História We were younger - Capítulo 3


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Categorias Life Is Strange
Personagens Chloe Price, Maxine Caulfield, Nathan Prescott, Personagens Originais, Rachel Amber, Victoria Chase, Warren Graham
Tags Before The Storm, Life Is Strange, Pricefield, Romance
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Palavras 1.795
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Aventura, Comédia, LGBT, Romance e Novela
Avisos: Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Capítulo 3 - Lembranças


Fanfic / Fanfiction We were younger - Capítulo 3 - Lembranças

(POV Max)

Depois de algumas aulas cansativas, tudo que eu queria era descansar. Já tinha me despedido de Kate e estava indo encontrar Chloe, quando Warren me parou em frente a academia.

-Hey, Max!

-Oi, Warren! Tudo bem?

-Bom, mais ou menos. Eu meio que preciso da sua ajuda.

Warren parecia mais velho, mas não sabia se era apenas impressão minha.

-Claro. O que foi?

-Meu pai vai casar de novo e pediu que eu tirasse fotos do casamento dele, já que ele é muito pão duro pra pagar um fotógrafo profissional. Mas eu não tenho nem metade do seu dom. você precisa me ajudar, pelo amor de Deus! – ele levantou as mãos para o céu.

Ri diante daquela situação.

-Okay, Warren. Eu posso te dar umas dicas.

-Santa seja você, Maxine!

-Quanto exagero!

-Vamos marcar um fim de semana para tirarmos umas fotos, pode ser?

-Claro! – um enorme sorriso se formou na cara dele – Me manda mensagem, beleza?

-Okay.

Nos despedimos e eu me virei para continuar meu caminho, quando vejo que Chloe já estava ali. Parada encostada em sua caminhonete, ela me encarava enquanto fumava. Nossa, ela é tão sexy.

-Oi, mozão – disse imitando ela mais cedo.

Posicionei meus braços em torno de seu pescoço e fiquei na ponta do pé para beijá-la.

-Cuidado, Max. Você vai deixar seu amigo nos ver e destruir os sonhos dele?

-Hã? Que sonhos?

-De te pegar.

-Chloe! – dei um tapa nela – Que besteira!

-Ué, apenas uma verdade – ela passou os braços pela minha cintura e me puxou para seu corpo. Posicionou uma das mãos em meu rosto, puxando ele devagar para o seu – Agora vem cá que eu tava com saudades dessa boca. Que eu posso ter, e ele não.

Tentei resistir mas, mais uma vez, em vão. A língua de Chloe já explorava minha boca antes que eu pudesse pensar. Era tão bom sentir seu corpo perto do meu, sentir sua respiração. Suas mãos foram descendo até chegar na minha bunda, onde ela apertou com vontade.

-Chloe! – me afastei e dei um tapa nela.

-Ai! Que isso, Max? Hoje é o dia nacional de bater em mim?

Não respondi e entrei na caminhonete com a minha melhor cara de bolada.

-Você pode não apertar minha bunda na frente de toda a Blackwell, por favor?!

Um sorriso safado se formou em seus lábios.

-Ok, me desculpa – ela levantou os braços, se rendendo – Mas a culpa não é toda minha. Quem mandou você ser essa beldade?

O que? Eu devia estar parecendo um pimentão. Graças a Deus Chloe apenas riu a acelerou o carro para sairmos dali.

 

(POV Chloe)

-Joyce, eu nunca vi alguém que cozinhasse tão bem quanto você. De verdade.

Max não tirou os olhos da comida nem para falar com minha mãe. Estávamos na mesa jantando a especialidade da Joyce, macarrão com queijo. Realmente era algo pra se comer rezando.

-Que bom, Max! Fico feliz que ainda goste da minha comida. E não faça cerimônia, ainda tem uma panela cheia na cozinha.

Estava feliz que Max estava jantando com a gente. Desde que ela havia voltado para Arcadia Bay não tínhamos feito isso de novo.

Depois que todos acabamos, Max insistiu em ajudar minha mãe com a louça, então eu resolvi tomar um banho rápido.

 

(POV Max)

-Obrigada pelo jantar, Joyce. Estava maravilhoso, como sempre.

Estávamos lavando alguns pratos e copos antes de eu subir para o quarto de Chloe.

-Por nada, querida. Eu estou tão feliz que você e Chloe retornaram a amizade vez, sabe? Aqueles tempos que não voltam mais são as lembranças mais importantes para Chloe.

Joyce seguia com a conversa enquanto eu enxugava os talheres.

-Chloe sofreu demais com a sua partida. Depois encontrou algum tipo de conforto em Rachel. Ela era... – ela deu uma pausa -  Ela é uma boa garota. Rachel levantou Chloe quando eu pensei que tudo estivesse perdido – com um suspiro, ela continuou – Mas depois sumiu.

Ouvindo tudo aquilo, meu coração se apertou dentro de mim. Pobre Chloe... ter a imagem dela sofrendo desse jeito, e por minha causa, acabava comigo.

-Eu espero que ela esteja bem. Gostava muito de vê-la aqui com a Chloe.

Pensar no que Chloe e Rachel faziam naquele quarto me deixava enjoada.

-Mas agora você voltou. Fico tão feliz!

De repente fui pega de surpresa por um abraço. Devolvi o abraço de Joyce. Ela era como uma segunda mãe pra mim.

-Agora vai lá ficar com ela. depois conversamos mais.

A louça já estava praticamente terminada, então subi.

 

Quando entrei no quarto, Chloe estava deitada na cama fumando enquanto encarava o teto como se estivesse pensando em algo importante. Confesso que eu não gostava muito de vê-la fumando.

-Você bem que podia largar isso, né? – perguntei apontando para o cigarro.

-Max, você está ai há muito tempo? Nem te vi – ela soprou a fumaça e olhou para o cigarro em sua mão – Por que? Deixa eu adivinhar, Joyce pediu pra você me dizer isso?

-Claro que não. Eu falo isso porque sei que não te faz bem.

Me joguei ao seu lado na cama e fiquei o mais pertinho que pude. Ela apagou a pontinha do cigarro e o colocou no cinzeiro. As pontas de seus dedos começaram um carinho gostoso em meu rosto.

-Max, Max, Max... se eu fosse parar com tudo que faz mal, teria que parar até de comer hambúrguer. Não posso nem imaginar isso.

-Ah, você entendeu.

Chloe deu um sorrisinho e me puxou para mais perto. De repente eu não consegui segurar. A pergunta saiu antes que eu pudesse perceber:

-O que você e Rachel Amber tiveram?

Um pequeno silêncio não muito reconfortante se formou no ambiente e eu queria não ter perguntado isso. Merda!

Chloe se virou pra mim parecendo assustada.

-Como assim?

-Digo... vocês namoraram?

-Max – Chloe deu um longo suspiro – É complicado.

-Acho que sou capaz de entender.

Ela percebeu que eu não iria desistir tão fácil então resolveu me contar.

-O que nós tínhamos era mais... físico.

-Defina físico.

-Sexo.

-Oh...

-Mas não era apenas isso. Claro que não. Mas também não era como se pertencêssemos uma a outra – Chloe continuou – Não romanticamente falando. No começo eu me tremia toda só de falar com a Rachel. Acho que eu poderia dizer que estava a fim dela. Mas depois acho que não era como o que eu pensava. Eu sabia que podia sempre contar com ela e ela comigo, mas se for perguntar de uma relação além da amizade... Era como se quiséssemos dar prazer uma a outra. Nossa química era boa até demais.

Ouvir aquilo me deixou morrendo de ciúmes por dentro. Mas eu perguntei, e quem pergunta quer ouvir.

-Mas você... a amava?

Os olhos de Chloe agora focavam seu teto novamente.

-Sim, eu amei Rachel Amber. Mas no fundo achava que aquilo não era reciproco, ou pelo menos Rachel nunca havia me confirmado nada e tenho certeza que ela sabia que eu gostava dela. Acho que eu pagava muito pau pra ela. Mas seguimos assim, na amizade. Tínhamos uma amizade muito forte, algum laço que nos unia de maneira bem forte. Ter apenas a amizade dela era algo que não me incomodava, sabe? Não é como se ela não se importasse com meus sentimentos. Acho que na verdade eu nunca entendi a Rachel muito bem... eu apenas deixava as coisas acontecerem.

 

*flash back on*

-Chloe... eu... vou gozar...

Ter aquela visão da Rachel embaixo de mim toda suada e chamando pelo meu nome era algo que dava muito tesão. Eu já estava ofegante, assim como ela, mas investia mais rápido meus dois dedos dentro dela enquanto chupava seu mamilo freneticamente.

-Goza pra mim, Rachel... Vai!

Suas mãos agarraram ainda mais firmes nos meus cabelos e seu corpo vibrava embaixo de mim, quando ela deu um grito e seu corpo todo amoleceu. Eu desabei junto com ela.

Nós duas respirávamos forte no banco de trás da minha caminhonete. Rachel logo colou seu corpo no meu e me abraçou.

-Cara, a gente acabou de transar no seu carro. Podíamos ter sido presas.

-Podíamos. Foi foda. Literalmente.

Rachel deu uma gargalhada e em seguida me deu um tapa no ombro. Agora, com a cabeça apoiada na mão, ela me olhava com um pequeno sorriso.

-Você é ridícula, Price.

-Você me ama.

Me estiquei para pegar um cigarro no bolso da minha calça jeans que estava jogada no banco da frente. Acendi e comecei a fumar enquanto Rachel continuava a me olhar.

-Meu Deus, Chloe... isso é tão coisa de filme antigo.

-Hã?

-Fumar depois do sexo.

-Me deu vontade, okay?

Quando fui dar outra tragada, Rachel pegou o cigarro da minha mão e o jogou pela janela.

-Porr...

Antes que eu pudesse terminar minha fala, ela se posicionou em cima de mim. Meu Deus, a visão dela em cima de mim era o paraíso. Sem falar nada, segurei sua cintura e a puxei pra cima tentando me sentar, colocando ela bem em meu colo. Rachel começou a rebolar enquanto seus olhos permaneciam totalmente focados nos meus. Porra, aquilo era tão fodidamente sexy!

-Você gosta?

Ainda sem dizer nada e olhando bem em seus olhos, comecei a lamber seu bico do peito e dei um apertão em suas coxas. Em sintonia, abrimos um pouco nossas pernas e ela chegou um pouco pra trás. Nossas vaginas agora estavam em total contato e puta merda como aquilo era bom. Cada vez mais Rachel rebolava e se movimentava, e resolvi fazer o mesmo.

-Caralho... – dei um gemido um pouco mais alto do que eu gostaria – Porra, Rachel você é muito gostosa.

Ela então começou a se movimentar muito rápido agora e eu acompanhava. Cada vez mais eu sentia aquele espaço de contato entre nossa pele ficar mais e mais molhado.

-Vai, Chloe... me faz... gozar...

Sem demora, finquei minhas unhas em sua pele e a puxei de modo a manter mais conato entre nossos sexos. Então nós chegamos ao orgasmo juntas, explodindo em um milhão de sensações e em seguida caímos novamente no banco, completamente exaustas.

Buzz buzz

O telefone de Rachel começou a tocar e ela esticou as mãos para pegá-lo.

-Meu pai – ela disse, lendo alguma coisa no celular – Ele está desesperado atrás de mim.

-Vamos, eu te deixo em casa. Está tarde.

Ia me levantando para pegar minhas roupas, quando Rachel segurou meu braço e me puxou para um beijo. Um beijo demorado e sensual, colando nossos corpos suados um no outro novamente.

-Você é doida, Chloe Price. Me trazendo pra sua caminhonete no meio da noite para uma aventura sexual. Me corrompendo.

Dei uma gargalhada alta:

-Você nem gostou de ser corrompida por mim, Rachel Amber.

Ela sorriu e me beijou novamente antes de colocar sua roupa e irmos embora.

*flash back off*


Notas Finais


Espero que tenham gostado!


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