas por um grupo que nem sabemos o que tem a ver com a gente? Isso é sério? – não podia ser nada mais irritante do que ser alvo de malucos assassinos e ter uma mera ficha por uma única tunagem ilegal.

- Tem que ter algo mais nisso, não é possível – disse Momo apoiada no BMW. – Mas o raios esses caras têm contra a gente?

- Eu não sei e tô ficando bem estressado com isso – Jisung bufou cansado. – Mas que porra, isso parece cena de filme tenso onde somos os criminosos ou vítimas de criminosos, a gente não fez nada cacete!

- Garanto que quando eu descobrir o motivo eu vou quebrar a cara de quem estiver por trás disso, eu não vou aceitar ter alvo nas minhas costas, ah mas vão tudo pro inferno mesmo – Felix irritado era igual a alguém de nariz quebrado.

- O que achan Min? – Chan pediu ao amigo que mexia no motor do Jaguar dele.

O Lee estava trocando a bomba do motor e olhou para eles enquanto limpava a peça nova. – Vamos terminar o expediente, entregar os carros e ir fazer uma visita a este ser humano de noite. Vamos ver o que ele tem a nos dizer sobre o carro dele.

- Aquela bosta tem GPS? – Felix olhou para Jisung e o garoto negou.

- Chip de memória sumido e sem dados de onde aquele carro andou – de volta à estaca zero.

- Tem algum reforço nele? Se tiver é sinal de que foi alterado para bater propositalmente – Momo diz. Se sim, também significava que o carro foi preparado dias antes para isso, tudo planejado.

- Eu vou olhar, vem Chan – Minho chama e o amigo desce na picape e o segue para os fundos onde estavam as carcaças dos carros.

- Coloca chaves de roda e tacos de baseball no porta-mala, só caso a gente precise dar um sustinho nele – Momo disse e Felix sorriu com a ideia, fez isso mesmo e colocou dentro da picape, coberto pela lona da capota.

- Vocês vão mesmo fazer isso? – Sana pediu a eles, ela e Hyun estava bem fora disso. Hyun não queria mais confusão tão cedo e Sana não estava afim de ter mais problemas.

- Calma, não vamos espancar ele e nem nada – Jisung acalmou os dois. – Apenas vamos fazer ele falar, do nosso jeito.

Sana não sabia como o grupo de Tóquio resolvia seus problemas, mas Hyun sabia que eram um grupo duro de lidar, aquele dia na lanchonete comprovava isso. Eles não tinham a intenção de mandar o cara para o hospital, quer dizer... talvez tenham essa intenção lá no fundo... mas estava se segurando para não serem precipitados.

- Sana e Hyun – Momo se vira para eles. – Eu levo vocês. Te levo para casa, Sana e te levo para o hospital, Hyun.

Os dois assentiram, Hyunjin já estava mais calmo e não usava mais as ataduras nos braços, mas precisava passar creme neles todos os dias. Em seu dia de trabalho hoje, algumas pessoas olharam seus braços e perguntaram o que aconteceu. Ele mentiu dizendo que tinha prendido eles em alguma máquina ali da oficina.

O grupo presente voltou ao trabalho e enquanto isso do lado de fora nos fundos, Minho deixa a caixa de ferramentas no chão e Chan posiciona dois macacos debaixo do carro. Ao ficar em uma altura boa o bastante, Minho pegou uma chave, eu uma a Chan também, e começaram a tirar as partes laterais. Começaram pelos para-lamas e depois as demais partes, dentre elas, a parte amassada.

Ao tirar, encontrou uma bela surpresa debaixo dela. – Hyung, olha isso – chamou e Chan foi ver o que era. É, Momo estava certa.

- Chassi reforçado com aço – Chan reconheceu o metal, era grosso e estava em blocos pesados e maciços. – Isso custa uma fortuna para fazer. Conheço um cara que presta esse tipo de serviço.

Minho olhou surpreso. – Ainda tem contato com esses velhos tarados?

Ele deu os ombros. – Bom, eu trabalhei com muita gente, alguns me dão os números deles e eu guardo, vai que um dia sejam úteis – se tinha uma coisa que Chan era expert, era em conseguir o número das pessoas.

- UnHum... sei – sorriu de lado. – Acha que ele abre o bico?

- Ou ele abre ou volta para casa de olho roxo e uma história bem gay para contar para a mulher dele – disse e os dois riram disso, Chan bateu no ombro do Lee e deixaram o carro como estava. Só tiraram os macacos.

Estava quase anoitecendo, Momo saiu primeiro para levar Hyunjin na casa de Chan pegar as coisas dele e ir para o hospital, depois levaria Sana e Chewy para casa e só então encontraria os meninos.

Jisung entregou o último carro do dia e ao final disso tudo, a oficina fechou seus portões por hoje. Colocaram lonas por cima dos carros esportivos, decidiram usar apena os sociais para andar por aí. Chan e Felix na Ranger, Momo, Sana e Hyun na BMW e Minho e Jisung no Jaguar recém lavado.

O Ranger e o Jaguar andavam lado a lado, estavam indo para o mesmo lugar. No meio do caminho, Minho sugeriu uma coisa a ele. – Han.

- Diga – disse vidrado no celular, apenas com a luz dele iluminando sua cara.

Ele sorriu de lado, mas hesitou em perguntar. – Eh... quer morar comigo?

Jisung parou de olhar o celular e olhou para Minho, com a boca meio entreaberta e um pouco surpreso. – I-Isso é sério...?

- É. Não vejo por que não – tentava segurar o riso enquanto falava. – Sei que está bem com o Chan, o Hyun e o Lix, mas é só uma opção, sabe, para ficarmos mais tempo juntos.

Era uma opção, morar com Minho deixaria ele mais perto do namorado, mas deixaria ele mais longe dos amigos em alguns dias. Estava dividido.

- Posso pensar um pouco?

- Claro – riu baixinho. – Se não quiser eu entendo.

Jisung não queria fazer Minho pensar que estava mais apegado aos amigos do que a ele, afinal o que eles fazem quando estão juntos a não ser sexo? As únicas horas que eles estão juntos é quando os amigos estão juntos e uma hora ou outra conseguem uma brecha para ficarem sozinhos. É, tinha um belo dilema agora, como escolheria?

[...]

Enquanto isso, o BMW azul esperava de faróis acesos na estrada da montanha enquanto Hyunjin trancava a casa e corria para não atrasar as outras duas. Entrou no banco de trás e deixaram o local, dando meia volta e voltando para a cidade.

Hyun segurava sua mochila enquanto olhava a cidade pela janela, viu o hospital e Momo estacionou na frente dele para ele desembarcar. Entrou e Momo ficou esperando Tzuyu descer, esta estava na recepção esperando Hyun aparecer, sorriu ao vê-lo.

- Hyunnie – segurou ambas as mãos dele. – Durma bem, a cadeira é bem macia.

Riu com isso. – Eu vou, aproveite e descanse, só mais amanhã e ele vai para casa.

- Pensando positivo! – assentiu. – Ah sim – puxou o mais alto um pouco para baixo para sussurrar no ouvido dele. – Ele tá muito nervoso em saber que vai passar a noite com você – se afastou e piscou para o mesmo. – Boa noite!

Isso foi estranho? Um pouco, mas preferiu deixar assim. Pegou o elevador até o quarto do Kim e entrou. O mesmo estava vendo um anime na televisão, reconheceu ser Boku no Hero a temporada nova. Sorriu e entrou no cômodo.

Seungmin estava vidrado no anime e nem viu, só viu quando o maior parou ao lado dele. – O-Oi Hyunnie!

- Oi Minnie – deixou a bolsa na cadeira ao lado e se sentou na poltrona na altura da cama (que era baixinha). – Como se sente?

- Bem melhor depois de comer aquele lámen – sorriu feliz de barriga cheia. – A Zyu estava lá embaixo? – assentiu. – Oh céus, ela te disse alguma coisa?

- Disse que estava com vergonha de me ver – não era bem isso, mas quis dizer assim.

- Eh... – coçou a nuca com o braço não quebrado. – Ela me mete em cada uma...

- Por quê? – sorriu travesso. – Por que está nervoso, saeng? – teve a audácia de colocar os cotovelos em cima d acama e ver a reação do menor, que foi muito fofa.

- N-Nada... – desviou o olhar.

- Jura? Acho que foi aquele beijo – engasgou e Hyun continuou. – Você que me beijou, eu sou quem deveria estar vermelho e não você.

Vermelho e mais vermelho de vergonha... – É que... – como diria isso?

- Gosta de mim, Minnie? – por que tão direto...?

- Aish... sim... eu acho – gaguejou tanto que achou estar com problema na garganta. Que bela forma de admitir alguma coisa a alguém. Mas Hyun não pareceu se importar.

- Para de ser fofo, seu cretino – com cuidado, puxou o menor para um abraço de leve, sem machucar sua costela e seu braço, o Kim sentiu como se tivesse comigo canela em pó com pimenta, as bochechas estavam ardendo, mas ardendo tanto que ele quase pediu um saco de gelo. 

- E-Está perto demais...

- Me deixa ficar quieto aqui – deixou beijos pelo rosto do mais novo, que só se encolhia como um bebê no meio disso. – H-Hyun... – suspirou meio baixo, foi fofo.

- Essa noite vai ter que me aturar te mimando até amanhã, porque vou ficar com você até receber alta.

Gente ele estava muito ferrado mesmo.



Notas Finais


Rezem pela relação Woochan e Changlix quando eles contarem


Bye


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