História We will be queens of the world. - Capítulo 3


Escrita por: e Mima-Lee

Postado
Categorias A.D. Police
Personagens Personagens Originais
Tags Countryhumans, Universoalternativo
Visualizações 10
Palavras 2.191
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Bishoujo, Comédia, Drama (Tragédia), Festa, Ficção Científica, Hentai, Lemon, LGBT, Luta, Mistério, Orange, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Slash, Suspense, Terror e Horror, Universo Alternativo, Violência, Yaoi (Gay)
Avisos: Álcool, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Sadomasoquismo, Suicídio, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Oi pessoinhas, sabem o que aconteceu hoje, a minha vontade de viver voltou! Não é maravilhoso? Parece que ela foi de férias para a Rússia (sem mim-_-). Mas está de volta! Talvez vá a escrever mais e a fazer memes. (talvez)

Capítulo 3 - Me? An angel?


Fanfic / Fanfiction We will be queens of the world. - Capítulo 3 - Me? An angel?

Point of view Snow

Os pássaros que estavam a cantar lindamente escassear am. Eu não estava a acreditar... NÓS?! Sermos atacados, quem quer que estivesse a atacar ia levar umas bem dadas, porque estava a destruir o Big Ben... Eu não gosto muito de UK, mas mesmo assim... Ver tudo ser destruído... Um património mundial... Não devia estar a ser atacado de uma maneira tão avassaladora como aquela. A A estava chocadissima e a L estava a chorar, eu tinha de fazer algo... O D estava só neutro... Como se já estivesse à espera, mas mesmo assim não...Bem mas de momento aquilo não importava.

-A!-ela olhou para mim hesitante-Se atirar mos os foguetes contra as bombas, talvez não dê impacto na terra? Certo? - ela pensou um pouco,depois abanou a cabeça em confirmação. - General! - Chamei com o máximo de ar que tinha nos pulmões ele ouviu-Quero que atinja com os foguetes nas bombas, o que for preciso para fazer as bombas explodirem no ar! 

-Estão a ouvir palhaços?! Atinjam com os foguetes nas bombas! - Disse com a voz altíssima para se ouvir das bombas. (o Big Ben estava completamente destruído no chão agora... O que tinha feito um impacto enorme num prédio e no chão.) Os militares já estavam a postos.

-Ahm... 63° para a direita. - disse a A. 

 - Quando eu disser 3!-disse para a próxima bomba maior que as outras-Nao vai dar tempo! 3!!!!!-Ouviram se montes de foguetes a serem disparados. A A preveu logo no ponto mais fraco da bomba. 

O espetáculo estava a ser bonito, mas havia ainda faltavam mais duas. Quando as bombas pareciam ter parado eu procurei pela L. Mas não a encontrei por lado nenhum. Até ir para o palácio real. Ela estava a limpar as lágrimas quando a encontrei a fazer um telefonema. Quando desligou o telemóvel disse:

-Eles vêm aí. - Eu não percebi nada, então ela arrastou me para o carro e fomos para o sitio das explosões de novo.

 O fumo já não era tão intenso e o Big Ben já estava mais ou menos parado de esmagar o pobre prédio. Vi ao de longe a Aninhas a dar umas palmadinhas nas costas ao General que estava a chorar. O D foi ter comigo. 

-Acho que eles pararam- '' Eles quem? "perguntei dentro da cabeça dele (os erros podem comunicar por pensamentos entre si). - Os Russos. - Olhei com um ar reprovador. - E-espera... O suposto era eles atingirem a América, penso, não sei porque decidiram atingir nos. - Estava chateadissima, com ele porquê não me tinha dito? Mas uma coisa pior estava para acontecer. 

Duas bombas enormes estavam a vir em direção à nos. Mas uma bomba gigantesca, maior que as duas outras juntas estavam para atingir nas duas que vinham mandadas para nós. Aquilo foi uma explosão enorme, tínhamos recebido instruções pela coluna que ainda não estava completamente destruída para tapar os ouvidos. Foi o que todos fizeram e ouve um estrondo enorme. Aquilo sim era um espetáculo inesperado (e inesquecível no caso.) O fumo fora imenso, procurei as por todo lado (o D estava ao meu lado como um poste a olhar para aquilo). Encontrei as, a L estava estateladas no chão a A estava com a pele queimada de um químico no chão o que me levou a correr com as duas para o hospital o mais rápido possível. 

***

-Notícias de Última hora! Ataque, que já foi confirmado ser russo! O ataque supostamente seria condicionado para a América, diz o general Dmitry Dzananiov, antigo espião russo. Algumas provas confirmam que foi realmente a Rússia a atacar. - Apareceu uma imagem de um resto de uma bomba com o símbolo dos serviços secretos russos. Agora veremos a resposta de presidente P. à acusação de ter atacado o Reino Unido. Como vais isso Carl? 

-Não muito bem, Ken. Montes de pessoas vieram à rua para se manifestar contra o atual presidente. Como sabe muitas pessoas morreram no ataque ao Big Ben. E agora vamos agora ter com o presidente. Bom dia senhor presidente! O que tem a dizer com as acusações de ser a causa de montes de estragos na Inglaterra? - disse o jornalista apontando o microfone ao presidente. 

-Tenho a dizer que são verdadeiras, mas... Foi completamente sem querer. - Disse o presidente cabisbaixo. 

-Então quer dizer que confirma querer atacar a América - o presidente sobressalto se. 

-B-bem não nesses termos... Eu... Nós... É assim-agora tentou manter uma pose imponente mas falhou uma escada e ia para cair. - Ah! A-ahm, queria deixar claro que tentava manter a ordem na Inglaterra, aqueles erros... Ahm quer dizer espiões não deviam estar a governar aquele país! - disse. 

-Isso são acusações muito graves senhor presidente... - disse um dos jornalistas que estavam ao lado também.

-Eu digo o que quiser! - neste momento o D desligou a TV e suspirou.

-Chega de drama por hoje... - estávamos os dois ao pé das camas das duas que mantinham se inconscientes.

-Concordo... Ouviste o que ele disse? --ele suspirou cabisbaixo. - Isto não pode ficar assim! Nós vamos pussui los quer eles queiram ou não!

-Estas a dizer que... - Acenei que sim. 

Nós já tínhamos posto de lado a ideia de dominar o mundo, já que um país era bem bom, mas depois disto eu tinha a certeza do que tinha que fazer. E depois de nos atacar, ao país e à A e L...Aquilo não ficaria assim!

***

Passados alguns dias só a A ainda estavam a ver o que faziam com o fato da cara dela estar meio distorcida. A L já estava boa... Mais ou menos, e , com mais ou menos digo passada, ela estava possessa com o fato de termos sido atacados com tanta brutalidade sem motivo certo. Pelo menos não sou a única a querer vingança(entre aspas porque eu não tenho um remorso assim tão grande da Rússia, mas sim pela pessoa que o governa). Bem... 1 semana depois já a L estava a fazer negociações com a América (parece que foi ela que mandou que lá bomba enorme que afetou as duas outras). Estavam todos contra a Rússia se todos colaborassem ia ser fácil baixar a segunda potência mundial, a L estava a deixar me preocupada... Não dormia, não comia a quase... Nada parecido à nerd dantes. Parece que algo a prendeu aquele país.... Nhé não me vou preocupar agora...

Alguns dias depois tínhamos de ir para a América, a Aninhas continuava com a marca dos químicos... O presidente foi de bem connosco, deu nos o suficiente para reconstruir o Big Ben as ruas e talvez indemnizar as vítimas (também nos ia dar uma boa quantidade de bombas e armamento). Mas... Ao contrário do que eu pensei ele até não estava chateado com o presidente da Rússia, até parecia querer desviar do assunto de quase ter sido atacado. Tenho a certeza que ele só nos estava a dar isto para não parecer mal ao público...

***

-Olhem, querem ir ver as lojas!? - A L olhou para ela com um olhar '' a sério?"-Vá lá, estamos na América! Eu nunca tinha ido para aqui! Não vou vir so para uma reunião e voltar para lá.

-Eu não me importava de pedir algo para comer...-disse, fui a única que não comia à 12h. A L revirou os olhos e fomos para o MC o mais rápido possível.

Depois de muitos pedidos da A fomos para o shopping, separa mo nos porque cada um queria uma coisa diferente. Fui para a livraria, e encontrei um livro com um título interessante. "Burros comem palha'' achei piada então vi a escritora, e, a cara não me pareceu estranha, liguei o reconhecimento facial e... Era a Mione! Uau, escritora... Ela conseguiu mesmo, por enquanto nenhuma das que estiveram na nossa turma conseguira alcançar os seus sonhos... Fui ter o mais rápido possível com a A para lhe contar.

-A! Olha só! - Ela olhou para mim confusa(estava a ver alguns telemóveis) - A M, lembras te? Publicou um livro! - Mostrei lhe o livro e ela olhou espantada.

-Uau e olha só! Diz aqui que ela vive aqui perto, temos de a ir visitar!- ela estava muito entusiasmada, disse mos aos outros dois, a L ficou muito feliz e o D, como não era da nossa turma não fazia ideia de quem era.

Quando chegámos à casa era meio que luxuosa e simples, uma mistura. O que fazia dela um pouco esquisita a L tocou a campainha aos saltos. Quem apareceu lá olhou para nós meio chateada, era igualzinha á da foto, só que um pouco mais cansada, óculos azuis, cabelos castanho, a Tatuagem de HP que nos fizemos também e uma sueter. Era a M de certeza! Eu não podia acreditar ela estava muito fofa.

-Mas que? Quem são vocês? - A A e a L já a estava a abraçar. Enquanto eu olhava para a cena feliz da vida com o neutro D.

-IH! Mione, o alzheimer anda mal, não? - Ela olhou melhor para nós e sorriu.

-Não acredito... Vocês são!? - acenamos que sim e ela mostrou um grande Sorriso-Meu Deus vocês mudaram tanto e... Quem é aquele? -ela apontou para o D que ficou levemente chateado. - Ah, já agora entrem entrem! Não liguem à bagunca-Estava tudo perfeitamente arrumado e ela a dizer aquilo. 

Depois de lhe falarmos de tudo o que acontecera ela ficou completamente espantada. Depois de ela nos contar o que lhe tinha sucedido ao longo dos anos ficámos a saber que, mesmo os livros dela serem muito bons, a concorrência é exurbitante e ela não tem muitas opções. Depois de dois dias passados com ela, ela decidiu largar tudo e vir morar connosco. Parece que viver na América tem sido mais difícil...

***

Alguns dias se passaram e nós tínhamos um plano, um plano que era quase tão suicida como o outro, a L, atual presidente, ia visita lo supostamente sozinha e nos iríamos com ela em segredo. É o resto é o que vão ver a seguir. Arrumamos tudo para ir para lá depois despedimos nos da L que estava visivelmente nervosa. 

Saímos do avião quase a M ia tendo uma hipotermia de tanto frio que lá estava, o D estava a cheirar aquele ar frio com tanto gosto que até assustava. Eu estava a enregelar mas pronto, tinha o meu chapeuzinhos russo, então estava tudo bem. Vimos as grandes mansões de Moscovo, ali só vivem ricaços mesmo... Dois dias depois estávamos prontos para fazer a revolução do século (talvez) a A tinha feito bombas que não cabiam na cabeça de ninguém, a M, saia à rua para investigar os costumes das pessoas e algumas coisas estranhas que aconteciam na Rússia. Não sei por quanto tempo fiquei a olhar para o plano, mas sentia me preparada. 

Duas semanas depois, era o dia, era agora, o plano ia ser executado por mim e o D( como sempre somos erros e se nos quissessem destruir não iriam conseguir destruir por completo. Parece que estava tudo a correr bem na reunião, eles estavam a falar calmamente e os jornalistas estavam sem interferência. Até 15 min. Depois. Não sei que raio a L lhe disse, mas ele pegou numa pistola que tinha no casaco e estava a apontar pra a L com um olhar mortífero nos olhos. Com TODOS os jornalistas a filmar "O que raio se passa na cabeça dele?" o pensei, ele estava a hesitar em puxar o gatilho, mas quando ia para puxar eu e o D saímos de trás da cortina azul e imobilizamo lo. Os jornalistas estavam todos assustados e os militares já vinham em direção à nós. Então eu pus a arma na cabeça do assustado presidente.

-Nem mais um passo.-digo calmamente é todos ficaram imóveis.

-Isto é uma ameaça senhora general? -  A Pois, na Inglaterra já sou general! Pensaram o quê? - Nós não obedecem os a ordens de um erro! - todos os jornalistas olharam de olhos arregalados.

Então os militares começaram a se mover devagar, o D estava furiosissimo, a sua chefe estava a lhe dizer uma coisa daquelas? (YA sim aquela era a chefe dele). Então ele pegou na arma que tinha no seu bolso e sem hesitar matou a chefe, com todas as cameras a olhar, ya fizemos porcaria mas podia usar aquilo como arma ainda (manipulação é a minha melhor carta).

-Estão a ver, nós não estamos aqui a brincar, ou para aguentar com racistas - digo para o corpo que jazia morto no chão. - Então vamos ver, o senhor presidente, vai abdicar do seu cargo não vai? - ele olha livido para mim- Não vai!? - ele assusta se é então colabora.

-S-sim... - eu sorrio calmamente e é dou lhe uma folha de papel para as mãos.

-É assim, sei que já estão fartos do querido senhor presidente então... Eu vou me candidatar a presidente, quem mais quiser vir, pode. - Então os militares ficaram muito chocados e os jornalistas estavam só a festejar.

Aquilo iria ser fácil de ganhar.


Notas Finais


Demorei? Ó se demorei, mas poh tem vindo T. P. C. s e como eu tenho horário de um professor, esqueçam. É a minha felicidade está semana tem tido uns altos e baixos... Mas espero que gostem.


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